O Egípcio

O Egípcio
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O Egípcio (Cores do Tempo Passado - Grandes Romances Históricos #6)





O EGÍPCIO é a reconstituição total de uma era até hoje não devassada pela ficção, e como tal, enriquecem-na veias túmidas de fascinante erudição. Inteiramente autêntica, está escrita num estilo literário de que pouquíssimas novelas históricas podem gabar-se. Passa-se no Egito, mais de um milênio antes de Cristo, e abrange tudo do mundo conhecido de então. Vem narrada por Sinuhe, médico do Faraó, e é a história de sua vida.
Desfilam inúmeros personagens, descritos com perfeição, alguns dos quais dificilmente serão esquecidos: Horemheb, o general do Faraó, que dirigia sua carruagem sobre mulheres, crianças e velhos das terras conquistadas; Neferne-fernefer, com quem as modernas irmãs do pecado jamais poderiam competir, Minea, a virgem votada aos deuses, dançando nua diante dos touros sagrados, a rainha Nefertiti, cuja beleza física era perigosa em demasia por estar combinada com a malícia e a inteligência aguda, o escravo Kaptah Kaketamon, a bela irmã do Faraó Akhnaton.
Intriga, morte, guerra, paixão, amor e luta religiosa são contados, enquanto Sinuhe vai revelando sua vida, ora radiante, ora desesperançada. Há grandeza impressionante em “O EGÍPCIO”, amplo rasgo do romance verdadeiramente de primeira classe, o triunfo assombroso de uma grande imaginação criadora, uma obra épica magnífica. É um livro que o entreterá por várias horas, deixando-o em suspenso, possuído de um encanto que jamais será esquecido.
Mika Waltari era quase desconhecido fora da Finlândia, sua pátria. Produzira considerável número de peças teatrais, poemas e novelas logrando grande êxito local, porém sem grande repercussão internacional. Suas primeiras influências literárias foram os escritores franceses modernos; suas obras estavam cheias de problemas da mocidade, os enredos, um tanto sensacionais, girando em torno dos conflitos do álcool e do sexo, e Mika Waltari fazia parte então de um grupo de literatos radicais que se cognominavam de “Os Condutores da Tocha”.
A primeira transformação sensível no gênero literário de Waltari se processou em 1938, com a peça “Akhnaton”. As pesquisas em que se orientou nessa peça o conduziram ao plano de “O Egípcio”. Infelizmente a guerra prejudicou muito o seu trabalho, atrasando a publicação, que ocorreu somente em 1945, logo se tornando uma sensação, não tardando que as traduções se sucedessem através do mundo!

Ficção / História Geral / Literatura Estrangeira / Romance

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Trata-se de uma história forte e um cenário triste, cru e insano. Sinuhe foi um bebê abandonado em um cesto de vime rio abaixo. Foi uma criança muito esperada por um casal sem filhos. Foi um adolescente interessado em aprender. Foi um jovem médico usurpado de seus bens em busca do amor. Foi um médico real. Foi um assassino real. Sinuhe nos descreve todas as sangrentas batalhas que ocorreram no Egito, Síria e Gaza. Através de seus relatos conhecemos os sanguinários líderes de diferent...

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