WE3 - Instinto de Sobrevivência

WE3 - Instinto de Sobrevivência Grant Morrison e Frank Quitely




Resenhas - WE3 - Edição Definitiva


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Paula.Lemos 30/05/2020

Comovente e Relevante definem
WE3 Instinto de Sobrevivência conta com roteiro de Grant Morrison e arte maravilhosa de Frank Quitely. E aqui mais uma vez Morrison me surpreendeu de maneira positiva...
Em WE3 temos uma estória no qual o governo dos estados unidos possuem projetos nos quais animais são utilizados como armas de combate, para que guerras sejam travadas por eles e que vida humanas não sejam mais perdidas nesses eventos.
Na trama temos os 3 animais, protagonistas, que reagiriam melhor aos testes, comprindo e fazendo tudo o que o governo mandava, até que certo dia, o governador diz q eles estão ultrapassados e mandam a acabar com o projeto, a cientista fica com pena e solta os animais. A partir daí, a trama se desenvolve em mostrar os humanos caçando os animais e o que eles sentem e fazem para sobreviver.

Aqui temos aquela guerra de moralidade causada por Morrison. É certo utilizar animais para poupar vidas? É certo tratar esse animais como objeto?

Não sei se o fato de ter animais e amar meu bichinhos vez com que eu me envolvesse mais na trama, mas em muitos momentos me emocionei demais, chegando até a chorar em alguns trechos.
Sobre a edição da panini está .

Obra que vale muito a pena !!!
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Victor 23/10/2020

Animais de Guerra.
Imagine que o governo dos Estados Unidos tenha planos para transformar animais em verdadeiras máquinas de guerras e os utilizá-los em seus conflitos. É justamente com essa premissa que Grant Morrisson(Grandes Astros Super-man e Homem-Animal) e Frank Quitely(Grandes Astros Super-man e Legado de Júpiter) criam o enredo de WE3.

Três animais foram transformados em armas de combate e após alguns incidentes acabam fugindo das instalações governamentais e agora precisam lutar por sua sobrevivência.

Grant Morrison, muito conhecido por suas obras recheadas de metalinguagem, referências a ocultismo e coisas malucas, aos quais muitas vezes dificultam o entendimento de suas obras e consequentemente por afastar alguns leitores. Em WE3, o autor nos entrega uma obra curta, direta e de fácil entendimento, o que é um ponto muito positivo, principalmente para quem tem receio com obras do mesmo. Morrisson consegue nos entregar um enredo divertido e emocionante, e mesmo com um vocabulário extremamente limitado a pouquíssimas palavras, temos uma personalidade diferente e reconhecível para cada animal.

Outro ponto importante a se destacar é a arte de Quitely a qual mais uma vez brilha, possuindo um experimentalismo narrativo ao não nunca antes havia visto em uma HQ, com quadros e passagens que nos deixam minutos presos as páginas, apenas admirando os detalhes artísticos.

Enfim, WE3 é uma obra muito boa, mesmo que curta e de premissa simples, certamente lhe entregará alguns bons momentos de entretenimento e diversão e caso tenha uma relação forte com animais de estimação, certamente até mesmo emocionado. Recomendo a leitura.
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Lu Tenorio 08/08/2020

Uau
Diferente de tudo que já li,uma HQ que te faz pensar,até onde vai ambição do homem ? O que divide o bem do mal,simplesmente espetacular.
Sem contar que é um trabalho gráfico simplesmente impecável e tocante,tanto que houve momentos que nem se fazia necessário palavras.
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Mateus 28/12/2020

Animais com partes robóticas usados como armas de guerra. É isso mesmo, nesse gibi a historia fala sobre 3 animais, um cachorro, um gato e um coelho que foram sequestrados, torturados e modificados para serem usados como armas de guerra, a historia é interessante visto o tema, mas o ponto alto acredito ser a arte, a narrativa gráfica é muito bem usada e foge do usual, a arte possui muito movimento e também bastante ação, recomendo sim.
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Avalon 09/08/2020

Instinto de Sobrevivência
WE3 é um quadrinho empolgante, cativante, fofo(??) e, ao mesmo tempo, perturbador... Uma bela ficção científica sobre animais belicamente modificados e todo o poder e destruição que o experimento trouxe ao mundo...

Roteiro sensacional de Grant Morrison e uma bela arte de Frank Quitely, que em muitas páginas simulam um filme de ação muito bem detalhadas!

Edição de luxo da Panini está na média. Sem problemas em relação a diagramação e tradução. 4,5/5
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Pimentel 01/08/2020

WE3
O conceito é otimo, mas ao meu ver deveria ser mais explorado, não é ruim, muito pelo contrário, mas deixou um gosto de poderia ter ido mais longe, talvez fosse esta mesmo a intenção....
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will (IG: amigos_de_paginas) 04/06/2018

We3
Uma história de animais fofinhos programados para matar.
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Douglas.Eduardo 02/06/2020

Desenhos e história legal
We3 um quadrinho top leitura rápida sem enrolamentos sobre sobrevivência e sangue esperava mais do final, mas uma boa leitura
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spoiler visualizar
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Rodrigo.Calza 05/08/2020

Três animais foram treinados pelo governo e equipados com avançados exoesqueletos para se tornarem as mais mortíferas armas já produzidas: inteligentes, obedientes e - acima de tudo - letais. No entanto, dentro das armaduras estão três amedrontados bichos de estimação, cujo instinto de sobrevivência pode se sobrepor aos desmandos de seus criadores. Inovadora e brilhante, a obra é a aventura mais acessível de Morrison de todos os tempos, destinada a se tornar um clássico.

Magistral!!!?
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William.Ramos 27/09/2020

Ótimo
Apesar de uma premissa simples e de pouco aprofundamento nos conceitos (muito devido a duração e a proposta da HQ), a narrativa é fluida e até experimental, com o Morrison e Quitely brincado com as possibilidades dos quadrinhos.
A edição da Panini enriquece muito a história com extras de esboços, roteiro e principalmente de comentários da equipe criativa explicando alguns pontos de destaque.
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Che 24/09/2017

BICHARADA VIOLENTA
Já é o terceiro trabalho da dupla Grant Morrison e Frank Quitely que leio, após "Grandes Astros Superman" e a fase de ambos em "X-Men". A proposta inicial me fez torcer o nariz, afinal, se tratava de uma HQ aventuresca sobre três 'pets' tornados armas de guerra do exército. Mas a curta extensão da HQ e as boas lembranças dos trabalhos anteriores da dupla me fizeram encarar a curiosidade.

Pra ser bem sincero, boa parte da minha suspeita preconceituosa se confirmou. Por mais que os fãs mais exaltados do autor digam que não, há sim algo de limitante e invariavelmente pueril nas figuras dos três animais de estimação colocados em couraças metálicas e com equipamentos que permitem a fala. O coelho, em particular, é "cute" ao extremo, por mais que Quitely se esforce em tentar pintá-lo como 'máquina assassina'. Acaba até ficando engraçado, algumas vezes, quando o roteiro pretendia o oposto.

Todavia, esse problema é menor do que eu pensava, embora exista. Os trechos de ação são convincentes e bastante sangrentos, com tripas e ossos expostos aos montes, começando pela ótima página das 'balas em 3D' logo no primeiro assassinato realizado pelos três 'soldados'. A coisa fica ainda melhor quando entra na série, já no capítulo final, um quarto animal, que é posto ali justamente pra tentar acabar com os outros três, com alguns quadros de pura violência.

Morrison fez um roteiro simples até demais, talvez coubesse versar mais sobre o passado dos protagonistas e como foram virar armas de guerra. Não há muito espaço para desenvolvê-los em coisa de cem páginas da série, embora o roteiro consiga deixar pistas e traços suficientes para diferenciá-los em personalidade, especialmente o cão líder e o gato rebelde. O recurso da fala foi usado de modo original e surpreendentemente verossímil, colocando os animais para articular com sintaxe minimalista e até propositalmente confusa de algumas poucas palavras, ao invés de longas falas bem articuladas (logo no começo, um dos personagens nos sugere não esperar sonetos de Shakespeare da bicharada).

Mas o melhor é mesmo Frank Quitely. Poderia soar um roteiro simples, bobo e francamente absurdo se não fosse a arte detalhista e cuidadosa do autor, que conseguiu a façanha de tornar aquele conceito dos animais-soldados aceitável no jeito como os colocou em couraças robóticas quadrúpedes (cogitaram colocá-los como bípedes, mas felizmente descartaram) e tornou as habilidades e ações deles contra os perseguidores humanos esteticamente primorosa, além de toda a passagem de várias páginas sem palavras com as câmeras de segurança. Sem Quitely, teria sido uma HQ apenas medíocre. Com ele, é bem acima da média.

Por fim, é de se ressaltar que "WE3" não é nada de revolucionário e não vai reinventar a roda da nona arte. Mas tem méritos, especialmente no desenho, além de instantes de tensão e emoção genuínas.
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Xand.Brum 08/05/2018

Extremamente emocionante
Meu hipe pra essa leitura estava nas alturas comecei a ler e achei bacaninha, desenho bom roteiro interessante mas nada demais, só que quando chega no terceiro capítulo, nossa, A história explode, acho q nunca me emocionei com uma hq tanto como essa, completamente visceral, item obrigatorio
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Bernardo Brum 05/09/2018

Mesmo descrito como "mais acessível", Morrison continua piradaço na composição de suas narrativas, e mesmo compondo uma história linear, a incrível narrativa visual brinca com profundidade das figuras e a fragmentação dos quadrinhos e subversão da disposição a favor da narrativa a favor da ação. O universo absurdo flui de forma tão brutal quanto emocionante, mostrando a razão do autor ser um dos nomes mais fundamentais para a revolução na arte de contar histórias por meio de quadrinhos no último quarto de século.
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