isso não é uma tradução ou transcriação muito séria, fiel, confiável, obediente... é só uma deambulação apressada no chão escorregadio e gelado desse poema. as pretensões aqui são passar o tempo e criar um amontado de imagens indistintas e inspiradoras. só isso:
o, não me venha com suspiros lamentos vãos criminosos aqui estou numa tela meio cinza a emergir que nem uma impressão... estranha; levada mão dobrada enferma doentia ao olhar de graça convulsa não tinha jeito de evitar nada disso antes da hora de amargar cada delícia; o, e como quis como ordenou com palavras mortas e mesmo malditas, meu lábio um alarme a manchar o entorno de vermelho sôfrego a abismar-se entre minhas bochechas de neve; e não há vício em seu erro... se foi...a contemplar os olhos outros entre...tanto... não há o que fantasiar nesse canto letárgico em que se despe de despedidas...
[Надпись на неоконченном портрете
О, не вздыхайте обо мне,
Печаль преступна и напрасна,
Я здесь, на сером полотне,
Возникла странно и неясно.
Взлетевших рук излом больной,
В глазах улыбка исступленья,
Я не могла бы стать иной
Пред горьким часом наслажденья.
Он так хотел, он так велел
Словами мертвыми и злыми.
Мой рот тревожно заалел,
И щеки стали снеговыми.
И нет греха в его вине,
Ушел, глядит в глаза другие,
Но ничего не снится мне
В моей предсмертной летаргии.
1911]