Uma Criatura Dócil

Uma Criatura Dócil Fiódor Dostoiévski




Resenhas - Uma Criatura Dócil


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Micael 13/07/2020

Vale a pena
Bem leve, rápido e fácil de ler.
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Cris.Peixoto 17/06/2020

Dócil
Amei o livro.
Dostoiévski é um dos meus escritores favoritos, sem dúvidas. Ele sabe nos tocar para nos tirar da zona de conforto. Ah, os arrependimentos da vida. . . Precisamos curar as nossas feridas para seguir em frente.
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Kleysonks 14/06/2020

Tenebrosa Rotina
"Pois é, por enquanto ela está aqui, ainda está tudo bem: venho olhá-la a cada instante; mas amanhã será levada, e como é que irei me arranjar sozinho?"
Um agiota de 41 anos, por suas próprias palavras egoísta, desagradável, que além do mal não faz nada, num casamento com uma menina de 16 anos, pobre e uma criatura dócil, também nas palavras dele. Ele está narrando esta história a partir de seus pensamentos enquanto ela está morta encima da mesa após cometer suicídio.
Recomendo demais a leitura, é tratado muito acerca de desigualdades, do silêncio no sofrimento, na indiferença, diferença e no amor. Incrível como Fiódor apresenta a dualidade do ser humano, meu pensamento foi sendo confrontado e mudado em todo o decorrer do livro, a obra tem muitos conflitos a apresentar. É uma novela que pode ser lida facilmente numa sentada, em poucas horas, sendo ainda uma ótima iniciação para quem quer ler Dostoiévski!
"A rotina! Oh, a natureza! Os homens estão sozinhos na terra, essa é a desgraça! "Há alguma alma viva sobre a terra?", grita o bogatir russo. Eu, que não sou bogatir, grito o mesmo, e ninguém dá sinal de vida. Dizem que o Sol dá vida ao universo. O Sol está nascendo, olhem para ele, por acaso não é um cadáver? Tudo está morto, e há cadáveres por toda parte. Os homens estão sozinhos, rodeados pelo silêncio - isso é a terra! "Homens, amai-vos uns aos outros" -
quem disse isso? De quem é esse mandamento?"
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JOY 01/06/2020

"Os homens estão sozinhos, rodeados pelo silêncio - isso é a terra!"

O livro aborda relações baseadas no silêncio. Não há comunicação, não há troca, só resta o silêncio.

De modo geral, o livro é um belo retrato da "tristeza não falada": os equívocos gerados pela interpretação do silêncio das pessoas.
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Paula Kerouac 24/05/2020

Leitura rápida.
O livro pode ser lido em uma tarde, como foi meu caso. Recomendo como obra de introdução ao Dostoiévski para aqueles que tem certo receio do Autor...
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May 10/05/2020

incrível
não imaginei que o livro tivesse uma história obscura mas ao mesmo tempo inteligente e cativante. gostei muito.
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Francisco.Assis 26/04/2020

Um personagem egocêntrico
Toda a perspectiva narrativa é de um personagem egocêntrico, covarde e levemente sádico. Ainda não tinha lido nada assim.
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Blog Aquela Epifania 24/04/2020

Descomplicando Dostoiésvski
Dostoiévski é conhecido por escrever histórias densas e este livro traz um bom exemplo dessa característica.
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Um homem, sem nome, está diante de sua jovem esposa morta após cometer suicídio. Ele passa, então, a discorrer sobre a vida conjugal dos dois. Indo e vindo em suas memórias, desde o dia em que a conheceu.

Através da mente desse homem, vamos conhecer cada nuance desse matrimônio. Cada dor, conflito, sentimentos aflorados e confusos... Tudo!

E, por mais que em um primeiro momento soe absurdo que um homem resolva escrever em um momento tão delicado como esse, seus devaneios vão ficando cada vez mais realistas.

Temos aqui a desconstrução da bondade humana, realizada de maneira envolvente. No entanto, não devemos esquecer que trata-se de uma narrativa toda realizada através do ponto de vista do narrador, ou seja, do marido.

Um livro bem gostoso e rápido de ler. Prazeroso, reflexivo e baseado em uma história real!

Recomendo muito! Principalmente para quem ainda tem "medo" de ler um Dostô.
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site: @aquelaepifania
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Lalaia 16/04/2020

Um homem relata a vida dele com a sua jovem esposa, desde o início, quando se conheceram até o dia em que ela morre.
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Julia 17/03/2020

Minha primeira experiência com audiobook
Foi ótimo escutar essa história, pois o narrador dava a ênfase necessária em algumas parte e conseguia passar a gravidade necessária com a voz. Recomendo.
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Gigio 16/03/2020

Nem tão dócil.
O livro traz um monólogo de um infeliz penhorista, narrando os fatos que levaram sua esposa a tirar a própria vida. Se desnuda e nos apresenta exaamente como se vê: suas reservas, seu egoísmo, sua presunsão e sua infelicidade. Ambos os personagens são muito ricos. O texto é excelente,
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Dude 12/03/2019

Dócil?
Interessante novela que, a partir de um suicídio, somos levados a conhecer as agruras de um relacionamento. Por uma escrita fluente, conseguimos perceber as angústias do viúvo. 115 páginas para ler numa sentada. Da série, pequenas, grandes obras.
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Wly | Wlysbooklovers 18/05/2018

Um livro bem... '-'
UMA CRIATURA DÓCIL - DOSTOIÉVSKI
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Nessa novela, vemos os devaneios de um agiota, dono de uma casa de penhores sobre as causas do suicídio de sua jovem esposa. Sem nomes dos protagonistas, a história se desenrola de forma que o viúvo, ora conversa consigo mesmo, ora com um ouvinte imaginário.
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Ele busca os motivos para uma criatura tão dócil fazer o que fez, pular da janela com uma imagem nas mãos. E nessa busca, vai e volta no passado, desde o dia que a conheceu, até o dia de sua prematura morte.
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É um livro que te leva a pensar (eu sempre penso, penso muito, demais até!), vemos os modos como eram tratadas as mulheres naquele século, vendidas ao que oferecesse um preço melhor, a solidão, o silêncio e o início da depressão, com direito a episódios de crises de pânico e tudo mais. Não é um livro cansativo, tendo em vista o número reduzido de páginas.
Recomendo!
4/5 ?
Novela/drama ?
Classificação indicativa 12+ ?
.
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Gus 19/03/2017

Inesperadamente realista
A cena inicial foi o que me fez querer lê-lo: a jovem esposa morta na frente do protagonista, e o resto do livro sendo os pensamentos do mesmo naquele exato momento.
Confesso que após terminar o livro segui a estranha-lo um pouco, mas, após pensar na relação que nele é contada, vejo como um livro mais próximo da realidade do que aqueles que expressamente tentam estar próximos.
Digo isso no sentido que não é difícil encontrar sentimentos parecidos, em menor escala, nas relações interpessoais que vemos diariamente ou nas nossas próprias.
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