Memórias Póstumas de Brás Cubas  |  Dom Casmurro

Memórias Póstumas de Brás Cubas | Dom Casmurro Machado de Assis
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Resenhas - Memórias Póstumas de Brás Cubas / Dom Casmurro


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Niájera 20/02/2021

Um verdadeiro clássico
Apesar de atualmente blogueiros tentarem desmerecer a importância de Machado para os nossos jovens, ele é e sempre será, um dos maiores autores do mundo. Memórias Póstumas de Brás Cubas nos traz um protagonista que serviu de crítica aquela época e foi um marco na nossa literatura. Belíssima obra!
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Ibercson 28/01/2021

Releitura
Amo memórias póstumas, tinha 14 edições diferentes e não me canso de ler.
Sim é chatinho mas tbm vale a pena.
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Ibercson 28/01/2021

Releitura
Amo memórias póstumas, tinha 14 edições diferentes e não me canso de ler.
Sim é chatinho mas tbm vale a pena.
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Ratinha de Biblioteca 13/01/2021

Por quê?
Por que Machado de Assis é tão famoso e amado por professores e vestibulares?! Seguem alguns motivos:
* Gramática impecável;
* Vocabulário vasto e diferenciado do corrente;
* Amplo conhecimento de mitologia, filosofia e autores da Literatura Universal, citados o tempo todo, tais como, Sócrates, Platão, Demóstenes, Shakespeare, etc.

Quanto à história, é dividida em três fases - A PARTIR DAQUI HÁ SPOILERS:
* Bentinho: adolescente de 15 anos que foi prometido ao seminário por sua mãe, devido a uma doença quando ele era bebê. D. Glória, sua mãe, já era viúva então. Bentinho foi criado pela mãe, prima Justina, viúva. uma parenta que servia de dama de companhia e tinha uma língua ferina, tio Cosme, irmão de sua mãe, também viúvo e José Dias, agregado da família. Bentinho ao ouvir atrás da porta uma conversa de José Dias com sua mãe, descobre-se apaixonado por sua vizinha, Capitu, e não se sente nada inclinado à vida sacerdotal. Se livra do seminário devido a uma ideia de seu amigo Ezequiel Escobar: a mãe prometeu um padre à igreja? Era só pagar para um órfão os estudos no seminário. Sugestão aceita pela Igreja, Bentinho foi estudar leis.
*Bento Santiago: já advogado e casado com Capitu, descreve suas relações com o amigo de seminário Ezequiel Escobar, que se casara com a amiga de colégio de Capitu, Sancha. O casal teve uma filhinha, que nomearam Capitolina, como a amiga. Bento e Capitu queriam um filho, este não vinha; após alguns anos de casados veio e foi único. Deram-lhe o nome de Ezequiel, como o amigo. A criança, aos olhos do pai, era linda, inteligente e gostava de imitar gestos alheios. Logo, Bento repara-lhe gestos de Escobar.
O amigo, que gostava de nadar em mar bravio, afoga-se. No enterro, Bento vê um olhar que Capitu deita ao defunto, mais as semelhanças com o pequeno, fica-lhe insuportável a convivência com mãe e filho. Há uma cena dramática em que Bento decide matar-se, compra o veneno, o menino entra ao escritório; Bento dá-lhe o veneno, antes que este beba, arrepende-se do assassinato. O garoto chama-lhe "papai", este diz "Não sou seu pai" e Capitu presencia esta parte final. Separam-se, indo Capitu e o pequeno viverem na Suíça. Bento faz viagens regulares à Europa, mas não vai vê-los, é só para disfarçar.
* Dom Casmurro: o livro é narrado pelo narrador-personagem, o Dom Casmurro do título. Bento, solitário e recluso, recebeu esta alcunha, que é explicada logo no início do livro que o narrador-personagem escreve de suas memórias e vai narrando, e conversando com os leitores. Assim, um a um, ele conta da morte de D. Glória, José Dias, prima Justina, Capitu... Retorna Ezequiel e Dom Casmurro vê ressurgir dos mortos o seu amigo de seminário, o defunto Escobar. Ao cabo de seis meses, o rapaz realiza uma viagem, adoece e morre. A morte do jovem não lhe desperta senão alívio.

Muito semelhante a outra famosa obra de Machado de Assis: "Memórias Póstumas de Brás Cubas". Por exemplo, na sinceridade dos pensamentos expressados pelo narrador-personagem; a própria narrativa que é em 1ª pessoa e a característica não linear da narrativa, isto é: Machado de Assis interrompe constantemente o fluxo da história para incluir um dito, uma explicação ao capítulo, uma historieta e demais subterfúgios que deixam seus escritos deliciosos para alguns. Ou uma tortura, para outros.
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Grá 06/12/2020

Magnífico!
Se tiver que escolher uma obra literária para a vida certamente escolho a beleza que há em Dom Casmurro. A complexidade da alma que ela traz da vida real de todo ser humano, com seus medos, anseios, dúvidas, pensamentos secretos, solilóquios que nos fazem refletir a nós mesmos, as nossas escolhas de vida. Brás Cubas e seu humor sarcástico nos faz refletir sobre a vida (e a morte).
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Mari 18/09/2020

Como não amar?
Ler e reler Machado é sempre uma experiência muito boa, principalmente se partirmos da correlação com a sociedade brasileira em que o livro foi escrito.
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André Vedder 06/08/2020minha estante
estou lendo, e adorando!


Maria 06/08/2020minha estante
Eu também adorei, André!


Maria 06/08/2020minha estante
É o melhor livro do Machado :P


André Vedder 06/08/2020minha estante
É meu primeiro dele, mas com certeza lerei outros com o tempo :-)




Ranna 30/06/2020

Releitura
No dia Nacional da Literatura Brasileira (1° de maio), um amigo me lançou um desafio: escolher um clássico da literatura brasileira e ler em 1 semana. Lembrei de Memórias Póstumas de Brás Cubas, um dos livros que li ainda durante o ensino fundamental.

Foi uma experiência diferente ler esse clássico quase 10 anos depois da primeira vez que havia lido! Recomendo muito a leitura. É muito bom se deliciar na escrita e na narrativa de Machado de Assis.
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Ester 28/06/2020

Muito bom... Um clássico da literatura brasileira. Um dos primeiros livros que li quando comecei o hábito de leitura.
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Matias 22/06/2020

Ótimo livro!!
Machado de Assis é um de meus autores favoritos, gosto muito do estilo de escrita dele!!
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Renata.Mendes 14/05/2020

Memórias Póstumas de Brás Cubas / Dom Casmurro
Dificilmente alguém não recomendaria as aclamadas obras de Machado de Assis. No entanto, acho inoportuno costume de tangenciar ?Dom Casmurro? a um ?traiu/não traiu?, enquanto há, por exemplo, a analogia com o Império, igualmente interessante.
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Fernanda 10/04/2020

Interessante
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livrodebolso 14/10/2019

Brás Cubas representa o típico moço bem nascido de sua época: não precisa trabalhar, dispondo de boa fortuna e tempo livre para gastar fazendo nada de útil. É o que Machadão ironiza nestas memórias póstumas. .
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Uma pausa para absorver a genialidade dessa ideia: o livro ser de memórias não é novidade, todavia, ele é narrado do outro lado, onda há a Eternidade, que uma pessoa morta resolveu usar para registrar sua vida quase totalmente desperdiçada. Nada havia de interessante nos dias de Brás, exceto seu conhecimento em Literatura que exibiu por toda a obra (foi sem querer, mas muito acertado, que eu li Cândido anteriormente), sobretudo o supracitado conto de Voltaire que é mencionado através de Quincas Borba, personagem recorrente na vida do autor de suas próprias lembranças. .
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Apesar de dispor de muitas oportunidades (estudou em Coimbra, mas claramente era aluno mediano), somente ocupou-se com romances. Houve moça que dispensou por ser coxa, outra por quem interessou-se apenas quando casada (quase elegi Virgília como minha Madame Bovary brasileira, mas repensei depois), uma com quem gastou certa quantia em dinheiro (visto que era prostituta) e quando pareceu que Brás sossegava, perdeu sua noiva repentinamente. Isto é, no único empreendimento ao qual se empenhava, não obteve sucesso.
Já desesperado por não ter se tornado Ministro, ocupado alto cargo, ou ao menos ser reconhecido, decide criar o emplasto Brás Cubas, invenção que acabou enterrando consigo.
Em seu enterro, ainda clamando por notoriedade, se vangloriando por seus onze amigos presentes (número pequeno para quem se denominava celebridade local). Sabemos, portanto, que estas são as memórias de ninguém em especial, que viveu sem conquistar nada e morreu. Apenas isto.
Ainda assim, creditando algo aos seus dias, afirma: "não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria".
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Thaís 19/11/2018

As incríveis memórias de um "defunto autor"
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