Quarenta dias

Quarenta dias Maria Valéria Rezende




Resenhas - Quarenta dias


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Josi 14/08/2021

Devorei...
Livro muito instigante, que eu devorei em uma semana..... queria demais chegar ao final e talvez por isso me frustrou um pouco o fechamento da história. Mas nem por isso o livro deixou de ser maravilhoso, muito bem escrito e com uma riqueza de detalhes da vivência cotidiana das ruas que me surpreendeu.
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Valeria.Lamas 24/07/2021

Gostei do livro e, como sempre, principalmente depois de ver e aprender com os comentários de outras pessoas. Escrita e história originais. Só achei ruim que ficaram mtas coisas sem conclusão, mas ????? talvez fosse esse o objetivo.
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Sol 21/06/2021

Brasil em casa detalhe.
Alice sai em busca de si mesma depois de ser praticamente obrigada a se mudar para Porto Alegre. Não se engane, a busca é sobre ela mesma, mas em cada página temos nosso Brasil. Nas histórias, aparentemente sem pretensão de crítica, vemos uma realidade xenofóbica com os nordestinos. Nessa luta, o encontro da cultura e sua importância. Minha parte preferida, são as cenas em que Alice entra nas livrarias/sebos e escreve em guardanapos, frases dos livros para lhe consolar. "Saia carregando palavras" (algo assim). Um prazer ler esse livro, extremamente instigante, nos rouba nada primeiras páginas e vamos até o fim tentando entender aonde vai dar as andanças de Alice por Porto Alegre. Acaba de supetão. Mas isso só dá mais coerência para o fato dela estar desabafando em seu caderno, sem pretensão de escrever romance. Diário acaba do nada, oras.
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Irena Wieliczka 19/06/2021

Quarenta Dias
Possuindo apenas um caderno da Barbie de trezentas páginas, Alice, uma professora aposentada, se despede de sua terra natal João Pessoa para, na sua condição de avó, ajudar a filha a criar a criança em Porto Alegre.

Ao longo da viagem, Alice vai despejando no caderno todas suas lembranças e sentimentos, desde muito antes de sua filha Aldenora - ?Norinha? - nascer.

Narrando cada passo, a professora aposentada nos transporta para Porto Alegre com uma saudade imensa de João Pessoa e traz estampada na cara a irritação por ter caído na arapuca que a filha criou para que ela estivesse próxima para cuidar de seu neto.

Até que em um dia, Alice recebe uma ligação de uma amiga da Paraíba, pedindo que procure por Cícero Araújo, filho de uma conhecida, que estava em Porto Alegre trabalhando para uma empreiteira, mas que já tinha um ano que não dava notícias e nem era possível encontrá-lo pelo celular.

A professora aposentada, então, sai em busca desse tal Cícero, numa aventura de descobrir a si mesma e resgatar suas origens, vivendo pelas ruas de Porto Alegre, passando pelas ?Vilas? e fazendo amizades inesperadas.

Para saber se Alice encontrou o tal Cícero e se encontrou a si mesma, recomendo a leitura!
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Ri :) 14/05/2021

Fiquei desanimada da metade em diante. O final não foi como eu esperava (absurdo a autora não escrever o livro pra mim!). Depois de um período de reflexão após o final, resolvi que e6um bom livro. :)
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Lilian 26/04/2021

Bom
O livro nos leva para um ?passeio? por Porto Alegre com uma recém-chegada que anda pela cidade buscando se encontrar
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Lari 23/04/2021

Retiro itinerante
Maria Valéria Rezende faz romaria com as palavras. Nos faz caminhar com ela uma jornada sagrada, uma oração rezada em literatura. Cícero de Araújo onde está? Está no meio de nós. O amor de sua mãe nos uniu. Uma freira que conta a vida humana, que ensina a fé contando história...Essa é Maria Valéria.Esse livro nos fala do abandono que nasce no meio dos prédios e das famílias. Conta dos olhares enviesados, do abandono estrutural que faz surgir desigualdades. Um livro que apresenta a rua, as favelas, os cheiros, os poetas, os exilados. E a Barbie! Ah, a Barbie...

Lendo, me lembrei de uma outra jornada: a de Mingyur Rinpoche. Tão parecidos os livros. Dois retiros itinerantes transformadores. Duas pessoas trocando as vestes, experimentando passo a passo, pouco a pouco, o entregar-se à rua. Um, história real de um mestre tibetano. Outro, literatura que se inspira nas histórias reais de quem vive a justiça social como caminho espiritual. Ambos praticantes de uma vida atenta, expansiva, amorosa com outras vidas.

Quarenta dias me chacoalhou. Que tanto de coisa é essa que a gente faz? Como contamos as horas e os afetos? Quanto vale dez reais, um banho, uma saudade? Essa busca do outro que também é uma busca de si.

Aiaiai esses livros-vida que fazem nosso coração sentir tanto! Sigo sentindo, nutrida das reflexões e espaços que Maria Valéria plantou...

Oração semente
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Rê Lima 17/04/2021

Gostei muito do livro e da escrita, mas alguma coisa me incomodou na protagonista.
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Júlia 05/04/2021

Interessante
Gostei como a autora narra os acontecimentos e sentimentos da personagem. Senti a indignação e raiva de Alice, que vê no caderno rosa com a estampa da Barbie uma forma de desabafar e organizar seus pensamentos, ressignificando suas vivências e emoções. As características dos lugares, as comidas, as expressões, tudo é evidenciado no livro, e isto é interessante pois também traz traços culturais, algo que reforça as dificuldades de Alice em reconhecer ali seu lar. Gostei também de como a busca por Cícero toma uma dimensão completamente diferente: Alice passa a usar dessa procura numa tentativa de encontrar um espaço para si mesma, naquela nova cidade, totalmente desconhecida e em um contexto totalmente desprezado por ela.
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Tuyl 19/03/2021

Não gostei! Apesar da temática bem interessante e necessária, achei a narrativa fraca.
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rayssagurjao 18/03/2021

Reencontrar
Alice foi "tirada" de sua vida em João Pessoa para uma existência enquanto avó em Porto Alegre, mas talvez uma ilusão, já que sua filha foi para o exterior e a deixou sozinha em uma cidade desconhecida, a qual ela explorou como uma andarilha, demonstrando becos, vielas e pessoas "silenciadas" e escondidas, vivendo á margem da sociedade apresentada e da vida no apartamento "xadrez".

Ela conta sua história e o reencontro consigo a partir da escrita nas páginas do caderno antigo com a capa da Barbie, sua confidente de histórias.Um livro, um reencontro, palavras, pessoas e momentos.
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André 10/03/2021

O livro começou muito bem e conseguiu abrir boas perspectivas para se pensar o abandono, a solidariedade entre os que pouco possuem, a diversidade que compõe a vida das pessoas de rua. Mais do que isso, nos faz refletir sobre aquelas pessoas que não sabem dizer não, que se tornam marionetes do desejo dos outros, e de como é viver numa realidade onde as regras não são aquelas às quais estamos acostumados (a terra do nunca, de Alice). Apesar de todos esses aspectos, o final me decepcionou um pouco. Confesso que esperava mais de uma obra tão discutida.
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Mian 16/02/2021

O bonito delírio da nossa busca por nós mesmo.
Livro lindo, poético.
Muito bonito foi acompanhar a jornada de Alice, que ao passar 40 dias na rua a procura de Cícero Araújo, acaba se envolvendo em uma busca por si mesma.
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