Stephanie Borges discorre sobre o imaginário estético da sociedade como forma de opressão da mulher negra, em um longo poema perpassado por narrativas sagradas, memórias pessoais, trechos de músicas e críticas ao que chama de “eufemismo do mercado”. O poema é dividido em dez partes, para além do lirismo convencional, com uma linguagem cortante e direta. A autora transcende o debate sobre beleza e identidade, mergulha no já banalizado tema do empoderamento feminino negro, e propõe às mulheres uma autoanálise sobre a construção da própria imagem.
Talvez precisemos de um nome para isso - [ou o poema de quem parte]
Stephanie Borges
CEPE
2019
81 páginas
2h 42m
ISBN-13: 9788578587741
Português Brasileiro
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