Os sete enforcados

Os sete enforcados Leonid Andreiev




PDF - Os Sete Enforcados


Qual é o sentido da existência? Sabe-se que o fim é inevitável. Mas é ainda mais inevitável para aqueles que o esperam com hora marcada. Em Os sete enforcados, mais um título consagrado da Coleção Novelas Imortais – idealizada por Fernando Sabino –, o novelista russo Leonid Andreiev traz uma obra emocionante e sombria, cujo personagem principal é a morte.

A trama envolve o polêmico tema da pena de morte, nos moldes de um regime ditatorial sanguinário. Discutindo o sentido da vida a partir do cárcere, a história dramática de homens e mulheres condenados à forca arrebata o leitor, que se torna testemunha das incertezas e angústias do ser humano diante do fim iminente.

A estranha alegria de um homem prestes a ser executado era uma ofensa à prisão, ao próprio carrasco; fazia com que parecessem absurdos. Um velho carcereiro – que, há tempos trabalhando na prisão, via suas leis como as leis da natureza – acompanhava rotineiramente o clima de terror e apreensão dos momentos que, ora se arrastavam, ora galopavam, em um ritmo enlouquecedor para os prisioneiros e seus entes queridos.

A questão da legitimidade da pena capital gera reflexão e instiga a consciência dos leitores, até a última página em Os sete enforcados. O livro chega às lojas em novo e ousado projeto gráfico, pelo selo Rocco Jovens Leitores, juntando-se a outras narrativas breves de autores de grandes clássicos universais como Miguel de Cervantes, Herman Melville, R. L. Stevenson, Gustave Flaubert, Henry James, E. T. A. Hoffmann, entre outros.





Os sete enforcados

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Resenhas para Os sete enforcados (13)

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A pena máxima, reflexões sobre morrer e viver e o cadafalso


A posposta é encarar a morte de frente. Todos sabemos que vamos encontrá-la, porém, para nossa tranquilidade, a maioria de nós somos ignorantes sobre o dia e a forma em que se dará esse encontro. Digo alguns porque, nesse conto, alguns personagens receberam essa informação. Cabe-nos, então, experienciar, junto a esses sentenciados, a agonia e reflexões sobre a vida e morte....