Pedragon é o rei de Barilla. Ele é um monarca justo e o povo preza por sua vida. Apesar de ser bondoso, ele é firme e não tolera desaforos, desobediência e não gosta de ser contrariado. A única pessoa que tem coragem de fazer isso é Inês, a cortesã que possui um bordel e teve um longo caso com o seu falecido pai.
Depois que Inês vem a falecer na frente dele, Pedragon solicita a presença de Soledade em seu reino, ela foi criada longe de todo o desrespeito que um bordel pode oferecer a uma moça que está prometida para um cavalheiro.
O que ele não contava é que a moça é afrontosa e vai fazer ele passar raiva dia após dia, já que a moça quer prosseguir com o trabalho de sua mãe e o Rei a proíbe, pois quer honrar o desejo de Inês para que a filha tenha uma filha digna.
O envolvimento de ambos é certo. Mas a questão é que Pedragon está noivo e em poucos dias precisará se casar com a Princesa da Áustria, mesmo que o seu coração esteja em posse de Sol. Ele sabe que ficar junto a ela é impossível, já que para todos, ela é apenas uma nova cortesã.
O livro é curto mas possui conteúdo o suficiente, ou seja, não tem enrolação com diversos problemas. Ali só existe um para ser resolvido.
O que mais me chamou a atenção foi a linguagem utilizada nas falas. A autora tomou o cuidado em escrever palavras e expressões utilizadas de época, nem todo mundo se preocupa com isso. Eu não gostei muito de Pedragon, o achei muito autoritário, apesar de ver que ele realmente amava Sol, mas sei que é característica de monarca. O livro parece não ter continuação, mas eu adoraria ver um spin off sobre o irmão do rei e outro do Padilha.