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    Zorba the Greek -

    Nikos Kazantzakis

    Touchstone
    1996
    320 páginas
    10h 40m
    ISBN-13: 9780684825540
    3.9
    13 avaliações
    Leram18Lendo2Querem22Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos1Desejados22Avaliaram13

    Novel by Nikos Kazantzakis, published in Greek in 1946 as Vios kai politia tou Alexi Zormpa. The unnamed narrator is a scholarly, introspective writer who opens a coal mine on the fertile island of Crete. He is gradually drawn out of his ascetic shell by an elderly employee named Zorba, an ebullient man who revels in the social pleasures of eating, drinking, and dancing. The narrator's reentry into a life of experience is completed when his newfound lover, the village widow, is ritually murdered by a jealous mob. -- The Merriam-Webster Encyclopedia of Literature --This text refers to an out of print or unavailable edition of this title.

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    Julio Argibay picture
    Julio Argibay30/06/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Zorba

    Vamos lá. Zorba é um senhor que chamou a atenção do narrador da estória, após um breve contato entre eles ainda no continente. Assim eles partem juntos para a ilha de Creta para trabalharem numa mina de carvão, recém adquirida pelo jovem. Ainda sobre Zorba, ele é uma figura muito pitoresca, forte, grisalho, experiente, rude e com uma visão da vida bem peculiar. Já em Creta, conhecem a senhora Hortência, uma senhora bem vivida e experiente, a qual Zorba tem um chamego. Então, eles acabam se hospedando na casa dela. Interrompendo a narrativa, vou lhes contar algo interessante. Antes de ler este romance, eu também li o livro: A doutrina de Buda e Otelo de Shekespeare e por uma sinergia espacial e temporal, estes dois livros são mencionados pelo autor. Coincidência? Provavelmente. Retomando a estória, eles chegam a ilha e se instalam. Trabalham duro na mina de carvão, pelo menos o velho. Zorba, com muito atitude, toma a frente e gerencia o empreendimento, o jovem fica meio de lado com sua leitura e sua filosofia. O narrador se preocupa com o aspecto social do trabalho, cria-se um leve conflito ideológico entre os homens. O narrador se sente mais vivo, com sua rotina na ilha e com o bom papo e a companhia do grego, cujo homem provoca uma profunda admiração ao jovem. Em dado momento Zorba vai comprar alguns mantimentos para um grande projeto na mina. Ele fica lá alguns dias a mais que o combinado. Na volta, ele chega conta as aventuras que viveu e volta a trabalhar com muito afinco, no projeto do teleférico. Eles sobem ao monastério para negociar a autorização do projeto. Passado um tempo, um incidente acontece na comunidade, em plena comemoração da Páscoa. Talvez este seja o final do segundo ato. Há uma ruptura uma perda bem sentida pelos dois amigos. O tempo passa, muitas conversas acontecem ao luar e sob a brisa da praia. O projeto não dá muito certo. Mas, há outro acontecimento importante. O narrador recebeu algumas notícias do estrangeiro e numa determinado momento partiu. Sendo assim, ficaram as saudades, as lembranças, a dor e os momentos de felicidade também. Neste momento, preparem o lenço. Vida que segue. Pra mim é um livro surpreendente, simples, tocante, emociona bastante, principalmente no terceiro ato. Gostei muito. Facilmente, coloco no Top 3. Viva Zorba, o grego. PS assisti também ao filme, há um tempo atrás, com Anthony Quinn no papel principal, então guardei a imagem dele ao ler o romance. Estou muito satisfeito.

    1 curtida

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    Avaliações

    3.9 / 13
    • 5 estrelas38%
    • 4 estrelas23%
    • 3 estrelas23%
    • 2 estrelas15%
    • 1 estrelas0%
    Nikos Kazantzakis profile picture

    Nikos Kazantzakis

    Foi um poeta, novelista, dramaturgo e filósofo grego. Mestre da literatura grega do século XX, ficou conhecido como um brilhante revitalizador dos mais diversos gêneros literários. Para fugir da instabilidade política na ilha de Creta, seus pais inscreveram-no em uma escola de padres franceses na ilha de Naxos. Depois estudou direito em Atenas (1902-1906) e filosofia em Paris, onde durante dois anos (1907-1908) foi aluno de seu tutor, o filósofo Henri Bergson. Depois, como correspondente estrangeiro de imprensa, viajou por Espanha, cobrindo a Guerra Civil Espanhola para um jornal grego, Reino Unido, União Soviética, Egito, Palestina e Japão, enquanto escrevia, incluindo poemas, reflexões filosóficas e comentários de viagens. Lançou Odíssa (1938), poema de 33.333 versos que pretendia ser um prolongamento da célebre obra de Homero. Durante os primeiros meses da Segunda Guerra Mundial, trabalhou para Conselho Britânico, em Londres (1939-1940), deixando o posto para retornar à Grécia, onde viveu sob a ocupação alemã. Envolvido na política nacional, foi nomeado Ministro da Educação (1945) e tornou-se dirigente do partido socialista grego (1946). O prestígio internacional do autor veio com romance Víos kai politía tou Aléxi Zormpá (1946), o famoso Zorba, o grego que também fez grande sucesso quando adaptado para o cinema (1964). Por um curto período morou na Inglaterra (1946) e depois radicou-se na praia francesa de Antibes, onde escreveu O kapetfán Mikhális (1950), os romances filosóficos O khristós xanastavrónetai (1954) e O televtaíos pirasmós (1955), levado ao cinema como A última tentação de Cristo (1988). Suas obra literária abrangeu de ensaios filosóficos como Asketiké (1927), poesias e tragédias e traduções de obras clássicas da literatura, como a Divina comédia de Dante e o Fausto de Goethe. Durante uma viagem à China, adoeceu, foi transferido para Copenhague e depois para um hospital em Freiburg im Breisgau, Alemanha, onde infelizmente morreu aos 71 anos e foi enterrado em Heráclion, sua cidade natal, na Ilha de Creta.

    20 Livros
    59 Seguidores

    Nikos Kazantzakis