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    Nós Matámos o Cão Tinhoso. (Coleção Autores Africanos #n.º 4.) -

    Luís Bernardo Honwana

    Ática
    1980
    96 páginas
    3h 12m
    ISBN-10: 8508050410
    Português
    3.8
    2569 avaliações
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    Livro de contos do escritor moçambicano Luís Bernardo Honwana. Contém os contos: Nós matámos o Cão-Tinhoso! -- Inventário de imóveis e jacentes -- Dina -- A velhota -- Papá, cobra e eu -- As mãos dos pretos -- Nhinguitimo.

    Edições (6)

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    Julio C. Gurgel picture
    Julio C. Gurgel15/05/2020Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    O cão tinhoso da opressão

    Trata-se de um conjunto de contos escritos no início da década de 1960, quando Moçambique ainda era uma colônia portuguesa. Na época, o autor, Luís Bernardo Honwana, tinha apenas 22 anos. São sete histórias potentes, contadas numa linguagem tão simples e tão local que imediatamente captura o leitor. Mas não se engane: cada história é uma pancada! O livro fala de estupro, fome, opressão branca, colonialismo, assimilação, apropriação, armas, perdas e extrema pobreza. O racismo estrutural permeia todos os contos. ?Dina? e ?As Mãos dos Pretos? são de arrepiar. ?Eles fizeram me pequenino e conseguem que eu me sinta pequenino?.

    69 curtidas

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    Luís Bernardo Honwana profile picture

    Luís Bernardo Honwana

    LUÍS BERNARDO HONWANA nasceu em 1942, na cidade de Lourenço Marques, atual Maputo, capital de Moçambique), e cresceu em Moamba, cidade do interior, onde seu pai trabalhava como intérprete. 1964 foi o ano da primeira publicação de Nós matamos o Cão Tinhoso!. No mesmo ano, Honwana, militante da FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique), foi preso por suas atividades anticolonialismo, e permaneceu encarcerado por três anos. Em 1970, foi para Portugal estudar Direito na Universidade Clássica de Lisboa. Após a Independência de Moçambique, em 1975, foi nomeado Diretor de Gabinete do Presidente Samora Machel, e participou ativamente da vida política do país. Em 1982, tornou-se Secretário de Estado da Cultura de Moçambique e, em 1986, foi nomeado Ministro da Cultura de Moçambique. Em 1987, foi eleito membro do Conselho Executivo da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO). Em 1991, fundou e foi o primeiro Presidente do Fundo Bibliográfico de Língua Portuguesa. Em 1994, foi convidado para entrar para o Secretariado da UNESCO e foi nomeado Diretor do escritório regional da organização, com base na África do Sul. Honwana é membro fundador da Organização Nacional dos Jornalistas de Moçambique, da Associação Moçambicana de Fotografia e da Associação dos Escritores Moçambicanos. Atualmente, é o diretor executivo da Fundação para a Conservação da Biodiversidade (BIOFUND).

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    6 Seguidores

    Luís Bernardo Honwana