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    Alcorão Sagrado - Os Significados dos Versículos do Alcorão Sagrado

    N/A

    Fambras
    2020
    898 páginas
    1d 5h 56m
    ISBN-13: 0000000000000
    Português Brasileiro
    3.6
    255 avaliações
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    Favoritos1Desejados644Avaliaram255

    O Alcorão é o livro sagrado dos muçulmanos. O termo “Alcorão” vem da tradução da palavra árabe “al Qur’an”, que significa “a recitação”. Isso explica o fato dos muçulmanos se esforçarem para memorizar os versículos do Alcorão e recitá-los desde os primórdios do Islã. Quando o profeta Muhammad (S.A.A.S) tinha 40 anos, o Anjo Gabriel, o mesmo que anunciou a Maria que ela seria a mãe de Jesus, iniciou a revelação do Alcorão para ele. Nessa ocasião, o profeta estava meditando na caverna de Hirá, na cidade de Meca, quando o Arcanjo lhe mostrou a revelação pela primeira vez. Após esse episódio, o Anjo Gabriel realizou novas revelações ao profeta num período de 23 anos. Ao ter contato com a revelação, o profeta passou o resto da sua vida pregando a mensagem islâmica para todas as pessoas à sua volta. Ele ensinou a unicidade de Deus, a paz, a justiça, a harmonia e o bem estar para as pessoas ao seu redor. Portanto, o Alcorão Sagrado é considerado o maior milagre do Islã e os muçulmanos o consideram literalmente a Palavra de Deus.

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    Marília Moscou picture
    Marília Moscou21/12/2011Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Elas, as religiões todas

    O livro é simples. Páginas de papel jornal, edição de bolso talvez. Me custou bem pouco, estava em promoção. É como a Bíblia aqui, se acha por todos os preços, em todos os cantos. Em 2005 viajei pela primeira vez para um país muçulmano, a Tunísia. Vi poucas mulheres de véu até o dia em que fomos a Souk-el-Bey, na medina. As lojas intermináveis, emendadas. Os sapatos de Alladdin pendurados. Os lenços de moedas para dançar. Eu havia começado a dança do ventre naquele ano e levei uns bons lenços pra casa dali. A pechincha... Ah, a pechincha! Um artigo de preço inicial 50 dinares, vendido ao fim por 5, provavelmente deveria valer alguns poucos centavos. Sidi Bou Said, a cidade azul e branca, o topo do morro. O mar. Meu mar. Mesmo mar. Parecia ali que eu era séculos de história. Eu era. Mas havia os painéis tiranos, o presidente pintado em tudo que é lugar. Me irritava. Os homens tocando, agarrando, eu era também pedaço de carne. Chorava por isso. Há mais ou menos um ano cheguei da Turquia, o segundo país muçulmano que visitei. Uma visita mais orgânica desta vez. As rezas amplificadas nas mesquitas todas. O skyline de Istambul, as torres. A música. A orquestra jovem tocando na única noite do ano em que Aya Irini abre ao público. A estrutura monumental, secular. Ao lado, Aya Sofia, ainda mais impressionante. Atravesso a praça rumo à Mesquita Azul. Acompanhada de turcas, iranianas, bangladeshis, egípcias. Feministas, de véu, sem véu. Somos todas mulheres. Em meus últimos dias não pude deixar de ir a uma livraria. Não leio turco, exceto alguns fonemas. Não falo turco, exceto - "Posso tomar um pouco de água, por favor?" com perfeição. Mas precisava ir a uma livraria. São meus souvenires favoritos. Lá estava ele, em inglês, numa pilha da promoção. Não pude deixar passar. Era esse meu souvenir. "The Koran", ou o Alcorão, ou o Corão, é o livro sagrado do Islã. Nesta edição, especificamente, tem um prefácio bem legal de um estudioso do islamismo explicando os fatos históricos sobre a propagação da religião muçulmana. Um processo interessante que não deve ser muito diferente daquele que propagou o cristianismo: violento. Comecei a ler o livro, não terminei. Vou lendo aos poucos. O interesse é na cultura, na visão de mundo, nas várias interpretações que são feitas. [leia a resenha completa em http://www.mulheralternativa.net/2011/09/das-religioes-um-livro-que-me-lembra-de.html]

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