Paulo Leminski

Paulo Leminski Paulo Leminski




Resenhas - Paulo Leminski


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sabrina 11/04/2021

Poesia boa
As vezes a poesia nos aprisiona e nos apaixona... Amei ler um pouco de poesia, fazia tempos que não encontrava um livro assim
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Ny 02/04/2021

Melhores Poemas...
Achei esse livro escondido na estante da minha irmã... E comecei a ler, tem poemas bons, mas outros nem tanto...
"Não discuto com o destino"
"Livros sabem de tudo".
- Paulo L.
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Xeofana 15/12/2020

Poesia
acordo logo durmo
durmo logo acordo
nem memorias nem diários
comigo mesmo diálogo
daqui até ali
dali até logo
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Rosana.Souza 20/10/2020

"você para
a fim de ver
o que te espera


só uma nuvem
te separa
das estrelas"
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Luana Lavareda 03/07/2020

<3
Acho que é o meu terceiro livro de poemas que li, e eu amei taaaaanto. Depois de ler vários poemas de Leminski na internet, perguntei pro meu pai se ele tinha algum livro do autor e então ele me emprestou esse. Li muito rápido, mesmo parando em vários poemas pra "saborear", mas que leitura!
Eu que tive contato com a música minha vida toda gosto muito desse:

"acordei bemol
tudo estava
sustenido
sol fazia
só não fazia sentido"
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Patrícia 09/02/2020

Grata surpresa
Não conhecia Lemisnki e foi amor s primeira vista; texto leve e inteligente.
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Jonah 01/12/2018

favoritos
39 / 55 / 57 / 62 / 95 / 108 / 121 / 126 / 160 / 185 / 188 / 190 / 191 / 196 / 210
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Pamela Florentino 29/09/2018

Deveria ter lido antes...
Ganhei este livro anos atrás no ensino médio, mas só agora resolvi lê-lo. Alguns poemas foram um pouco confusos para mim (talvez eu só não esteja acostumada com clássicos), mas também encontrei alguns que amei e inclusive me identifiquei.
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Kessi 16/06/2018

Não fez meu gênero de poesia de forma alguma.
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Karol 03/01/2018

Por que não li antes?
Ainda estou me perguntando por que não tinha o lido antes, talvez porque não era a
hora certa, talvez eu não fosse absorvê-lo como agora.
Essa seleção de poemas e frases de Leminski é além de interessante, é muito complexa, ambígua, mas quem sou eu para falar de poesias?!
Nunca fui de lê-las e admirá-las, mas sempre escrevi e depois de tanto tempo peguei gosto para admirá-las e refletir por cada verso, e desse livro só posso dizer que o achei esplendido, e caiu como uma luva para me livrar do tédio e do não ler por essas semanas.

NÃO FOSSE ISSO
E ERA MENOS
NÃO FOSSE TANTO
E ERA QUASE
(PAULO LEMINSKI)

Leminski misturou críticas, insultos a outros e a ele mesmo em cada palavra, expressou seu intimo, seu romantismo, seus pesares e suas indignações. Ao lê-lo você pode sentir-se com razão e duvidar ao mesmo tempo. Te fazer sentir e te fazer pensar.

Vou ser sincera e dizer que queria marcar o livro todo com post it para rele-los, mas creio que farei uma nova leitura.
Só deixo claro que amei este autor e desde pequena conhecia seu poema “A lua no cinema”, mas não tinha sabedoria de este fosse o autor. Estou maravilhada! Se puderem, leiam, mesmo que seja só pela internet, mas leiam! Vale a pena.

site: https://verdadesepoesias.wordpress.com/2017/11/25/livro-da-semana08-melhores-poemas-paulo-leminski/
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Mi 16/05/2015

Maravilhoso, simples, claro e real.
Poemas deliciosos, simples, naturais, leves, reais e maravilhosos. Paulo Leminski sabe ser humano, tocar a alma da gente retratando em palavras o que todo mundo sente. Os poemas, além de tudo, são curtos e breves. É incrível a capacidade deste autor de falar tanto em três pequeninos versos. Isso é para poucos! O cara simplesmente é pura e total poesia. Recomendo muito a leitura desta obra!
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Larissa 06/04/2015

Trechos
objeto
do meu mais desesperado desejo
nao seja aquilo
por quem ardo e nao vejo
seja a estrela que me beija
orienta que me reja
azul amor beleza
faça qualquer coisa
mas pelo amor de deus
ou de nós dois
seja


ICEBERG
uma poesia ártica,
claro, é isso que eu desejo.
Uma prática pálida,
três versos de gelo.
Uma frase-superfície
onde vida-frase alguma
não seja mais possível.
Frase, não. Nenhuma
Uma lira nula,
reduzida ao puro mínimo,
um piscar do espírito,
a única coisa única.
Mas falo. E, ao falar, provoco
nuvens de equívocos
(ou enxame de monólogos?).
Sim, inverno, estamos vivos.

"..,A nó, gente, só foi dada
essa maldita capacidade,
transformar amor em nada."

O MÍNIMO DO MÁXIMO
Tempo lento,
espaço rápido,
quanto mais penso,
menos capto.
Se não pego isso
que me passa no íntimo,
importa muito?
Rapto o ritmo.
Espaçotempo ávido,
lento espaçodentro,
quando me aproximo,
simplesmente me desfaço,
apenas o mínimo
em matéria de máximo.



ai daqueles
que se amaram sem nenhuma briga
aqueles que deixaram
que a mágoa nova
virasse a chaga antiga

ai daqueles que se amaram
sem saber que amar é pão feito em casa
e que a pedra só não voa
porque não quer
não porque não tem asa


INCENSO FOSSE MÚSICA
isso de querer
ser exatamente aquilo
que a gente é
ainda vai
nos levar além



abrindo um antigo caderno
foi que eu descobri
antigamente eu era eterno
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GH 21/11/2014

Primeiro contato...

Esse foi meu primeiro contato real com um livro de poesia, coisa que, apesar de apreciar, nunca me chamou tanto atenção quanto romances em si.

Lendo algumas poesias do próprio Leminski na internet, acabei me interessando, pois gostei de praticamente todas. Por sorte, arranjei esse livro e resolvi dar uma chance e... me surpreendi positivamente.
Não consigo nem descrever o estilo de poesia que o Leminski faz, mas sei que o trabalho é de altíssima qualidade. Ele escreve de um jeito simples e complicado ao mesmo tempo, o seu jogo de palavras é incrível...

''Confira...
tudo que respira
conspira''
(Confira, Paulo Leminski)
---------------------------------------------
''ali

ali
se

se alice
ali se visse
quanto alice viu
e não disse

se ali
ali se dissesse
quanta palavra
veio e não desce

ali
bem ali
dentro da alice
só alice
com alice
ali se parece''
(Ali, Paulo Leminski.)

E, pra finalizar, duas das minhas preferidas:

''escurece
cresce tudo
que carece''
(Escurece, Paulo Leminski.)
--------------------------------------------
''Apagar-me
diluir-me
desmanchar-me
até que depois
de mim
de nós
de tudo
não reste mais
que o charme''
(Apagar-me, Paulo Leminski.)
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Zana 12/03/2014

Não leia! ; )
As poesias de Leminski são leves, simples, plásticas, diferentes, divertidas, irônicas e fazem sorrir. Esses são só alguns aspectos, porque são muitos os adjetivos que poderiam ser aplicados a elas, mas paradoxalmente ainda faltam termos que as expliquem. Por isso fico com a definição, para mim perfeita, dos organizadores do livro, Fred Góes e Álvaro Marins:

“Samurai e malandro, Leminski ganha à aposta do poema, ora por um golpe de lâmina, ora por um jogo de cintura. Tão rápido que nos pega de surpresa; quando menos se espera, o poema já está ali. E então o golpe ou a ginga que o produziu parece tão simples que é quase um desaforo”.

De personalidade marcante, polêmico, provocador e por vezes irascível, este era Leminski. Um poeta simplesmente genial, que gerava na crítica reiteradas reações desfavoráveis. Ciente de sua natureza implicante, Leminski, redarguia a isso da melhor forma que sabia fazer:

“O pauloleminski
é um cachorro louco
que deve ser morto
a pau e pedra
a fogo a pique
senão é bem capaz
o filhadaputa
de fazer chover
em nosso piquenique”.
(Paulo Leminski)

-------------------------------------
“Escrevo. E pronto.
Escrevo porque preciso,
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece,
E as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
Quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por quê?”

(Razão de ser, Paulo Leminski.)

Confesso que não li o livro, tão-somente devorei-o em um lento engarrafamento a caminho de casa. Assim, reabilitando-me por não ter saboreado as divinas poesias de Leminski com o devido vagar que elas merecem me obriguei (ou devo dizer presenteei?:) ) a prazerosamente ler tudo novamente. Recomendo que não leia, somente releia quantas vezes puder!

“O que quer dizer diz.
Não fica fazendo
o que, um dia, eu sempre fiz.
Não fica só querendo, querendo,
coisa que eu nunca quis.
O que quer dizer, diz.
Só se dizendo num outro
o que, um dia, se disse,
um dia, vai ser feliz”.

(O que quer dizer, Paulo Leminski).
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