A Arte da Guerra

A Arte da Guerra Sun Tzu




Resenhas - A Arte da Guerra


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Brunojcb 09/01/2009

Apenas para os Bons
A arte da guerra foi feito para persuadir os leitores a não só acreditar em suas palavras, mas fazer prosseguir os seus ensinamentos. Não existe no mundo um general que não tenha lidos uma das obras de Sun Tzu e até hoje utilizam os ensinamentos de sua obra nas operações militares de todo mundo.



Mesmo com os ideais capitalistas atuais, o mundo vem adotando vários ensinamentos do general chinês: planejamento, conhecimento, doutrina, tempo, mando, disciplina, política de custo benefício, eficiência, comunicação, adaptabilidade, persuasão e espionagem. Basta substituir termos militares como exército, terreno, inimigo e comandante, por outros como organização, ambiente, concorrente e líder, próprios do mercado economico, para atualizar e aproveitar muitas das idéias. Portanto essa historia que esse livro não é valido para os dias de hoje demostra um total desconhecimento de tudo!!!!



Como sun Tzu mesmo disse, nem todos podem ser generais, apenas os que possuem as cinco virtudes: integridade (coerência entre as palavras e as ações), coragem (para tomar decisões firmes e consistentes em momentos críticos), gentileza (respeitando cada integrante da organização e visando seu bem-estar), disciplina (não se deve querer ganhar apenas a gratidão dos demais, deve-se também manter a ordem) e sabedoria (que se traduz em compreender a empresa e o ambiente, ser flexível e não seguir as regras convencionais, e tomar atitudes sempre que necessário). Só com tais virtudes é possível superar as fraquezas que afetam o processo de tomada de decisões: imprudência, insegurança, volatilidade, sensibilidade excessiva a críticas e indulgência.



Resumindo, um livro essencial para todos que querem ser um lider, além do mais é um livro pequeno e de leitura rápida, nao custa nada!!!!
Isa Barbosa 19/08/2012minha estante
SUN TZU SABIAMENTE FALOU " NEN TODOS PODEM SER GENERAIS, APENAS OS QUE POSSUEM AS CINCOS VIRTUDES : INTEGRIDADE,CORAGEM, GENTILEZAS , DICIPLINA E SABEDORIA.


Rodrigo 26/12/2014minha estante
Enfim o comentário que deveria estar aqui no TOPO desde há muito tempo, e não uma crítica qualquer como "não leia se você não for um samurai (sic), plante uma árvore".

De fato, apenas para os bons.


Leomar.Comin 27/08/2016minha estante
Concordo, é um livro que nem todos vão conseguir entender, mas que conseguir pode fazer perfeitamente um paralelo entre as estratégias de guerra e virtudes usadas por Sun Tzu, com o mundo corporativo.




fabianom 08/01/2009

Se você for um guerreiro/samurai que viveu séculos atrás, não saia de casa sem esse livro. Se vc for um cidadão moderno, vá plantar uma árvore.
Flávio Cruz 28/01/2009minha estante
Eu fui plantar uma árvore.


Jaque 12/10/2011minha estante
Plantar um árvore: Bom.
Noção de competitividade: Bom.

Os dois fazem parte do mundo moderno...
=)


Marina 04/02/2013minha estante
Eu fui plantar uma árvore.[2]
o livro em si é bom, é um clássico para se ter na estante, e pensar que é um manuscrito milenar desperta totalmente a curiosidade...
Mas EU (PARTICULARMENTE) não consegui extrair muita coisa dele para minha vida. Mas só uma coisa ou outra.


Hey Jacques 19/12/2013minha estante
Como tá escrito no nosso site tem que saber ler ele, o livro Arte da Guerra pode te ajudar a ser um estrategista, tocar uma empresa, pegar mulher, ganhar uma guerra e até a escrever um texto em um blog bacana leia mais no nosso site, link abaixo
http://nerdwiki.com/2013/12/19/arte-da-guerra/


Dias Moura 21/12/2013minha estante
Os guerreiros samurais são da cultura japonesa. O livro foi escrito por um chinês, e não, supostamente, foi feito há século, mas sim milênios.


fabianom 21/12/2013minha estante
@Moura, se vc não entendeu a linguagem figurada que usei no comentário, com ctz esse livro não vai te servir. Recomendo a opção de plantar uma árvore.


Lis 03/01/2014minha estante
Abandonei e fui plantar a tal árvore!


Marines.Baldin 20/05/2015minha estante
É um livro pequeno o que não quer dizer que é de fácil entendimento, requer atenção do leitor na sua interpretação então se você não está preparado para uma leitura mais complexa do que revistinha em quadrinhos e livros de romance, nem comece a ler.




Miro 20/07/2010

Melhor ler como literatura
Um livro com diversas passagens de batalhas milenares, que é melhor aproveitado se você o ler como literatura pura. Pensando desta forma, você consegue se divertir um pouco imaginando as situações e estratégias indicadas em cada passagem. Não entre nessa de tentar absorver estratégias para o seu dia-a-dia, principalmente no mundo corporativo, pois tudo o que acontece no livro trata de práticas do tipo ganha-perde, já não tão eficazes nos dias de hoje, onde marcar um gol esporádico (ganha-perde) é menos importante do que a sustentabilidade de resultados e parcerias na linha de tempo (ganha-ganha; onde todas as partes cedem um pouco e lucram em conjunto, de forma ética e sustentável).

Abraços a todos,
Miro.
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Felipe Albiero 31/12/2010

Ruim é elogio.
Realmente... existe gosto pra tudo!

Eu tinha uma imagem completamente diferente deste livro antes de iniciar a leitura. Que decepção!

Confesso que até agora não consegui entender o motivo pelo qual este ‘LIXOVRO’ fez/faz tanto sucesso. Uma pena que esse amontoado de inutilidades (frieza, egoísmo, autoritarismo e tudo de mais soez que você possa imaginar) seja tão aclamado.

Além de ser deveras cansativo, funciona quase como um Doutorado em “Como ser um tirano, bitolado e desumano”.


Rafael Moss 10/07/2010minha estante
Boa colocação.

Não entendo como um livro vazio e cheio de obviedades pode ser considerado essencial para empreendedores.


Estrela do Mar 12/09/2010minha estante
Concordo plenamente!!! Fora que o livro é um verdadeiro tédio! Sinceramente não percam seu tempo nem seu dinheiro com "isso"....


Heitor 02/03/2013minha estante
Li e é isso mesmo. Ainda não li nenhuma adaptação( nem vou) que ele fazem aprti desse livro sobre amor, administração etc. Talvez seja esse o sucesso.


Irving.Maynard 07/12/2018minha estante
Acho que a edição que li estava incompleta pq não consegui identificar esses elementos.




Khêder Henrique 06/10/2010

A Arte da Guerra
Ler um clássico é uma experiência muito agradável. Enquanto se lê, tem-se aquela sensação de que "já li isso em algum lugar" praticamente a todo instante. Ainda mais quando sabemos que, na verdade, aquela obra que se lê agora, depois de outras, deveria ter sido lida primeiro, já que veio antes. E aquela sensação de dejà vu nos remete, na realidade, à própria obra que se está lendo, a inspiradora das demais. É como beber a água de um rio em sua nascente, sem estar contaminada pelos dejetos que entrou em contato no caminho até chegar a nós. Esta estranha e intrigante sensação me ocorreu quando li A Arte da Guerra, de Sun Tzu.

Trata-se de uma obra escrita há 25 séculos que aborda diversos pontos de estratégia militar. Mas da forma como foi escrita - através de curtos, porém sábios parágrafos -, a obra se apresenta como um guia para muitas situações. Suas sábias lições podem ser aplicadas em diversos aspectos de nossa vida, ainda mais no mundo competitivo em que vivemos. Os próprios comentários sobre a obra acentuam este ponto: empresários vêm utilizando o texto de Sun Tzu "como uma metáfora, no campo de batalha que se transformou a concorrência entre as empresas".

A obra é de uma leitura fácil e rápida. Por isso mesmo deve ser lida mais de uma vez. "Os Treze Capítulos" que compõem a obra são de uma simplicidade esquecida por cientistas contemporâneos que quando utilizam seus jargões esquecem-se dos leitores mais leigos e, por isso não conseguem atingi-los. Isso fica claro quando Sun Tzu explica que as combinações que se pode fazer com diferentes formas de ataque são inúmeras. Ele as compara a elementos do cotidiano:

"As notas musicais são cinco apenas, mas as melodias que com elas se podem compor são tantas que nunca as poderemos escutar todas. As cores primárias são cinco apenas, mas as suas combinações são tantas que não se podem visualizar todas".

E aquelas famosas frases de sabedoria que são pronunciadas em qualquer filme por aí retornam ao seu contexto original: "Conhece o teu inimigo e conhece-te a ti mesmo, e nunca porás a vitória em dúvida. Conhece o terreno, conhece o tempo, e a tua vitória será total".

Como toda obra escrita há muito, muito tempo, é comum existir dúvidas quanto a verdadeira autoria de um documento. Ou até a mesmo a existência desta pessoa. Em A Arte da Guerra, isso se faz presente quando notamos que todos os capítulos iniciam-se com a frase "Mestre Sun Tzu disse:". A obra então teria sido escrita por um discípulo de Sun Tzu? Esse tipo de dúvida apenas alimenta nossa ânsia de ler um clássico como esse. Mas se, de fato, esse homem existiu, sem dúvida, era um grande estrategista.

Essa edição que li da Martin Claret é bacana pela introdução de textos complementares e apêndices que nos introduzem no contexto em que a obra foi escrita e nos dão acesso ao que comentaristas de outras épocas acharam da obra. Há vários comentários que, de tão pertinentes, foram até mesmo inseridos na obra e hoje fazem parte dela.

Na introdução, sabemos que o autor James Clavell, impressionado com a obra, a situa apenas no mesmo patamar de outros dois tomos sobre os caminhos para se alcançar a vitória em diferentes formas de conflito: O Príncipe, de Maquiavel, e O Livro dos Cinco Círculos, de Miyamoto Musashi. E com razão. Assim como diversos outros escritores fazem o mesmo durante a leitura e reconhecem este livro como um clássico indiscutível. Acho que todo ser humano deveria ler uma obra dessas. O que me espanta é não tê-la lido antes.
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U.F. 24601 21/12/2010

Ótimo Manual
Este livro supera vários manuais, devido sua elasticidade, diferentemente d’O Príncipe - Nicolau Maquiavel, que diga-se de passagem é um ótimo livro, ele não está restrito a política, a reis, a servos, este livro é para todo o momento que se pode imaginar.

Ele se baseia em general e soldados, mas com uma simples troca de nomes, (em certos trechos) podemos incluir o livro em qualquer outro segmento, por exemplo, trocamos a palavra “general” por “gerente” e “soldados” por “funcionários” e temos um manual de como ligar com a concorrência, como agradar os funcionários sabendo os bonificar, enfim, sendo mais ousados, trocamos mais uma vez a palavra “general” por “pai”, e “soldados” por “filhos” e temos um manual de como educar os filhos com disciplina e respeito.
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kreaw 31/12/2009

Fama não é tudu que dizem
o livro pode ser famoso, mas não axei grande coisa.
achei meio monotono nas palavras, muita repetção de informação..

e coisas meio obvias... dizem que tem uma grande parte que da pra usar no empreendedorismo..

mas pra mim a maioria serve mais caso você esteja jogando Age of Empires haha
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Q-Quel®... 19/01/2010minha estante
Ainda não li o livro, mas gostei da forma cômica que você empregou na resenha. ^^




Alan 21/03/2009

Manual do tirano-psicopata amador
Um manual do tirano-psicopata amador, ensinando como pisar e usar subalternos à sua volta para seu próprio benefício; como ser escroto, insensível, desumano, egoísta, prepotente, autoritário e segregacionista. Hitler, Stalin, Mao e os falcões do Bush com certeza leram esse amontoado de lixo.

Uma vez que há um intercâmbio de esgoto entre Oriente e Ocidente e uma predisposição a valorizar tudo o que venha de países exóticos, esse amontoado de besteiras ficou popular entre nossos fidalgos abastados de sangue azul, pois justifica a exclusão social criminosa em que vivemos.

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G. 14/12/2009

Uma guerra mental ...
Sun Tzi fez estes 13 capitulos para voce ganhar uma guerra, não só literalmente falando, como conotativamente falando.Voce pode ler o livro usando analogias,para ser aplicado ao seu dia a dia. Esse livro envolve uma parte historica das antigas dinastias,passando por escolas de pensamentos,como a do famoso confúcio e a de Monzi.



Esse livro fala sobre taticas de guerra,locais de atuações, filosofias, dentre outras coisas. A coisa mais importante que pode ser levado desse livro é que, "só lute se for necessario", apesar do titulo ser bem sujestivo,o livro fala da arte de vencer uma batalha atraves do uso da "não força",utilizando apenas o psicologico do seu inimigo, e que a luta sem estrategia equivale a derrota.
Jaque 12/10/2011minha estante
Melhor comentário que li do livro.




leo Monte 03/08/2009

a pessoa que disse: "Um manual do tirano-psicopata amador, ensinando como pisar e usar subalternos à sua volta para seu próprio benefício; como ser escroto, insensível, desumano, egoísta, prepotente, autoritário e segregacionista. Hitler, Stalin, Mao e os falcões do Bush com certeza leram esse amontoado de lixo.

Uma vez que há um intercâmbio de esgoto entre Oriente e Ocidente e uma predisposição a valorizar tudo o que venha de países exóticos, esse amontoado de besteiras ficou popular entre nossos fidalgos abastados de sangue azul, pois justifica a exclusão social criminosa em que vivemos."

com certeza não entendeu e enm deveria etr lido este livro, é um livro que ensina o crescimento, basta você saber canalizar as informações para outra direção, serve para crescer no trabalho, na empresa, no relacionamento e não para PISAR nas pessoas!

Mas DEFINITIVAMENTE NÃO É PARA COMUNISTAS!
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Ana Carolina 17/08/2012

Nada impressionante
Não sei por que falam tanto desse livro, sinceramente. O que tem chovido de "arte da guerra" voltada para negócio etc. e tal. Até o Beiramar disse que leu esse livro. Nenhuma leitura é de se jogar fora, mas na minha opinião, não é nada que "abra seus horizontes" ou "mude sua vida". Não vale esse alarde todo.
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Francisco 28/12/2014

O principal objetivo da guerra é a paz
O livro é bastante atual, desde que contextualizemos o conhecimento proveniente dele, que é essencialmente empírico e baseado nas experiências de grandes generais que superaram grandes óbices com recursos mais escassos do que conhecemos hoje. Considero um livro essencial (de bolso) para todos aqueles que têm que superar algum grande desafio ou dificuldade. Neste caso, basta substituir na leitura a palavra "inimigo" por "desafio". Grandes lições são compartilhadas, como a de que o principal objetivo da guerra é a paz, é conseguir o que queremos sem arrasar ou passar por cima de pessoas de forma desnecessária. Como diz Sun Tzu, é fundamental a compreensão de que a vitória não depende tão somente de nós, depende de outros fatores que também devem ser levados em consideração, isto é, o adversário e o território. Assim também é no dia-a-dia. Aqueles que têm estratégias, dedicação, conhecimento, usam as oportunidades e os aliados, conseguem superar suas guerras, nem que sejam as internas.
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Thay Gomez 09/12/2012

A Arte da Guerra
Estou tendo muita sorte, este ano, em material de livros recebidos.
Li A ARTE DA GUERRA em dois dias e preciso dizer... Cheguei a encará-lo como um Manual Sonserino para vencer a qualquer custo. É um tratado militar escrito há mais de dois mil anos (em meados do século IV a.C.) por Sun Tzu, grande estrategista militar da época, e já foi traduzido para vários idiomas.

Neste livro, há uma discussão sobre os aspectos da guerra: táticas, hierarquia, fatores humanos e naturais, entre outros. Ele mostra uma forma quase certa de chegar à vitória em conflitos, batalhas, e na simples luta pela sobrevivência - seja na guerra ou no nosso cotidiano - tendo como princípios básicos: o excelente conhecimento do inimigo e de si mesmo, o elemento surpresa e a coragem prudente.

Temos aqui treze capítulos curtos, bem esquematizados, que inspiraram grandes militares, como Napoleão Bonaparte e Mao Tse Tung. Aprendemos, durante a leitura, lições valiosas no tocante a prever o resultado de uma batalha: como analisar caminhos, clima, terreno e os inimigos com cautela; o poder relativo entre as forças, o peso de habilidades, vantagens, disciplina e supremacia militar, sistemas de recompensas e punições.

E isto é só o começo: ele deixa mensagens muito interessantes, para serem transmitidas por mais tantos milênios.


O autor ressalta o valor do planejamento e dos estratagemas no caminho da vitória. Ele também aponta as piores políticas a se adotar e o que se deve deixar como último recurso; como administrar o posicionamento do exército, decifrar os sinais da presença do adversário e manobrar exércitos.

Vemos a importância da preparação de suas tropas e as fraquezas que um general deve evitar. Aprendemos quais são os tipos de terreno na guerra, situações que podem levar à derrota, posições geográficas que interferem nas operações militares, a essência das operações militares.

Se acham que eu falei algo aqui, esperem para ler o livro, porque há uma filosofia incrível envolvida e nenhum comentário meu chegaria aos pés da importância dessa obra milenar. Eu gostaria que ele tivesse se aprofundado mais no "Como" do que no "O Quê", mas isto não apaga, de forma alguma, o brilho desta obra de arte.
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Ângelo Von Clemente 01/11/2016

Princípios atemporais de existência.
Classifico como uma leitura essencial, simplesmente imprescindível. Sua universalidade foi assegurada perante os séculos, solidificou-se pelo alto valor que a obra pode agregar a um leitor cujo senso critico seja apurado. Tive em mãos um exemplar cujo texto era integral, também classificado como "Não comentada". Era minha preferência, para vos ser sincero, ser polpado inicialmente do juízo de valor de terceiros, por mais fascinantes que sejam as inúmeras interpretações que numa primeira leitura possamos não ser capazes de captar, certo é que meu anseio como leitor era justamente o de encontrar "minhas" próprias significações para as pequenas"parábolas" que esse clássico poderia me proporcionar. Mesmo que escrito em um período histórico longínquo, fascina-nos a flexibilidade das situações abordadas, que a despeito da visão pouco aprofundada de alguns, representa algo que podemos trazer para o nosso cotidiano, algo que exige compreensão, e uma contextualização adequada. Vivemos todos, em certos graus, em um eterno campo de batalha, aos que leram e não conseguiram subtrair nenhum conhecimento, sugiro uma releitura atenta, ou a escolha de uma versão comentada (para os que precisam que se desenhe diante de seus olhos para compreender)

Sem dúvida o trecho que mais chamou-me a atenção é dotado de sutileza, sendo uma das frases mais célebres de Sun Tzu, e que representa uma pequena constatação reflexiva capaz de mudar nossa concepção:

" Se te conheces o inimigo e a ti mesmo, então tu não precisas amedrontar-te perante cem batalhas. Se te conheces a ti mesmo, mas não ao inimigo, então vitória e derrota têm igual peso. Se não conheces nem o inimigo nem a ti mesmo, então tu perdes qualquer batalha."
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