A Revolta de Atlas, vol. 1 - O Homem Que Queria Parar o Motor do Mundo

    Ayn Rand

    Marcador
    2017
    432 páginas
    14h 24m
    ISBN-13: 9789897540974
    Português

    Habitado por heróis e vilões maiores do que a vida, e carregado de questões sobre o bem e o mal, este livro é a obra-prima de Ayn Rand: uma revolução filosófica contada em formato de thriller de ação. Quem é John Galt Quando ele diz que irá parar o motor do mundo, significa que é um destruidor ou um libertador Por que não combate os seus inimigos em vez daqueles que mais precisam de si E porque é a sua maior batalha contra a mulher que ama O leitor saberá todas as respostas quando descobrir os intrigantes eventos que causam a desordem nas vidas das mulheres e homens inesquecíveis deste livro. Irá saber porque um magnífico génio se transforma num playboy inútil, porque um compositor abandona a carreira justamente na noite do seu grande triunfo, porque uma mulher bonita se apaixona pelo homem que jurara matar. A Revolta de Atlas é um clássico moderno e o trabalho mais extensivo da autora sobre o Objetivismo - a sua filosofia inovadora e revolucionária -, que oferece ao leitor o espetáculo da grandeza humana, aqui representada com toda a poesia e o poder de uma das maiores artistas do século XX.

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    Maíra Porto Ribeiro picture
    Maíra Porto Ribeiro31/01/2012Resenhou um livro
    1 (Ruim)

    Rand, Rand, Rand... eu até que te entendo. Tem algo de positivo na sua filosofia, tem algo realmente de bonito atrás de tanta sociopatia. Você é a principal campeã do indíviduo, da individualidade do ser humano e da idéia que você pode fazer diferença se quiser, mas você é um escritora ruim, milha filha. Para quê tanta verborragia? Precisa realmente martelar suas idéias REPETIDAMENTE na nossa cabeça com a sutilidade de uma bigorna caindo a cem metros de altura? E que personagens são esses, rasos como pires, sem nenhuma ação que lembrem a de um ser humano? E Rand, se você ainda estivesse viva, eu sugeriria um psicólogo sexual para tratar de certo problemas sobre suas idéias relacionadas sobre o que é forçar ou não uma mulher. Elas são preocupantes. Para algúem que ama a individualidade, você realmente é meio preto-e-branco no que diz respeito as idéias de seus personagens. Quem é a favor delas = bom. Quem é contra = mau. Cadê o individualismo que você tanto prega?. Quer dizer que alguém só pode fazer parte da sua sociedade ideal quem pensa igual a John Galt & Cia? Essa pessoa precisa seguir as idéias desse grupo e concordar em TUDO ? Isso é individualismo? Um pouco hipócrita não? Parecido com os métodos da URSS que você tanto odiava. Outra coisinha, Rand. O mundo precisa de engenheiros, mas também precisamos de operários. Trabalho braçal é tão importante quanto o científico, e não é menos digno ou pior. E a necessidade deles é mais imediata que as dos "pensadores" (se é que podemos chamá-los assim)que você tanto ama. É Rand, você foi apenas uma teórica (e, pelo que li, nem fez a necessária pesquisa científica para isso). Não foi engenheira, nem técnica, nem professora. Você nada inventou além de uma filosofia (ou um sistema político) que já existia de uma forma ou de outra.

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