Superinteressante Nº 380 (Outubro de 2017) - O remédio mais perigoso do mundo

    não informado

    Abril
    2017
    80 páginas
    2h 40m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    - O remédio mais perigoso do mundo: Ele vicia tanto quanto drogas ilegais. Nos EUA, mata mais do que as armas e os acidentes de trânsito juntos. Está em todas as farmácias e já começa a fazer vítimas no Brasil. - 500 anos de Igreja Protestante: Como um panfleto do século 16 deu origem à congregação que reúne 800 milhões de fiéis. - Por que é tão difícil criar emprego no Brasil? - Colha o seu jantar no meio da rua - A brasileira que descobriu 71 vulcões no espaço. E muito mais.

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    R .03/10/2017Resenhou um livro
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    Que coisa mais maluca, e também genial, se de fato ocorrer o que se informa sobre uma bactéria que consome CO2 e depois pode ser processada em um pó comestível para uso na indústria alimentícia. O dióxido de carbono é um dos principais potencializadores do aquecimento global e as medidas de proteção sobre o fato (coisa de discórdias entre potências mundiais) estão relacionadas a redução da emissão de combustíveis fósseis e aumento da cobertura vegetal. Agora se apresenta uma nova opção (mas ainda em estudos): a tal bactéria, que traz também a perspectiva de aproveitamento na alimentação. Pelo menos na produção de ração animal, né! Por que humana (eca!), quem vai querer... Me interessei no assunto. Eita! Retiro o "eca" sobre prováveis rações humanas descritas na caracterização anterior. Bobagem minha, pensando na produção dos alimentos e também depois da leitura da reportagem de capa. A gente vê que muita gente já manda pra dentro do organismo coisa realmente mais preocupante, que pode ser viciante e mortífera. O texto aborda a questão do uso indiscriminado de drogas à base de ópio, transfiguradas em fármacos, como a Oxicodona (um analgésico de uso frequente para muitos, a custo do vício provocado). Quem é metido em tomar remédio direto, para tudo que é dor ou desconforto, ansiedade e estresse, de maneira indiscriminada, que fique alerta para não ter um piripaque como um viciado que não imagina estar se tornando. Parece tão bobo escrever isso, mas acontece muito! Sabe da maior, essa droga analgésica e de estímulos eufóricos, sem o rótulo ou peso das marginalizadas, me faz lembrar a SOMA do Admirável Mundo Novo. Ah, existem coisas mais em conta e viáveis contra alguns desses fatos. Cuidado com a noia da automedicação rotineira e cega. A leitura foi legal para se informar e poder informar. Em 05/10/17 Ora, bolas! Então essa edição é comemorativa dos 30 anos da Super? Rapaz! A revista já teve dias melhores. Com tanto especial que rotineiramente lançam, e às vezes tão banais, poderiam lançar uma edição especial com o melhor de cada ano ou, quem sabe, uma revisitação nos temas de destaque ao longo dessa trajetória. Acompanho desde a adolescência e o que mais curto foram também os temas mais abordados: Ciência e História. Falando em História (a principal razão de um desapontamento com essa edição), esse mês celebra-se os 500 anos da Reforma Protestante. Ok! Você pode não ser o que chamam protestante, mas o movimento revolucionou o cenário mundial, estimulando reformulações que se expandiram no campo geopolítico e mudaram o mundo em certas visões. Pena a Super não ter dado a capa e uma reportagem mais elaborada para o tema... E nem sei se tem alguma edição especial, tipo um dossiê ou similar que lançaram com a revista... Encontramos uma reportagem, mas é sucinta e pobre em ilustrações. Traz algo da biografia de Lutero (destacando o inconformismo com a corrupção, levando-o a elaborar as 95 teses afixadas em uma igreja em Wittenberg); alguns precursores (como Wyciffe e John Huss) e a relevância para a história. Af! Uma valorização tão mixuruca diante de celebrações pelo mundo... Ah, fora isso tem pequenas curiosidades, mas vou deixar em registro uma que vi no Oráculo, sobre o autor que mais publicou livros: Ryoki Ynoue. É brasileiro e tem mais de mil publicações. Independente do que seja, pois nada sei do autor além da marca no Guinness, gostaria de conhecer seus livros. No Skoob tem alguns que me pareceram curiosos (faroeste, samurai e outras aventuras no estilo daqueles livros de bolso, se esse for o termo apropriado). Af! E não deram mesmo a capa para os 500 anos...

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