A cortesã e o rei -

    Lily Freitas

    Rico Editora
    2019
    144 páginas
    4h 48m
    ISBN-13: 9788594410573
    Português Brasileiro

    A maior das guerras pode ocorrer dentro do coração. Pedragon sempre foi visto como um rei exemplar pelo povo de Barilla. Disposto a conseguir o que desejava, foi capaz de trazer finalmente a paz, depois de viverem muito tempo em meio à desolação da guerra. Mas quando finalmente pensa que nada mais o atrapalhará, uma nova batalha surge em sua existência, ameaçando tirar o poder das mãos reais. Soledade é o nome dessa perigosa mulher, que ameaça a sanidade do rei. Mas se pensa que ela busca riqueza ou poder, engana-se. A filha da falecida cortesã do reino – e grande amiga de Pedragon – deseja ter apenas a liberdade de viver como deseja, sem maridos ou acordos, ou pedantes submissões… Nem que para isso more no bordel que a mãe comandou, ignorando escândalos ou opiniões. Ou até mesmo enfrentar um monarca que nunca teve os desejos recusados. Mas será que ambos saberão lidar com esse antagonismo que lhes marcará tão inusitado encontro? Ou será que algo diferente surgirá, mudando assim os planos estabelecidos pelos dois? Entre intrigas palacianas, fofocas, brigas e paixões, Lily Freitas cria um divertido e sensual romance de época, que vai arrebatar corações.

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    Bruna | Bookstagram @resenhasdeoutono16/05/2023Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Pedragon é o rei de Barilla. Ele é um monarca justo e o povo preza por sua vida. Apesar de ser bondoso, ele é firme e não tolera desaforos, desobediência e não gosta de ser contrariado. A única pessoa que tem coragem de fazer isso é Inês, a cortesã que possui um bordel e teve um longo caso com o seu falecido pai. Depois que Inês vem a falecer na frente dele, Pedragon solicita a presença de Soledade em seu reino, ela foi criada longe de todo o desrespeito que um bordel pode oferecer a uma moça que está prometida para um cavalheiro. O que ele não contava é que a moça é afrontosa e vai fazer ele passar raiva dia após dia, já que a moça quer prosseguir com o trabalho de sua mãe e o Rei a proíbe, pois quer honrar o desejo de Inês para que a filha tenha uma filha digna. O envolvimento de ambos é certo. Mas a questão é que Pedragon está noivo e em poucos dias precisará se casar com a Princesa da Áustria, mesmo que o seu coração esteja em posse de Sol. Ele sabe que ficar junto a ela é impossível, já que para todos, ela é apenas uma nova cortesã. O livro é curto mas possui conteúdo o suficiente, ou seja, não tem enrolação com diversos problemas. Ali só existe um para ser resolvido. O que mais me chamou a atenção foi a linguagem utilizada nas falas. A autora tomou o cuidado em escrever palavras e expressões utilizadas de época, nem todo mundo se preocupa com isso. Eu não gostei muito de Pedragon, o achei muito autoritário, apesar de ver que ele realmente amava Sol, mas sei que é característica de monarca. O livro parece não ter continuação, mas eu adoraria ver um spin off sobre o irmão do rei e outro do Padilha.

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