A volta ao mundo em 80 dias

A volta ao mundo em 80 dias Júlio Verne...




Resenhas - A volta ao mundo em 80 dias


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G. X. Vitoriano 20/05/2013

Inúmeros clássicos da ficção se tornam clássicos não apenas pela originalidade frente a seu tempo, mas, sobretudo, pela ousadia de empreender uma trama baseada em hipóteses que futuramente podem soar ridículas. É o caso da obra-prima de Júlio Verne, escrita em 1873, A Volta ao Mundo em Oitenta Dias, uma das primeiras que inspirariam milhares de livros e filmes de entretenimento consumidos pela posteridade.

Mas qual o atrativo de tal aventura terrestre, se um avião pode circundar o globo em menos de 72 horas? A verdade é que, 200 anos depois do lançamento da ficção, não deixa de ser incrível a saga de Phileas Fog, um inglês que apostou altas quantias em dinheiro para vencer o desafio de percorrer o mundo em dois meses e meio – um abuso para os cálculos da época.

Acompanhado de seu dócil criado, o francês Jean Passepartout, o apostador atravessa oceanos a navios a vapor, estradas a trem, selvas a pé e até em um elefante. Tudo cronometricamente planejado para que, em 80 dias, Phileas Fog esteja novamente em seu ponto de partida, Londres, ao encontro de seus desafiantes. Mas como toda boa aventura, o inglês encontra uma série de empecilhos que provocam o atraso da viagem. E como se a história tivesse bem menos que 200 anos, os ingredientes de qualquer filme de ação convencional podem ser encontrados na obra de Júlio Verne: a mocinha, na pele de uma jovem indiana, é salva pelo herói – o personagem principal – que a livra de ser morta, em plena viagem, por tribos religiosas nas selvas orientais.

Para encontrar a qualidade ímpar do livro, é preciso se despojar de qualquer esperança hiper-realista, e, naturalmente, considerar o contexto social em que foi escrita a ficção: é claro que Verne não dispensa pitadas de romantismo logo nos momentos quando tudo parece perdido. Em outras palavras, nada que a sorte extrema ou o dinheiro inesgotável não resolvam, seja uma ajuda inesperada e improvável que cai do céu, seja um suborno que convence qualquer personagem a adiantar a viagem do inglês – neste ponto, o ser humano prova que é universal. Quem não gosta de histórias que abusam da sorte, no entanto, pode se decepcionar.

Deixando de lado a aventura quase fantástica em volta do planeta, a graça do livro encontra-se exactamente na sua curiosa arquitectura, que não passa de uma alegre brincadeira matemática, do início ao fim. Levando-se em conta as limitações da época, a baixa velocidade dos trens e navios do século XIX torna a aventura mais electrizante – tamanha lentidão que os tempos modernos destruiriam sem esforço: qualquer tentativa de vencer o espaço antes do tempo em nosso século é prontamente atendida pela velocidade do avião, esse estraga-prazer. Não podemos nos dar ao luxo de percorrer o globo em 80 dias e virarmos heróis. Mas o personagem de Júlio Verne pode. Reside o espírito de um clássico.

O que você acha de alguém que, no tempo em que viveu, previu coisas como a televisão, o submarino e as viagens ao espaço? Vidente? Profeta? Eu o chamo de escritor. Isso mesmo, escritor. Foi exatamente o que Júlio Verne fez. Você já deve ouvido falar dele, em seus livros escolares, o célebre autor e precursor da ficção científica. Certa vez ouvi falar dele, em um livro de português, que trazia um trecho de uma outra obra famosa; 20 Mil Léguas Submarinas, que tambem e otima.

De todos os grandes autores de ficção científica, poucos foram mais precisos e acertaram tanto quanto o escritor francês Júlio Verne ou Jules Verne, seu nome original. Nascido em 1828, ele veio a falecer em 1905 com 77 anos. No livro o mais próximo da China em que os aventureiros estiveram, foi sua passagem por Hong Kong, a província rebelde, e num navio chamado O China.

Fui fascinado por seu modo de escrita, que já no século XIX fazia sucesso. Agora imagine você, lançando um novo gênero literário, você esperaria tamanho sucesso? E esta é a introdução da resenha de um livro que te faz pensar se a Física, a Química e muitos outros estudos não poderiam explicar fatos que, para nós seriam totalmente irreais. E foi na biblioteca escassa do meu colégio que eu achei um exemplar deste livro, traduzido e adaptado por ninguém menos que Walcyr Carrasco.

Confesso que no começo, eu não estava me dando muito bem com o livro. Até que a história se desenrolasse, eu protelei muito para avançar na leitura do livro. Mas depois a estória ficou interessante e eu deixei a preguiça de lado.

O livro se trata da aventura de Fíleas Fogg, um inglês muito sereno e pontual, que levava uma vida extremamente pacata e regrada, sem família. Tinha hora para se barbear, para ler o jornal, para ir ao Clube Reformador de Londres, para voltar e tudo o mais. Ninguém sabia ao certo quem ele era, de onde veio e muito menos como ele tinha acumulado sua fortuna.

Na noite de 02 de outubro de 1872, os cavalheiros do Clube estavam comentando sobre o absurdo que era o jornal afirmar que era possível dar a volta ao mundo em 80 dias. Fíleas Fogg foi além e apostou vinte mil libras que conseguiria fazer tal proeza, e que estaria de volta, ali no Clube, no dia 21 de dezembro, às 20h45, exatos 80 dias depois. O que o inglês disse fez com que todos se espantassem e começassem a fazer suas apostas.

Fura-Vidas era o mais novo criado do calmíssimo inglês. O moço, que era francês, estava em busca de um senhor que fosse exatamente como Fíleas: bem sereno, que tivesse a vida sem muitos acontecimentos... Mas é surpreendido quando o seu amo chega em casa avisando que eles estavam de partida. De partida! Era tudo o que Fura-Vidas não queria, mas não havia muito que fazer. Teve pouquíssimo tempo para arrumar as malas, para que então o amo e o criado pudessem entrar na primeira parte da viagem. Fura-Vidas lembrou-se de levar tudo, menos de desligar o gás do seu quarto, que ficaria ligado pelos próximos 80 dias. Seu amo deixou bem claro que Fura-Vidas teria uma conta bem gorda para pagar quando eles retornassem.

É aconselhável, para que a leitura deste livro seja mais interessante e profunda, que o leitor tenha uma visão global do planisfério terrestre, que possua alguns conceitos básicos de geografia, principalmente na compreensão de coordenadas.

O tradicional romance de Julio Verne é, na verdade, um clássico sobre o que move viagens e viajantes. A Volta ao Mundo em 80 Dias, embora publicada em 1873, segue sendo uma ficção apaixonante em que Verne mostra sua imaginação genial.

Mas havia um problema poucos dias antes, cinquenta e cinco mil libras haviam sido roubadas do banco de Londres. Fix, o detetive que se encarregou desta missão, e arduamente personagem do livro, acreditava cegamente que Fíleas era o ladrão. Afinal, que outra razão teria este homem para sair às pressas da cidade? O policial começa a segui-los, ora tentando atrasá-los, ora adiantá-los.

Entre atrasos e imprevistos na viagem, os acontecimentos vão se desenrolando de forma interessante, que resultam neste ótimo livro que é A Volta ao Mundo em 80 Dias.
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Joshua 30/04/2012

Júlio Verne acerta mais uma vez, nos presenteando com uma leitura espetacular!
Do consagrado autor, Júlio Verne, que escreveu inúmeras obras de ficção científica, e todas elas foram prestigiadas em todo o mundo, A Volta ao Mundo em 80 Dias possui o mesmo resultado, característico da escrita do autor: uma leitura espetacular!

Tudo começa como cavalheiro Fíleas Fogg, homem bem metódico quanto ao tempo, que faz tudo conometrado, que faz parte do Clube Reformador de Londres, onde joga com outros amigos e passa o tempo, pra depois voltar para sua casa, pontualmente.
Quando Fogg e seus amigos, no meio de uma conversa, fazem uma aposta sobre que Fíleas conseguisse, dentro de 80 dias, dar a volta ao mundo e chegar pontualmente no Clube. Caso contrário, teria que pagar 20 mil libras! Fíleas, todo confiante, parte em viagem junto ao seu fiel empregado, João Faz-Tudo. Quando pegam o primeiro navio iniciando a viagem, um detetive os persegue por todo o caminho, alegando que Fíleas Fogg era um bandido que roubara, exatamente em um banco, 20 mil libras!

Um ponto que quero ressaltar: Verne de alguma forma não perde o ritmo da história, que se desenrola sem impedimento e já te prende na primeira página. Eu já tive a oportunidade de ler outras obras do autor, e em todas elas, sempre tive o prazer de dizer: esse é um ótimo livro!

No decorrer da viagem - com o detetive Fix Finge indo logo atrás - os dois personagens se metem em muitas aventuras em muitas terras desconhecidas, conhecem pessoa um tanto amigáveis e outras um tanto traiçoeiras. A aventura dá uma reviravolta, quando Fogg decide salvar, em território indiano, a vida de uma bela mulher que será sacrificada a um deus, em um ritual. Faz-Tudo que tem destaque nesta parte, salvando a moça Aúda. Logo os três - com o detetive atrás - continuam a viagem, e mais reviravoltas acontecem. O tempo - 80 dias - está se esgotando rapidamente, e gastar um minuto poderá trazer drásticas consequências.

Eu simplesmente nem tenho palavras para descrever A Volta ao Mundo em 80 Dias. E no final, a verdade sempre esteve diante de nossos olhos e nem nos ligávamos nesse ponto. É claro que quem já teve aulas de geografia vai entender bem a explicação de Verne no final, mas o que é legal, é que tudo faz sentido em todo o tempo! Pode ser meio estranho você entender agora, mas quando ler o livro, tudo vai ficar claro.

Os personagens são bem construídos e possuem personalidade. Fíleas Fogg chega até ser sombrio, em nenhum momento da viagem quando passava por certos perigos ele deixava transparecer medo ou tristeza, ou qualquer outro sentimento. Sempre estava com uma expressão forte e decidida, e nunca se deixava abalar pelos imprevistos da viagem.
Quanto a João Faz-Tudo, o criado de Fogg, é um alívio cômico para a série, na verdade, muitas vezes é ele que se mete em encrencas, mas sabemos que tem um bom coração e fidelidade ao seu patrão. Não mede esforços para ajudar Fogg na viagem, e quando salvou Aúda do sacrifício humano, provou ainda mais o seu puro caráter!
Sobre Aúda, quase não possui uma fala no livro. Sempre calada, pouco se sabe sobre ele, apenas que ficou viúva de um velho príncipe, e logo depois levada a um sacrifício humano em honra ao deus hindu, Cali. Faz-Tudo a salva por pouco, e no decorrer da viagem parece se interessar por Fíleas. Apenas no final "ouvimos" sua voz, mas mesmo assim, acho que ela poderia ser um pouco mais explorada.
E como antagonista, o detetive inglês Fix Finge se "junta" ao grupo na viagem ao volta ao mundo em 80 dias, e querendo logo prender o "ladrão", que presumi ser Fogg, faz de tudo para pega-lo, até se disfarça de amigo, armando uma cilada para o cavalheiro. No final, tudo se resolve... mas é claro, tudo tem seu preço!

Enfim, uma ótima leitura que recomendo a todos! Sinceramente, Júlio Verne sempre acerta!
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Leandro F 15/01/2012

No século 19 parecia impossível dar a volta ao mundo em 80 dias, mas Philleas Fogg não achava isso e juntamente com seu criado Passepartout partiram da Inglaterra com uma aposta de 20 mil libras. Durante a viagem são perseguidos por Fix, um detetive contratado por um banco que acabava de ser assaltado e Mr. Fogg era suspeito. Na Índia o getleman conhece o amor de sua vida, Mrs. Aouda. Conforme a viagem, Fix até mudou de opinião sobre seu suposto ladrão. Então, depois de enfrentarem os mais diversos perigos, surpresas e imprevistos, conseguiram chegar a Londres 80 dias depois com um passaporte cheio de vistos do mundo inteiro. Philleas Fog acaba se casando com Mrs. Aouda e o livro termina com uma pergunta:
"Mas afinal? O que tinha ganho neste deslocamento? O que alcançara com esta viagem?
Nada, diriam? Nada, vá lá, a não ser uma sedutora mulher, que — por mais inverosímil que possa parecer — o tornou o mais feliz dos homens!
Na verdade, não faríamos, por menos que isso, a Volta ao Mundo?"
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alice 23/12/2012

adorei este livro, é incrível como a gene pode viajar pelo mundo todo sem sair de casa, além disso, ele possui muita aventura e um pouco de suspense. Recomendo.
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Giselly.Reis 20/04/2015

:x
Cara ... :x
perfeito,fantástico,incrível...
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Gildenia 11/06/2015

A volta ao mundo em 80 dias
Inicialmente, fala de um homem chamado Sr. Fíleas Fogg, que era muito pontual, frio e que tinha sempre a mesma rotina, ele sempre frequentava o Clube Reformador. Um dia, numa discussão falando sobre dar a volta ao mundo, Fíleas afirmou que poderia dar a volta ao mundo em 80 dias, os outros participantes do clube duvidou e a partir daí fizeram uma aposta. A viagem iniciou com o Sr. Fíleas e seu novo criado chamado Jean Passepartout, conhecido por Fura-Vidas. A partir daí, eles passam por muitas aventuras, passando por vários lugares magníficos e com meios de transporte variados, de elefantes à trem. A descrição dos lugares que eles passam é incrível ao ponto de conseguir imaginar os lugares com facilidade.
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Allan Pereira 13/07/2012

Leve, Aventureiro e Empolgante!!
É incrível como Verne só tem obras excelentes. A segunda obra dele que eu leio e fico impressionado. "A Volta ao Mundo em 80 dias" me prendeu de forma leve, pelas aventuras, a parte cientifica, a perseguição policial e as confusões do criado. Uma outra ponto da obra que gostei bastante foi da amizade e a lealdade mostrada pelo criado Fura-Vidas pelo seu amo Fileas Fogg. É uma obra que recomendo a todos.
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Anienne 29/04/2019

A Volta ao Mundo em 80 Dias
Nossa...

Eu achei esse livro genial!

Julio Verne envolve o leitor de tal forma, que não queremos soltar o livro de jeito nenhum!

Achei incrível a forma como, através do personagem principal Phileas Fogg, ele brinca com a rigidez humana e a necessidade de controle. Só lembrava da expressão: "pontualidade britânica", ao mesmo tempo, que conseguiu dar a Fogg a Fé e a Confiança inabaláveis e necessárias para as realizações e edificações de sonhos.

Há uma antítese admirável na construção desse personagem, que é sua necessidade de controle, ao mesmo tempo, em que se joga na vida sem lutar, sem esforço. Ele espera o que o dia trará e não se abala, buscando viver e resolver as questões que surgem da melhor forma possível ao momento.

Isso me chamou muita atenção, pois com um mesmo personagem ele faz uma crítica à rigidez humana e mostra que viver "bem" tem uma outra forma. As coisas vão desenrolando e as oportunidades vão surgindo e se evidenciando, à medida que tudo vai acontecendo.

Ele escreve de forma fluida e fácil. Fogg e seu secretário francês Passepartout, vão passando pelas várias cidades, enquanto que ele descreve as diversas peculiaridades do local no final do século XIX, época em que a história transcorreu e, ao que parece, nós vamos viajando junto com eles.

E o final??? Genial!!! Não tenho outra palavra!!!!

Eu AMEI!!!!!
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maria zilda 15/04/2014

O livro “a volta ao mundo em 80 dias” do autor Júlio Verne, traduçãoe adaptação, Paulo Mendes Campos. - Rio de Janeiro: Ediouro, 2004 Adapatação de: Le tour do monde em 80 jours/Julio Verne. 1. Literatura infanto-juvenil. I. Jules, Verne, 1828-1905 Letour do Monde em 880 jours. II. Titulo.

Nesse livro conta a historia de uma homem que tem a sua vida regular, cada coisa tem a hora certa, ate pra ir para o clube jogar um jogo de carta com os companheiros, ele sempre senta na sala na frente de um relógio que marca horas, minutos, segundos, dias e anos. Ele só sai de casa para ir ao clube e depois voltava para casa ,contando os passos que ele dava, tinha seus passos certos. Num dia no clube jogando baralho com os amigos eles comentam que é possível dar uma volta ao mondo em 80 dias, seus amigos dizem que é impossível, mais ele diz que é possível então seus amigos apostam de 2.000 libras, e dai ele pega o trem para começar a sua aventura. Ate foi para nos jornais uns diziam que ele era doido que não era possível e outro jornal estava contando com ele que ele iaiá conseguir, a e ele levou o seu empregado Faz-Tudo junto com ele pra fazer essa viajem, então eles viajaram e conheceram novas pessoas.

O autor mostra que nos devemos cumprir com o que dizemos mesmo que pareça impossível, e não devemos para no meio do caminho pois sempre terá pessoas amigos torcendo por você, e que lhe acompanham .
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Edimario 29/08/2017

Grandes Clássicos da Literatura em Quadrinhos #02 - A Volta ao Mundo em 80 Dias, de Chrys Millien baseado na obra de Julio Verne.
Antes de tudo, um adendo: A Volta ao Mundo é a minha história preferida de todos os tempos, a que me fez realmente me sentir atraído pela literatura e a ficção (mesmo com meu primeiro contato com ela acontecendo de uma série animada em que os personagens eram animais). Falando da HQ, ela faz parte da coleção Grandes Clássicos da Literatura em Quadrinhos, que se propõe a trazer histórias da literatura euro-americana em arte sequencial.

História honesta, com narrativa coerente e uma arte bem competente. Mas, peca por ser resumida demais ao ponto de momentos chave e até o próprio final serem xoxos e quase irrelevantes. Entendo que serve como um chamariz para a obra original, mas existem outros selos e coleções, inclusive franceses, com a mesma proposta e mais audaciosos tanto no roteiro quanto na arte.

Mesmo assim, comparando com outras tantas interpretações dessa obra em várias mídias, recomendo para aqueles que não conhecem e querem um vislumbre dessa história fantástica.

PS: Esta resenha integrou o dia #4 do #365hqs. Para conhecer mais do desafio, segue abaixo o link:

site: https://www.instagram.com/explore/tags/365hqsed/
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Isis Sakura 16/06/2012

Fantástico!
O livro é cativante, possui um encantamento que não se vê hoje nos livros. Os personagens são ótimos, o enredo é envolvente e, a cada página, me sentia cada vez mais dentro da história!! Cada trecho (mesmo no onibus), sorria sozinha!! Livro muito delicioso, e o final, ahh o final!! Genial!!! Apesar de imaginar que isso iria acontecer, a explicação foi fantástica... muito boa e surpreendente! Amei! É um livro para guardar no coração!
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Clarinha 21/04/2018

A Volta ao Mundo em 80 Dias
O livro “A volta ao mundo em 80 dias – Clássicos em quadrinhos” conta a história de um rico excêntrico chamado sr.Fogg que, depois de uma discussão, aposta 20 mil libras que consegue dar a volta ao mundo em 80 dias. Então ele chega em casa e seu novo criado, chamado Passepartout, lhe pergunta se vai viajar, e ele diz: “ Não, nós vamos dar a volta ao mundo! ”, e assim começa a viagem!
Eu gostei muito do livro porque além de ser uma história clássica, ela é uma leitura rápida, que não enjoa, além de ser detalhada e em quadrinhos!!!
Eu indico aos fãs de quadrinhos e as pessoas que as vezes tem preguiça de ler um livro escrito a prosa!!! ;D
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Carol 03/10/2012

Um leitura saborosa.
Sou apaixonada por esse livro, que é uma bela obra de Julio Verne! A história é muito gostosa de ser lida, as aventuras vividas pelos personagens são divertidíssimas,capazes até te tirar algumas risadas do leitor, graças ao fato da diferença de personalidades da dupla protagonista, que fica evidente durante o livro todo. Enquanto Phileas (ou Fíleas) Fogg faz o tipão esquisito e reservado, seu criado Passepartout é animado e falante.
Recomendo a todos esse maravilhoso livro!
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Macapá 16/11/2018

Edição Nova Cultural (2003)
Leitura prazerosa em aventuras, descobertas, excentricidades e surpresas envolventes, com expectativas instigantes e crescentes. Foi a segunda vez que li e revivi todas essas coisas. Pudera! É uma de minhas obras preferidas e das mais conhecidas de Verne.

Algumas bobagens, num exercício de recordação e fixação do livro:

Destaques para a determinação em Fogg e em Passepartout, expressas em boas qualidades para conquistas, como a persistência, resiliência, metodologia, oportunismo, praticidade, entrega na luta, coragem, atitude, avaliação das possibilidade, fé e escolhas conscientes. As personalidades são distintas (um fleumático e um sanguíneo) mas as possibilidades de realização não fazem distinção quando há valorização dos aspectos referenciados.

Tem pelo menos três eventos de muita ação cativante: a passagem pela Índia, onde ocorreu o salvamento de Auda (minha passagem preferida); as aventuras diversas na ferrovia nos EUA (com o texto mais controverso, em visão europeia-desumanizada-clichê-colonialista-equivocada sobre os indígenas); e os eventos finais do livro no cumprimento da aposta.

Fogg é metódico, em nível de TOC, mas tem um momento em que a emoção suplanta seu racionalismo nas decisões: quando impulsivamente se atirou à fogueira para salvar Auda, mas o salvamento só ocorreu por conta do plano estabelecido por Passepartout.

Falando em Auda, rachei o bico na cantada que passou no Fogg. Muito engraçada e objetiva, explicando-se no contexto de sua cultura: "...não tenho amigos... não tenho mais parentes... dizem, porém, que a dois a própria miséria é suportável... o senhor quer um parente e uma amiga? o senhor me quer como sua mulher?".

Passepartout em boa parte do livro é mais protagonista que Fogg.

Opa! Opa! Pra finalizar, uma inusitada observação... Verne deu uma derrapada, como visionário que era, na projeção de travessia entre América e Europa através de um balão. Mas merece um desconto no 'impossível' que registrou, afinal, a travessia do Atlântico, via balão, ocorreu apenas em 1978 (busquei essa informação), mais de um século depois do lançamento do livro, com os amparos e conquistas de nossa modernidade. Zeppelin não conta como balão, né? Ou será que estou equivocado?
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Mikael 13/11/2019

A volta ao mundo em 80 dias
A história é sobre o homem chamado Phileas Fogg. No começo da história, ele emprega o novo servo, que se chama Jean. A história é da visão do Jean. Mas, depois que Phileas emprega Jean, ele apostou com seus amigos que ele poderá dar a volta ao mundo em exatamente 80 dias. Como Jean já tinha predicado, aconteceu muita aventura. Uma bem grande foi salvar uma mulher na Índia. Também acontecem muita aventura, que até Phileas Fogg quase morre por causa da aventura. Eu a recomendaria para pessoas que gostam da aventura, e também para pessoas que gostam de suspense, porque é um livro de aventura,e a avetura quase não para. E é muito suspense, porque nos outros livros, quando uma personagem faz uma ação, você pode pelo menos achar o que vai acontecer depois, mas, nesse livro, especialmente na aventura na Índia, a ação não é predicável.
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