Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições2
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas18
    • Leitores1408
    • Similares1
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Segundo Tratado Sobre o Governo (A Obra-prima de Cada Autor #89) -

    John Locke

    Martin Claret
    2006
    176 páginas
    5h 52m
    ISBN-10: 8572324941
    Português Brasileiro
    3.7
    338 avaliações
    Leram790Lendo66Querem526Relendo3Abandonos23Resenhas18
    Favoritos15Desejados526Avaliaram338

    Este livro é uma das obras fundamentais do liberalismo político moderno. Partindo da análise do que seria o “estado de natureza”, discute a origem, a organização e os fins da sociedade política e do governo.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover

    Similares (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (18)Ver mais
    Sheyllinha picture
    Sheyllinha16/09/2010Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Pontos mais importantes do livro

    Para Locke o estado de natureza reinava a paz, boa vontade, cooperação mútua e preservação, os homens conviviam segundo a razão. Já no estado de Guerra era um estado de inimizade, malícia, violência e destruição recíproca. O direito a propriedade seria natural e anterior a sociedade civil, mas não inato. O trabalho seria o alicerce (origem) para o direito de posse. O limite a propriedade era fixado pela capacidade de trabalho do homem e pela sua Mas o aparecimento do dinheiro mudou essa situação (o que era desperdiçado passou a ser acumulado), possibilitou a troca de coisas úteis, mas perecíveis, por algo duradouro (ouro e prata), convencionalmente aceito pelos homens. Surgiu também o comércio e foi atribuído valor monetário á terra. Levando a concentração de riqueza e a distribuição desigual dos bens entre os homens. Este foi o processo que determinou a passagem da propriedade limitada, baseada no trabalho, á propriedade ilimitada, fundada na acumulação possibilitada com o surgimento do dinheiro. Vivendo em perfeita liberdade e igualdade o homem estaria exposto a alguns inconvenientes, o principal seria no sentido de beneficiar-se a si próprio e aos amigos, que na falta de lei estabelecida, de juiz imparcial e de força coercitiva para impor a execução de sentenças, coloca os indivíduos em estado de guerra uns com os outros. Para evitar a concretização destas ameaças, o homem estabelece o contrato social, que realiza a passagem do estado de natureza para a sociedade civil e política. O pacto não cria nenhum direito novo, seria apenas um acordo entre os indivíduos reunidos para empregar a força coletiva na execução das leis naturais, renunciando a executá-las pelas mãos de cada um. Cujo objetivo seria preservar a (propriedade) vida, liberdade e bens, sem renunciar a seus próprios direitos naturais em favor do poder dos governantes. O poder dos governantes seria outorgado pelos participantes do pacto social e, portanto revogável. A comunidade que escolheria a forma de governo poderia ser governada por um, por poucos ou por muitos, conforme escolha a monarquia, a oligarquia ou a democracia. Na concepção de Locke, independente da forma, todo governo possui a finalidade de conservação da propriedade. Definida a forma de governo, cabe igualmente a maioria escolher o poder legislativo, definido como o poder supremo. Ao legislativo subordinam tanto o poder executivo, confiado ao príncipe, como o poder federativo, encarregado das relações exteriores (guerra,paz, alianças e tratados). Existe aí uma separação dos poderes, legislativo, executivo e federativo. Os principais fundamentos do estado civil são: o livre consentimento dos indivíduos para o estabelecimento da sociedade, o livre consentimento da comunidade para formação do governo, a proteção dos direitos de propriedade pelo governo, o controle do executivo pelo legislativo e o controle do governo pela sociedade. Quando o governo atenta contra a propriedade, tornando-se ilegal, visando apenas o interesse próprio e não o comum coloca-se em estado de guerra contra a sociedade, esta se não encontrar outro recurso ou a quem apelar para sua proteção, pode recorrer a força para deposição do governo rebelde, pois é conferido ao povo o legítimo poder de resistência á opressão e a tirania. Se a lei for arbitraria, deve-se ser derrubada.

    13 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 338
    • 5 estrelas21%
    • 4 estrelas33%
    • 3 estrelas36%
    • 2 estrelas7%
    • 1 estrelas3%
    John Locke profile picture

    John Locke

    John Locke (Wringtown, 29 de agosto de 1632 — Harlow, 28 de outubro de 1704) foi um filósofo inglês e ideólogo do liberalismo, sendo considerado o principal representante do empirismo britânico e um dos principais teóricos do contrato social. Locke rejeitava a doutrina das ideias inatas e afirmava que todas as nossas ideias tinham origem no que era percebido pelos sentidos. Escreveu o Ensaio acerca do Entendimento Humano, onde desenvolve sua teoria sobre a origem e a natureza de nossos conhecimentos. Dedicou-se também à filosofia política. No Primeiro tratado sobre o governo civil, critica a tradição que afirmava o direito divino dos reis, declarando que a vida política é uma invenção humana, completamente independente das questões divinas. No Segundo tratado sobre o governo civil, expõe sua teoria do Estado liberal e a propriedade privada.

    15 Livros
    77 Seguidores

    John Locke