Morte de Tinta

Morte de Tinta Cornelia Maria Funke




Resenhas - Morte de Tinta


104 encontrados | exibindo 76 a 91
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7


gabriel 27/08/2012

Melhor série que eu já li!!
comentários(0)comente



Wallace 15/08/2012

Final brilhante; Início embaçado
Posso dizer que o final mega emocionante do último livro compensou a leitura cansativa dos capítulos iniciais.
O contexto é muito bom!! Quem nunca sonhou em entrar em algum livro... Conhecer seus personagens favoritos... Visitar os lugares de suas histórias mais marcantes, etc... Entretanto, algo me deixa muito cansado nos capítulos iniciais de cada um dos volumes desta série.
Atribuo esse cansaço ao excesso de personagens. Cara, é muuuuuita gente nesse livro... Aí meio que sobrecarrega o leitor de informação e ainda gera um outro problema que, ao meu ver, tb contribuiu para deixar a leitura chata: "Encheção de liguiça". Por causa dos inúmeros personagens, cria-se histórias paralelas muito elaboradas que, às vezes, nem tem objetivo, mas precisa dar sentido à existência de tal personagem. Então a autora dá algumas voltas pra chegar no ponto principal. Aí quando termina você fica com a sensação de a história TODA podia ter acontecido em apenas 1 volume, se ela tivesse enxugado esses personagens.
Mas uma coisa eu preciso dizer: O final foi brilhante!! Como a maioria dos finais felizes, foi beeeeem previsível, mas magnífico!! Ela deixou uma ponta solta como se fosse haver uma sequencia para a série (o q eu duvido q aconteça), mas sem deixar nada incompleto. Ela deu um fim a todos os personagens, o que eu admiro num livro, mas ela não foi muito expressa, digo, ela deixou que um pouco da imaginação do leitor entrasse em cena. Sem contar que ela deixou no último capítulo uma mensagem muito bonita para aqueles que amam a leitura...
comentários(0)comente



Renata Mascari 12/08/2012

Morte de Tinta
Enfim, terminei Morte de Tinta, tive alguns probleminhas de rítmo no início do livro, talvez por ele ter a tarefa de amarrar todas as pontas soltas da trama, demora um pouco para embalar, mas é isso ai, cheguei ao fim e agora vou fazer um breve resuminho. Não conto a história toda porque não é esse o objetivo do blog, e sim fazer com que as pessoas se interessem pelos livros.

Bom, no último livro da trilogia Mundo de Tinta, Mortimer, que até então era apenas um encadernador, assume a personalidade de Gaio, o salteador, o herói daquele mundo, criado por Fenoglio nas canções que escrevia para o povo colorido. Mo tem que lutar não apenas contra os vilões da história, mas também contra o próprio personagem que interpreta, pois começa a se confundir com ele e se esquecer quem é no mundo real.

Fenoglio, o autor de Coração de Tinta, tem que combater Orfeu que em poder de seu livro, usa suas palavras e passagens para reescrever e manipular a história, criando personagens distorcidos e aliando-se aos vilões.

Meggie descobre com Farid as alegrias e as decepções do primeiro amor, enquanto sua mãe Resa está grávida de um novo herdeiro e mesmo assim não para de ajudar e proteger Mo.

Coração... Sangue... Morte...

De três palavras depende a vida de Mo e de Meggie.

Sinceramente estou com DPL (Depressão Pós Livro), fiquei tanto tempo ligada à história na leitura da trilogia, que hoje, ao terminar Morte de Tinta, me senti triste. = (

Mas fiquei muito feliz em ter a oportunidade de lê-los e conhecer essa história maravilhosa, agradeço a minha amiga Aline por ter me apresentado ao Mundo de Tinta me emprestando os dois primeiros livros.
É claro, agora já comprei a trilogia para mim, rs, mas tudo teve início por culpa dela.

Bom, por enquanto é isso. Vou começar a leitura de mais um livro e ao seu término, volto com mais um resuminho.

Até mais = )
comentários(0)comente



Glaucy 05/08/2012

A trilogia Mundo de Tinta é fantástica!!! Cornélia Funke é maravilhosa!!! Fui transportada para sua narrativa assim como Mo, Resa e Meggie :)

Demorei pra ler, confesso! Mas, quando se tem um casamento para planejar, por mais que se queira ler, fica difícil conciliar, mas, graças a Deus, deu tudo certo e terminei a leitura. \o/

A trilogia é envolvente e tem tudo que uma grande história precisa: ação, amor, aventura, medo, tensão, vilões terríveis e mocinhos memoráveis.

Morte de tinta fecha com chave de ouro a saga de Mo, o Encadernador ou o Gaio (como preferir), Meggie, Resa, Elinor, Fenoglio, Dedo Empoeirado e Farid. Sentirei saudades desse povo e assim como Harry Potter e As Crônicas de Nárnia, esta também será uma das muitas histórias que terei o maior prazer de ler para meus filhos (quando os tiver rsrs).

Recomendo a leitura!!!



*************************************


Lido em agosto de 2012
comentários(0)comente



dessa 02/07/2012

Mundo de Tinta
Terminei ''Morte de tinta'' há poucos minutos e sinto a saudade judiando meu coração. Sabe quando fechamos o livro e dói? Porque é uma história tão maravilhosa, cativante, apaixonante que você quer que nunca acabe? Então, é assim que me sinto. Parece que um pedaço de mim, ficou ali, em cada página. Vestígios de felicidade, tristeza, surpresa, dor ficarão marcadas para sempre neste exemplar.
O que posso dizer - sem contar spoilers -, pode chegar a ser vago. Mas essa trilogia ensinou-me mais sobre os livros. Essa histórias é uma daquelas que você realmente faz parte, que ao abrir o livro, você é jogado lá dentro. Vendo as cenas, como um expectador. Esse livro ensinou-me a amar a leitura. A amar a fala. A amar minha imaginação - que admito ser muito fértil, porque pude ver todas as cenas na minha cabeça, como se estivesse lá, presenciando-as -. Então, se perguntarem para mim o que achei dessa preciosidade, tudo que posso dizer é: Compre essa trilogia. Você irá se apaixonar.
aliceamalivros 30/05/2014minha estante
fiu fiu




ivanafs2 23/06/2012

o desfecho
por se tratar do desfecho do mundo de tinta
se tornou um livro cansativo
pretendo terminar em dezembro desse ano, até lá sua leitura está abandonada
comentários(0)comente



anarobs 29/01/2012

Ao terminar “Sangue de Tinta”, penúltimo livro da série “Mundo de Tinta” e antecessor desse, imaginei diversos finais e confesso que nenhum combina muito com o verdadeiro. Por um lado isso pode parecer bom, já que afinal acabou me surpreendendo por ser algo novo. Mas por outro se torna um pouco decepcionante já que foi um demasiado menos do que eu esperava.
Logicamente sendo a continuação de Sangue de Tinta, esse conta o derradeiro fim pra um história que parece ser contada por todos, menos pelo seu patriarca: Fenoglio. Autor de Coração de Tinta (o livro dentro do primeiro livro da série de mesmo nome), Fenoglio parece ter perdido a habilidade de escrever desde que seu pupilo, Cosme, o belo, foi fatalmente tirado do tão querido mundo do autor. A partir disso, qualquer problema que houver no mundo de tinta, que poderia ser facilmente resolvido por Fenoglio, se transforma numa bola de neve praticamente sem solução.
Os problemas criados por ele são diversos, mas o maior deles, tantos para o ‘personagem’ quanto para a história, é o Gaio (que para mim é um dos mais bem descritos e pensados – perdendo apenas para Dedo Empoeirado). Sendo uma das melhores coisas do livro o conflito interno estabelecido pela autora: de um lado Mortimer, um pacato encadernador de livros e do outro o já citado Gaio, ladrão e ao mesmo tempo salvador de todos. Gostei muito disso.
Já que falei do meu preferido é justo falar do mais nojento de todos(ultrapassando até Cabeça de Víbora, o vilão principal, que na verdade, para mim, não convence tanto nesse papel): Orfeu. Homem detestavelmente sem caráter.
O livro em si é bom. Novamente Cornélia presenteia seus leitores com uma forma tão peculiar de escrever que acabou se tornando, para mim, a escritora que mais sabe ‘lidar com as palavras’. Ela escreve de forma poética e detalhista, e é extremamente prazeroso ler.
Mas não só de elogios vive “Morte de Tinta”.
Este último volume traz alguns do que eu chamaria de pequenos defeitos - não encontrado nos outros - e o principal dele é como a maioria dos problemas são resolvidos. Para citar um sem soltar spoiler muito relevante falarei do gigante criado por Fenoglio que apareceu no meio da floresta pronto para salvar a todos, mesmo sem saber disso. Ficou parecendo que foi uma decisão preguiçosa da parte de Cornélia. “Já que não tem mais o que fazer pra resolver isso vou fazer Fenoglio ter inspiração do nada e criar um gigante. Ai tudo fica bem”. Sinceramente, não gostei. Pode parecer uma bobagem e pouquíssimo relevante, mas o acúmulo de coisas assim torna a história um tanto cansativa. Levando em consideração também que outra confusão – maior e mais importante - estava se desenrolando e ele não escreveu/fez nada para ajudar, mesmo com os pedidos desesperados de Meggie.
Outro caso é como O problema final foi resolvido. Um garotinho que conseguiu consertar tudo rapidamente... Mas esse não comentar pois seria um spoiler verdadeiramente grande.
Outra coisa que, na realidade, não chegou a me incomodar, mas que por vezes cansou um pouco foi o fato de o livro ser grande demais para a história que contou. Para mim, a historia poderia sim ser contada numa quantidade menor de páginas. Dessa forma, quem sabe, esses pequenos erros que falei não existiriam.
Verdadeiramente, achei “Morte de Tinta” o mais ‘fraco’ de todos os três (isso não chega a ser uma ofensa, pois os outros são de uma qualidade tão alta que falar que existe um mais fraco ainda o torna um livro muito bom. E também porque existem sim – e não são poucas – passagens bem pensadas e belas), pois faltou, principalmente nas cem páginas finais, um pouco mais de idéias realmente legais e resolução de problemas realmente satisfatórios. Mas claro, isso é minha opinião.
Mesmo com as observações apresentadas quero deixar claro que gostei muito do último livro (estou falando do livro, não do final em si) e que gostei mais ainda de ter descoberto essa série que para mim é uma das mais belas, bem escritas e originais que já tive o prazer de ler. Com certeza, ficou marcado.
comentários(0)comente



Letícia 19/01/2012

A trilogia Mundo de tinta depende de Dedo Empoeirado, sem ele a história não é a mesma.

A história sem Dedo empoeirado, não fica tão legal. Pude perceber isso neste livro morte de tinta. Assim como Farid, eu não via a hora de Dedo empoeirado voltar.
Sem dúvida, o cuspidor de fogo é o melhor personagem da trilogia mundo de tinta.
Se Farid também se ausentasse da história, acho que eu também sentiria sua falta, quase do mesmo jeito que senti do saltimbanco cuspidor de fogo. Pois, a amizade que Farid tem por Dedo empoeirado é no mínimo surreal e linda.

Gaio, não gostei muito desse personagem. Aliás, sempre achei Mortimer pacato... Um personagem muito parado. Mas, diferentemente do Gaio, era tão bonitinha a relação que ele tinta com sua filha Meggie; que até dava gosto em ler. Porém, quando passou a interpretar o Gaio, o afeto que ele tinha com a filha mudou; continuava gostando de Meggie, porém, de um jeito diferente. Pois, agora ele estava muito interessado em ser o Gaio, o salteador, o herói daquele mundo.

Morte de tinta foi o livro da trilogia que eu menos gostei.
Dei duas Estrelas, que significa: regular.

Coração de Tinta, livro 1, dei cinco estrelas = ótimo. O que mais me encantou nele foram as fadas. Tive vontade de trazê-las para o mundo real.

Sangue de Tinta, livro 2, dei cinco estrelas = ótimo. Neste volume, passei a gostar mais de Dedo Empoeirado. E, Muito bom o fato dos personagens conseguirem entrar na história e explorar o Mundo de tinta.

Morte de tinta, livro 3, dei duas estrelas = regular. Achei o livro muito extenso e com excessos de informações irrelevantes para o último livro da trilogia, o que faz o leitor ficar cansado de continuar a leitura. Outra coisa que fez com que a história ficasse menos legal foi, a ausência, em parte da história, de um personagem fundamental, Dedo Empoeirado.

Em fim. Dedo empoeirado é o melhor personagem da trilogia. Talvez, devido a Farid.
Difícil encontrar uma amizade igual a que Farid tem por Dedo Empoeirado. Isso torna Farid também um personagem sensacional.
Dedo empoeirado e Farid, personagens inesquecíveis.


Spoiler

Eu me surpreendi com o filho de Violante. Não imaginava que ele iria ajudar ela e o Gaio contra o seu avô.

Bem fofinho o finalzinho da história. Gostei!
Para o irmãozinho de Meggie, o mundo real é o de tinta. Claro, nasceu lá.

Qual é o nome do filho de Resa e Mortimer??? Ah... Ficamos sem saber.

=p
Daniel Vieira 08/06/2012minha estante
vc poderia marcar sua resenha como spoiler! ninguém quer saber o q aconteceu sem antess ter lido amigo


Letícia 09/06/2012minha estante

A parte que tem Spoiler, está escrito Spoiler. Basta a pessoa querer ler ou não.

;)




Roberto 09/12/2011

O livro é bom mas a editora poderia ser mais cuidadosa
Com a mudança do tradutor, alguns personagens mudaram de nome sem levar em consideração o segundo volume. Há ainda erros de concordância e falhas grosseiras. A Cia. das Letras não tem revisores para evitar isso antes dos livros irem para as lojas? Sei que a perfeição é algo um tanto utópico, mas tudo poderia ser resolvido com uma simples leitura. Mas parece que o mais importante são as vendas. Ora, estou falando de um país que cria um acordo ortográfico pensando unicamente nisso: vendas... Pena que somos nós que acabamos pagando o pato.
Mesmo apaixonado pelos livros, cada vez que lia "Coruja Mascarada" sentia um frio na espinha...
Raquel Holmes 10/05/2012minha estante
PQP, jura, Roberto?
Odeio quando isso acontece. Quando eu li A Hospedeira também senti uma revolta enorme ao ver que foi revisado por QUATRO pessoas e saiu com aquele monte de erros... Lamentável, vc tem toda razão.


Roberto 13/05/2012minha estante
Pois é, Raquel... O pior é que isso parece estar acontecendo com muita frequência na editora. Acabei de ler há pouco tempo o livro "Os Homens que não Amavam as Mulheres". Também com vários problemas que acabam dificultando a leitura e, lógico, a compreensão do texto. Mas como recebi resposta meio grosseira quando informei sobre os problemas com "Morte de Tinta", não me dei ao trabalho de entrar em contato com a editora sobre esta outra publicação.




Léia Viana 29/08/2011

Encantador!
"Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
E te pergunta, sem interesse pela resposta,
Pobre ou terrível, que lhe deres:
Trouxeste a chave?" - Procura da Poesia de Carlos Drummond de Andrade.

Cornelia Funke não poderia ter sido mais feliz ao selecionar este belo poema de Drummond na abertura de um dos capítulos deste livro. Foi exatamente assim que me senti neste terceiro e último livro da trilogia “Mundo de Tinta”, como se eu estivesse com a chave em punho, pronta para abrir o mundo das palavras de tinta.

Palavras, a autora expressa bem a importância e o valor delas, capazes de se transformarem em versos, rimas, histórias, canções... capazes de descrever os sentimentos, como alegrias, medos e tantos outros.

Como nos demais livros, em “Morte de Tinta”, não faltaram criatividade e inovação para o mundo de fantasias criado por esta autora que conquistou meu coração. Cornelia descreveu um mundo cheio de possibilidades, rico em detalhes primorosos, que se tornava uma delícia em se imaginar e sonhar com tudo que sua história apresentava: as roupas, plantas, os personagens, seus nomes e todas as criaturas possíveis e impossíveis são muitos e muito bem construídos que até agora me pergunto: como a autora conseguiu essa façanha, sem deixar a narrativa confusa ou atrapalhada?

Meggie e sua família continuam no mundo fictício de “Coração de Tinta”. Mo, assume quase que por completo a personalidade de Gaio, uma espécie de Robin Hood, e junto com o Príncipe Negro, seu urso e alguns menestréis começa a lutar contra os vilões, tornando realidade as canções criadas por Fenoglio, sobre o Gaio. O que deixou Resa e Meggie preocupadas na pessoa em que ele estava se transformando, pois, como bem narrado por Cornelia, Mo começa a misturar a sua vida real com a de Gaio e, nem mesmo o amor que ele sente por Meggie consegue fazê-lo parar de lutar.

Mas, um novo inimigo torna-se mais ardiloso com as palavras: Orfeu, que as utiliza para reescrever e manipular a história, o mundo criado por Fenoglio - Ombra,é preenchido por personagens distorcidos por Orfeu, fadas coloridas, entre outros, começam a aparecer deixando Fenoglio mais enfurecido com as mudanças ocorridas em sua obra. Mas isso não é suficiente para Orfeu, que resolve unir-se ao temível Cabeça de Víbora e ir atrás de Gaio/Mo.

No entanto, Mo não está só, a Feia – Violante, Dedo Empoeirado, sua esposa Resa, Farid e até as Damas Brancas estão do seu lado para enfrentar o maior de todos os vilões: Cabeça de Víbora. Não posso deixar de mencionar os demais personagens, que mesmo na distância, tentam ajudar Mo/Gaio a cuidar e proteger sua amada filha Meggie e as demais crianças de Ombra, como o Príncipe Negro.

É difícil selecionar o que eu mais gostei nessa trilogia,se, nos outros livros fiquei admirada com o amor entre pai e filha, tão ricamente descrito por Cornelia, neste, fiquei mais encantada pelas descobertas de sentimentos do coração de Meggie. Achei que a autora colocou tudo de uma maneira tão delicada e sensível que deixou a história ainda mais gostosa de ler.

É uma pena que essa trilogia chega ao seu final. Fiquei tão envolvida com todos esses personagens, com suas dores, medos e alegrias que sinto um “buraco” no meu coração, igualzinho a uma estante cheinha de livros quando de lá é retirado um livro e fica apenas um espaço vazio, denunciado a falta... difícil de ser preenchido.

Leitura recomendada!
comentários(0)comente



Bruno Leandro 13/07/2011

E se fosse possível desafiar a morte?
Este livro fecha a trilogia do Mundo de Tinta. Fecha também um ciclo, contando o fim da história de Mo, Resa e Meggie, além de Fenoglio, Dedo Empoeirado, Elinor e vários outros que conhecemos durante Coração e Sangue de Tinta. No entanto, uma nova história nos é apresentada durante este livro: é a história de Gaio, um justiceiro do povo que luta contra as vilanias do Cabeça de Víbora e tenta trazer paz ao reino. Curiosamente, este personagem foi baseado em Mo, que acaba por assumir esta persona dentro do próprio Mundo de Tinta, após quase morrer e renascer como um outro homem. Morte de tinta trata da luta de Gaio contra o Víbora e contra si mesmo: Mortimer e Gaio brigam pelo controle da mente do encadernador e não se sabe quem poderá ganhar. Neste livro temos também uma Resa mais ativa, propensa a lutar por aquilo em que acredita, um Fenoglio cada vez mais arrogante, que acha ser o deus do mundo que criou, uma Meggie que vive se metendo em confusões e uma chorosa (por incrível que pareça) Elinor. As histórias se mudam, se mesclam e nos fazem perceber que ninguém é exclusivamente deste ou daquele jeito, que as pessoas mudam e que cada um pode ser de mais de um jeito. Um covarde pode ser herói, um coração de pedra pode se derreter e a morte pode ser aprisionada nas páginas de um livro. Muitas são as emoções e conflitos nesta grande aventura que é a vida, esteja ela em um mundo de carne e osso, ou em um mundo de tinta.
Confesso que fiquei com saudades dos personagens quando fechei o livro, após terminar a última página da história. Bem, de quase todos. Fenoglio foi um personagem que me deu raiva durante toda a história. Sua arrogância passava dos limites e por sua culpa descobri que as coisas sempre podem piorar mais ainda. Que personagem desagradável, rs. Mas isso é bom, pois mostra que consegui me envolver na história de alguma forma, que Cornelia me fez viajar para dentro das páginas do livro, ainda que não literalmente. Juro que depois disso passei a ler em voz alta às escondidas, pensando que talvez pudesse trazer através da melodia de minha voz alguns personagens à vida...
comentários(0)comente



Nat 19/05/2011

O último livro da trilogia Mundo de Tinta.
Esse livro é o mais acelerado de todos. Quando li na sinopse que Mo, o personagem principal, confundiria si mesmo com o personagem Gaio (do qual ele assumiu a identidade), pensei que mostraria uma coisa totalmente diferente (negativamente diferente). Mas não foi o que aconteceu, ainda bem. A história continua, com Mo lutando mais ferozmente agora contra as injustiças do inimigo, Cabeça de Víbora. Uma parte da história sobre a qual eu estava morrendo de curiosidade para saber o desfecho dizia respeito ao livro que "prendia" a morte em suas páginas. E gostei do resultado, apesar de esperar que acontecesse exatamente aquilo, me surpreendi como aconteceu. E Dedo Empoeirado volta :):):), Fenoglio volta a escrever, Meggie se apaixona por outro,... Eu li o finalzinho, as últimas frases, quando já estava me desesperando para saber o final ainda no meio do livro. Mas mesmo assim, mesmo gostando de ler e já saber mais ou menos o que aconteceria, ainda assim foi uma surpresa porque espera que acontecesse outra coisa.
Adorei toda a trilogia. Adorei as citações em cada início de capítulo, adorei as descrições do processo de encadernação. Foi uma coleção excelente de ler, necessária a todos os amantes de fantasia, perfeita para aqueles leitores que buscam entrar na história que estão lendo.

site: http://ofantasticomundodaleitura.blogspot.com.br/2011/05/morte-de-tinta-cornelia-funke.html
comentários(0)comente



Elis 20/04/2011

O que fazer quando a história acaba?
O começo do livro e meio morno perto dos outros dois, mais vale a pena, a história é muito bem escrita, você acredita no que a autora te conta e se envolve com os personagens, é maravilhoso.
Eu já reli a série, e sempre que olho pros livros ainda sinto saudade dos personagens e tenho vontade de ler novamente.
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



104 encontrados | exibindo 76 a 91
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7