O Código Élfico

O Código Élfico Leonel Caldela




Resenhas - O Código Élfico


41 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3


becka 07/07/2020

Tortura
Fui ler esperando um livro no mínimo um livro 3.5 estrelas, 3 forçando. Tentei me convencer que estava gostando a todo momento, mas não deu. Parecia uma tortura, os diálogos são bobos(pra dizer o mínimo), os acontecimentos são desconexos e jogados, as citações da cultura pop são muito forçadas e os próprios personagens não carregam muita profundidade, o final do livro feito pra chocar não me impactou em nada já que eu não ligava pra nenhum dos personagens, a escrita é rasa e todo mundo sempre faz exatamente o que você espera que faça.
comentários(0)comente



Fabbriz 07/06/2020

Esperava mais.
Por ser o primeiro livro sobre Elfos que li, esperava mais da história.Achei cansativo e como não gosto de abandonar livros pois acredito que possa se salvar alguma coisa até o final o que não aconteceu nesse caso.
A história se arrasta, com momentos que cheguei a pensar "qual a necessidade disso?", Com um final sem aquela reação "Ual".
comentários(0)comente



Mooony 10/05/2020

Decididamente um dos melhores livros que li quando menor, a história te prende do começo ao fim, devo ter relido umas 4 vezes.
comentários(0)comente



Ariane 04/04/2020

O código élfico estava na minha estante aguardando ser lido e comecei ele com muita expectativa pois havia ouvido falar muito bem desse livro.
Confesso que esperava muito mais do livro, uma história bem confusa, cansativa e elaborada em demasia , foi bem difícil de continuar a ler as 576 páginas..
A ideia do livro é boa, mas acredito que não precisava tantas páginas ... Achei que o autor enrolou demais e deixou o livro chato e cansativo.
comentários(0)comente



Rafa 03/04/2020

Uma caixinha de surpresas....
Comentário à la resenha....maios ou menos.
Bom, por onde começar.... A princípio lá estava eu em mais uma Nobel da vida, louca por um livro novo, mas sem ideias. Fui procurando de estante em estante algo que me chamasse atenção e curiosidade. Acabei encontrando esse "tal de" O Código Élfico, capa bonita..ok, sinopse interessante...ok, acabei comprando, lógico (assuntos medievais e fantásticos é comigo). Porém entretanto todavia, comecei a ler os dois primeiros capítulos, não entendi absolutamente de nada, a sinopse dizia uma coisa e a história estava sendo totalmente outra...estava super perdida. Confesso que abandonei, mas como uma pessoa extremamente curiosa e sentimental em relação aos livros, dois meses depois resolvi que iria finalizar o livro...e digo...NÃO ME ARREPENDO. A história me surpreendeu de um jeito inexplicável. Misturou vários gêneros, um baita plot twist, e o final....Como disse, fiquei meio perdida no início, mas ao continuar, a história vai te engajando e te prendendo, e tudo vai se conectando, e se misturando e virando uma história maravilhosa de se ler. Personagens interessantes (até os habitantes de Santo Ossário foram muito bem feitinhos), boas batalhas (apesar de o autor detalhá-las muito bem, o que pode se tornar meio cansativo), e vários pontos (totalmente diferentes, devo dizer, pois assassinos em série, elfos e aliens, onde tu já leu um livro com tudo isso?) que se conectam perfeitamente e fazem sentido para a história (não sendo tudo bagunçado, como aparentemente deveria ser, pois com tantos elementos é difícil pensar que possa caber tudo em um livro), enfim...E ainda uma surpresa maior (que descobri lá pela metade do livro) o Autor é um BRASILEIRO!!! Realmente encantada com escrita e o modo de desenrolar do livro. Posso afirmar com certeza que foram poucos os livros que me surpreenderam tanto quando esse!!
comentários(0)comente



Vinicius.Villela 02/01/2020

Torturoso
Olha... não sei porque me forcei a terminar de ler esse livro, quando claramente ele não era pra mim. Você pode muito bem gostar dele, cada um é cada um, então entenda isso enquanto ler a resenha.
Personagens fracos, diálogos fracos, soluções lamentáveis, o desejo irracional de escritores brasileiros fazerem referências a obras de cultura pop sem a mínima necessidade(nesse aqui ainda é pior, porque as duas referências fazem parte da história, por mais que sejam pequenas, simplesmente me irrita esse tipo de coisa banal)
Quase 600 páginas de tortura para um final completamente sem sal. O único mérito desse livro foi a criatividade do autor em relação ao plot do livro, que mistura elementos que eu nunca havia visto juntos, mas para por aí. Ideias interessantes não são garantia de execução bem feita, que é o caso neste livro, pra dizer o mínimo. A leitura foi triste, torturosa e muito cansativa, prosa arrastada demais, com pouquíssimos momentos de competência.
Dava pra ficar mais um bom tempo falando sobre os problemas do livro em maior detalhe, mas sinceramente, ele já consumiu tempo demais da minha vida. É isso.
Confesso que ao menos a sensação de estar livre para ler outro livro agora, é maravilhosamente recompensadora!
comentários(0)comente



Saulo Barreto 26/06/2018

Ótimo livro
Por algum tempo namorei esse livro e o preteri perante outros. Finalmente o li e gostei bastante.
Com um universo bem formado e claro, acima de tudo, Caldela fez um bom conto sobre misticismo, escolhas e fantasia.

Totalmente recomendado.
comentários(0)comente



Amanda - @entrelinhas.literario 06/04/2018

"Ela mesma dissera que a humanidade era como chocolate: gordo, cercado de propaganda, doce demais. Mas qualquer um que não gostasse de chocolate era indigno de confiança.
- E se eu dissesse que também quero salvar o mundo? Estaria sendo boba?
- Acho que estaria admitindo a verdade. Admitindo que você pode salvar o mundo. E que este mundo merece ser salvo.
Havia bombas atômicas, mas também chocolate."

Nicole é uma garota que cresceu cercada de lendas urbanas acontecendo à sua volta: de namorados vítimas de serial killers que pareciam saídos de um filme de terror até uma amiga desaparecendo após chamar três vezes por um nome na frente de um espelho. É a princesa das conspirações e lendas urbanas.

Astarte é um príncipe elfo treinado desde sempre em Arcádia para ser o melhor guerreiro. Mas vem para o mundo dos humanos, criado em laboratório, e conhece Nicole.

Existe uma grande conspiração para trazer os elfos de Arcádia para dominarem os humanos na Terra, e a princesa das conspirações, o príncipe elfo e um humano veterano de guerra são a melhor aposta para impedir o domínio da Rainha da Beleza, criadora original de Astarte e soberana dos elfos.

Eu esperava encontrar neste livro uma fantasia épica sobre um universo completamente fictício, medieval e com muitos elfos segundo o padrão Tolkien. Minha surpresa foi consideravelmente alta enquanto eu ia desbravando cada página para encontrar teorias da conspiração, lendas urbanas, serial killers, zumbis, monges e, claro, alguns elfos.

O humor irônico do Caldela estava com tudo nesse livro. As misturas de assuntos me fez ter muita curiosidade para avançar para cada próximo capítulo na tentativa de entender tudo o que estava acontecendo. O grande ponto positivo deste livro é que mal você começa a leitura, já sabe que os caminhos tomados na escrita serão completamente imprevisíveis. ⠀
Infelizmente, o livro me perdeu mais para o final, a partir da terceira parte. O desfecho me fez questionar: afinal, o que eu estava lendo até agora?

site: https://www.instagram.com/entrelinhas.literario/
comentários(0)comente



Odin com Pimenta 26/01/2017

O Código Élfico, de Leonel Caldela
Por Leonardo Targueta

Fala aí pessoal. Bem esse é o meu primeiro post no site e vou falar sobre um livro de um autor brasileiro: o Código Élfico, de Leonel Caldela, mais uma obra que mistura o contemporâneo com a fantasia, nada de novo, mas que aqui é bem feito e elaborado.

O livro se passa em sua maior parte numa cidade fictícia, situada no interior do Brasil chamada Santo Osário. Apesar de ser uma cidade interiorana não deixa de ser conhecida, isso devido a dois fatores importantes: primeiro pelo o seu conhecido festival de cinema e, segundo, pelos misteriosos fatos e assassinatos que ocorreram na região.

O livro tem dois principais personagens. Cada um deles começa sua história em locais diferentes, mas sempre demonstrando que ambos possuem um vínculo bem próximo.

Falemos deles um pouco. Nicole é uma sobrevivente dos acontecimentos em Santo Osário e devido a isso carrega consigo o título de “Rainha das Conspirações” e Astarte é um príncipe élfico que vive isolado do seu povo até que seu treinamento esteja completo. E com esses dois personagens complexos e apaixonantes que viveremos as aventuras do livro.

“Era a última vez que o chamava de mestre, Astarte o havia igualado.

O mentor não demonstrava qualquer satisfação; não demonstrava nada. Era pura serenidade, rosto sem expressão, sentado sobre os calcanhares na relva úmida de carvalho ...

- Vossa Alteza é Astarte. Filho de Sua Majestade, Titânia, a Rainha da Beleza. Principe dos elfos. A Primeira Flecha de Arcádia.

Prostrou-se em respeito. Astarte se ergueu.

- Então agora poderei obter respostas Harallad? Conhecerei o palácio? Conhecerei minha mãe?

- Em breve, Alteza, conhecerá seu verdadeiro destino.”

Como dito anteriormente as histórias são contatas separadamente, mas sempre demonstrando que existe um vínculo próximo a eles, e esse vínculo vai sendo revelado conforme a história prossegue, revelando mais sobre o passado de Nicole, do porquê ela carrega o tal título e sobre o motivo real de Astarte viver isolado. Ambos passam por problemas e situações bem inusitadas até finalmente se reunirem, e é nessa reunião que realmente a coisa começa a ficar séria para ambos os lados.

E nesse contexto temos uma aventura repleta de ação, com uma história bem elaborada e intrigante. Um livro que te prende não somente pelos os principais personagens, mas também pelos secundários que te prendem com seu carisma ou jeito de ser.

No fim o Código Élfico e um ótimo livro de um autor que sabe o que faz com leitura simples e agradável.

Minha opinião: leia sem medo de ser feliz, ótimo livro e recomendadíssimo aqui por nós do Odin com Pimenta.

site: http://odincompimenta.com.br/livros/resenha-o-codigo-elfico-de-leonel-caldela/
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Tsuyk 30/08/2016

Um dos melhores livros nacionais que já li, para não dar spoiler só o que posso dizer é que parece que você está lendo um roteiro de uma série mas um roteiro com detalhes,e como se cada capítulo fosse um episódio, e o livro termina com um final é perfeito.
comentários(0)comente



JoséW 03/03/2016

Elfos de uma maneira que você nunca viu!
O Código Élfico é um livro denso e ousado, eu diria corajoso. Leonel Caldela tem ao seu favor uma escrita precisa e minuciosa e vem nos apresentar esse livro munido de metáforas, referências e conceitos difíceis de serem assimilados. Devo dizer que não é um livro simples ou fácil de ler, o que não é negativo para a obra, claro.

O Código Élfico conta a história de Nicole Manzini, uma jovem que cursa Mestrado de Filosofia em uma faculdade na Europa e vê sua vida desmoronar por acontecimentos aleatórios (ou não) e é arrastada de volta para sua cidade natal, Santo Ossário no Brasil. Lá ela conhece Felix Kowalski, um ex mercenário que a salva de diversos perigos.
Após uma série de eventos, Nicole conhece Astarte, um elfo criado em laboratório por uma empresa com comandantes malígnos (Strauss SA). Astarte, apesar de ter seu corpo terreno criado em laboratório já existia em Arcádia, um mundo paralelo onde os elfos vivem e são a raça dominante, lá ele é o príncipe élfico mestre nas artes élficas, filho de uma rainha maligna com planos de vir ao nosso mundo e escravizar todos os seres humanos. Astarte se rebela contra os planos de sua mãe e se junta a Nicole e Felix para impedir o domínio da Terra.

O livro conta com diversos elementos antagônicos. Leonel junta facetas da literatura fantástica e consegue mesclar magia, artes élficas, magia negra, fuzis, bombas, explosões, arco e flecha, espadas, laboratórios de experimentos e filosofia, ou seja, possui uma obra ousada e pretensiosa.
A leitura é trabalhosa e a obra é grande justamente por abordar todos esses elementos e dar profundidade a eles, tanto elementos fantásticos quanto desenvolvimento de personagem, exploração da filosofia e ambientação nos dois mundos.

Leonel nos apresenta O Código Élfico subvertendo a jornada do herói, a nossa heroína não começa no mundo comum, ela primeiro aparece sendo treinada por seu mestre Astarte, e esse capítulo fica solto diante da cronologia do livro (o que faz sentido com a filosofia empregada por Leonel para a obra).
De qualquer forma, a jornada do herói está presente no livro, porém nos é apresentada de uma forma não óbvia tendo suas etapas fora de ordem e muito bem mescladas com o andamento da trama. Devo dizer também que, Leonel utiliza a jornada para DOIS personagens em tempos diferentes do livro e isso é algo inédito para mim.

Elfo
Leonel estabelece um mundo etéreo (Arcádia), mundo este no qual os elfos são as criaturas dominantes e escravizam os poucos humanos que estão lá e tem como objetivo vir para a terra e voltar a dominar este mundo também e isso dá um tom realístico à obra.

Que?! Tom realístico?

Pense bem, por concepção, elfos são criaturas mais desenvolvidas que seres humanos. São seres dotados de imortalidade e, por consequência, são melhores mestres, mais sábios, possuem conexão direta com a natureza, são mais vigorosos fisicamente e são seres infinitamente belos. Aqui Leonel nos apresenta uma visão mais realística dos elfos ou de um mundo onde existe elfos. Talvez não realístico quanto às características, formas, etc...Porém em ordem natural ou natureza dos elfos e como isso impactaria o mundo.
Em O Código Élfioco, elfos não são criaturas más por essência ou cheias de ódio, muito pelo contrário, se tem algum sentimento pela raça humana é indiferença. Indiferença pois o ser humano é um ser tão inferior que não pode ser nada diferente além de meros instrumentos para realizar suas vontades, assim como, no geral, o ser humano não exita em testar produtos químicos em animais ou montar a cavalos e usá-los como meio de transporte e diversos outros exemplo aplicáveis...
Sendo assim, os elfos sendo tão superiores fisicamente e espiritualmente, por que não subjugariam a raça humana? Esse é um ponto muito interessante que Leonel aborda. Pode parecer terrível essa concepção, porém os seres humanos como raça dominante, por diversas vezes na história (e ainda no presente), escravizam seres inferiores e os usa a seu bel prazer, então por que, caso existissem elfos, eles não fariam o mesmo conosco?




O que também chama a atenção é a concepção de magia e artes élficas imposta pelo autor. Leonel usa como argumento que as habilidades de cada ser estão vinculadas à capacidade de entender o mundo à sua volta, mesclar-se a ele, e então impor sua vontade para que todo o universo se molde, resultando assim na realização da sua vontade, caso este seja forte o bastante. Este conceito faz total sentido com o conceito do livro, posto que são as ARTES ÉLFICAS e, como dito anteriormente, elfos teriam uma forte conexão com a natureza e com o mundo, logo torna-se uma solução tão criativa quanto lógica e funciona muito bem para tangibilizar a parte não física dos combates, afinal em uma batalha, nem sempre o mais forte ou habilidoso sai vencedor...
São nesses conceitos que Leonel ousa ir além. Ele tenta sair do óbvio, do que sempre vemos em todas obras de fantasia. Leonel é corajoso e arrisca filosofia, arrisca inserir conceitos difíceis não só para enriquecer a obra mas também para torná-la diferente.






O livro tem como vilã A RAINHA Titânia, um ser supremo em todos aspectos. Sua vontade é a mais forte, ela é a mais bela e comanda todos os elfos. Impossibilitada de vir à terra ela conta com Emanuel Montague, um humano que, mesmo desprezado pela Rainha, pega seu poder emprestado e se torna seu campeão. Emanuel faz tudo que é necessário para abrir o portal que liga Arcádia à Terra.

A obra está bem construída, porém encontrei alguns pontos que ficaram um pouco deslocados. Nicole é uma jovem que, em sua história, sempre foi vítima de lendas urbanas e abduções. Leonel justifica isso dizendo que o mesmo aconteceu com Sibille Strauss há séculos atrás, e que sempre há uma rainha (não entendi bem isso ou sua relevância na história), porém senti que ficou mal explicado e essa é uma das poucas partes do livro que não foi explorada e que não teve profundidade o suficiente para me convencer, de resto Leonel cumpre seu papel muito bem e compro seu universo.

Em outras palavras, O Código Élfico é um livro de fim do mundo com muita fantasia, ficção e filosofia. Leonel é ousado o bastante para mudar o status quo, filosofar e abordar bons conceitos com roupagem nova e faz isso muito bem. É uma obra bastante pretensiosa e extensa, não pela quantidade de páginas, mas sim porque o autor aborda MUITOS elementos fantásticos e, no geral, consegue lidar muito bem com todos e ligar os pontos de forma coerente.

site: http://www.cantofantastico.com.br/2016/03/resenha-o-codigo-elfico.html
comentários(0)comente



Danilo 08/09/2015

O Código Élfico
Apesar de um começo meio confuso e de interlúdios cansativos. O Código Élfico mostrou-se do meio ao fim do livro o seu verdadeiro potencial.
comentários(0)comente



Ferdie 06/08/2015

Sensacional!
Admito que fazia tempos que não pegava um livro escrito de uma forma tão "fora da caixinha". Amei cada pequeno detalhe e realmente foi triste ve-lo chegar ao fim, mas afinal: " saudade é relutar contra o mundo". Mto bem escrito e épico. Super recomendo.
comentários(0)comente



41 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3