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    Aventuras na História Nº 11 (Julho de 2004) - Ramsés, o Conquistador

    Editora Abril

    Abril
    2004
    70 páginas
    2h 20m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4
    15 avaliações
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    Favoritos0Desejados5Avaliaram15

    O mau Stálin... A revolução nos cafés Ao sabor de doces e quentes goles de chá e café, conspirações viraram revoluções, conversas tornaram-se vanguardas artísticas e clientes assíduos, heróis políticos lembrados até hoje A primeira chama Lua: a maior aventura Comunidades messiânicas: as outras Canudos Novo estudo e relançamento de um clássico lembram as outras comunidades messiânicas do século 19 Papel higiênico Brahe e Kepler: constelação de Picuinhas O nobre Tycho Brahe era o maior astrônomo de seu tempo. E Johannes Kepler, seu ajudante pobretão, foi quem entrou para a história. Mas a parceria que revolucionou o estudo do céu só vingou por causa de intrigas e frustrações bem mundanas Uffizi, em Florença As epidemias da história Os séculos contados pelas doenças mais mortíferas Por uma novela menor Berlim, cortina de concreto Canal do Panamá , por um mundo menor Durante 300 anos, os homens sonharam com um caminho mais curto entre o Pacífico e o Atlântico. Inaugurado em 1914, o Canal do Panamá dividiu um continente e uniu dois oceanos Bikini e biquíni: duas figuras bombásticas Julho na História Anos 80: retrô Biblioteca de Londres: raridades para todos Uma tela nas telas Rosquinhas filosóficas nos Simpsons Amazônia jesuítica ... A escravidão no Brasil Três livros para entender... História oficial do Brasil Caso Eichmann Em 1960, o Mossad, a polícia secreta de Israel, invadiu a Argentina, capturou e retirou do país um dos mais procurados criminosos nazistas que fugiram após a Segunda Guerra Lolita, ninfeta cinqüentona Publicado em 1955, o romance Lolita provocou indignação e repulsa ao mostrar a paixão de um adulto por uma pré-adolescente. Conheça a história escandalosa de uma das maiores obras-primas da literatura do século 20 Ramsés II - O faraó guerreiro Filho e neto de generais, ele foi criado para vencer. E venceu. Lutou contra hititas, núbios e assírios e entrou para a história como o mais poderoso soberano do mundo antigo Meu nome é Coca Navio infame: negreiro Morreu Kiharu, a última gueixa Representante de uma tradição de quatro séculos, ela havia deixado o Japão nos anos 1950 Apple: o sonho dos Beatles que acabou rápido Idéia de comunismo ocidental tornou-se uma empresa milionária Kennedy: tragédias em família Mussolini tentou salvar os judeus Pênis, prova do crime Apache AH-64 Canhões contra a Chibata Em 1910, marinheiros insatisfeitos com os maus-tratos se revoltaram e tomaram parte da frota de navios de guerra do Brasil. Entre ameaças de bombardeio, a capital da nação, o Rio de Janeiro, viveu dias de terror ... E o bom Mao

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    R .08/10/2018Resenhou um livro
    3 (Bom)

    A reportagem sobre Ramsés II foi o aspecto mais instigante em minha leitura. Entre outras coisas, foi apresentado como o maior dos faraós, onde o Egito teve seu apogeu em expansão e poderio militar, com governo que durou seis décadas. Minha expectativa era alguma citação do Êxodo, mas nada foi mencionado. Sabe-se, porém, que Ramsés foi nome de vários faraós e, no que as evidências apontam, não foi esse o do relato bíblico. Mas e se foi? Nada há registrado em sua biografia, porém, que líder metido a divindade valorizaria derrotas humilhantes... Ramsés II também foi referenciado como um dos maiores construtores no Egito. Outra reportagem interessante foi sobre a prisão, julgamento e condenação de Adolf Eichmann. Aconteceu na década de 1960, com motivação em seu passado nazista, responsável pelo envio de vários judeus para a prisão. No pós guerra, como alguns compatriotas, fugiu para outras nações, indo parar na Argentina (registre-se que a América do Sul abrigou vários desses criminosos, incluindo o Brasil). Eichmann foi rastreado pela Mossad (serviço secreto israelense), que fez um plano audacioso de captura, levando-o para Israel, onde foi julgado e sentenciado à forca (o único caso que se tem notícia de julgamento de nazista em Israel). É curioso como governos sulamericanos deram abrigo e continuam protegendo criminosos (até terroristas), e também a argumentação de defesa de Eichmann de nunca ter matado ninguém, pois só era responsável por envios para as prisões e campos de concentração... O infográfico focou os navios negreiros, destacando alguns dos horrores cotidianos. Algo que não sabia: para escapar da vigilância britânica, na aproximação, hasteavam bandeira americana como disfarce. Vou deixar em registro também a sugestão "O vampiro e o Zumbi dos Palmares", de Ivan Jaf, que tem relato impactante sobre a realidade dos navios negreiros. Vale a conferida e, sendo literatura infantojuvenil, pode ser aproveitada nas escolas como instrumento enriquecedor de maneira interdisciplinar.

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