O Enigma do Oito

O Enigma do Oito Katherine Neville




Resenhas - O Enigma do Oito


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Karolina 28/01/2021

Muito bom
No início achei meio parado e com muitas questões abertas, mas no decorrer da leitura, vai ficando muito bom, mesmo com alguns pontos sendo BEM exagerados.

No geral, a narrativa é envolvente e é difícil parar de ler. Super recomendo.
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Vinícius.Dennys 20/10/2020

Muito surpreendente, adorei o contexto histórico. Me prendeu do início ao fim.
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Mari 27/09/2020

Esse livro é maravilhoso. Foi o primeiro livro que eu li, ele é muito bom
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Andrea 13/06/2020

Interessante
Duas jovens o?rfa?s sa?o confiadas a igreja ate? terem condic?o?es de administrarem a renda de suas propriedades. Mas durante a primavera de 1790 a vida das duas primas, assim como de todos os que moram na Abadia de Montglane, e? modificada radicalmente ao descobrirem que a lenda do xadrez de Carlos Magno e? real.
Em 1972, na cidade de Nova York, Cat Velis e? uma profissional da a?rea de TI, que apo?s contrariar o seu chefe, e? informada que sera? enviada para prestar servic?os por um ano na Arge?lia. Ao comunicar sua mudanc?a na casa de um amigo, um conhecido lhe faz um pedido: procurar pelo xadrez de Montglane. Em um primeiro momento ela pensa em ignorar o pedido, mas uma sequencia de estranhos acontecimentos despertam a sua curiosidade para as pec?as.

Katherine Neville utiliza o xadrez como base para criar um thriller cheio de miste?rio e perseguic?o?es. A autora se utiliza de duas narrativas onde a diferenc?a esta? ale?m dos duzentos anos de diferenc?a, mas tambe?m a forma, a histo?ria de Mireille e? narrado em terceira pessoa e cita muitas personalidades histo?rias, passando por Robespierre, Napolea?o e Catarina, a Grande. Ja? Cat narra a sua aventura em primeira pessoa, como que se convidasse o leitor a desvendar o jogo junto com ela.

Resenha completa no bloguinho:

http://literamandoliteraturando.blogspot.com/2020/06/o-enigma-do-oito.html?m=0
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Sakoroll 04/03/2020

Achei um livro instigante. Na época em que li, não consegui parar. Simplesmente adorei.
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Pamela 18/12/2018

O Enigma do Oito
A história é basicamente contata por dois personagens, Mireille e Cat Velis. Mas cada uma em uma época diferente, cerca de 200 anos de diferença.
O objetivo das duas é proteger e desvendar uma formula escondida no famoso Xadrez de Montglane perseguido por tantos e tantos anos.
O livro conta com aparições de químicos e físicos famosos, matemática, misticismo, magia e muito suspense. É uma leitura que prende o leitor do começo ao fim.
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Fabio.Gabriel.Oli. 19/08/2018

Meu enigma do Enigma do Oito.
Pra mim foi um enigma o porquê de ter terminado daquele jeito.
Mas vida que segue.

A história toda gira em torno do Xadrez de Montglane.
Conta a história de Mireille e Valentine (em 1790, se não me engano), da França, que vão entrar em uma viagem pra proteger as peças do Xadrez de Montglane.
E também fala de Catherine Velis (1972) que é uma executiva de Nova York tentando fugir das festividades do Ano Novo para estudar sobre informações do lugar para onde foi transferida contra a vontade, Argélia. Ela vai acabar se vendo envolvida com o tal xadrez também.
Depois disso as três vão passar por poucas e boas por conta de um xadrez que deve valer mais do que o Indiana Jones encontrou em qualquer um dos 4 filmes.
Adoraria dizer mais, porém não sei até onde vai a linha tênue entre sinopse e spoiler.

Eu colocaria esse livro num gráfico, onde ele sobe até a metade no começo, continua subindo além dos limites do próprio gráfico no meio, e cai em queda livre no final.
Fiquei muito instigado no começo, tive que ter paciência com as histórias e algumas informações dignas de um livro didático, mas foi bem interessante. Depois foi ficando cada vez melhor conforme as coisas iam acontecendo, e foi lindo até perto do final.
Lá a coisa desandou bastante. As pessoas se mostravam parentes umas das outras do nada, e por mais que eu tivesse achado isso legal da primeira vez, depois ficou enjoativo. Depois, o que deveria ser o clímax final foi meio corrido e sem sentido. Parece que os oponentes não se esforçaram de verdade.
E teve uma arma. Isso me lembrou do episódio de Gumball quando um homem assalta uma loja com uma colher. Tá certo que ele tinha uma colher, mas... Era só ele contra todo mundo, e senti muito disso naquela cena do livro. Mas enfim, quem vai lutar contra uma arma?
Surgiu um amor do nada, que, por mais que ela tivesse explicado, não achei legal. Amor se desenvolve, não se explica.
O final foi esquisito. Durante a história eu imaginei que o final resolveria o problema todo. Mas quando chega lá você percebe que o único objetivo era tirar o poder das mãos erradas. E isso me deixou decepcionado, apesar de justificável.
Não foi um final péssimo, mas não foi ótimo. Foi razoável.

Tudo isso é referente a história da parte de Catherine.

A da parte de Mireille eu realmente não tenho do que reclamar. Aconselho, pra quem for ler, estudar a Revolução francesa um pouquinho, deixa mais interessante.
Só teve a viagem enorme que ela fez lá, numa certa parte, que não entendi muito bem o objetivo. De resto eu bato palma.

Tirando esses pontos negativos, que concentram principalmente perto do final, eu simplesmente AMEI a história.

° Os personagens são interessantes. Catherine é bem inteligente, o que me deixou satisfeito e me fez sentir que sempre estava deixando algo passar. Toda vez que ela dizia coisas como "mas é claro!" eu ficava tipo "só pra você, porque eu tô um pouco no escuro aqui". Então ela falava de algo que não é qualquer pessoa que ia saber.
Lily e Carioca foram únicos, adorei os dois.
Solarin me pareceu meio instável perto do final. Você cria uma imagem dele durante a história, e depois isso muda num estalar de dedos.
Não tenho muito o que falar sobre os outros além de interessantes e importantes, de certo modo.
° Desenvolvimento foi ótimo. Só o final que foi corrido.
° A escrita de Katherine Neville é simplesmente maravilhosa, quase no nível Sarah de escrita. Achei super interessante ela alternar entre primeira e terceira pessoa. Pôde mostrar que ela escreve muito bem nas duas formas. Só achei meio cansativo toda aquela parte explicativa de história, matemática e não lembro mais o que. Fiquei confuso quando ela descreveu certos cenários. Não entendi bem se o problema era ela ou eu (provavelmente eu mesmo, que não paro pra pesquisar as palavrinhas kkkkkk)
° Se você quer uma história com lugares e situações incomuns, é essa. Fico imaginando a pesquisa suada que ela fez pra escrever isso. Amei as situações no decorrer da história, amei os lugares e ela sacou umas paradas legais sobre cultura. Lindo de verdade.
° Espero que a continuação, O Fogo, seja boa, mesmo que só no meio que nem essa.
°Sobre outras opiniões...
O tal Enigma realmente não é tão surpreendente assim e acho que isso é dito até mesmo perto da metade.
A porção de relatos, que fica desviando a história várias vezes, realmente foi cansativo.
Não teve muito do mistério que acho que merecia. Também não teve cara de romance, que é o gênero do livro. Pra mim foi mais aventura.
Gostei do entrelaçamento de momentos históricos e a aparição de personagens históricos. Mas tiveram certos personagens que realmente foram meio inúteis e a maioria das informações eu não entendi pra que servia.

Conclusion:
As únicas coisas que me incomodaram de verdade na história foram os acontecimentos do final e a parte didática. De resto eu amei. Amei muito. A experiência no decorrer da história foi incrível e certamente não me arrependo nem um pouco. Parece que só falei mal, mas na verdade houveram muito mais pontos altos. Vamos dizer que, numa porcentagem, 88% foi bom, se é que me entendem...
Recomendo super super. Mas já tá alertado(a) sobre o final, então não chora. kkkk
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Dani.Belo 07/07/2018

Gostei
Pelo Fato de trazer dados histórico ocultos, linkar passado e presente, com a ficção e suspense. Uma leitura que prende e dinâmica. Super indico pra quem curte Dan Brown, não deixou a desejar.
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Rita Nunes 14/12/2017

Maravilhoso!
É realmente um épico! Muito bem escrito, cheio de aventura, mistério, suspense, descobertas! A história se alterna entre o século XVIII e o XX. Vários personagens históricos participam, direta ou indiretamente, da grande aventura no século XVIII. É até difícil falar sem dar spoiler. Vale a leitura!
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Lucyarty 02/04/2017

Se você gostou de Dan Brown...
também vai adorar esse. A história se passa em duas épocas históricas diferentes e gira em torno de um jogo de xadrez misterioso. É parte histórico, parte aventura. Um fator que adorei foi que as protagonistas dos livros, em ambas as épocas, são todas mulheres. Muito recomendado.
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Sil 03/01/2016

O Enigma do Oito
Eu li na minha adolescência e Nunca esqueci! Foi marcante! Me lembro ate hj, tenho ja quase 40.
Gostaria de reler!
Recomendo mto!
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RAS 28/08/2015

Xadrez
Esse livro é fantástico, um dos mais legais que já li, também falando sobre xadrez né rsrsrs, cada movimento do livro tentando mostrar as ações humanas como se fossem um jogo de xadrez na vida real, achei bastante bacana isso e nunca me esqueci do final desse livro que as últimas palavras nos fazem repensar em todo as mais de 600 páginas de leitura, recomendo bastante o livro
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Diná 13/07/2015

O enigma do Oito
Confesso que estava meio cansada de ler e queria algo não tão pesado, foi assim que cheguei nesse livro na biblioteca da faculdade - estava em dúvida entre ele e Milan Kundera, mas o Kundera não é nada leve rs.
A história do livro se passa em dois períodos, na Revolução Francesa e na década de 70, antes da Crise do Petróleo. No período mais antigo acompanhamos a trajetória de duas noviças, Mireille e Valentine que saem da Abadia de Montglane quando essa é fechada na revolução; na década de 70 acompanhamos Catherine Vellis, especialista em computadores, que vai para a Argélia prestar serviços à OPEP.
Na Abadia de Montglane está oculto um segredo muito antigo, o Xadrez de Montglane. Sua posse garantiria um poder tremendo ao detentor (ninguém na história sabe exatamente como); sabendo que esse poder poderia ser utilizado para o mal, o xadrez foi oculto na Abadia, mas os fatos relacionados a Revolução Francesa forçaram sua retirada de lá - e é justamente as consequências do xadrez ser retirado da Abadia que dão o tom para essa parte da história.

Séculos depois, acompanhamos a também impetuosa Catherine Vellis. Ela trabalha com computadores em uma empresa de auditoria, e quando se recusa a realizar uma trapaça para um dos sócios, é punida com uma transferência para a Argélia.
Se não bastasse isso, no final de ano Harry Rad (um antigo cliente que se afeiçoou a ela) a chama para comemorar num hotel, onde uma vidente deve fazer uma previsão para o futuro dela. Praticamente forçada, ela segue até o local e a mulher a surpreende revelando saber detalhes de sua vida - como sua data de aniversário, a qual ela não revelava para ninguém.
Vellis não dá muita importância ao incidente, até que tempos depois Lily (a filha de Rad) a chama para assistir uma partida de xadrez entre Fisk, um enxadrista inglês já aposentado, e Solarin, um misterioso enxadrista soviético.
Fisk se revela estranho a partida inteira, sendo que Solarin o obriga a pausar a partida. Em uma rápida conversa no banheiro, Solarin descobre que Fisk estava sendo manipulado por outras pessoas que desejavam que o soviético revelasse uma fórmula que ele havia prometido revelar a quem o vencesse no xadrez.
Fisk acaba morrendo misteriosamente (o primeiro suspeito é Solarin, mas o leitor sabe que ele é inocente) e a partida é suspensa. Quando tentam voltar para casa, Lily e Catherine se veem alvo de um atirador, então fogem do local.
A partir desse ponto, as duas mulheres se propõe a elucidar o mistério que matou Fisk e o que isso tem a ver com Solarin (que passa a aparecer em vários lugares). A resposta para tudo é, obviamente, o Xadrez de Montglane, só que dessa vez o mistério não é seu poder, mas sim onde ele está - já que suas peças estão dispersas.
Nessa parte da narrativa entra o que gostei no livro: as personagens jogam entre si uma partida de xadrez, assim como em Alice Através do Espelho (Lewis Carroll). Cath e Lily são um peão, Solarin é um cavalo e Nim (um amigo misterioso de Cath, que serve de mentor a ela) é uma torre, e a misteriosa Minnie é a rainha preta; achei que essa ideia tornou a história bem interessante.
Porém nem tudo na história é muito bom, pois achei muito forçada a presença de tantas personagens históricas no caminho de Mireille; além disso achei chato demais mocinhas tãoooo belas - Mireille é ruiva de olhos verdes e Valentine é loira de olhos azuis. Também achei, pelo início, que Valentine e Mireille teriam finais bem diferentes... A autora altera o destino delas de maneira muito abrupta e achei isso chato.
Sobre Cath... Ela chega a ser um pouco irritante tentando bancar a detetive e achei Lily caricata demais - além disso ela é julgada mais bizarra por ser gorda, a personagem ressalta isso várias vezes e achei uma visão preconceituosa.

No meu blog coloquei mais alguns detalhes da trama :)

site: http://aleitorafantastica.blogspot.com.br/2015/07/o-enigma-do-oito-katherine-neville.html
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Rafael 14/06/2015

Fraco
Levei quase três anos p terminar de ler. achei muito fraco apesar do enredo ser atrativo. Contudo a autora se perde no posicionamento cansativo e arrastado em relação a descrição dos detalhes dos ambientes. Isso durante toda a narrativa, do início ao fim. Considerando que não é um livro pequeno, logo de início o cansaço na leitura começa a se fazer o que o torna complicado de finalizá-lo. Por fim, cabe somente um adendo quanto ao desfecho, apesar de saber que possui continuação (vol 2), decepcionante!
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Virgílio César 17/11/2014

Esperava bem mais deste livro. A forma da autora escrever é até agradável, mas a história começa a ficar mirabolante demais. Tem fantasma, vidente, apocalipse, uma pessoa que vai salvar o mundo. É demais! Para mim não deu para passar da página 200. Pensei que o livro seria mais real.
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