As Crônicas de Artur: O Rei do Inverno

As Crônicas de Artur: O Rei do Inverno Bernard Cornwell




Resenhas - O Rei do Inverno


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Henry Chinaski 01/12/2020

Incrível!
É sem dúvidas um dos melhores livros que já li. Personagens extremamente cativantes e humanos, me apaixonei já nas primeiras páginas! Leitura obrigatória para qualquer pessoa!
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Tevo 30/11/2020

Incrível !
Cara, que livro ! Confesso que cheguei a ficar sem fôlego em alguns momentos. Foi meu primeiro contato com Bernard Cornwel e fiquei impressionado. O livro simplesmente superou todas as minhas expectativas.
A obra é genial e tem tudo que você procura em um bom livro, principalmente viradas de mesa. Não vou contar nem um pouco da história, mas saiba que vale a pena dar uma chance.
Enfim, grande obra ! Simplesmente fantástica !
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Kahh 25/11/2020

Fascinante!!!
Estou surpreendida com o rei do inverno, a história contada aqui , é totalmente diferente das que estamos acostumados a ouvir.
A escrita de Bernard Cornwell é super fluida, o que me surpreendeu muito, principalmente por ser uma ficção histórica.
Arthur é o cara, digno e honrado, e acima de tudo, humano, sujeito aos erros que homens caem quando se apaixonam.
Deve admitir que me senti muito incomodada com as parte do livros que falam de estrupos, princesas que só serviam para acordos diplomáticos onde sua opinião não valiam nada, etc, entendo que nessa época isso era normal e por muito tempo foi assim, mas através dessa leitura percebo o quão terrível e horrível era ser mulher nessa era, apesar de ser algo que já sabemos, mas só lendo histórias como essa que relatam como era vida naquela época, que podemos sentir um pouco de como seria nossas vidas em tempos diferentes. Por isso que livros são tão incríveis.
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Linne | Capítulo 58 22/11/2020

Paredes de escudos e batalhas como você nunca viu!
O Rei do Inverno foi meu primeiro livro do BC e é simplesmente incrível! Ele recria o universo do Rei Arthur e conta sua história atraves de um de seus guerreiros de uma forma realista.
Você sente as batalhas, as intrigas e o peso das decisões.
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Ismênia 22/11/2020

HBO faça uma adaptação, pelo amor!
A trilogia é simplesmente maravilhosa e eu sonho com uma adaptação pra tv.

Li anos atrás e está na minha meta para releitura do tanto que amo esses livros!
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pedrogoncalvs 16/11/2020

Livro fantástico
Fiquei fissurado nessa história, parava de ler e saía pensando em voltar pra ela, acordava pensando no livro, me deixou muito interessado e apesar de haverem partes mais arrastadas sempre foi muito recompensador passar por elas, Recomendadíssimo.
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Rafael 12/11/2020

Não soi o maior fã desse tipo de história, mas conforme ia avançando no livro, acabei me apegando aos personagens. O Cornwell tem uma habilidade de descrever muito bem os acontecimentos, principalmente as batalhas. Vou continuar a saga, com certeza!
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Fernanda.Lima 03/11/2020

Meu melhor livro de 2020
Amo histórias arturianas. Minha melhor experiência literária foi com as Brumas de Avalon, que mais se assemelha a uma fantasia.
Mas Cornwell coloca essa história num patamar de realidade que te faz amar e admirar cada personagem.
As cenas, guerras, os sentimentos são descritos com uma maestria que toca leitor.
Ansiosa para continuar a série!
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Ler para Recomeçar 28/10/2020

Crônicas de Artur
Juro q fui com muita sede ao pote e esperava mais. Um dos livros da vida de várias pessoas não me fez ficar maluca. Vou terminar a saga....
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João 28/10/2020

demorei mais de um mês pra terminar, mas serviu pra eu criar ainda mais familiaridade e afeto pelos personagens incríveis do livro.
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Nan ® 24/10/2020

#RIPCursed!
Quem desconhece a lenda do Rei Arthur – sim, prefiro o Arthur com "h", do inglês – e os Cavaleiros da Távola Redonda? Ou o celebre Merlin e a, vez ou outra citada, Morgana? Cresci sob essas histórias, meus primeiros contatos com a fantasia, meus primeiros fascínios com a fantasia antes de o Senhor dos Anéis, quando sequer me aventurava pela literatura; lembro-me até de desenhos, jogos e brincadeiras com meus amigos: Merlin, Arthur, Lancelot... os memoráveis em qualquer idade.
Recentemente, graças ao livro e à série Cursed – dona Netflix! –, respectivamente nessa ordem, a curiosidade de desvendar mais desse universo maquinava nos meus sonhos e anseios mais discretos, mormente devido às revoltas com o livro – a série fez-me ler o livro, e o livro fez-me não assistir à série, só para variar!
Mas a Nimue, confesso somente saber da famosa Senhora do Lago, por este nome, mais recentemente, ou Guinevere revigoraram esse interesse de criança no meu peito – sequer lembrava de ouvir Guinevere quando criança, embora vez surgia um Derfel aqui e ali.
Questionava-me tantas coisas. Quem diabos foi essa Nimue, afinal? Quem é Arthur? Por que cada história aborda Arthur duma maneira tão parecida e ao mesmo tempo tão diferente? Qual o reflexo mais parecido da realidade, embora ainda lúdico dessa lenda?
Tantas questões, saciadas em O Rei do Inverno (sequer acreditei quando li as primeiras páginas e ponderei: "Essa obra tem potencial", e antes de cinquenta páginas indagava-me: "Por que diabos nunca conheci esse autor antes?", “O que estou fazendo com a minha vida literária?” – pois bem, fui um pouco dramático agora!).
Bernard Cornwell... simplesmente fenomenal. Já anseio todos os livros dele, já ansiava tais e concedera cinco estrelas a O Rei do Inverno antes mesmo de findá-la!! A imersão que tive com essa obra foi surreal, em todos os aspectos. Não distingo defeitos, e isso é tão estranho quando dialogo com meu senso crítico.
Simplesmente incrível, e repito outra vez, incrível!
A pesquisa e, mormente, a interpretação dos fatos e a mão de Bernard Cornwell sobre essa lenda foi-me sublime, asfixiante, impecável. Notar-se-á o amor, a paixão do autor por contar esse tipo de história, está implícito. Quando fazemos o que amamos profundamente, ninguém faz melhor: isto é visível nesta obra, Bernard Cornwell não somente ama ler, escrever e pesquisar sobre a história, como torná-la quer inteligível quer atraente para que outros também amem o que ele ama. E eu amei.
É monstruoso, surreal e inspirador sentir isto implícito numa obra: o quanto o autor ama o que faz, e faz-nos amar até mais do que ele, pelo que ele faz.
Isto posto, consinta-me alguns últimos comentários, mais voltados à obra em geral – pois estou borbulhando insanamente para contá-los!!
Resumo As Crônicas de Art(h!)ur da seguinte maneira: uma biografia de Derfel, em que narra (devido ao pedido da nossa amada senhora! Ah, deus! Ainda me sinto tão dentro dessa obra!) a lenda de Arthur como ela foi.
Se desgosta de biografias, duma narrativa com certo distanciamento, talvez desgostará dessa proposta, mas ainda recomendo arriscar-se, valerá cada segundo do seu tempo.
Derfel é um narrador magnífico. Naturalmente, ser-nos-á bom na maioria das suas passagens e reconhece erros pequenos, humanos até. Logo, não sabemos muito se sua parte da história reflete o que realmente adveio, até porque sempre está evidente a astúcia de Derfel até em manipular os fatos narrativos (com justificativas cabíveis – mas não irei me prolongar sobre, embora tentadíssimo! Droga, essa obra é muito boa!!).
Em suma, a magia não passa das artimanhas humanas nessa obra, e certa indiferença à magia e às passagens épicas por Derfel cativaram-me insanamente. Sentir-se-á a lógica do narrador, de quem presenciou infindos combates durante a vida toda, não necessariamente pelo prazer – ah, eu e aquela vontade de prolongar-se a esse respeito!
Já o sarcasmo e a inteligência narrativa de Derfel são como o vinho; até presumo que renovarão o gosto da fantasia no seu interior, caso o sinta fraquejar aos poucos.
Derfel, portanto, é-nos um personagem e narrador amável. (Maldição, realmente quero ler o próximo volume. A história de Ceinwyn espanca-me aqui!!)
O que nos leva à nossa amada senhora, Igraine! Igraine é majestosa, incrível, perfeita: por vezes faz as mesmas perguntas que eu, o leitor, quereria fazer a Derfel. Essa cartada de, entre as partes, ambos conversarem foi um dos ápices à parte da obra. Ela e Derfel juntos renderam-me ótimas gargalhadas, devo pontuar. Creio que a curiosidade de Igraine, às vezes, tornou-se a minha, como no caso de Ceinwyn! – depois de toda aquela história com certa pessoa, eu ainda estava com um pouco de fé, eu e a minha fé... eu e a minha fé...
Nimue foi sensacional do começo ao fim, mormente no fim!!! Louca, forte, inteligente, arrojada, guerreira, maníaca... tudo que conseguir imaginar e mais um pouco, certamente uma das personagens que mais nos apegamos a obra inteira.
Merlin, entretanto, certamente é um dos melhores personagens, mas sem piegas! – ah, ele e Derfel... senti até pena de Derfel!!! Peculiar como nenhum outro, Merlin é o mais louco – no bom sentido, embora nem tanto!
Arthur, contudo, sempre o incrível Arthur com “h” das nossas histórias tão conhecidas e carismático que até dói, mas a narrativa de Derfel... a maneira que ele vê Arthur, a língua sutil... houve algum atrito entre ambos, descobriremos nos próximos volumes, certamente houve... para ele narrar uma das pessoas que mais gostava sob aquelas sutilezas no olhar – mera especulação aqui, embora duvide que seja apenas “mera”. Houve, impossível não haver... é como se pudéssemos ouvir Derfel articular-nos no pé do ouvido que devemos preparar-nos para o apocalipse, porque ele chegará.
Isto posto, Arthur não somente um dos personagens mais interessantes ou cativantes quanto o pilar da obra inteira, tal como em toda a obra ele acaba tornando-se, com ou sem as pequenas sutilezas "humanas" de Derfel sobre o seu senhor!
Morgana... gostei dela, gostei muito, devo dizer... creio que sou apegado a personagens estranhos e peculiares. Espero vê-la mais no próximo volume, mas Nimue apaga qualquer um mesmo que sequer posso culpar o autor por isso!
Agora o Lancelot... Bernard Cornwell, o Lancelot... seu Lancelot, Bernard Cornwell!! HÁ! HÁ! HÁ! Apenas leia, sequer comentarei. Deveras, o melhor e o mais brilhante personagem da trilogia!!! (isso dará tanta merda, não é, Guinevere?!). Sério, que obra maravilhosa.
Enfim, prolonguei-me demais aqui, mas estou tão empolgadíssimo que poderia prolongar-me por mais dez horas e sequer perceberia, melhor interromper esta resenha agora.
Foi, certamente, um dos melhores livros que li em 2020, recomendo sempre.
Abraços!

P.S. o meu “#RIPCursed” alude que, diferente da resenha que fiz dessa obra, não lerei a continuação, tão somente isso, sem querer depreciar a obra muito menos uma série que mal assisti.
Agora, com a sua licença, Bienal 2020, aqui vou eu!
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Mariana Santos 24/10/2020

Bom
O livro descreve muito bem uma guerra e as coisas horríveis que acontecem nela,teve momentos em que eu chorei,mas teve momentos em que eu ri com algumas cenas. O livro traz emoções variadas. Só achei ele um pouco lento,informações desnecessárias,muiiiiitos detalhes ( mas eu até entendo que é legal descrever bem uma guerra para dar mais emoção).
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Myllene Felix 23/10/2020

Bem bom
Gostei bastante do livro, principalmente pq tinha abandonado um e estava a procura de uma boa história.
Encontrei. Sempre tive curiosidade de entender e conhecer melhor a tão famosa vida do rei Arthur/Artur e confesso que tenho me surpreendido. É interessante demais.
Como um primeiro livro da trilogia achei ótimo, mas não perfeito.
Um dos meus maiores incômodos como sempre foi a narrativa em primeira pessoa, embora tenha com o tempo me convencido de que era a melhor forma de traçar essa história.
A demora na entrada do Artur me desanimou no início e o melhor foi que o próprio narrador ainda ironizou a demora, falando que queria segurar o leitor. Rsrsrs ???
Um segundo ponto é que o Bernard nas horas de pré batalha é pouco objetivo e prolixo, isso cansa o leitor.
Ainda assim são incômodos pequenos perto do conjunto da obra.
Estou bastante animada pra concluir a trilogia.
O livro valeu muito a pena. Recomendo!!!!
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Pipoca 21/10/2020

Me fez cair de amor
Idade Medieval+ guerreiro chamado Arthur+ Bernard Cornwell= leitura prazerosa. É o primeiro livro de uma trilogia que conta sobre a história do Rei Arthur. A escrita de Cornwell, mais o conteúdo histórico revelado, te levam a não querer largar o livro. Oferece uma perspectiva mais realista dos personagens célebres. Legal é que a história de Arthur é contada a um terceiro pelos olhos de alguém que conviveu com ele. Tipo de folha legal e diagramação também. A edição é bonita. Super recomendo.
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Estevão 21/10/2020

Rei do In(f)verno!
Não é minha primeira leitura do Cornwell, mas já se tornou a preferida. A descrição das batalhas e como a história se desenrola na perspectiva de Derfel, me conquistaram. O autor não foca em Artur todo o tempo, mas sim no contexto histórico, político e religioso da época, tecendo uma narrativa singular. Já pretendo emendar o livro dois esse ano ainda e com certeza estará no meu top 5 de 2020.
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