Ladainha

Ladainha Bruna Beber


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Bruna Beber tenta retirar, ao extremo, o peso, a profundidade e a densidade da poesia A começar pelo título: tipo de canto, prece ou recitação que provém de uma dimensão religiosa, a palavra “ladainha” passou a ser usada para dizer aquilo que se repete incansavelmente apesar de já ter perdido o sentido. Ainda, ao escolher não dar títulos aos poemas, mas apenas enumerá-los com a sequência dos 32 primeiros números primos, Bruna Beber foge à simples infinitude dos números naturais, aspirando a uma infinitude ainda não de todo mapeada. O que poderia ser visto como um exercício de banalidade e humor propositalmente afirmativos é, antes de tudo, uma posição ironicamente crítica da poesia para com sua história, para com a poeta, o leitor, a tradição, o mundo, o nosso tempo e, mesmo, a vida.

Poemas, poesias

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Descontraído
on 4/7/17


Não é todo mundo que gosta de ler poemas, mas eu adoro! Uma leitura despretensiosa, leve, intensa e engraçada. E encontrei todo esse conjunto ao escolher o livro Ladainha de Bruna Beber que ainda não conhecia e adorei a forma descontraída de lidar com fatos banais e torná-los poéticos. É original, foge dos padrões mais românticos, brincando com o dia a dia, até o estado físico pessoal. Foi interessante a leitura desse livro, conhecer um lado mais irônico dessa autora que brinca co... leia mais

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Amanda Ferreira - @Mandy_itbook
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30/05/2017 14:28:31