O Enigma do Oito

O Enigma do Oito Katherine Neville




Resenhas - O Enigma do Oito


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Isa 23/04/2011

O ENIGMA DO OITO
O ENIGMA DO OITO não valida sua proposta. Apesar de bem estruturada e do elaborado trabalho de pesquisa, a história se perde pelas voltas e meandros para se chegar ao seu cerne. A narrativa ocorre alternando cronologicamente em paralelo o passado e presente. Ambos os relatos carecem de objetividade excedendo em detalhes irrelevantes ao seu contexto. Todo apelo cênico é utilizado para rebuscar a trajetória épica do jogo de xadrez, o Xadrez de Montglane.
Em um fruir de conjunturas históricas, a primeira narrativa é ilustrada entre outros por Carlos Magno, Catarina a Grande, Marat, Rousseau, Robespierre e Bach em interação aos personagens, centrado na figurativa Mireille. O discorrer da trama é extenuado em sucessivos relatos, cansativos e maçantes.
A segunda história é narrada em primeira pessoa, da personagem Cat Velis, em um desenrolar que abusa da prerrogativa do enigma. Onde todos sabem tudo, menos a personagem centro e consequentemente o leitor.
A dinâmica desse acumulo de informações só ocorre a quase pouco do seu termino, com a convergência das histórias, o que não promove seu desenrolar. E ao final, a luz do dito enigma não revela nada de extraordinário. O mesmo mistério proposto por tantos outros livros do gênero: o elixir da vida.


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Linda 15/02/2013

Inicio
Galerinha o livro esta bem legal começa meio chato falando das meninas que foram para no convento não por vontade propria mais devido a algumas circunstâncias... Mas com o desenrolar da trama cara fica muito interessante a lenda do xadrez perdido e que foi enterrado no convento... E agora a madre superior os desenterrou e entregou a oito freiras e mantem seus nomes em segredo, enfim ta muito bom em breve voltarei a resenhar e a contar-lhes cenas dos proximos capitulos.

Até mais pessoal!


Ptah 01/12/2009

Infinitas citações
Este livro me conquistou porque é cheio, qualhado mesmo, de citações e referências. Quem gosta de história (mas não é purista) vai se empolgar com as viagens de duas mulheres em épocas diferentes: presente e revolução francesa.

Personagens como Marat e sua assassina, Catarina da Russia e até o enxadrista Philidor entram como personagens nesse romance atras de algo que pode lhes dar poder.

Enfim, adoro romances hisóricos, mea culpa.


Fimbrethil Call 19/03/2009

Espetacular
livro espetacular, que mistura história real com ficção, mistério, suspense e ação que te prende até o final. É a história de duas
mulheres, uma que vive em 1790 na França, durante a revolução, e outra
que vive em 1973, primeiro em Nova York e depois na Argélia, durante a
crise do petróleo. A história se passa em torno de um jogo de xadrez
que Carlos Magno ganhou de presente de um chefe Otomano depois que
ajudou dito chefe a derrotar não lembro quem na Espanha, e esse xadrez
tem uma maldição, mas é feito de ouro e pedras preciosas, então tem
gente que quer destruí-lo por causa da maldição, e gente que quer o
xadrez pelo valor inestimável, e por aí vai... É um livro maravilhoso,
e quando chega no final tem uma surpresa, mas EU não vou contar o fim!


Priscilla 05/09/2011

O "Enigma do Oito" é o tipo de livro que te obriga a ler com calma. Não se preocupe, não é do estilo que faça citações obscuras ou de difícil entendimento; ele não te obrigará a percorrer as páginas com um dicionário ao lado. Ele nem ao menos te fará enrrugar as sobrancelhas ao ler suas passagens. Mas você precisa ter calma. E paciência, porque ele é soterrado de conhecimento enciclopédico e variado, que se for levado de forma irreverente se tornará incompreensível no decorrer da história.

Digo isso porque, se você não tiver o básico do entendimento sobre ciências exatas, filosóficas e históricas, poderá ficar completamente perdido se não levar o conteúdo a sério - no fim, não entendendo nada da proposta. Um dos motivos pela qual não dou cinco estrelas para o "Enigma do Oito" é exatamente esse. Ele é tão cheio de conhecimento arbitrário não realmente relacionado com o desfecho da trama, que se torna um pouco maçante aos olhos dos menos motivados.

Ao ouvir falar de teorias musicais, física acústica, matemática avançada, história da Revolução, filosofia e seus acompanhantes, muitos leitores pouco aplicados podem se render. Simplesmente porque não possuem o afinco de cravar os olhos na leitura e tentar compreender o texto, o que leva ao não entendimento de metáforas como a da Rainha Branca, do Rei Preto, e assim por diante. Há, por esse fato, certo distanciamento do leitor em relação aos personagens e suas lutas, como, principalmente Mireille. É difícil entrar na pele dela, porque sua história é soterrada de passagens de difícil acesso, e há uma difícil identificação com ela, fazendo com que só a compreendamos realmente no final; assim como Solarin, Talleyrand, Nim, e etc.

Mas o livro é bem escrito. Possui diálogos inteligentes, personagens interessantes e descrições bonitas. Me pego envolvida por Catherine, Lily e até Carioca, me pego finalmente compreendendo Mireille e toda sua jornada, me pego ansiando pelo Xadrez de Montglane e seus mistérios. Me pego imaginando como deve ser o futuro de Charlot, como devem ser as montanhas do Tassili, de como a Argélia é um país singular (apesar de antes nem ao menos poder precisar com exatidão seu lugar no mapa), e em como uma partida de xadrez pode ser muito mais do que um mero jogo.

Me pego ansiando por cada movimento, do menor dos peões ao maior dos reis. E é. Querendo saber exatamente onde o jogo termina. E que venha "O Fogo".


Nalice 19/03/2012

Passado, presente e futuro, fantasia e realidade fundiram-se.
Sinopse:
Um romance de ação, suspense e mistério, no qual cada reviravolta é uma jogada de mestre.
Com personagens que se movem como peões num tabuleiro, 'O enigma do oito' conta a história do lendário xadrez de Carlos Magno, escondido durante mais de mil anos e desenterrado na Abadia de Montglane, nos Pirineus, às vésperas do início da Revolução Francesa.
Quase 200 anos depois, na década de 1970, em Nova York, uma especialista em informática se vê envolvida num perigoso jogo, iniciado dois séculos antes, quando o xadrez deixou a Abadia.


Passado, presente e futuro, fantasia e realidade se misturam nesse livro, cheio de citações e personagens históricos. O livro, conta que existe fórmula inscrita em um xadrez peculiar e muito antigo, que Carlos Magno recebeu do chefe do Império Otomano quando o ajudou em uma guerra. O poder da fórmula existente no xadrez, que esteve escondido durante anos numa abadia em Montglane, na França, é a chave para o poder absoluto. Um poder desejado por muitos, um poder antigo, mas, acima de tudo, um poder sujo de sangue.
A história se passa em duas épocas diferentes: Revolução francesa (1790) e crise do Petróleo (1973). E é cheio de mistérios. Te deixa atônita do início ao fim. Recomendo a qualquer que tenha história, matemática e/ou física e química como suas matérias favoritas. Aliás, recomendo a qualquer que saiba ler. Simplesmente espetacular! E se não acreditam em mim leiam as outras resenhas. hahaha, mas acho que vocês podem confiar em mim (ou não?).

Leiam a resenha completa em: http://carnesecacomcheddar.blogspot.com.br/2012/03/recomendacao-marota-da-ana-alice-n-1-o.html


cfsardinha 30/12/2011

Livro bastante interessante, apesar de ser mais longo que o necessário.
Com várias citações ao universo da matemática, da músicae do xadrez, claro, o livro se passa em alguns interessantes momentos históricos reais com personagens históricos reais. Ele divide-se entre o passado e o tempo presente (que é no passado para nós leitores também).
Todo o livro se molda como um grande jogo dexadrez onde os personagens são as peças chaves.
Para quem gosta do jogo, recomendo. Para quem gosta de história, recomendo. PAra quem gosta de suspense e ação, recomendo. Mas lembre-se de ter paciência, pois o livro é, de fato, mais extenso que necessitaria ser.


Psychobooks 02/06/2012

Uma mescla de passado (1790) e "presente" (1972), o livro narra sobre a história do Xadrez de Montglane, de Carlos Magno, que desde sua "descoberta", é um objeto de cobiça e extremo valor, pois trará um conhecimento e poder inigualáveis.
Cat Velis, uma jovem e promissora analista de dados em uma época e carreira predominantemente masculina, por ser extremamente legalista em sua profissão em uma empresa de auditoria, acaba desagradando os presidentes da empresa e com isso é transferida para uma empresa em ascensão do outro lado do mundo: a Argélia.
Mas Cat jamais imaginou que seu destino já estava pré-definido, pois graças a uma previsão de uma vidente no ano novo e alguns empurrãozinhos humanos, ela terá de não só desvendar todo o mistério por trás do xadrez, como também sair em busca das peças perdida a muitos séculos. Mesmo contra sua vontade, ela estará envolvida em conspirações e jogos de poder em que ela será apenas um peão, mesmo que isso signifique sua vida.
Bom, capa com um tabuleiro de xadrez, tema principal, xadrez, logo o livro só poderia tratar sobre isso. Até aí sem grandes novidades, o problema é que não entendo lufas de xadrez, nunca joguei e em algumas partes do enredo, são utilizados termos técnicos, próprios do jogo que necessitam algum conhecimento básico no assunto.
Outro ponto negativo, foi as intermináveis fórmulas de matemática, utilizadas como auxílio, ou mesmo a "chave", para desvendar parte dos mistérios. Tem de Einstein à teoria Fibonacci. Alouuuuu! mal me recordo como fazer uma equação de segundo grau. Nem preciso dizer o quanto fiquei perdida nessas partes.
A receita da história é boa, com mistério, ação e um quê de misticismo, mas algumas coisas poderiam ser dispensadas.
Catherine Velis é uma típica nerd e desconfiada, quer acreditar nas pessoas e nas coisas que acontecem a sua volta, mas desconfia, pois tudo parece impossível, muito maluco. O que gostei da personagem é que ela tem um toque de realidade em seu perfil, não é de hoje que alguns livros abusam do absurdo e ultrapassam o aceitável.
Como dito anteriormente, o livro se passa em duas épocas, Cat é a responsável pelo ano de 1972, enquanto os trechos de 1790 ficam a encargo das primas Meirelle e Valentine, duas noviças que são incumbidas de proteger algumas peças do jogo.
O livro é repleto de personagens inconstantes, ninguém é o que parece, quando você acha que há um inocente, ele é justamente o culpado.
A trama se desenvolve maravilhosamente bem, capaz de se perder algo entre um suspiro e outro, apesar de muitas resenhas negativas por aí, eu realmente gostei do livro, exceto as partes "nerdices matemáticas".
Não sei se é sinônimo, mas toda vez que um livro trata da igreja católica, algum objeto perdido, considerado até lenda, a maçonaria está envolvida. Fiquei meia perdida com alguns acontecimentos. Será que parte dos personagens citados como maçons, realmente são, ou é mito? Napoleão tinha uma irmã noviça e serviu o exército em meio a revolução francesa como soldado?

Acesse:
http://www.psychobooks.com.br/2012/05/resenha-o-enigma-do-oito.html
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Caroline Nishi 19/10/2011

Enigma do Oito
Sabe aquela frase clássica que quase todos os filmes épicos têm: [voz com eco] “O passado e o presente se unem, as respostas do presente você encontrará no passado.”?

Essa é a essência do suspense histórico de Katherine Neville, O Enigma do Oito.

O Elamundo conta hoje a história do xadrez de Montglane, antes conhecido como Xadrez de Carlos Magno.

Ele foi forjado há muito tempo atrás, seu criador era um homem sábio que vivia atrás “da grande fórmula”, cuja resolução traria à toa o maior segredo da humanidade, um segredo que igualaria o homem aos deuses. Este homem, finalmente conseguiu resolver a fórmula, mas como todo grande conhecimento carrega consigo uma grande maldição, ele sofreu o castigo merecido. Tentando aliviar o peso de seu grande fardo, ele resolveu partilhar o conhecimento adquirido forjando o xadrez de Montglane e, consequentemente, a maldição tomou forma e despertou a cobiça de muitos homens.

No decorrer do tempo, o xadrez deixou o rastro que todo objeto de poder costuma deixar na história, derramamento de sangue e guerras. Mas, inesperadamente, as peças vão parar na abadia de Montglane, na França. As abadassas sabendo do poder que carregava o xadrez tinham consigo a responsabilidade de proteger o xadrez e nunca revelar sua localização, abadassa após abadassa. Os admiradores e cobiçadores seguiam as pistas que o xadrez deixou na história e sempre chegavam a abadia de Montglane, mas lá encontravam um beco sem saída e nunca mais se soube de seu paradeiro durante um século.

O objetivo das abadassas de Montglane era que o xadrez jamais chegasse nas mãos daqueles que buscavam o poder. Estamos falando da França do século 16, que vivia na eminência do estouro da Revolução (Francesa, obviamente), bens eram confiscados e nada pertencia a quem deveria de direito. Sabendo do risco que o xadrez corria, a abadassa tomou certas precauções para que, mesmo fora dos muros da abadia, o xadrez continuasse oculto.

Muito tempo se passa e agora estamos na Nova York de 1973, em meio a outro conturbado período da história, durante os conflitos com a URSS. Aqui, conhecemos nossa outra protagonista, Catherine Velis, que é fera em processamento de dados. Na noite de Natal, ela está amargando no plantão da empresa onde trabalha quando recebe uma ligação inusitada de Harry, um antigo cliente que se tornou amigo, convidando-a para passar o Natal com ele e sua família. Não tendo outra alternativa senão aceitar, ela decide se divertir um pouco na noite natalina de Nova York. Sua vida muda quando, nesta noite, uma cigana lê sua mão e diz que “No Jogo da Vida, os Peões são a alma do xadrez. E até o humilde Peão é capaz de assumir uma identidade diferente… A mulher que a levará à encruzilhada cortará todos os laços e precipitará o fim que está previsto.”.

Após este dia, Velis se vê em meio a uma perseguição que envolve a KGB, um soviético louco e por quem se sente estranhamente atraída, Lily Rad com quem nunca se deu muito bem, correndo sérios perigos de morte, atrás de objetos que não se têm notícias há anos, em um jogo que não pediu e nem esperava entrar. A vida lhe reserva grandes surpresas, as melhores sempre ficam no final.

Resenha publicada no blog Ela Mundo: http://elamundo.wordpress.com/2011/09/01/dica-de-leitura-o-enigma-do-oito/
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Iara Sueroz 04/01/2014

E qual será o enigma do oito?
O livro conta duas estórias paralelas que se interligam ao final, duas mulheres fantásticas e época e continentes completamente diferente envolvidas em um jogo que não compreendem ao certo e extremamento perigoso, em suas épocas elas viajam por diversos lugares do mundo tentando desvendar um segredo muito antigo que pode trazer a glória ou a destruição da humanidade, e como termina esta estória? Ai você terá que ler para saber.
A estória é incrível, muito envolvente e bem detalhada, um livro inteligente que mistura, aventura, ação, romance e até um pouco de comédia, além de trazer alguns fatos históricos de momentos pelos quais a humanidade já passou, se você gosta deste tipo de livro então irá amar e devorar O Enigma do Oito.
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Giro Letra 24/06/2011

O Enigma do Oito
O enigma do oito é um livro fantástico, que fascina o leitor do início ao fim. Fui obrigada a ler aos poucos e sempre era um martírio interromper a leitura, pois é um daqueles livros que você quer ler todo de uma vez.

A trama se desenvolve em torno do lendário Xadrez de Montglane, que, no século VIII, teria sido dado de presente a Carlos Magno por um governador muçulmano de Barcelona. Logo se percebe que não se tratava de um xadrez comum: além de seu tabuleiro ser inteiramente confeccionado em ouro e prata e suas peças, de metais preciosos, terem incrustações de safiras, rubis, esmeraldas e diamantes, há uma fórmula secreta escondida no Xadrez.

Leia a resenha completa: http://www.giroletra.com.br/2011/06/o-enigma-do-oito.html
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Pati 20/01/2014

Mais ou menos
É um livro que tem bastante pesquisa histórica e dá para ver que a autora se preocupou bastante com isto, para que fosse verídico. Mas acho que a história demora muito a empolgar e as vezes se perde em relatos cansativos e citações de milhares de personagens históricos. Tem momentos muito bons em que você não consegue parar de ler com outros em que se demora horrores porque você fica sem saco de abrir o livro pra ler aquele 'blablabla'.

Recomendo para quem é fã de xadrez e quem curte livros em que a história se cruza com os personagens históricos (tipo napoleão Bonaparte, a revolução francesa, etc). Se você não gosta destas coisas e só quer um bom romance para ler recomendo que leia outra coisa.

E para finalizar a história não acaba no livro, como quase tudo agora ele tem uma continuação! Talvez a continuação seja melhor. Ao menos eu espero, uma vez que vou ler pois quero saber como acaba. Mas não espero grandes surpresas...
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Só Sobre Livros 24/05/2013

O enigma sem pé nem cabeça
Confira resenha no blog http://sosobrelivros.blogspot.com.br/2012/06/o-enigma-sem-pe-nem-cabeca-carla.html
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Sil 03/01/2016

O Enigma do Oito
Eu li na minha adolescência e Nunca esqueci! Foi marcante! Me lembro ate hj, tenho ja quase 40.
Gostaria de reler!
Recomendo mto!
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