Pré-Realismo?
Um dos romances mais equilibrados de Alencar no que toca a estilo: mais seco, mais limpo de derramamentos românticos. A trama é análoga a dois romances do século XX, "Rebecca" de Daphne Du Maurier e "A sucessora" de Carolina Nabuco - mas quase nada acontece: os movimentos de "Encarnação" dão-se no campo psicológico. O livro mais surpreendente de Alencar e que anuncia um caminho novo para o autor falecido antes de publicá-lo. Poderia ter sido ele a abrir nosso Realismo - quem sabe um Realismo menos amargo.









