Quem tem medo dos espíritos? (Richard Simonetti)... Melhores trechos: "...Deus quer que vivamos na Terra de forma produtiva, fazendo o melhor, aproveitando integralmente o tempo de vida que nos concede e as oportunidades de edificação. Se isso não acontece, não podemos debitar ao Criador o que é de nossa responsabilidade... Deus inspira o progresso, as revelações, as descobertas, o bem-estar humano, mas compete ao Homem agir como instrumento da Divindade para que isso tudo ocorra... Crianças com problemas mentais e físicos são espíritos em provação, enfrentando situações compatíveis com suas necessidades evolutivas e seus débitos cármicos... Tão certo quanto a própria morte será o reencontro dos que se amam de verdade, com aquela fidelidade que supera as barreiras do espaço e do tempo... O amor legítimo não é uma flecha de cupido que nos atinge. Não é uma fonte que brota, borbulhante. Não é mera chama arrebatadora, como destaca a bela mas equivocada imagem poética de Vinícius de Morais: Que não seja imortal, posto que é chama; Mas que seja infinito enquanto dure. Muito mais que chama de atração efêmera, o amor pede os valores da convivência para que se desenvolva e consolide. Cônjuges que se querem bem, que se amam de verdade, são aqueles que atravessaram juntos as tempestades da existência, relevando um ao outro as falhas, cultivando compreensão, respeito e boa vontade. Assim, a 'algema' de hoje poderá ser a 'alma gêmea' de amanhã, mesmo porque o objetivo maior do casamento é a harmonização dos espíritos que se unem para experiências na Terra. Hoje desencontrados, atritados, talvez até inimigos de outras vidas. Amanhã amigos! Amantes de verdade!..."