What is it about today's school system that so many find unsatisfactory? Why have so many generations of reformers failed to improve the educational system, and, indeed, caused it to degenerate further and further into an ever declining level of mediocrity? In this radical and scholarly monograph, out of print for two decades and restored according to the author's original, Murray N. Rothbard identifies the crucial feature of our educational system that dooms it to fail: at every level, from financing to attendance, the system relies on compulsion instead of voluntary consent. Certain consequences follow. The curriculum is politicized to reflect the ideological priorities of the regime in power. Standards are continually dumbed down to accommodate the least common denominator. The brightest children are not permitted to achieve their potential, the special- needs of individual children are neglected, and the mid-level learners become little more than cogs in a machine. The teachers themselves are hamstrung by a political apparatus that watches their every move. Rothbard explores the history of compulsory schooling to show that none of this is accident. The state has long used compulsory schooling, backed by egalitarian ideology, as a means of citizen control. In contrast, a market-based system of schools would adhere to a purely voluntary ethic, financed with private funds, and administered entirely by private enterprise. An interesting feature of this book is its promotion of individual, or home, schooling, long before the current popularity of the practice. As Kevin Ryan of Boston University points out in the introduction, if education reform is ever to bring about fundamental change, it will have to begin with a complete rethinking of public schooling that Rothbard offers here.
Education: Free and Compulsory -
Murray N. Rothbard
Obrigue uma pessoa a concordar em ser escrava
Esse pequeno livro nos trará conceitos de educação e uma breve história da educação livre e obrigatória. Apesar de não trazer meios pedagógicos para ensinar, traz importantes conceitos sobre a importância de uma educação livre e individualizada, e os perigos de ela ser estatizada. Em síntese, quando estados começaram a fazer o alistamento militar obrigatório da população civil, viram a necessidade de educar as crianças para que estivessem preparadas para o serviço militar, e com isso eu digo obediência plena aos mandatários. O melhor soldado é aquele que não questiona ordens. Mesmo em sociedades não tão militarizadas, como o Brasil, a educação obrigatória se mostrou uma poderosa arma nas mãos do estado. Veja, as crianças devem permanecer, obrigatoriamente e sob pena de perda de guarda para os pais, em uma instituição de ensino dos 4 aos 17 anos. Justamente o momento em que uma pessoa é como uma esponja, que suga informações e desenvolve seu raciocínio lógico. Se os estados a usarão como arma ideológica ou com o fim exclusivo de incapacitar a mente humana, não importa, o fim é o mesmo, obediência cega. Você pode escolher uma escola privada, se tiver condições, mas elas darão as matérias que o estado as obrigará a ensinar, com livros aprovados pelo MEC, por professores formados nas academias e para passar em vestibulares oferecidos, novamente, por uma cartilha específica. Então eles podem ensinar que a neve é preta e ninguém discordará. E quem discordar será chicoteado pelos outros que acreditam, realmente, que a neve deve ser preta porque os intelectuais do estado, mesmo que não intencionalmente dizem que sim. *** Então eu parei para refletir sobre minha própria vida escolar, na qual passei boa parte do tempo entediada. Eu queria muito resolver problemas matemáticos mais complexos, mas era impedida de tentar. Eu não tinha informações o suficiente e os professores por muito tempo se recusavam a ensinar algo daquele nível. Ao mesmo tempo, tinha insuportáveis aulas de língua portuguesa. Veja, eu amo literatura, sou relativamente boa em interpretação e aprendi a gostar de escrever, mas aquelas aulas eram insuportáveis. Apesar disso tudo, poderia ter sido pior. Tive um professor de matemática que acreditava que eu estava acima da média, uma professora de literatura que estava disposta a discutir qualquer assunto e corrigir qualquer redação, e um professor de geografia que questionava o islã, o socialismo e o progressismo. Apesar do nojo que virou a educação moderna, sou grata pela escola que tive.
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