- Os mistérios de Da Vinci - URSS x China - Como os piratas muçulmanos escravizavam os cristão europeus - A censura à musica brega na ditadura militar E mais aventuras na História!
Aventuras na História Nº 191 (Abril de 2019) - Os mistérios de Da Vinci
não informado
A reportagem de capa, sobre Da Vinci, traçou breve biografia, algo que não é muito conhecido, pois o público tem a percepção do grande artista, mas poucas informações do homem. O fato de ter projeção genial multifacetada, como um dos maiores da História, desperta o interesse em conhece-lo, o que esbarra no fato de também não ter sido muito expansivo e aparentemente reservado. Aspectos que tem gerado conclusões diversas, com algumas polêmicas. O texto vai por aí... O que realmente gosto de ler no tema é sobre suas criações e rivalidade com Michelangelo (pena que pouco foi apresentado, não era o foco). Chega a ser surrealmente ridícula muita coisa que a gente vai descobrindo sobre a censura na ditadura, como no que foi tratado na reportagem do tema. Chico Buarque teve censura com a música "Cálice" (entendida como afasta de mim esse "cale-se"), Waldick Soriano com a música "Tortura de amor" (pra que falar de tortura, né! Sei que a música é clássico de serestas), O Odair José com "Pare de tomar a pílula" (incentivo à promiscuidade e também inoportuna em momento de campanha ao controle de natalidade no parecer arbitrário). O texto citou também dribles na ditadura, onde talvez o mais famoso seja a capa do disco de Tom Zé, "Todos os Olhos" (mas já vi entrevistas do músico falando que não sabe qual a foto usada de fato, mesmo assim perpetuou-se a fama). Vou deixar em registro algo inusitado que vi num programa dessa semana, quando um apresentador humorista contou de um caso de censura que sobrou pro Castro Alves, em um trecho do "Navio negreiro" que fora citado (em que o auriverde pendão de minha terra que balança, no parecer do censor, teria conotação de sacanagem). A seção galeria trouxe guitarras icônicas, com seus respectivos artistas e histórias curiosas. Destas, foi interessante entender a origem da "Lucille" de B. B. King, que seria em homenagem a uma mulher que despertara briga entre dois homens num bar, o que acabou em pequeno incêndio. O artista então tomou emprestado o nome de mulher que "inflamava o coração dos homens". Ah, lembro de outra referência a esse nome, no infame taco de Negan (só entende quem acompanha Walking Dead). Muito curiosa (e melancólica) a história da casa de Dona Yayá (dá até um filme... será que já fizeram algo em inspiração...). Poderiam ter transformado a limitada seção numa reportagem detalhada e com imagens. Idem em relação à seção que abordou "Guerra biológica: invenção brasileira", sobre o uso de cadáveres na Guerra do Paraguai como agentes de disseminação de epidemias.
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