Crianças Francesas Não Fazem Manha

Crianças Francesas Não Fazem Manha Pamela Druckerman




Resenhas - Crianças francesas não fazem manha


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Henrie 11/04/2019

Coerente
Gostei muito do livro e recomendo para todas as mães que pretendem ter uma criação voltada para a inserção da criança na família, com amor e respeito e não fazê-la o centro de todas as atenções, a rainha e dona da casa.
Da educação de um filho, existem várias teorias, inclusive da dona maricotinha, que criou um monte de gente..Todo mundo em parte tem seu pitaco. Achei que a forma como ela conduz a narrativa é bem coerente e gostei desse forma de educar.
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Liliam 26/03/2019

Um livro interesante que eu recomendo
Fiquei aliviada da autora Pamela Druckerman que é jornalista não ser uma pessoa que idolatra a França, e isso fica claro no começo do livro. Ela é estadonidense que mora em Paris onde tem a primeira filha e vai percebendo que as crianças francesas desde cedo sentam-se com os pais no restaurante e comem sem chiliques. E começa aí a sua investigação de como os pais franceses conseguem essa proeza? A autora faz muitas observações conversas com pais e mães franceses, entrevistas com especialistas e muitas leituras (o livro é recheado de dados de pesquisas e de obras de especialistas. Ela também compara a sociedade e educação estadunidense com a francesa, a primeira muitas vezes os filhos comem fast food e comida industrializada e fazem o que querem, diferente da França em que comem frutas e legumes desde cedo inclusive na creche e a criança tem limites ao mesmo tempo que é incentivada a ser autónoma.. As instituições públicas realizam viagens de 8 dias para crianças de 4 a 11 anos irem sem os pais na França. O livro tem uma linguagem acessível e com muito humor
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Dani 05/01/2019

Importante
Muito interessante. Boa leitura para quem se interessa no tema educação de filhos. Bem escrito e com um toque bem humorado. Recomendo.
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Renata Molina 28/09/2018

Deslumbrada
Tem muitas dicas legais, mas não concordo com tudo.
Gostei da parte de não ficarmos forçando a barra com relação a estimular a criança, ela fará da sua maneira, não interessa se for cedo ou tarde. Devemos dar as condições.

Achei ela deslumbrada com a cultura francesa e até uma francesa a desmentiu: https://oglobo.globo.com/sociedade/toda-crianca-faz-manha-ate-as-francesas-14359263#ixzz3WoPAfB77

Em relação a educação francesa ser melhor que a de outras culturas, fico com Içami Tiba, que dizia que criança é igual em qualquer lugar do mundo, e incluo aqui as francesas.
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Pati 09/08/2018

Interessante e Esclarecedor
O livro é uma forma divertida de entender como a forma francesa de educar os filhos pode ter aspectos positivos para a crianças, e demonstra que as crianças podem ser educadas e ao mesmo tempo os pais podem ter uma vida, que vai além de ser pais. A autora coloca angustias e exemplos de uma forma muito interessante, demonstrando também as diferenças entre a forma de educar dos americanos e franceses. Por fim, acredito que seja uma leitura indispensável para futuros pais, pois é esclarecedor em como ter filhos pode ser uma experiência em sua maior parte feliz.
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MARIO 25/07/2018

Comparando para nos enxergarmos
Finalizei a leitura desse livro com uma perspectiva diferente daquela com a qual comecei. De início, achava que o jeito francês de criar os filhos seria o modelo a ser adotado e este livro seria o meu guia para atingir esse objetivo. Contudo, ao contrário do que possa parecer, este livro não se trata de um guia sobre a criação de filhos ao estilo francês. na verdade é um relato da vivência de uma mãe americana em Paris, cidade na qual, circunstancialmente, está criando seus filhos. Nessa condição (e sendo jornalista), ele consegue transmitir um pouco dessa experiência com relatos do seu cotidiano. Inevitavelmente, ela faz um comparativo de como cada povo educa seus filhos. Nesse ponto ela ressalta as características dos franceses nessa tarefa em contraste com os americanos (os quais percebi que são mais parecidos conosco brasileiros). Para os franceses, o ponto principal é enxergar a criança como um indivíduo e, dessa maneira, dar autonomia a ela para discernir sobre cada atitude. O mais legal ao final da última página é perceber que todo comparativo faz algo muito importante por nós: faz que a gente preste atenção ao nosso modo de lidar com as situações e perceber possíveis disfunções. Então, acabamos nos deparando com nós mesmo no final do livro. Por isso, não espera aplicar as ideias desse livro (que são muito boas) como um método definitivo. Nem a autora que vive em Paris conseguiu criar seus filhos nos moldes estritamente franceses.
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Zaila 08/06/2018

Ótimo
Não tenho filhos, mas a maneira como os filhos de amigos e conhecidos, e até mesmo desconhecidos, vêm se comportando está me deixando preocupada.
É muito comum encontrar com crianças birrentas e choronas por toda parte, sem um pingo de educação. E não vou mentir, ver uma criança assim tão mimada me dá nos nervos.
Mas afinal, não sou mãe, então como posso pensar como uma? Não é isso que nos dizem (risos).
E, apesar de tudo, tenho certeza que as coisas não são bem assim. Algo está acontecendo na sociedade em geral para tamanho 'empoderamento' de crianças, onde podem tudo, passam por cima da vontade de tudo e todos (mais nervos).
Então, a melhor forma de iniciar uma mudança desta situação, ao menos para mim, é indo atrás de lições para que me façam enxergar além, vendo a forma que estão educando as crianças.
Este livro pode até ser um 'tico' direcionado para as mamães, servindo até como uma cartilha (mas nada em comparação com O que esperar quando você tá esperando - acredito eu), mas ainda sim, muito sábio.
Me fez notar que a primeira carência está partindo dos próprios pais, e qdo os filhos são atingidos, fica difícil reverter.
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Carolina 17/03/2018

França x Eua: e o Brasil, de que lado está?!
Muito gostoso ler esse livro e acompanhar as dificuldades que uma mãe estadunidense encontrou ao criar seus filhos em Paris, já que a educação das crianças nos dois países se dá de formas tão diferentes. Eu, que "simpatizo" muito mais com as concepções da educação infantil francesa, adorei ver a desconstrução dessa mãe tentando fazer o melhor possível para sua prole.
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rayaneguapa 12/03/2018

Guia prático
Claro que ninguém ensina a educar filhos, bebês não possuem manual, mas o livro sabe como colocar um ponto de reflexão em nossas mentes.
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Sheiny 18/07/2017

leitura obrigatória
Leitura fácil e essencial para quem tem filhos. é possível educa-los e torna-los seres melhores para o mundo em que vivemos. Super recomendo a leitura.
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Caroline 21/06/2017

Muito, muito bom!
Subestimei demais este livro. Um dos motivos foi por ter ouvido falar que a autora recomendava deixar o bebê chorando por um bom tempo para discipliná-lo. E, bem, ela não faz isso. Na verdade, diferente do que imaginei, ela não recomenda nada. Pamela Druckerman apenas diz como as coisas são na França. Simples assim!

A autora, uma jornalista novaiorquina que se muda para Paris depois de se casar, começa a observar as diferenças comportamentais entre franceses e americanos quando engravida de sua primeira filha. Eu não esperava que o livro fosse quase um relato de uma experiência pessoal, então estranhei um pouco o começo, quando ela estava se apresentando, mas após entender o propósito do livro, passei a gostar bastante.

Quem espera um manual, uma lista de problemas e soluções ou algo do tipo, irá se decepcionar. O livro é mais para entender, de uma maneira descontraída e bem-humorada, a filosofia francesa de educar (que não é lá muito bem-humorada, rs). Se ela é boa ou ruim a médio e longo prazo não se sabe, mas ela parece funcionar ali, no quesito disciplina e boa alimentação, na primeira infância.

Entendendo essa filosofia, o leitor pode incorporar à sua rotina, dentro de seus princípios, os hábitos que julga bons, mas a verdade é que não dá para “ser francesa” fora da França. Os franceses parecem dispostos a seguir as mesmas regras sociais [sem nem perceber], incluindo corrigir deslizes dos filhos dos outros. A maneira como eles educam os filhos é muito homogênea, o que facilita a vida de todos. Não tem, por exemplo, uma tia oferencendo doce na hora errada ou deixando o sobrinho bagunçar toda a sua casa. É como se, em prol de uma sociedade sem crianças birrentas, todos se empenhassem.

Essa homogeneidade pode parecer fantasia da autora, mas já li o mesmo em outros livros, como Piquenique na Provence, de Elizabeth Bard, jornalista americana casada com um francês. O livro de Bard não foca na maternidade, mas como ela engravida e tem um bebê, seu relato se assemelha muito – muito mesmo – com o de Pamela.

Não existe muita novidade nas “técnicas” francesas, são os famosos limites, a diferença é que eles conseguem seguir com rigor e firmeza o que julgam correto.

O livro é bem escrito e muito bem estruturado, e, mesmo que não se concorde com toda a filosofia educacional francesa, há sim bons hábitos e boas dicas (muitas!) para serem incorporadas ao nosso dia-a-dia. De toda forma, tendo filhos ou não, é uma ótima leitura para quem gosta e quer entender um pouco mais do estilo de vida francês. Vale a leitura!

ig: @historiasdepapel_

site: historiasdepapel.com.br
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Viviane.Martins 10/05/2017

Indico!
O livro fala sobre ensinarmos a criança saber esperar, sobre alimentação, sobre como ajudar a serem pessoas melhores. Super indico!
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Karoline 24/03/2017

O livro perfeito para antes de ter filhos, um livro dispensável depois de ter filhos ?
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Babi.Freitas 15/01/2017

Recomendo!
Amplia a nossa visão sobre a forma de educar e relacionamento entre pais e filhos. Bem humorado e de leitura fácil, indico até para quem não possui filhos e sugiro como leitura quase obrigatória para que possui.
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