Allegiant

Allegiant Veronica Roth




Resenhas - Allegiant


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Bruh 25/10/2013

O fim.
Para fechar a trilogia "Divergente", Veronica Roth trouxe algumas mudanças bastante claras em "Allegiant" (no Brasil, "Convergente). Temos a adição de um novo POV, o de Tobias, e o ritmo desse terceiro livro é diferente dos dois anteriores. Como tinha gostado muito dos dois primeiros, principalmente pelo ritmo acelerado, essa mudança foi um pouco incômoda no começo.
"Insurgente" termina com uma grande revelação que proporcionou o aparecimento de diversas teorias sobre aquilo que se encontra "além da cerca". Grande parte do livro é dedicada a explicar o que existe no restante do mundo, como os EUA chegaram até a situação apresentada nos livros e a real intenção do experimento realizado em Chicago.
Veronica Roth consegue explicar tudo, fechar as pontas soltas e dar um final aos personagens.
O POV de Tobias foi, para mim, a parte mais decepcionante do livro. A transição entre ele e Tris não ficou clara, em alguns momentos era necessário me esforçar para lembrar qual dos dois estava narrando. Creio que a voz de Tobias precisaria ser mais definida para que funcionasse no livro.
"Allegiant", apesar dos problemas, apresenta um fechamento satisfatório e condizente para a série. Não vou dizer que fiquei feliz com o final, não creio que ninguém vá ficar feliz nem que essa seja a intenção, mas ele é crível e faz muito sentido.
Milla 10/12/2013minha estante
Tb nn fiquei confortavel com os POVs. Mas os dois maiores problemas com Allegiant, para mim, foram:
- A explicação sobre como a humanidade chegou aquele ponto não foi mto convicentes. A bagunça com GDs e GPs, os tais "superiores" que nunca apareceram e deixaram a bola rolar solta...

- Admiro mto a coragem da Verônica de matar a Tris, mas depois de toda a mensagem sobre o real valor do sacrificio que a autora insuflou desde Insurgente, o fato da Tris morrer por um tiro erratico e não pelo extremamente letal soro da morte foi como uma ironia cruel. Como se não final, ela tivesse morrido não por sacrificio, mas por um acaso, um acidente.


Aline 17/12/2013minha estante
Pô! A menina aí embaixo não avisou que tinha spoiler no comentário dela, sacanagem ://


Pick a Book 29/01/2014minha estante
Exatamente o q achei.




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Mariana 01/01/2014minha estante
Concordo contigo. Acho que a autora matou a Tris para causar espanto entre os fãs e bem, ela conseguiu. Eu fiquei extremamente decepcionada ainda mais porque a morte dela foi estúpida, desnecessária. Ela literalmente trocou a sua vida com o Tobias pela do irmão mau caráter, o que não faz o menor sentido. Eu fiquei tão chateada por ter gostado tanto da série e ter um final desses...




Ana 01/12/2013

Quem leu as minhas resenhas de Divergente e Insurgente sabe que eu não tenho sido a maior fã dessa trilogia. Gostei, e me deixou curiosa o bastante para continuar, mas nada que me deixasse muito entusiasmada. Allegiant, no entanto, ainda conseguiu me decepcionar bastante. E olha que eu nem esperava muito; imagina só a decepção das pessoas que amaram os dois outros livros e esperavam algo épico?
Não é um livro particularmente ruim, mas para a expectativa que os leitores tinham, baseando-se nos livros anteriores, o nível de Allegiant diminuiu bastante.
Ao contrário de Divergente e Insurgente, temos poucas cenas de ação. Allegiant gasta grande parte do seu tempo nos explicando a situação em que o mundo se encontra e como eles estão tentando lidar com isso. Não me leve a mal, eu gosto de ter informação sobre a sociedade em que o livro se passa, e tudo que Veronica Roth nos contou era necessário, mas a quantidade de informações deixadas para o livro final foi imensa. Eu já sabia que seria assim, pois ela não tinha revelado nada sobre NADA no final do segundo livro, mesmo tendo muito para explicar, e estava óbvio que o terceiro livro teria um alto nível de info-dump.
O ideal seria que metade dessas explicações estivessem no livro anterior, para que o terceiro pudesse ter uma resolução melhor. Divergente poderia ter sido mais rápido e com menos detalhes de uma facçao só, acabando em algum lugar no que hoje temos como o meio de Insurgente. Assim, o segundo livro teria mais espaço para explicações e o terceiro livro teria sido melhor executado.
Mas não. Nós recebemos toda a explicação em um livro só. Além disso, com essa explicação, nós temos problemas e mais problemas relacionados ao mundo-do-lado-de-fora se adicionando à pilha de problemas que já tínhamos em Chicago. Ao chegar no meio do livro e perceber que a autora não tinha nem começado a resolver nada, eu já sabia que não daria a esse livro mais do que 3 estrelas.
Para falar a verdade, eu gostei do final. Eu gostei da forma como as coisas ficaram depois de tudo ter se resolvido, sabe, eu gostei do Epílogo. O que eu não gostei foi a FORMA e a RAPIDEZ com que as coisas foram resolvidas. Todos aqueles problemas que vão se adicionando à pilha (assim como os problemas anteriores) são rapidamente solucionados em uns... 5 capítulos. Só.
Falando em coisas que não gostei, acho que devo adicionar que a tal explicação para o "por que Chicago está assim? Por que as facções foram criadas?" foi bem previsível. Pessoas com quem eu discuti sobre como o final da trilogia seria já tinham surgido com essas teorias a algum tempo, e eu a vi aparecer em várias resenhas de Insurgente. Achei tudo muito simples, tudo muito fácil. Tudo muito mal planejado.
A impressão que tive foi de que a autora havia tido a ideia dessa sociedade dividida em facções, mas que não sabia ao certo por quê ela havia se dividido assim. E quando ela finalmente pensou em um por quê, esse motivo não foi muito bom. Me parece que a autora não sabia muito sobre o próprio livro que estava escrevendo quando começou a escrevê-lo.
O livro todo, na verdade, foi de certa forma previsível. E várias coisas desnecessárias parecem acontecer apenas com o intuito de causar algum conflito emocional, tanto nos leitores quanto nos personagens. Muito nesse livro acontece não por realmente ter um motivo para acontecer, ou porque merdas as vezes acontecem (com o perdão da palavra), mas sim porque a autora parecia forçar o acontecimento para adicionar tristeza aos seus livros.
Veronica nos afoga em mortes, mais uma vez, e muitas delas acontecem desnecessariamente. Não todas. Algumas realmente eram necessárias. Como eu já disse, eu gostei do final do livro.
Só mais uma coisa: nesse livro temos dois POVs. Ao contrário dos outros, onde só tivemos o de Tris, Tobias nos narra parte da estória de Allegiant. Isso me confundiu em diversas partes porque apesar de Tris e Tobias serem pessoas bem diferentes, suas vozes narrativas eram praticamente iguais. A falta de diferença nos capítulos deles me deixou um pouco irritada, pois em vários momentos eu achava que estava lendo Tris e aí o narrador dizia "e então Tris entrou..." e eu tinha que voltar e ler tudo de novo, agora sabendo que o narrador era o Tobias, só para me situar.
Essa mudança de POV me confundiu e irritou bastante (além de deixar claro o que iria acontecer, desde o início. Pelo menos para mim. Mais uma vez eu digo: esse livro foi bem previsível.)
Peço sinceras desculpas às pessoas que amam essa trilogia e a acham brilhante, mas eu, honestamente, a achei apenas ok.
Gosto da escrita de Veronica Roth, apesar de ser no presente, e também gosto da forma como ela constrói e desenvolve seus personagens (que parecem realmente ser pessoas, ao contrário de alguns personagens em muitas trilogias famosas por aí), então provavelmente lerei seus outros livros se ela decidir algum dia escrever outra coisa. Um escritor também aprende conforme escreve, e seu próximo livro com certeza será melhor.

site: http://atravesdaestante.blogspot.com.br/
Alexandre 11/12/2013minha estante
Ia escrever uma resenha, mas você resumiu tudo.


Thay 18/12/2013minha estante
Concordo com vários pontos que você abordou.. Eu ia lendo sua resenha e pensava: caramba, também senti isso! rsrss. Mas dei 4 estrelas porque realmente achei que o livro encerrou bem uma série mais que simplesmente "boa". Embora ele tenha tido esses aspectos negativos, ele também possui muitos outros positivos, pra mim valeu! Esse foi o primeiro trabalho da Veronica, no próximo tb acredito que ela se sairá ainda melhor!




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BetaTotis 12/11/2013minha estante
Também me confundia com as mudanças de narrador, foi algo que me incomodou um pouco. E as atitudes e as falas da Tris durante os capítulos narrados pelo Tobias não batiam com o que ela dizia e pensava quando estávamos sob o ponto de vista dela. Tive essa impressão.

Mas bato palmas pela coragem da Veronica de assassinar a heroína. Na verdade, foi o que me fez ter vontade de ler Insurgente (soube do spoiler antes), e começar a sentir a personagem, já sabendo o destino dela.




Hosanna 30/11/2013

Inexplicável.
Esse título descreve o que Allegiant (Convergente, em português) me passou.
Vou tentar não dar spoilers, fiquem tranquilos.

Como fã incondicional de Divergente, talvez você possa não levar esse elogio tão a sério, mas é a pura verdade: Veronica Roth foi ousada. Com cada revelação, cada morte (primeiros capítulos e você já recebe a morte de pelo menos 2 personagens importantes, já antigos conhecidos nossos), e acima de tudo, a principal revelação, aquela mais aguardada por todos nós, simplesmente tira o fôlego (me tirou o chão, confesso).
Uma trama bem amarrada, e a todos os instantes você se pega pensando "MEU DEUS, NÃO... TIPO, É SÉRIO ISSO?"
Mas sim, é sério, é bem sério.
É de verdade.
Eu sei que com a liberação daquele PDF, a maioria provavelmente já deve ter lido uma boa cambada de spoilers, pode ter se chateado com algumas revelações, mas não desista.
LEIA.
Mesmo sabendo de algumas coisas que iriam acontecer eu li. E passei pela montanha de variadas emoções lendo o livro. Tudo é imprevisível, improvável, surreal, louco e as vezes absurdo! Aquela sensação recorrente de que algo está prestes a explodir é quase tangível. A narrativa alternada foi uma boa opção que a Veronica nos ofereceu para que conseguíssemos sentir Tris e Tobias em seus momentos pessoais.
Talvez você chore como eu, ou ria como eu, ou quando terminar o livro se pergunte "porque?" como eu, mas você vai acabar entendendo tudo. É chocante a maneira de como isso /leia 'isso' como se estivesse em itálico\ acontece, principalmente o porquê (ou seria por quem?). O amadurecimento da Tris é visivel e é gratificante saber que uma personagem é tão humana como ela. Erra, sente, ri, chora, se confunde (e como!) mas continua com um ideal fixo.
Tudo é gratificante ao experimentar Allegiant, principalmente o foco da trilogia: Divergente não é nada mais do que uma forte demonstração do comportamento humano, em seus aspectos mais cruéis e muitas vezes puros; e, em Allegiant você vê isso tudo se reafirmar. Tudo é assustador, mas nos leva a consciência de que, nós seres humanos, não importa onde estejamos ou no que cremos, sempre teremos a sensação de querer controlar, ter poder sobre tudo. Somente nossas escolhas em meio a estas situações nos dão forças para mudar isso.
Estou grata a Veronica. Por mostrar que assim como na vida, nem tudo sai bem, mas alguns sacrifícios simplesmente valem a pena.

Perdão pela resenha enorme, eu precisava vir aqui falar tudo que (ainda) estou sentindo.

"I'll say it one last time: BE BRAVE."
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luíza 03/07/2014

"Desde que eu era criança, sempre soube disto: a vida nos danifica, a todos nós. Não há como escapar desse dano.
Mas agora também estou aprendendo isto: podemos ser consertados. Consertamos uns aos outros."
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Larissa Guedes de Souza 15/07/2014

Convergente - Veronica Roth: simplesmente não fui convencida
Veja essa e outras resenhas no http://bibliomaniacas.blogspot.com.br/

Este é o último livro da trilogia Divergente. É nele que o mistério de como surgiu a cidade e o sistema de facções que divide a sociedade surgiram é desvendado. É nele também que descobrimos finalmente o que há além do Muro.

Assim como o segundo livro da série, este também começa exatamente onde o último terminou: no clímax da descoberta do vídeo explicando o surgimento da cidade. E tinha tudo para ser o melhor e fechar com chave de ouro a série da Veronica Roth, já que a cidade está em guerra e um grupo é escolhido para ir ao exterior do Muro descobrir o que tem lá. Tinha tudo para ser o livro mais eletrizante e impactante. É aqui que todas as explicações são dadas, mas sinceramente o livro não alcançou as minhas expectativas. Não que ele seja de todo ruim, mas não chega nem perto da emoção e excitação que você sentiu lendo os dois primeiros.

Convergente é bem mais lento que Divergente e Insurgente. E quando eu digo “bem mais lento”, é beeeeeem mais lento mesmo. Se você está esperando ação a todo momento e descobertas surpreendentes a cada capítulo como antes, sinto informar que não é isso que você vai ter. Se você espera devorar o livro, porque não consegue parar, não é isso que vai ter. Logo que o grupo que atravessa o Muro e encontra alguém do outro lado, tudo é explicado muito rapidamente e pronto. Fica aquela mesmice. Nada acontece, só dramas de Tris com Tobias e tal, ninguém toma nenhuma atitude, nem nada. Até que finalmente chega a hora do clímax do final!

Mas o que me irritou mesmo foi a explicação que a Veronica deu para tudo. Na resenha do primeiro livro contei que demorei a aceitar a premissa de que o mundo se restringe a uma cidade e que ela é dividida em facções, onde cada um tem um trabalho específico de acordo com sua personalidade. Mas você vê que é algo bem maior do que isso, você espera a peça final do quebra-cabeças que vai encaixar tudo. E ... quando você acha a peça não faz o menor sentido. É uma explicação muito surreal e simplória, bem menos do que o livro merecia. Eu simplesmente não fui convencida.

E ainda tem outro detalhe! A história agora não é mais contada apenas do ponto de vista de Tris, temos capítulos intercalados de Tris e Tobias contando o que está acontecendo. E achei que a forma de linguagem, ou até mesmo a formatação das páginas poderiam ter ajudado mais o leitor a discernir quem é quem. Porque a autora não deixa bem definida a forma de um falar e a do outro, então se você parar no meio de um capítulo pra ir beber água, quando voltar não sabe mais quem é que está narrando a história e tem que voltar ao início do capítulo para ver o nome que intitula-o.

Resumindo: se você leu e se empolgou com os primeiros livros, você terá que ler este porque tem ter um fim, né? Mas acredito que vai se decepcionar um pouco com as explicações dadas pela Veronica Roth. Vale a pena ler para fechar o ciclo e tal, mas confesso que se eu soubesse antes, não teria lido a série, porque sinceramente acredito que a autora estragou uma boa história.

P.S.: Tem gente que está se revoltando com um fato específico do final do livro, mas, na minha opinião, ele não é tão descabido quanto estão falando. Para o que a autora se propôs a fazer, ele se encaixa. Faz sentido. Tem um propósito. Também não gostei deste fato ter acontecido, mas não acho que seja a pior coisa do mundo. (Quando você ler, se você ler, vai entender!)


Veja essa e outras resenhas no http://bibliomaniacas.blogspot.com.br/

site: http://bibliomaniacas.blogspot.com.br/2014/07/convergente-veronica-roth.html
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Jessica 02/04/2014

Be brave.
HÁ SPOILERS PRA QUEM AINDA NÃO LEU!!


Eu como uma fã de livros futuristas cai de amores pela serie.
E esse ultimo livro diferente dos outros, foi centrado em explicar o porque existiam facções, quem era a mulher do vídeo no Insurgente, o que existia atras da cerca, e o que eram os divergentes. Esse foi o livro que mais tivemos crises sobre o relacionamento TrisxTobias, aconteceram varias provas para os dois reaverem se realmente valia a pena estarem juntos, se davam certo... Mas mesmo sendo uma fã, não posso deixar de dizer que teve algumas coisas que não ficaram muito boas no livro.
1º Ele é narrado por Tris e por Tobias, mas as narrativas eram tão iguais, que as vezes eu me perdia na leitura, achando que quem estava narrando era a Tris quando era o Tobias e vice versa.
2º As problematizações ocorreram rápido demais e foram solucionadas rápido demais, principalmente os problemas que Tris e Tobias enfrentaram.
3º Aqui a personalidade de Tobias é mostrada de uma forma totalmente diferente do que foi mostrada nos outros livros, deixando-o mais influenciável, mais carente, mas dependente, o que não ocorreu antes, pois ele era forte, o QUATRO, que só tinha 4 medos, o cara que enfrentou tudo ao lado de Tris, sempre confiando nela, e já aqui ele desconfiava de tudo que Tris dizia e ia para lados que eu considerei totalmente imprudente e estupido, vindo de alguém que era super inteligente.
Mas, apesar de tudo, o livro explicou muito bem o porque de tudo que existiu e tudo que aconteceu des do inicio, e o melhor foi que apesar do final 'triste', foi um final merecido, um final real, pois Tris passou por muitos momentos quase morte em todo o decorrer da serie, e seria um milagre ela continuar viva depois de tudo, e o que mais me marcou, foi como a Tris, Tobias e todos eram psicologicamente abalados, pois presenciaram tantas pessoas queridas sendo mortas que é realmente impossível continuar uma vida normal, e o relacionamento da Tris com a morte dos pais foi bem abordado no livro, pois ela os amava e virá os dois sendo mortos para salva-la. O final condiz muito bem com o que ela estava vivendo des do segundo livro, des da morte de Will, des de toda a guerra, foi algo muito devastador para uma menina/mulher vivenciar com apenas 16 anos. Ela saiu de sua zona de conforto e caiu direto em arames farpados des do 3º capitulo de Divergente, correndo perigo apenas por respirar, temendo o governo e tombem seus colegas de facção, tomando decisões precipitadas e difíceis para uma adolescente, então o enredo da serie toda pra mim foi muito bacana e muito descritiva, pois pude sentir tudo o que Tris sentia pela leitura, e apesar de torcer ate o final por um final mais ameno, mais parecido com Jogos Vorazes, eu sabia des do começo o que estava por vim.

P.S: Vi muitas pessoas comentarem sobre o relacionamento de TobiasxCristina apos a morte de Tris, e muitos disseram que os dois ficaram muito próximos, como namorados. Ao meu ver, eu não liguei nada a proximidade deles com paixão/amor, foi mais o fato de que os dois tinham perdido um amor e uma amiga, e acharam um no outro uma forma de tentar seguir em frente, e eu achei pela leitura, muito explicito de que não ha lugar para um amor no peito de Tobias, pelo menos não ate o fim do livro, pois o amor da sua vida foi Tris,e apesar dele seguir em frente e tentar viver da melhor maneira possível, ainda doai sua perda.

Então é isso, mais um final de uma serie que marcou muito pra mim, que recomendo pra todos, que não é apenas uma serie futurista e romântica, mas que aborda o poder das pessoas sobre os adolescentes, o poder dos pais sobre os filhos, o poder do amor, da amizade, e o que significa sacrifício, o que significa morrer por algo maior, o que significa fé e o que significa seguir em frente, mesmo que o desejo seja de fraquejar, a serie nos mostra o que é ser corajoso.

(Eu gostei tando do significado de coragem no livro, que tatuei BE BRAVE perto do meu ombro, minha primeira tatuagem que tem um significado pra la de especial.)

I'll say it one last time: BE BRAVE.
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Sami 07/12/2013

Gostaria de dizer que amei e odiei cada parte desse livro. Do começo ao estimado fim. Recebi um grande spoiler de uma amiga minha. Ela não tinha lido o livro, mas visto na timeline do Twitter. Então, fiquei pensando a todo momento que não podia ser real. Mas era.
Allegiant, assim como toda a serie Divergent é tudo menos clichê. Não temos um estupido triangulo amoroso, e Tris é cheia de defeitos como qualquer um de nós. Tobias/Four também tem suas falhas e em tudo os dois se completam. Não existe casal perfeito, tanto na ficção como no mundo real, mas esses dois chegam ao mais próximo disso.
Leia Allegiant por dois motivos: Primeiro porque é o final de uma historia e todos precisamos de uma conclusão. E, segundo, porque é tão emocionante, apaixonante, e sim, desgastante, que você se sente como aquelas duas pessoas feridas e cheias de vida, sente tudo, o amor, a raiva e o desespero com elas.
Allegiant, assim como seus antecessores, vai para a minha lista de favoritos.
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Ana 17/01/2014

Tem como explicar?
Sinceramente, com um final desses, é dificil não ficar triste. Allegiant tem um final bom, explicado e sem pontas soltas. O problema é que algumas coisas no final fazem com que nos perguntemos se era REALMENTE necessário. Apesar de eu saber o final dias antes de começar a ler Allegiant, eu não acredito até agora. Não quero spoilers nessa resenha, mas quando lerem, entenderão o que eu digo. Eu recomendo, para saber mais sobre o mundo que Veronica Roth criou, mas existe ISSO, que até agora não entendo, mesmo lendo o que a própria Veronica disse a respeito. Me deixou pensando o que esse livro pode ter passado a respeito de evolução. Na minha opnião, o que Allegiant passou é que evoluir não significa nada no final...
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Rafa 18/01/2014

Eu não gostei desse livro, a medida que os mistérios do além-cerca foram revelados foi como se a autora tivesse criado um livro totalmente alheio a série. Todos os elementos que eu adorei nos anteriores, nesse livro são extirpados. Eu senti como se a autora tivesse praticamente começado um spin-off da série, continuando só com os personagens. Também tive a impressão de que a autora não sabia o que fazer com o relacionamento da Tris e do Tobias e tentou criar um ciuminho, totalmente fora de contexto, totamente desnecessário.

Nunca tinha me acontecido de amar uma série e perder todo o tesão no último livro, mas foi o que aconteceu. Se você andou vendo alguns comentários acerca desse livro, sabe que muita gente ficou muito triste no final do livro. Para mim, o que acontece no final até que salvou um pouco a história, trouxe novamente emoção para o livro, mesmo sendo triste. Eu dei três estrelas para esse livro mais em reflexo aos outros dois do que por méritos deste terceiro.

*resenha completa no blog!

site: http://arrastandoasalpargatas.blogspot.com
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Flá 25/02/2014

O desfecho
Depois de uma série de acontecimentos que quase desencadearam sua morte, Tris agora se vê diante de uma nova aventura: descobrir quem são as pessoas que precisam da ajuda dos Divergentes. Ela e alguns dos "Allegiants" atravessam a cerca para entender o que se passa do lado de fora, e é essa jornada que é descrita no tão esperado fim da série.

Devo dizer que, agora sim, aprendi a gostar dos livros. O último episódio da saga tem ritmo de acontecimentos desacelerado em relação aos outros, enquanto as respostas das perguntas que Tris carrega desde o primeiro livro, são dadas à ela - e a nós. Não significa, porém, dizer que a estória fica chata, ou que fica tediosa. Afinal, foi por esse livro que a autora capturou minha atenção.
A narrativa também muda: agora vemos alguns momentos sob o ponto de vista de Tobias, que se torna um personagem mais forte ainda, quase se igualando à protagonista da estória.
Os personagens mais antigos firmam o vínculo com o leitor, e os novos conseguem deixar marca, mesmo aparecendo só agora.
Não vou soltar spoilers, mas tenho que dizer. O final é brilhante. Pode até ser que algumas pessoas não gostem, mas eu achei que com esse final alguns personagens se tornaram dignos do meu respeito.

Mesmo já tendo lido os três livros da série, a única coisa que ainda não me conquistou, foi a base de toda a estória: Tris Prior. Apesar de ter achado que ela amadureceu bastante, ainda encontro fraquezas na personagem. Seria spoiler citar um trecho em que justifico uma das razões porque prefiro outros personagens, mas no decorrer da leitura tenho quase certeza de que vocês podem identificar. E torno a dizer: apesar disso, ela conseguiu o meu respeito, nesse livro.

Bom, partes que a gente não gosta todo livro tem. Mas tenho certeza de que aqueles que estão loucos pra saberem qual o fim da saga, o fim de Tris e que não se cansam de Tobias Eaton vão A-M-A-R o desfecho de Divergente.

Eu adorei!
Juliana 19/03/2014minha estante
Putz, acho que concordo com você. Li ontem e ainda estou em estado de choque pelo final, mas mesmo assim acho que foi um dos finais de livro mais brilhantes que já li e a história é muito boa, principalmente quando a gente para pra pensar que é um livro "adolescente".




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Lucas 29/11/2013

Um final (im)perfeito.
Antes da minha cópia de Allegiant chegar, eu estava mais do que ansioso. Contando os dias, roendo as unhas, tudo pra saber como terminaria uma trilogia que, na minha opinião, teve dois impecáveis no primeiro livro. Comecei de como Allegiant começou, mas à medida que progrediu... Simplesmente me perdeu. A resposta pra maior pergunta de todas: "O que há do lado de fora?" me pareceu simplesmente fraca e não convincente. Eu sinceramente não sei o que eu esperava, mas o que aconteceu foi previsível e até mesmo, vê se pode, entediante! Em Divergent e Insurgent, coisas aconteciam com uma velocidade surpreendente, de tirar o fôlego, enquanto isso, no último livro, a ação desacelera e dá espaço pra páginas e mais páginas com explicações sobre um assunto que simplesmente não estava interessando. Eu esperava uma verdadeira guerra, esperava uma revelação mais chocante, mas nada aconteceu, nem mesmo no final, quando eles se mobilizam por uma causa que, apesar de nobre e capaz de mudar a vida deles (como mudou) não foi nada demais. A última morte foi extremamente desnecessária e me machucou demais mesmo. Como disse, eu estava muito ansioso por Allegiant e no final, não valeu a pena. O final realmente me desapontou. Ainda assim, foi um bom livro, capaz de responder as perguntas dos dois primeiros e finalizar todos os personagens.
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