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    The Art of Being -

    Erich Fromm

    Bloomsbury Academic
    1989
    144 páginas
    4h 48m
    ISBN-13: 9780826406736
    3.3
    3 avaliações
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    Between 1974 and 1976, while working on the book To Have Or to Be? at his home in Locarno, Switzerland, the aged Erich Fromm wrote far more manuscript and chapters than were actually used in the book, which was published in 1976. Some of these chapters are contained in the present volume. They deal entirely with the "steps toward being" that the individual can take in order to learn the Art of Being. How can we realize and actualize Love, Reason, and meaningful, productive work? Fromm here offers the Art of Being, a way of living based on authentic self-awareness that comes only through honest self-analysis. Wisely, he warns of the pitfalls of our attaining enlightenment without effort, or believing that life can be lived without pain. The tantalizing "spiritual smorgasbord" offered by our consumer-oriented world, Fromm maintains, only feeds our illusions of "easy awareness." Confronting the psycho-Gurus who preach these shortcuts to enlightenment, Fromm offers another way to self-awareness and well-being, one based on psychoanalysis and self-awareness through meditation. If the Art of Being - the art of functioning as a whole person - can be considered the supreme goal of life, a breakthrough occurs when we move from narcissistic selfishness and egotism - from having - to psychological and spiritual happiness - being. The Art of Being will be one of the most important works in the Fromm canon for years to come.

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    João Magalhães picture
    João Magalhães12/04/2020Resenhou um livro
    3 (Bom)

    "Spin-off" do To have or to be?

    Li a edição da Constable de 2011 Livro com capítulos não incluídos em sua mais famosa obra, "To have or to be?". O livro começa muito bem, definindo o conceito de o que é "ser" um ser humano, ou a arte de ser. em tradução livre: "A questão crucial hoje é, como eu vejo, se conseguimos reconstituir o conceito clássico de liberação interna e externa (da mente) com o conceito da razão em seus dois aspectos, como aplicada na natureza (ciência) e ao homem (autoconsciência)." p. 8 Na primeira parte do livro Fromm descorre sobre algumas barreiras que impedem o homem de atingir autoconsciência através de sua natural produtividade, como nos capítulos "No Effort, No Pain", onde critica a cultura de menor esforço possível em todas as esferas de nossa sociedade, principalmente para estudar. De novo, em tradução livre: "Relacionada com a doutrina de não-esforço está a de "sem-dor" (no-pain). Essa, também, tem uma qualidade fóbica: evitar sob quaisquer circunstâncias dor e sofrimento, fisicamente e, particularmente, mentalmente. A era do progresso moderno diz levar o homem a uma terra prometida onde não há dor." p. 26 Também critica o medo em excesso (ou fobia) do autoritarismo, que ele chama de antiautoritarismo: "O medo do autoritarismo serve para racionalizar um tipo de loucura, um desejo de escapar da realidade. A realidade impõe suas leis no homem, leis que ele só pode escapar em sonhos ou em estados de transe - ou na insanidade." p. 29 Fromm traz conceitos budistas, faz paralelos com Tai Chi Chuan e se baseia bastante em Freud em boa parte do livro, que trata de psicoanálise (principalmente auto-análise). Também traz influência de Marx em seu pensamento sociológico. Na última parte do livro, Fromm se arrisca sem sucesso ao defender ideias comunistas para o bem-estar de uma sociedade. Bem superficialmente tenta defender o pensamento marxista da coletivização dos meios de produção, respeitando as posses individuais das pessoas, como se isso fosse possível. Deixa muito a desejar pois não traz nenhuma relação lógica em suas afirmações nessa última parte do livro. Recomendo, após ler o livro de Fromm, assistir ao documentário Cuba e o Cameraman, disponível na Netflix, e focar na história dos irmãos Borrego, pois se conversam muito bem, quase que diretamente com o tema proposto pelo título do livro "The Art of Being" e com o modelo de natureza humana de Spinoza, também defendido pelo autor.

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    Erich Fromm

    Foi um psicanalista alemão, filósofo e sociólogo. Teve sua ascendência em uma família judia extremamente religiosa, da qual se originaram diversos rabinos. Ele mesmo desejava originalmente seguir este caminho. Cresceu em Frankfurt, onde inicialmente estudou direito, mudando depois ao estudo da sociologia em Heidelberg, doutorando-se lá em 1922 junto a Albert Weber sobre lei judaica. Até 1925 ele teve além disto aulas de talmude com o rabino Rabinkow. Em 1926 ele se casou com a psicanalista Frieda Reichmann. No fim dos anos 20, Fromm começou sua formação psicanalítica no Instituto de Psicanálise de Berlim junto a um aluno de Freud que não era médico, o jurista Hanns Sachs. Neste período, ele e sua esposa desistiram de seu estilo de vida judeu ortodoxo. A partir de 1929, Fromm atuou como analista leigo, por não possuir formação médica.

    41 Livros
    61 Seguidores

    Erich Fromm