Luzia... Mulher...
Que livro... Que leitura... Depois da adaptação com a linguagem e a escrita quase que provinda de uma língua estrangeira, conseguimos enxergar Luzia. Que logo nos arrebata com sua força e coração. Em seguida nos apegamos também a Teresinha, que amiga... daquelas que são pra toda vida . Nunca senti tanta empatia com personagens de um livro. Acredito que era essa a intenção de Domingos Olímpio para que nas últimas páginas tivéssemos nosso coração perfurado e sangrado com tão desgostoso final.









