Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições3
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas11
    • Leitores1525
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    A Arqueologia do Saber -

    Michel Foucault

    Forense Universitária
    2004
    248 páginas
    8h 16m
    ISBN-13: 9788521803447
    Português Brasileiro
    4.2
    262 avaliações
    Leram609Lendo73Querem796Relendo4Abandonos43Resenhas11
    Favoritos15Desejados796Avaliaram262

    A importância desta obra no percurso teórico do autor é um esforço notável no sentido de se restabelecer as bases sólidas para a investigação científica e uma revisão conceitual que enfatizem a natureza recorrente da história epistemológica. Foucault nos legou neste livro uma lição de extraordinário valor, que irá sobreviver aos ataques radicais de críticos recentes que propõem esquecê-lo e o acusam de um niilismo dogmático e empobrecedor. A lição do autor é que não temos nada mais o que esperar de um falso conhecimento objetivo, nem das ilusões da subjetividade pura, mas tudo o que aprender e compreender de uma arqueologia das práticas (a medicina, a biologia ou a economia política), que fizeram de nós aquilo que somos.

    Edições (3)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (11)Ver mais
     beatrxste picture
    beatrxste25/04/2025Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    (Leitura da disciplina de Pesquisa em educação do mestrado em educação) Achei uma leitura muito desafiadora, Foucault não esclarece seus conceitos de cara, por conta disso é necessário que ocorra mais de 1 leitura do mesmo texto para conseguir sintetizar o que o autor está explicando. Mas fazer o que né se eu escolhi ele como referencial teórico. 1 ARQUEOLOGIA E HISTÓRIA DAS IDEIAS História das ideias: É uma abordagem discursiva tradicional da análise histórica. Ela não aprofunda a relação do saber com o discurso. Foucault critica o fato da história das ideias se concentrar só nas ideias sem olhar ao todo, a sua complexidade, o contexto que ela foi produzida. Principais temas: a gênese, a continuidade e a totalização. Arqueologia: Investiga como o saber se fundamenta e se organiza ao longo do tempo, levando em consideração as práticas, as regras e os princípios que um discurso obedeceu. 2 O ORIGINAL E O REGULAR Regular: Esta presente em todo e qualquer enunciado. O regular é a ação do poder e de impor práticas nos discursos com o intuito de criar um padrão/norma. Original: Seria a singularidade ou quebra/superação dentro da produção do saber e do discurso. Entretanto, isso urge a partir do que já existe. Se cria com base nas novas formas de pensar em nas descontinuidades. Tipos de enunciados: Os enunciados criadores seriam discurso que fazem ou tentam parecer algo novo/inédito. Já os enunciados imitativos são enunciados que recebem e repetem informações. 3 AS CONTRADIÇÕES Contradições: não seriam erros a serem corrigidos mas sim elementos formados a partir do discurso e da sociedade. As contradições não devem ser resolvidas mas sim analisadas como parte do discurso da sociedade.

    10 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.2 / 262
    • 5 estrelas44%
    • 4 estrelas29%
    • 3 estrelas24%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas0%
    Michel Foucault profile picture

    Michel Foucault

    Michel Foucault foi um filósofo francês. Estudou filosofia e psicologia na École Normale Supérieure de Paris. Suas obras são contraponto à certeza inabalável de marxistas e freudianos radicais a partir de 1960. Foi um pensador de academia. Na década de 60 foi chefe do departamento de filosofia da Universidade de Clermont-Ferrand. O ápice de sua carreira acadêmica foi o cargo de Professor de História e Sistemas de Pensamento no College de France. A partir daí, e também devido a suas conferências em vários países, sua reputação e influência se espalhou pelo mundo. As maiores fontes do pensamento de Foucault foram as filosofias de Nietzsche e Heidegger. Assim, tanto a fenomenologia existencialista quanto a natureza do poder foram preocupações freqüentes do francês. Os críticos reconhecem três fases na filosofia de Foucault. A primeira é a de História da loucura (1960), em que os temas da criatividade, exclusão e repressão são centrais. Da segunda fase é As palavras e as coisas (1966), um de seus livros mais importantes. Vigiar e punir (1970) seria o último estágio de seu pensamento, em que tratou dos modos físicos e psicológicos de controle e exercício do poder.

    98 Livros
    618 Seguidores

    Michel Foucault