John Redding vai ao mar

John Redding vai ao mar Zora Neale Hurston




Resenhas - John Redding vai ao mar


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GoTyK® 26/05/2021

Emocionante
Um conto extraordinário, pra sua época, e fenomenal pros dias atuais, pois tem uma carga emocional muito forte e retrata o desejo de alguém que não depende somente de si pra tentar ser feliz.
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Luiz 25/10/2020

O clube da caixa preta surpreendendo positivamente, como sempre. Uma estória ao mesmo tempo linda e dilaceradora. É uma boa metáfora para o que tem acontecido conosco, para a maneira como nossos sonhos e as nossas esperanças tem sido podados. Vi um paralelo interessante com Ismália, do Alphonsus de Guimarães.

Entretanto, depois da discussão no grupo não pude deixar de me sentir incomodado pelo papel marginal e genérico das mulheres na história.
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Lucas 01/11/2020

A importância de buscar seus sonhos
A vida pode ser cheia de surpresas, algumas não tão boas quanto outras, por isso aproveite todas as experiências e busque realizar seus sonhos sempre que houver uma oportunidade. Este conto de outubro, do Clube da Caixa Preta, traz reflexões e sentimentos muito fortes, marquei com 5 estrelas sem qualquer arrependimento, vale muito a pena a leitura. Leiam!
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Lais Cera 25/10/2020

Me deixou desolada
* Uma das coisas que eu sempre avalio nos livros é o primeiro parágrafo, para ver se é impactante. O primeiro parágrafo desse livro é bem simples, mas já mostra qual vai ser o foco da narrativa.

* Muito interessante ler esse conto em 2020, a mãe de John me lembrou muito as pessoas que acreditam veementemente em fakenews e isso guia as suas vidas.

* Em diversos momentos, a autora faz parecer que só os homens têm vontade de viajar e descobrir novas coisas. Provavelmente, por causa da construção social de que as mulheres devem ficar em casa.

* As descrições das paisagens são feitas de forma a parecer algo maravilhoso e mágico. Gostei disso.

* Achei John um egoísta. Ele quer viajar para realizar seus sonhos e isso não tem nenhum problema. Mesmo que a família não queira que ele viaje, seria aceitável ele contrariar a família, pois os pais devem estar perparados para que os filhos cresçam e construam a própria vida. Mas a partir de quando ele entrou em um relacionamento conjugal (por escolha própria), espera-se que ele tenha consideração pelos sentimentos da outra pessoa. Escolher partir e deixar a pessoa em "modo espera" é total desconsideração com os sentimentos dela.

* Não gostei da forma como todas as personagens femininas são colocadas como controladoras, histéricas e sem ambição. Elas são colocadas como as ervas-daninhas que prendem os homens em casa.

* Em determinado momento, Alf comenta que a nora deveria ir viajar junto com John. Porém esse convite nunca foi feito à ela. Na verdade, John nem parecia querer que ela fosse junto. Isso só reforçou minha opinião de que ele é um egoísta.

* É muito interessante ver que os homens, mesmo sendo pai e filho, não podiam demonstrar afeto um pelo outro. E isso ainda reverbera no comportamento dos homens nos nossos tempos atuais.

* Na metade do livro, a autora coloca uma informação que parece ser a ligação entre o título e a história. Porém, não era. Fiquei em choque quando percebi qual seria a real ligação entre o título do livro e a história.

* As personagens femininas nesse livro são ainda mais egoístas do que o John. Um exemplo disso é que, após uma tragédia, elas não pensam se as pessoas envolvidas estão bem, pensam apenas se essas pessoas teriam usado a situação para fugir de seus compromissos.

* A autora conseguiu narrar de forma muito realista e profunda uma situação trágica, e me fez sentir como se estivesse lá passando pelo desastre juntamente com os personagens

* Só fiquei um pouco desapontada no final, pois achei que John não iria aparecer na última cena, para deixar a dúvida no ar sobre o aconteceu com ele. Mas ele apareceu.

* Pensei que o final do conto seria de esperança, mas na verdade, ele me tirou as esperanças e fiquei desolada.
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gabriela 27/10/2020

Sonhos
Fiquei muito feliz em ter o contato com esse conto, e por fazer parte do clube da caixa preta. A autora passeia em uma narrativa simples, e cativante sobre a vida de um garoto e seus imensos sonhos que atravessavam seus pensamentos e desejos. Eu adorei a escrita, ela é simples, delicada e muito bonita, cheia de detalhes e descrições de sensações e cheiros. Como é uma história publicada muito tempo atrás, ele traz marcas de personagens femininas mais fragéis e um pouco padronizadas pela época, o que incomoda um pouco, apesar de see inevitável. Recomendo a leitura, ela é rápida, bonita e emocionante.
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lubento 25/10/2020

A pessoa é para o que nasce
Um maravilhoso conto sobre sonhos e sobre destino. Após a leitura fica sensação de que precisamos ouvir mais aquilo que nos dá vontade de viver. Nem sempre as circunstâncias são favoráveis, mas John Redding tinha um sonho tão grande e tão importante em sua vida que tudo parecia convergir para que ele se realizasse.
Que maravilha conhecer esse conto de 1921. Praticamente 100 anos depois ele ainda é capaz de emocionar e nos fazer refletir sobre as decisões que tomamos na vida e qual lugar destinamos aos sonhos que nos motivam.
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katiaeoslivros 26/10/2020

Ele queria mesmo ir
Oh Jonh! Tão cheio de sonhos.

Muito feliz por ter lido esse conto, tão breve mais tão cheio de lições, tão profundo.

Super recomendo.
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Gil 26/10/2020

Sonhos...
Um conto que faz você refletir sobre seus sonhos e se realmente vale a pena deixar de segui-los, por vontades de outrem, ainda q este seja uma pessoa que você ama e que isso seja recíproco.
Gostei bastante do conto, muito rapidinho de ler e bem intenso, uma leitura que te prende até o último parágrafo
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Amy 29/10/2020

Amei
Pelo visto vou favoritar todos os contos kkk

Até quando você vai adiar seus sonhos ?
Por que deixamos algo nos prender...nos perder ?
O que seria o amor, deixar livre ou ter pra si?!

Esse conto me deu um misto de sensações, de deixar o coração quentinho, mas sentir um vazio, querer chorar e ao mesmo tempo sair correndo em busca dos meus sonhos.
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Ana Karolê || @anakaroline_gc 26/11/2020

Até onde vocês iriam para realizar os seus sonhos?

"O garotinho negro amava perambular à beira da água, jogar galhos secos nela e observá-los velejar rio abaixo até Jacksonville, até o mar, até o mundo, e John Redding queria segui-los."

SONHOS. Sobre isso é o conto do mês de outubro do Clube da Caixa Preta que, idealizado por @volp e todo trabalhado por mãos pretas, resgata e entrega todos os meses contos de ficção escritos por gente preta que precisa ser lembrada e promovida. Conheça e seja blackboxer também!

"um homem não precisa de feitiço para querer partir. É natural para o homem querer viajar. Todos querem fugir, mais cedo ou mais tarde, mas nem todos conseguem."

Publicado em 1921, essa história é sobre seguir caminhos e realizar sonhos, o que fazemos ou não para conquistá-los e entender quais os obstáculos e medos que nos impedem de sair.

"Ah, sim, sou um sonhador...tenho sonhos maravilhosamente completos, papai. Eles nunca se realizam. Mas, mesmo que alguns sonhos se desvaneçam, outros nascem."

O rio foi a analogia perfeita para o menino que desde criança queria seguir seu curso desviando dos obstáculos até encontrar o oceano. E acreditem em mim, o rio foi o princípio, meio e fim para Jhon. Fiquei chocada!

Já quero conhecer tudo de Zora Neale Hurston, uma figura importante para o Renascimento do Harlem, movimento cultural afro-americano na década de 20.

"Deixem ele ir! Ele quer ir. Estou feliz porque esta manhã meu filho vai para o mar."
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lory 02/11/2021

Emocionante
No início demorei a engatar, mas no final compreendi a genialidade e sensibilidade do conto. Cheguei a me arrepiar no final.
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Erick 19/10/2021

Um conto que de início me foi algo bobo, em seguida me parecia prometer determinado caminho, e que no fim... Ah, não quero dizer o que senti com esse texto pois temo desse modo denunciar seu conteúdo e evolução, mas foi algo de fato inesperado e com enorme potencial em lhe fazer pensar nas decisões tomadas durante a sua vida. Eu estava meio desconfiado da nota alta dele aqui no Skoob, mas após lê-lo julgo que é uma nota apropriada considerando como o leitor médio avalia suas leituras neste site.

Enfim, melhor conto do clube Caixa Preta que li até agora.
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Milena 18/05/2021

Uma leitura breve, mas não na quantidade de pensamentos que me provocou. Do tipo de história que vai revelando facetas a cada vez que se pensa nela, desde questões demonstradas pela autora sobre os tempos em que vivia até discussões que temos hoje e são levantadas numa obra de mais de um século.
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Lorrane Fortunato 07/12/2020

Mais um resgate lindo do Clube da Caixa Preta
Tive o prazer de trabalhar na revisão desse conto e ele é MARAVILHOSO! Fiquei extremamente feliz que o Clube da Caixa Preta tenha resgatado uma história tão incrível! ?
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@livrosdajan 18/11/2020

O conto John Redding vai ao mar foi publicado em 1921 por Zora Neale Hurston.Publicação exclusiva do Clube da Caixa Preta, um clube literário novo no pedaço, dedicado ao resgate de textos de autores negros desconhecidos.Vale a pena conhecer.

Zora Neale Hurston foi antropológa, folclorista, roteirista, cineasta e escritora. Isso mesmo, no começo do século XX, uma mulher negra com todos esses talentos. E, ainda, figura central no movimento cultural afro-americano chamado Renascimento do Harlem, na década de 20, que surgiu como uma exaltação da cultura e do intelectualismo negro nos EUA.

O conto fala da história de John Redding, um jovem negro que sonha em conhecer o mundo e se abrir para novas possibilidades. É uma história tocante que nos leva a várias reflexões sobre a realização de sonhos e o que fazemos para realizá-los ou não. Mas ao mesmo tempo, não tem como fugir do contexto social e de quais as possibilidades desse jovem realizar seus anseios.

"Ah, sim, sou um sonhador...tenho sonhos maravilhosamente completos, papai. Eles nunca se realizam. Mas, mesmo que alguns sonhos se desvaneçam, outros nascem."

Sobre o Clube da Caixa Preta: cartase.me/clube
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