Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas21
    • Leitores1075
    • Similares10
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Chico Mendes: Crime e Castigo - A Mais Premiada Reportagem Sobre o Herói dos Povos da Floresta

    Zuenir Ventura

    Companhia das Letras
    2003
    248 páginas
    8h 16m
    ISBN-10: 8535904484
    Português Brasileiro
    4.3
    243 avaliações
    Leram421Lendo21Querem627Relendo3Abandonos3Resenhas21
    Favoritos25Desejados627Avaliaram243

    No começo de 1989, o jornalista Zuenir Ventura foi enviado ao Acre para uma série de reportagens sobre a morte do seringueiro Chico Mendes, assassinado em dezembro de 1988. Os textos deram ao repórter o prêmio Esso de Jornalismo. Zuenir voltou à região dois anos mais tarde e, em outubro de 2003, completou a série de matérias sobre o líder que chamou a atenção do mundo todo para a luta contra a devastação da Amazônia. Chico Mendes - Crime e castigo: Quinze anos depois, o autor volta ao Acre para concluir ti mais premiada reportagem sobre o herói dos Povos da Floresta reúne reportagens escritas por Zuenir Ventura a respeito do maior líder ambientalista brasileiro, assassinado em 22 de dezembro de 1988. Chico Mendes era mundialmente reconhecido por sua luta pela preservação da Amazônia. No Estado do Acre, o seringueiro desenvolveu táticas pacíficas de resistência para defender a floresta, que a partir da década de 70 sofrera um acelerado processo de desmatamento para dar lugar a grandes pastagens de gado. O New York Times já o havia considerado "um símbolo de todo o planeta" e a ONU já o premiara, mas Chico Mendes precisou ser assassinado para ser reconhecido no Brasil. O livro de Zuenir Ventura é dividido em três partes. A primeira, "O crime", reúne as reportagens feitas para o Jornal do Brasil no começo de 1989, logo após o assassinato. Na segunda, "O castigo", estão as reportagens produzidas em 1990, juntamente com Marcelo Auler, que cobrem o julgamento dos assassinos. "15 anos depois" é a terceira parte, com textos de outubro de 2003, quando Zuenir revisitou lugares e personagens envolvidos no crime.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (10)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (21)Ver mais
    Bruno Palmeiras picture
    Bruno Palmeiras04/02/2025Resenhou um livro
    3.5 (Bom)

    Esperava mais uma biografia sobre o Chico Mendes do que um livro jornalístico sobre sua morte, gravação de filme e como está a região e os personagens que conviveram com o Chico Mendes anos após seu assassinato. Também senti falta de um aprofundamento nos problemas sobre a terra na região.

    7 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 243
    • 5 estrelas39%
    • 4 estrelas44%
    • 3 estrelas16%
    • 2 estrelas1%
    • 1 estrelas0%
    Zuenir Carlos Ventura profile picture

    Zuenir Carlos Ventura

    Zuenir Carlos Ventura, filho de Antônio José Ventura e Herina de Araújo, nasceu em 1º de junho de 1931, em Além Paraíba (MG); quando adolescente trabalhou como contínuo no Banco Barra do Piraí, faxineiro do Bar Eldorado, balconista da Camisaria Friburgo, entre outros. Em 1954 mudou-se para o Rio de Janeiro e entrou para a Faculdade Nacional de Filosofia, atual UFRJ, formando-se em 1958 em Letras Neolatinas. No ano de 1955 exerceu o cargo de assistente do filólogo Celso Cunha na disciplina de Língua Portuguesa, na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em 1956 tornou-se redator de “A História em Notícia”, obra paradidática dirigida por Amaral Netto, que abordava os fatos históricos em linguagem jornalística. No ano de 1957, indicado por um professor da faculdade, consegue uma vaga de arquivista na “Tribuna da Imprensa”. Em 1959 ganha uma bolsa de estudos do governo francês para estudar no Centro de Formação de Jornalistas, em Paris e conjuntamente com os estudos trabalha como correspondente da “Tribuna”, fazendo coberturas históricas, como a passagem de Jango por Paris antes de se tornar Presidente e o encontro de cúpula entre Kennedy e Kruschev, em Viena. Ao retornar ao Brasil conhece Mary Akiersztein, na redação da “Tribuna”, casa-se com ela e passa a trabalhar como editor internacional no “Correio da Manhã”, além de dar aula de Comunicação Verbal na Escola Superior de Desenho Industrial da qual é um dos criadores. No ano de 1964 Mary, grávida e acompanhada pelo marido vai cobrir o Festival de Cannes, enviada pelo “JB”, viagem oportuna, uma vez que ambos estavam sendo procurados pela polícia como “subversivos”. Em Cannes conhecem Glauber Rocha e nasce uma grande amizade. Quando retornam ao Brasil nasce Elisa, sua filha. Em 1965 assume o cargo de chefe de reportagem da revista “O Cruzeiro”; em 1967 torna-se chefe da filial Rio da Revista “Visão”. No ano de 1968 é preso e passa três meses em uma cela com pessoas influentes como Hélio Pellegrino, Ziraldo, Gerardo Mello Mourão e Osvaldo Peralva. Sua mulher e seu irmão também são presos no mesmo dia, porém por menos tempo. Zuenir só sai da prisão devido a influência de Helio Pellegrini que impõe como condição para sua própria liberação a soltura do jornalista, que ocorreu em março de 1969. No mesmo ano lança para a Editora Abril uma sucessão de 12 reportagens intituladas “Os anos 60 – A década que mudou tudo” que mais tarde se transformou em um livro. Em 1975 atua como colaborador no roteiro do documentário “Que país é esse?” de Leon Hirzsman; em 1977 assume o cargo de chefe da sucursal da Revista Veja, época em que se junta a dois outros jornalistas para investigar a morte de Cláudia Lessin Rodrigues, matéria que lhes confere o Prêmio Esso; em 1980 entrevista para a “Veja” o poeta Carlos Drummond de Andrade, após um longo tempo de silêncio deste; Em 1981 assume o cargo de diretor da filial Rio de Janeiro da “Revista Isto É”. Em 1968 se afasta por dez meses do jornal para escrever seu famoso livro: “1968 – O ano que não terminou”, best-seller que se torna mais tarde inspiração para a minissérie da Rede Globo, “Anos Rebeldes”. Em 1989, como repórter especial do JB, vai para o Acre onde fica por mais de um mês investigando o crime do seringueiro Chico Mendes ocorrido em dezembro de 1988, quando retorna edita uma série de reportagens que lhe confere dois prêmios: o Esso de Jornalismo e o Wladimir Herzog de direitos humanos. Em 1983 após as chacinas da Candelária e do Vigário Geral colabora para a criação do Viva Rio, uma organização não governamental dedicada a projetos sociais e campanhas anti-violência; em 1984, após nove meses freqüentando a favela de Vigário Geral, edita um livro contando sua experiência, “Cidade partida, um retrato das causas da violência no Rio” ganhando o Prêmio Jabuti de Reportagem. Em 1988 é surpreendido com um câncer em fase inicial na bexiga, resolve então publicar o livro “Inveja – Mal secreto” no qual conta a sua luta e vitória contra a doença, entre outras coisas. Em 2003, depois de 13 anos volta para o Acre para escrever a última parte de “Chico Mendes – Crime e castigo”, lançado pela Companhia das Letras.

    18 Livros
    99 Seguidores
    Minas Gerais, Brasil

    Zuenir Carlos Ventura