A Muralha (Clássicos Ilustrados) (Gibi Edição Maravilhosa (Extra) #146) - Quadrinização do Romance Histórico Brasileiro de Dinah Silveira de Queiroz

    Dinah Silveira de Queiroz, Dinah S. de Queirós

    EBAL / Editora Brasil-América
    1957
    66 páginas
    2h 12m
    ISBN-10: 8501058335
    Português Brasileiro

    [Edição Maravilhosa — 1ª Série, Número 146. Publicado em Abril de 1957] A Muralha (Clássicos Ilustrados) / Ilustrador: André Le Blanc. Direção: Adolfo Aizen. (Brochura - Formato Americano - Quadrinhos em Preto e Branco). ==== https://pt.wikipedia.org/wiki/Edição_Maravilhosa https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Muralha_(livro) http://www.guiadosquadrinhos.com/edicao/edicao-maravilhosa-1-serie-n-146/ed001100/55372 https://desmanipulador.blogspot.com/2017/11/capas-de-gibi-covers-comics-edicao_93.html https://desmanipulador.blogspot.com/2017/11/capas-de-gibi-covers-comics-edicao_79.html

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    Mariana Dal Chico06/03/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    “A Muralha” de Dinah Silveira de Queiroz, foi publicado originalmente em 1954 e ganhou nova edição em 2020 pela @editorainstante que me enviou um exemplar de cortesia. Eu me lembro de ter assistido a minissérie na Rede Globo em 2000 com minha avó e mãe, momentos preciosos que guardo com muito carinho na memória. O ritmo de leitura é crescente, começa tranquilo com apresentação de Cristina, uma jovem com ideais românticos que chegou de Portugal para casar com seu prometido e dá de cara com a falta de luxo da colônia. A autora tem um ótimo senso de humor e sabe o momento certo para usá-lo e como tirar melhor proveito dele para fazer com que sua protagonista amadureça perante as adversidades que vai enfrentar. Conforme o livro avança, os homens saem para desbravar as terras, buscar ouro e as mulheres precisam cuidar da casa, plantações, defender suas terras. Aqui a autora entra com dureza, sem piedade, as mulheres são fortes, capazes e auto suficientes. A leitura acelera ao mesmo tempo em que a profundidade dos personagens aumenta e o enredo desenvolve suas camadas que vão além do romance Cristina/Tiago. Ela também consegue falar sobre a colonização sem romantizá-la, não omite a violência, brutalidade, escravidão e assassinatos. A riqueza de detalhes históricos apresentados pela autora é algo impressionante e feito na medida certa, é capaz de transportar o leitor sem o perdê-lo nas descrições de ambiente ou dos costumes Gostei demais da leitura e espero ter a oportunidade de ler outras obras da autora.⁣

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