Entrar
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas2
    • Leitores21
    • Similares0

    A ponto de explodir -

    Sérgio Fantini

    Uainote
    2004
    116 páginas
    3h 52m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.7
    13 avaliações
    Leram15Lendo2Querem4Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos2Desejados4Avaliaram13

    Livro do contista e poeta mineiro Sérgio Fantini, que começou a publicar em 1976. "A ponto de explodir" reúne contos viscerais, que abordam a realidade com lirismo e violência.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (2)Ver mais
    SAMUEL MEDINA DO NASCIMENTO picture
    SAMUEL MEDINA DO NASCIMENTO10/11/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Um livro em contagem regressiva

    Quando li A ponto de explodir, de Sérgio Fantini, pela primeira vez, foi com um exemplar emprestado pelo autor. Ao terminar, senti uma urgência absurda de ter o meu próprio livro. Perguntei ao Fantini se ele tinha algum para me vender e fiquei desapontado com a negativa. Anos depois, ele veio me contar da reedição do livro. Imediatamente, implorei para que reservasse o meu. Fui tomado pelo mesmo senso de urgência que me acometeu quando de minha primeira leitura. Da urgência, fui ao deleite ao ter em mãos o meu exemplar autografado. A capa traduzia o que eu sentira ao ler os contos do livro: a solidão, o desespero, o tédio, a ironia e - por que não - o humor. Há um tom de galhofa permeando a maioria dos contos. É como se o narrador tirasse uma com a cara de quem está lendo. E ainda esperasse um "obrigado" como resposta. Os contos são agudos como uma faca muito bem amolada e que, ao cortar, dá prazer logo antes da dor e de todo o sangue. As histórias desveladas em A ponto de explodir são corriqueiras. Narrativas que muito bem podem ter acontecido logo ali - na rua de baixo do bairro. Ou no centro, na parte suja e esquecida da cidade - qualquer grande cidade. Em A ponto de explodir somos levados a passear pelos olhos e peles de pessoas comuns. E que, de tão comuns, deixam à flor da pele o que há de grotesco e feio nelas, junto com o que há de belo e inocente. Assim é formada a armadilha. Nessas imagens a princípio tão triviais emerge uma escrita que nos atinge na boca do estômago. Não posso deixar de tachar o livro como uma "bad trip". E daquele tipo que fissura e vicia. Uma deliciosa agonia, um texto forte como um conhaque. E cujo sabor melhora ainda mais com o tempo.

    8 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 13
    • 5 estrelas31%
    • 4 estrelas15%
    • 3 estrelas54%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%