Nunca lhe Prometi um Jardim de Rosas

Nunca lhe Prometi um Jardim de Rosas Hannah Green




Resenhas - Nunca lhe Prometi um Jardim de Rosas


7 encontrados | exibindo 1 a 7


Aryane 25/05/2015

Muito bom!
O livro conta a história de Deborah, uma menina de dezesseis anos que é internada em um hospital psiquiátrico pelos pais. Lá, ela vive as minúcias de sua doença psíquica, dividindo-se no chamado mundo de Yr e o real. Conhece uma terapeuta e, através dela, consegue descobrir suas capacidades e potencialidades, apesar de sua condição emocional.

É o primeiro livro da autora Hannah Green que leio e já comecei me surpreendendo positivamente. Apesar de abordar um tema com uma grande carga emotiva, a autora conseguiu escrevê-lo de uma forma suave e interessante.

Eu, que fujo de livros que abordem temas desse tipo, por causa do embasamento teórico que existem neles e, de certa forma, deixam a história entediante, desse eu não consegui me livrar, de tão envolvente. A autora humanizou os personagens e isso os tornou cativantes.

Quatro estrelas!
Suellem.Bacelar 27/09/2019minha estante
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Sam 01/04/2013

É uma leitura cativante e muito rica do que é a doença mental e a experiência de viver num hospital psiquiátrico - o antes e o depois. Fui arrebatado por Deborah e creio que a maioria dos leitores torceram por ela, assim como eu.
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Ba 06/03/2013

Pretendo reler. Tenho em papel.
Segundo livro que releio dos que programei.
Reli em março de 2013.
Muito bom como a autora (que na verdade é Joanne Goldenberg, usou Hanna Grenn como pseudônimo) descreve ricamente a loucura.
O medo, terror, pavor em que circulam os equizofrenicos, capazes de construir enormes defesas (sintomas) para tentar suportar o mundo!
Extremamente inteligente e com profundo conhecimento do assunto!
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Malice 31/12/2012

Forte, denso, importante
Como disse em um dos últimos comentários trata-se do relato da angústia de uma doente mental, feito sem reservas, sem escaramuças. Indicado para quem trabalha na área de psicanálise, psicoterapia, psiquiatria e afins e para quem passa por um processo de análise - fica bem mais claro o quanto nosso cérebro pode criar maravilhosos horizontes e infernos da pior espécie.
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Dora 09/01/2012

Interessante!
Relato de uma esquisofrênica, pensamentos, sentimentos, relação familiar, dramas pessoais e o tratamento. Livro denso e bem interessante.
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Lori 15/04/2011

O melhor da escrita de Hannah Green é como nos leva para dentro da cabeça de Deborah e demonstra o que passa ali dentro. Ela não descreve ações sem propósitos e que a fazem parecer louca. Há um sentindo para a personagem tudo o que acontecia ou as vozes que ouvia, Green não debocha ou diminui. Esse respeito é admirável, valida não somente a personagem, mas também a história. O bom é que o livro não foca somente na doença, sim como ele age nas relações, futuro e desejos de Deborah. Parece que isso é óbvio, porém creio que seja importante mostrar como os pais agem, como é o fato dela não ter completado a escola e como os seus desejos revolvem a volta da esquizofrenia. Por que Deborah não sonha sobre profissões ou namoros, ela deseja ter força para lutar mais um dia. O futuro dela sempre é no dia seguinte, é quando aumenta que mostra a melhora dela.

O que eu mais gosto no livro é como não é uma linha contínua de progresso. O livro fala diversas vezes como ela melhora, mas depois piora, pensa que melhora e vai mais um pouco para o fundo e que ela ai consegue melhorar... e tem uma recaída. Por que a vida é assim, não é uma linha perfeita, há mais recaídas do que gostamos de admitir. E as quedas de Deborah não são fraquezas dela, são representadas como etapas necessárias para chegar ao fim desejado. Claro que é uma decepção, é triste ver como abala não somente aquele quem sofre, mas aqueles que viam como um exemplo a ser seguido. O processo lento, porém contínuo, que leva até ela ter permissão de sair para ir no colégio é o melhor caminho que poderia ter levado. O ensino é ligado normalmente a futuro, se liga normalmente a educação à pessoa ter um futuro bem sucedido. Quando o ensino então vira uma arma dela contra a doença, uma pedra de consistência e força, não há palavras para expressar minha satisfação.

Imagino que esse livro tenha sido um best-seller quando foi lançado, 1964, por ser um livro que trate o assunto abertamente, não trabalha como sendo uma aberração. O livro que considero original para hoje em dia, é minimamente corajoso para a época. E penso que é um ótimo livro para introduzir o assunto, já que trata com liberdade e respeito, talvez assim consiga acabar com alguns preconceitos relacionados a doenças mentais. Novamente, sorte minha, não por ter somente lido um bom livro como também conhecer sobre um novo assunto. Afinal essa não é uma das principais razões da existência dos livros?

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http://depoisdaultimapagina.wordpress.com
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Lia 01/12/2010

Um livro bem dolorido. Conta a história de Deborah, uma menina de 16 anos que é diagnosticada pscicótica e a família resolve interná-la. Durante a terapia ela volta ao seu passado, entra novamente em contato com a culpa, dor e raiva para tentar entender o que a levou viver presa numa fantasia, deixando de lado a realidade. Como o próprio título sugere, nesse livro não há um final feliz, mas é uma história de superação, pois Deborah aprende que pode fazer escolhas, pode construir e realizar muitas coisas na sua vida, mesmo vivendo com uma doença que não tem cura, apenas tréguas.
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