Persuasion

Persuasion Jane Austen




Resenhas - Persuasion


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Toni 13/07/2012

A lovely tale of atonement
There can be no certainty as to what title Jane Austen intended to bestow on her last novel. Considering her first published works “Sense and sensibility” and “Pride and Prejudice” – whose titles where based on plot-pervasive dichotomous feelings –, followed close by toponymic titles such as “Mansfield Park” and “Northanger Abbey”, critics have acknowledged that it was highly expected that Austen would call her last novel “The Elliots” on the track of the eponym “Emma”. Notwithstanding, the title attributed by her brother stands as a very proper one, guiding the reader to the observance of swift or long-lasting changes of judgment provoked by the words of others. To persuade and be persuaded is, indeed, the novel’s leitmotiv, where one accompanies the compunctious story of Anne Elliot, who, seven years prior to the beginning of the narrative, had rejected one Frederick Wentworth, under the advice of a friend and her proud and conceited family.

The novel is, thus, a story of atonement: Anne must regain the affections of Wentworth, once repealed for lack of fortune and connections, for she herself had never ceased to love him. It discusses whether one should accept pieces of advice from others or trust one’s heart on matters of affection, as well as the role of women when bonds, love and endurance are concerned. The following passage is an example of Anne’s claims of the misfortunes of her sex: “Yes. We certainly do not forget you, so soon as you forget us. It is, perhaps, our fate rather than our merit. We cannot help ourselves. We live at home, quiet, confined, and our feelings prey upon us. You are forced on exertion. You have always a profession, pursuits, business of some sort or other, to take you back into the world immediately, and continual occupation and change soon weaken impressions.”

And once again – as seen in “Northanger Abbey” – we readers witness another instance of Jane Austen’s defense of women’s place in culture as both readers and creators of genres of their own. In the quotation below, Anne forbids her interlocutor to appeal to books in matters of love – for they are mainly written by men: “Perhaps I shall. – Yes, yes, if you please, no reference to examples in books. Men have had every advantage of us in telling their own story. Education has been theirs in so much higher a degree; the pen has been in their hands. I will not allow books to prove any thing.” Or in the oblique yet delightfully well put condemnation of women’s education: “Henrietta and Louisa, young girls of nineteen and twenty, who had brought from a school at Exeter all the usual stock of accomplishments, and were now, like thousands of other young ladies, living to be fashionable, happy and merry”. Anne’s father and sisters – Elizabeth (oldest, single) and Mary (youngest and married) – are mordantly depicted and perhaps accountable for the most exquisite humorous moments of the novel.

It is fairly expected to find one smiling when reading any of Jane Austen’s novels. This immediate response, rather than the product of contemptuous acceptance of the frivolous, is provoked by a certain sense of impunity, of delicious youthfulness, of subtle irony and feminine wit, which pervades all her work. As one walks with her characters, dances with them, lays together in drawing-rooms or peruses letters of ill-favored news, one gradually, if not immediately, grows fond of them and becomes a faithful companion to their fortunes. Persuasion – posthumously published – is certainly not Jane Austen's master piece. It does, whatsoever, render a many great features of previous works, and guaranties as many joyful moments of reading as any other work from this brilliant writer.
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Carol 03/02/2011

(L)
Por se tratar de uma obra de Jane Austen, eu já comecei sorrindo e totalmente convencida de que eu amaria cada linha.

Não posso dizer que me mantive tão confiante assim no primeiro capítulo, mas apenas por que me senti um pouco confusa com tantos sobrenomes e ligações ditos em uma avalanche de informações sobra a família Elliot. Ou talvez eu estivesse apenas um pouco enferrujada, porque logo me vi encantada com os capítulos que se seguiram.

Anne Elliot, a heroína do livro é mostrada com a idade de 27 anos na maior parte do livro. É inteligente e tem um humor meigo e perspicaz. Filha do meio, tem duas outras irmãs, a mais velha e mais bonita, Elizabeth e a mais nova e de pouca importância, Mary.

De cara é fácil perceber que na família ninguém da importância pra Anne. O pai e Elizabeth são unidos pelos laços da beleza e tolice que eles julgam muito importantes e Mary, tendo se casado com um pretendente rejeitado de Anne, Charles Musgrove, vive em outra casa com o marido e os filhos.

Até esse ponto, pouco, nada é dito sobre o comandante Wentworth, porém, quando uma ameaça de ruína financeira obriga os moradores do Solar de Kellynch a alugarem a casa e mudarem pra Bath o livro ganha outra perpectiva. Passei então a devorar as páginas.

Anne se vê novamente com a possibilidade de reencontrar seu antigo amor e pretendente que, por força de persuasão da amiga Lady Russell, ela rejeitara para o bem de ambos.

De todos os personagens, os que mais gostei foram Charles Musgrove, cunhado de Anne, o almirante Croft, que alugou o Solar de Kellynch, sendo portanto o meio pelo qual Anne pode reencontrar seu antigo amor e claro Frederick Wentworth, cunhado do almirante e antigo pretendente de Anne.

É um livro de narrativa leve e tão gostosa quanto Orgulho e Preconceito, perdendo em muito pouco pro mesmo. Anne Elliot não é tão orgulhosa quanto Eizabeth Bennet, mas tem em vários pontos pensamentos parecidos. São inteligentes e levemente irônicas. Em outros pontos não há semelhança, por isso não existe da fato uma comparação entre os dois livros.

Gostaria de poder colocar nesta resenha a carta do comandante Wentworth para Anne, mais seria precipitar um prazer que deve ser apreciado no momento certo do livro. Então vou colocar apenas a frase que mais gostei:

“I offer myself to you again with a heart even more your own than when you almost broke it, eight years and a half ago.”

E também a mais famosa:

“You pierce my soul.”

A carta me passou uma sentimento incrível e apesar de breve, foi a melhor parte do livro. Consegui me sentir, acredito eu, como Anne Elliot naquele momento de infinita felicidade.

Portanto, por todos os bons momentos que passei lendo o livro, ele entra para os meus favoritos, bem ao lado de Orgulho e Preconceito.
Renata CCS 04/12/2013minha estante
Estou nas últimas páginas e gostando muito!
Boa resenha!




everlod 11/09/2013

O peso social

"Desta vez li Persuasion, um livro que queria ler há algum tempo, desde a referência feita a ele no filme A Casa de Vidro. É uma estória que pode parecer banal hoje em dia, mas aí é que pesa o talento de uma grande escritora. O livro é muito bom, ótima literatura, e emocionante também, pois através do texto participamos da ansiedade da protagonista, Anne Eliot. É incrível como as pressões sociais, preconceitos, regras de conduta e moral, devem ter feito tantas vidas infelizes naqueles anos em que se passa a trama." Nota: 5
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Sarah Warman/ @travelholic_sarah 25/03/2013

Melhor romance que já li! História perfeita!!!
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Babi Viegas 18/06/2010

Jane Austen possui um estilo de escrita e não costuma fugir dele. É um belo romance, com belas personagens. A descrição é muito bem feita e temos a impressão de conhecer perfeitamente bem cada um dos personagens, mas a britânica nos mostra, na hora certa, que estamos errados.
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sonia 13/01/2012

Uma segunda chance para quem se deixou influenciar pela opinião alheia
A jovem Anne Elliot que se apaixonara pelo pobre, mas ambicioso jovem oficial da marinha, capitão Frederick Wentworth, porém, deixa-se persuadir a rejeitar sua proposta de casamento. Nos próximos oito anos, Anne sofrerá de saudade, até que o destino os reaproxima, em circunstâncias nada promissoras para Anne, pois agora é sua família que se encontra em apuros financeiros. Frederick a evita e é cortejado pela amiga da família de Anne, Louisa Musgrove.
Uma viagem a coloca em situação de destaque, quando se mostra útil, ao contrário de Louise, que se acidenta e acaba por seduzir outro jovem, em cuja casa fica hospedada. Anne tem a oportunidade de contar ao amigo de Frederick, através de um poema, o quanto lamenta uma decisão precipitada tomada anos antes.
Sabendo disto, o capitão Frederick Wentworth a procura, torna a se declarar, e confessa não se ter esquecido dela, porém percebe que ela se tornou uma pessoa melhor.
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isa.dantas 27/04/2017

Entendo a crítica social contida neste livro, mas não conseguiu me cativar, nem a personagem principal, nem os secundários e nem a história
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Vickawaii 18/02/2016

Persuasão
O livro conta a história de Anne Elliot e suas relações familiares e sociais na pacata cidade Bath. Ainda jovem, Anne Elliot apaixona-se pelo inteligente e confiante Frederick Wentworth e planeja casar-se com ele, mas o noivado é rompido porque a viúva Lady Russel a convence de que não há vantagens em se casar com um homem pobre e sem conexões importantes. Com 27 anos de idade, quando as irmãs já estão casadas e Walter Elliot alugou parte da propriedade ao Almirante Croff, cunhado de Wentworth, Anne reencontra o ex-noivo e percebe que ainda o ama, mas Wentworth, agora oficial da marinha, está interessado na sua concunhada Louisa Musgrove, fazendo Anne lidar com a convivência e reconhecer seus sentimentos.

(Resenha completa no blog Finding Neverland)

site: http://wheresmyneverland.blogspot.com.br/2014/09/book-challenge-5-persuasion.html
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Ju 17/03/2012

Persuasion
A história é uma montanha-russa emocional, recheada de detalhes sobre as intrigas e dramas familiares ingleses. Anne Elliot e Wentworth se conheceram, apaixonaram-se, e juraram amor eterno quando adolescentes. No entanto, a família Elliot era tradicional e rica demais para aceitar o envolvimento de Anne Elliot com o desconhecido e não-nobre Wentworth. Os dois são separados, e por anos e anos nada se ouve falar em Wentworth.

Quando ele reaparece no mapa, já com o título de Capitão Wentworth, a família Elliot está decadente devido aos gastos excessivos do Sr. Elliot. Como medida desesperada para ajudar nas despesas, e ainda manter o status nobre, Elizabeth Elliot e o Sr. Elliot decidem mudar para Bath e alugar o casarão em Kellynch. A propriedade é alugada pelos Crofts, em pouco tempo Anne toma conhecimento que a Sra. Croft é na verdade irmã do Capitão Wentworth.

--- Resenha completa no blog:
http://shipmadeofbooks.blogspot.com/2011/11/persuasion-jane-austen.html
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Juliana 08/11/2015

Persuasion
Persuasion é um bom livro. O problema é que o vocabulário rebuscado de Jane Austen o torna meio difícil de ler, mas quando você passa a traduzir as palavras fica mais fácil. Anne é uma personagem muito boa e Capitão Wentworth é um fofo, enfim, é um livro que vale a pena ler.
Guilherme 11/11/2015minha estante
Tenho vontade de ler esse livro, Juuu! Mas vou deixar pra quando estive com um inglês mais rebuscado hahaha


Juliana 15/11/2015minha estante
É, Gui, eu tive dificuldade de ler esse livro, uma hora ou outra aparece uma palavra que você não conhece. Mas a história dele é excelente, vale muito a pena!




Gisa 05/08/2011

E o amor acontece
Descobri Jane Austen viajando de metrô, no longo caminho de Santo André para São Paulo, lendo Sense and Sensibility. Fui envolvida logo pelas primeiras páginas, mas não tinha me atentado para Persuasion até a citação pela personagem de Sandra Bullock no filme "A Casa do Lago" (http://wwws.br.warnerbros.com/thelakehouse/) - é uma história de espera, na qual o amor acontece no momento certo, com a conquista, a cumplicidade.
A persuasão como ferramenta de definição dos rumos da vida se apoia em questões de imagem - qual o meu papel na sociedade - ignorando sentimentos para favorecer o "estar" em detrimento do "ser".
Há também a questão do perdão adiado, pelas mágoas que corroem o peito e provocam dor. Só que o perdão acontece com a convivência, quando se desmancha o preconceito para dar lugar á admiração.
É o amor que não se força, mas se constrói no dia-a-dia, ganhando força, criando laços.
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LauraaMachado 04/01/2018

Sensível e intenso
Nunca pensei que fosse escrever uma resenha para um livro da Jane Austen, nunca me achei capaz de ser objetiva o suficiente; mas como é um hábito meu sempre deixar uma resenha depois de terminar um livro, resolvi que tentaria para esse.

Meus livros favoritos são da Jane Austen, Emma e Orgulho e Preconceito, mas consegui pelo menos ser objetiva quando li Razão e Sensibilidade, porque não gostei muito de quase o livro todo (e temia que Persuasão fosse para o mesmo caminho). Não foi! Não entrou na minha lista de favoritos, mas não consigo deixar de gostar muito da história e do jeito que foi contada.

Os livros da Jane Austen não são para qualquer leitor, nem mesmo para qualquer leitor de ficção histórica. Jane escrevia sobre sua própria época, sem qualquer pretensão de agradar leitores do século vinte e um. Muitas vezes, eu me via esperneando porque queria que a protagonista, Anne, tivesse feito ou falado alguma coisa que nunca teria encaixado na educação da época (e provavelmente teria sido tóxico e estragado tudo), mas sei que a errada aqui sou eu e minhas expectativas modernas. O único problema com esse livro serão os leitores que não consideram sua posição e a da autora e que o julgam de um jeito totalmente errado.

E não é só em questão do enredo, mas da escrita também. Este não é do tipo de livro que dá para ler distraidamente ou que vai agradar todo mundo. Não foi escrito para ser uma leitura viciante, mas inteligente, e isso também não atrai todo mundo. Ele tem todos os detalhes mais importantes em um romance da Jane Austen: crítica aos costumes, à honestidade de caráter das pessoas, à importância dada a títulos, à vaidade e ao orgulho, além de um amor profundo e honesto, criado e cultivado entre dois personagens maravilhosos e humanos. Mas talvez a minha parte favorita em todos os seus livros sempre vá ser como ela consegue passar tanto sentimento em palavras que, para mim, são formais. É surpreendente sempre me encontrar tão absorta nos acontecimentos, como se aqueles sentimentos fossem meus, quando nunca me vi naquelas situações ou usei aquelas palavras. É uma verdadeira prova de seu talento um leitor da minha época se sentir sempre preso a formalidades não familiares e de repente perceber que já está tão envolvido, que não consegue se livrar da sensação de apreensão que só pode vir àqueles cuja vida depende de outra pessoa sentir o mesmo que eles

Ou seja, o romance do livro é maravilhoso como nos outros dela. As últimas cem páginas são as mais emocionantes, as últimas vinte as melhores (nessa edição, minhas favoritas são a 270 e 271 - voltei para reler várias vezes). Os outros dois terços do livro são mais parados, talvez sejam ainda considerados mais maduros, pela idade e pensamentos da protagonista, mas senti um pouco da falta de evolução (que não apareceu tanto em outros livros dela). A Anne foi ignorada demais para o meu gosto, queria chacoalhar todo mundo que nem a via como opção para nada, que sempre ignorava seus comentários racionais e inteligentes! Mas, claro, essa indignação foi recompensada no final, principalmente por cenas incríveis entre ela e outro personagem.

Não tem por que recomendar um livro desses abertamente, quando gostar dele depende muito mais do leitor do que dele. Existe uma razão para Jane Austen ainda ser tão celebrada e definitivamente não é ao acaso. Se você resolver ler Persuasão, esteja ciente de sua época e da de Jane, de suas expectativas e daquelas de todos os personagens. Não espere um romance como aqueles de ficção histórica escritos hoje em dia (que eu também adoro, vou admitir). E aprecie toda a genialidade e a sutileza de críticas e epifanias que me fizeram relembrar o quanto essa autora mudou a minha vida.
Andréa Araújo 05/01/2018minha estante
É difícil ser objetiva com a Jane, mas acho que o que eu mais gosto em seus livros são as personagens, como ela as criava de uma maneira tão real que eu sinto que as conheço. Meu Deus! É tão lindo!




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Alexandra 17/12/2014

Uma história sobre o amor e a espera do momento certo
“Persuasão” é, com certeza, o romance mais maduro de Jane Austen. A protagonista, Anne Elliot, é um mulher de 27 anos solteira, que há 8 anos havia se apaixonado pelo então pobre Frederick Wentworth. Na época ela negou o seu pedido de casamento, sendo persuadida pela amiga Lady Russell. Os anos se passaram e o capitão Wentworth se tornou rico e a família de Anne empobreceu, mantendo somente o título de nobreza e o status.

A vida faz com que eles se encontrem novamente. Anne, agora muito mais velha – principalmente se tratarmos daquela época - , aparece inicialmente como uma personagem abatida e que acredita que o capitão Wentworth já não a ama mais. Já Frederick parece não ter sido capaz de perdoá-la e tem-se a impressão que ele chega até mesmo a odiá-la, sendo disposto a procurar alguma outra mulher para se casar. Somente a chegada do Mr. Elliot, primo de Anne e que se mostra encantado por ela, faz com que Frederick perceba que ele ainda a ama. A partir disso, Anne deixa de ser a personagem triste do início da história, negligenciada pela própria família, para se tornar alguém que brilha, mesmo com seus 27 anos.

Nessa obra, Jane Austen trata novamente do casamento entre pessoas que se complementam e são perfeitas uma para outra. A própria escritora, que morreu solteira, chegou a ter alguns envolvimentos amorosos, mas aparentemente em nenhum deles ela acreditou ter encontrado sua “alma gêmea”. Em “Persuasão” ela faz isso por Anne, que mesmo tendo passado da idade para se casar naquela época, conseguiu enfim encontrar a felicidade, não somente por meio de um casamento qualquer, mas com alguém que ela realmente amava e que valia a pena.

A protagonista é uma personagem cativante, que tem uma grande noção de moralidade, ao mesmo tempo em que sabe ser perspicaz, inteligente, atenciosa e irônica. E os demais personagens também são bem construídos: entendemos a raiva e amabilidade do capitão Wentworth; o charme do Mr. Elliot; a hilária e dramática irmã Mary; e os egocêntricos pai e irmã mais velha, Sir Elliot e Elizabeth Elliot.

“Persusão” também se difere de alguns romances de Jane Austen por abordar mudanças no nível social dos personagens. Surgem os marinheiros, que ganham seu dinheiro a custa de trabalho, diferentemente dos nobres, que nascem ricos. Esse aspecto é um reflexo dos tempos de Revolução Industrial e mudanças na sociedade da época.

De qualquer forma, “Persuasão” é, acima de tudo, um livro sobre a capacidade de esperar e de amar. Além de anunciar a chegada de novos tempos, onde nunca é tarde para uma mulher se casar e onde as pessoas têm a possibilidade de ascender socialmente por meio do trabalho.

site: http://eunaosoualexandredumas.blogspot.com.br/
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Fimbrethil Call 26/05/2013

Ámor verdadeito
Anne era uma mocinha de 27 anos, que fazia tudo por dever e colocava o coração de lado, até que a oportunidade de reencontrar aquele que ela amava, e que a amava de volta, apareceu de novo, e ela agarrou com as duas mãos. Livro bom, cheio de situações e diálogos muito bem construídos e uma visão bem clara da vida na Inglaterra daqueles tempos. O livro é sobre a vida cotidiana, mas a vida cotidiana não é descrita nos mínimos detalhes, por isso eu achei muito legal quando, num momento do livro, a Anne pensa como seria difícil viver na mesma cidade que ele, indo à mesma igreja. Esse detalhe me pareceu tão simples e ao mesmo tempo tão tudo.
Victor Campelo 20/03/2017minha estante
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