El canon occidental -

    Harold Bloom

    Anagrama
    2013
    592 páginas
    19h 44m
    ISBN-10: 8433966847
    Espanhol

    Un libro heterodoxo, provocador y polemico del mas influyente critico literario de nuestro tiempo. Un canon de la literatura occidental que estudia a fondo la obra de 26 autores clave -de Dante a Beckett, pasando por Shakespeare, Cervantes, Tolstoi, Proust, Virginia Woolf, Borges- y cuestiona las manipuladoras aproximaciones a la literatura desde la llamada Escuela del Resentimiento, que forman lo politicamente correcto, el multiculturalismo, el marxismo, el feminismo, el neohistoricismo. / An unorthodox, provocative and controversial book from the most influential literary critic of our times. A canon of western literature which studies at depth the works of 26 key authors (from Dante to Beckett, stopping at Shakespeare, Cervantes, Tolstoy, Proust, Virginia Woolf and Borges along the way)and questions the manipulative critical approach of what he terms the School of Resentment, which forms what is politically correct, multiculturalism, Marxism, feminism and neohistoricism.

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    Carla Silva28/02/2009Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Brilhante com limitações

    Para começar, achei o livro um exemplo brilhante da capacidade de Bloom de nos transmitir sua paixão reverente pela Literatura. Sua cruzada em protesto contra a banalização da cultura e do ensino de literatura faz sentido nessa época de politicamente correto - politica de mediocridade, isso sim. Mas há defeitos: Bloom fica tão empolgado com a idéia motriz - provar que todos os 'grandes' devem algo a Shakespeare, que faz algumas omissões e análises canhestras: 1º, ele omite os trágicos gregos, pois não vai poder provar que eles devem algo a Shakespeare, tendo vivido séculos antes do bardo; 2º, sua interpretação de Dante é esquisita, parcial, soando incompleta; ainda que se possa justificar pela falta de espaço, suspeito que teve algo a ver com o mesmo 'problema' que o levou a omitir os gregos: Dante viveu e criou uma obra extraordinária antes do tempo de Shakespeare; então, como Ésquilo, Sófocles & cia, nada deve ao autor de "Hamlet". Mas O Cânone Ocidental é obra que merece se tornar de referência. É verdade, eu trocaria o capítulo sobre Tolstoi por Dostoiévski, e eliminaria Freud em prol de, digamos, D.H. Lawrence ou Henry James. Mas nada é perfeito.

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