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    Cry, The Beloved Country -

    Alan Paton

    Vintage
    2002
    256 páginas
    8h 32m
    ISBN-13: 9780099766810
    3.9
    16 avaliações
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    Favoritos0Desejados40Avaliaram16

    Cry the Beloved Country is the deeply moving story of the Zulu pastor Stephen Kumalo and his son Absalom, set against the background of a land and a people riven by racial injustice. Remarkable for its contemporaneity, unforgettable for character and incident, Cry the Beloved Country is a classic work of love and hope, courage and endurance, born of the dignity of man.

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    Júlio07/07/2024Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Reconciliação (?) (Série Volta Literária ao Mundo: #2 - África do Sul)

    Este livro foi escrito às vésperas do Apartheid e trata da descrição de diferentes realidades dentro do povo sul-africano. O personagem principal do livro é Stephen Kumalo, um pastor anglicano dum povoado do interior da África do Sul, onde vive com sua esposa. Após receber a notícia que sua irmã não está bem, Kumalo resolve ir para Joanesburgo para vê-la e aproveita a oportunidade para procurar por seu filho, de quem não ouve notícias há alguns anos. Ao chegar em Joanesburgo, Kumalo se sente sobrecarregado pela "cidade grande" e começa sua saga para encontrar seus familiares (irmã, filho e também seu irmão). Para sua grande frustração, todos eles se desviaram do "bom caminho" e participam, em maior ou menor grau e independentemente, de vidas ilícitas. Sem menos esperar, Kumalo ver sua vida ligada a James Jarvis através de um evento traumático para ambos, e a partir daí ambos se ver numa relação em busca de paz, perdão e reconciliação. Anacronismo OFF: Esse livro de Alan Paton, com certeza foi importante quando foi escrito para diminuir os aspectos racistas existentes e ferventes na África do Sul pré-Apartheid, mostrando a honra e dignidade de um personagem preto (Kumalo), boa parte do livro se concentra nele. Mostra suas dores, sua simplicidade, seu sofrimento pelo errado, e sua busca para ser sempre uma pessoa melhor. Paton mostra que através da cooperação entre todos, a África do Sul poderá ser um país melhor no futuro. Anacronismo ON: É importante o apoio de pessoas em posição de poder para ajudar na luta de minorias; com certeza Paton conseguiu apresentar isso dentro do cenário no qual o livro foi escrito. Contudo, ficou sempre presente na minha mente o fato de ser um branco escrevendo sobre vivências pretas. No livro, os brancos são mostrados como bons, evoluídos, virtuosos, fontes do bem e vítimas; já os pretos são a expressão do que é ruim, criminoso, vicioso, negativo e lascivos. O protagonismo de Kumalo é diminuído pela "magnificência" de Jarvis. Mesmo sendo um pastor, Kumalo meio que é apresentado como "fraco" (o que o torna bem humano, na verdade), enquanto Jarvis é um baluarte e seu defeito apresentado (que me lembro) foi não ter convivido mais com o filho. O filho de Jarvis é revolucionário, quer a integração entre todos da África do Sul, enquanto o filho de Kumalo é um criminoso. Finalizando: É um livro de outra época, de outros valores, pré-crise racial no país. Vale a pena a leitura. Kumalo e suas perspectivas são envolventes.

    4 curtidas

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    Alan Stewart Paton

    Alan Paton foi um autor sul-africano e ativista anti-apartheid. Seus trabalhos incluem os romances Cry, the Beloved Country e Too Late the Phalarope.

    4 Livros
    0 Seguidor
    Natal, África do Sul

    Alan Stewart Paton