Um estudo em vermelho

Um estudo em vermelho Sir Arthur Conan Doyle
Sir Arthur Conan Doyle




Resenhas - Um Estudo Em Vermelho


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Luciana 03/04/2018

Excelente leitura!
Minha primeira leitura da obra de A. C. Doyle, e gostei muito!
Leitura fácil, com um texto muito bem escrito, e claro que o mistério torna a leitura rápida e deliciosa!
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Diana Pear 31/03/2018

It's Maginific!!!!
Que história magnificaaaa!!!!

Eu não sou o tipo de pessoa que apoia um assassinato (se é que posso chamar assim)mas não vou negar que esse foi devidamente bem merecido!

Que raiva que eu senti daqueles mórmons

A sua ciência da dedução é esplêndida S.H, digna de aplausos.
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Santos 30/03/2018

Acessem o ig: @universodeutopia
Universo de Utopia
02/12/16
Sherlock Holmes: Um Estudo em Vermelho - Sir Arthur Conan Doyle


Acredito que esse livro deveria ser lido por todos os amantes desse detetive tão incrível. Um Estudo em Vermelho conta como Dr. Watson conheceu Sherlock Holmes, com todas as suas intensas peculiaridades e manias. Como ele é narrado pelo médico é muito engraçado saber seus pensamentos e primeiras impressões sobre o detetive, segundo seu julgamento: ele vai de louco a gênio em questão de minutos.

Watson chega a Londres logo após servir como cirurgião assistente na guerra do Afeganistão. Sem família ou amigos, convalescido e sem muitas expectativas se instala num hotel até encontrar um lugar para morar, descobrindo por um amigo de faculdade que um sujeito que trabalha no laboratório de química do hospital também se encontra na mesma situação. Assim, o médico vai em busca de um companheiro para dividir as despesas.

Encantado pela mente brilhante de um homem possuidor de uma incrível percepção, Watson não sabia no que estava se metendo, até logo de cara surgir um caso para Holmes resolver, e confesso, que de todos, esse foi o mais complicado e difícil de ser entendido, terminei o livro e fiquei: Hãm?

A história se desenvolve ao redor de um assassinato que aparentemente não tem nenhuma causa compreensível para a morte, não tem vestígios de suspeitos e nem motivos para aquele ato. Quando as peças vão se encaixando, percebe-se que o assassino foi movido por um forte sentimento de amor, fé e corrupção que o fez caçar seus inimigos pelo mundo afora. Apesar do caso ser bem complicado, o livro vale muito a pena ser lido, divertido e como sempre, super inteligente!

Essa foi uma das experiências mais prazerosas que Sir Arthur Donan Coyle podia me proporcionar, e apesar de sentir estranheza, confesso que fui me rendendo ao estilo de narrativa do autor, que retrata de maneira genial e brilhante o encontro inicial da dupla mais famosa do gênero policial: Holmes e Watson.
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Leonardo 22/03/2018

A ciência da dedução
Um estudo em vermelho é o primeiro livro do Sherlock Holmes, escrito por Arthur Conan Doyle e lançado em 1887 na Inglaterra. É um romance policial investigativo, onde Sherlock é um detetive particular *consultor (segundo ele, o único no mundo). A principal "ferramenta" do Sherlock é a dedução, onde ele consegue deduzir muitas coisas através de pequenos detalhes, como a roupa que a pessoa está vestindo, expressões, objetos pessoais etc. Ele conta com a companhia do seu fiel escudeiro Dr. John Watson, um médico militar aposentado. É ele também que narra os casos do Sherlock.

Nesse primeiro romance, Watson conhece o Sherlock através de um amigo em comum, que os apresenta quando o Dr. Watson o informa do interesse em compartilhar um aluguel. Mais cedo Sherlock tinha informado o mesmo interesse. A partir daí surge uma grande amizade. Nesse primeiro caso, Sherlock é chamado para investigar um assassinato. Um corpo é encontrado em uma casa abandonada. As únicas pistas na cena do crime é um anel de noivado e a palavra RACHE escritas em sangue na parede. A história é dividida em duas partes. A primeira mostra a visão do Dr. Watson junto ao Sherlock, mostrando a investigação dele e a sua conclusão. Já a segunda mostra a visão do assassino, e o motivo do porquê cometeu o assassinato.

Foi o primeiro livro que eu li, por isso considero um dos mais importantes, pois foi esse livre que me apresentou esse imenso universo fantástico chamado de literatura. No geral, é uma ótimo livro, com excelentes personagens e uma historia que nos prende. Porém tem um ponto fraco que só conhecemos o assassino no final da história, sendo assim não podemos tentar deduzir quem seria o assassino. Mas isso não tira a maestria dessa história, que é uma das mais importantes, se não a mais, do Sherlock Holmes e também do romance policial. Indispensável para qualquer amante do romance policial.
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Cris Paiva 15/03/2018

Estudo em Vermelho é o primeiro livro escrito sobre Sherlock Holmes, e conta sobre o seu encontro com Watson. Não pude deixar de comparar o relacionamento dos amigos com a série da BBC, essa parte da história é bem parecida nas duas obras, somente a parte da investigação é diferente.
Sherlock apresenta a Watson as suas capacidades dedutivas, mas ele é um tanto cético no começo, mas depois fica bastante impressionado com o amigo e se vê envolvido por suas investigações nem um pouco ortodoxas. Os dois se veem envolvidos em um caso se assassinato, que não parece fazer muito sentido, mas Sherlock Holmes vai conseguir desvendar o caso aparentemente sem muito esforço e surpreender a todos. Essa parte da história eu adorei, gostei muitissimo de acompanhar todo o processo investigativo e o relacionamento dos amigos, mas achei a segunda parte da história da história, a confissão do assassino muito aborrecida. Fiquei com a impressão que o autor colocou uma história totalmente diferente dentro da primeira, e elaborou demais as explicações, quando algo mais superficial teria sido muito mais adequada. Acredito que a história seria muito melhor como um conto, de no máximo 50 páginas, do que como um romance de 180 paginas.
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Vincento Hughes 11/03/2018

UM EXCELENTE ESTUDO DA DEDUÇÃO
UM EXCELENTE ESTUDO DA DEDUÇÃO

“Um estudo em vermelho” traz o primeiro caso investigado por Sherlock Holmes e apresenta, no capítulo de introdução, como o Dr. Watson conheceu o mais popular detetive da literatura. Os dois investigam o caso de um homem encontrado morto sem nenhum ferimento, mas cercado de manchas de sangue. A casa estava vazia e não havia como alguém entrar nela.
Com seu brilhante poder de dedução, Holmes está sempre se antecipando aos detetives, encaixando cada pista no quebra-cabeças que monta aos poucos em sua mente.
O livro é dividido em duas partes e, de um modo que pode parecer estranho, o leitor é apresentado ao desfecho no meio da história. No entanto, trata-se de um artifício ousado e necessário para que a motivação do crime fosse explicada na segunda parte. E, logo que o clímax é novamente retomado, tudo se encaixa perfeitamente.
“Um estudo em vermelho” é um excelente modo de aprender a ciência da dedução. E, para quem tentou deduzir algo a partir desta resenha, lembre-se de um conselho dado pelo próprio Holmes neste livro: “É um erro capital teorizar antes de ter todas as evidências.”
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Tatii 22/02/2018

Uma ótima leitura
Simples e viciante da pra ler em poucas horas ...
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Cristina 01/02/2018

““Entenda”, explicou ele, “considero que o cérebro de um homem é originalmente como um pequeno sótão vazio, que temos de encher com os móveis que escolhemos. Um tolo recolhe todo tipo de trastes com que depara, de modo que o conhecimento que lhe poderia ser útil fica atravancado, ou na melhor das hipóteses misturado com muitas outras coisas, de modo que ele tem dificuldade em localizá-lo. O trabalhador competente, porém, é muito cuidadoso com relação ao que leva para seu cérebro-sótão. Não guardará nada lá a não ser as ferramentas que possam ajudá-lo em seu trabalho, mas dessas tem grande sortimento, e todas na mais perfeita ordem. É um erro pensar que o quartinho tem paredes elásticas e pode se expandir até qualquer medida. Acredite que chega uma hora em que, para cada novo conhecimento, você esquece alguma coisa que sabia antes. É da maior importância, portanto, não ter fatos inúteis expulsando os úteis.”

“Conhecimentos de Sherlock Holmes
Literatura: zero.
Filosofia: zero.
Astronomia: zero.
Política: escassos.
Botânica: variáveis. Conhece a fundo a beladona, o ópio e os venenos em geral. Nada sabe sobre jardinagem e horticultura.
Geologia: práticos, mas limitados. Reconhece à primeira vista os diversos tipos de solo. No regresso dos seus passeios, mostra-me manchas nas calças, e diz-me, pela sua cor e consistência, em que partes de Londres as conseguiu.
Química: profundos.
Anatomia: exatos, mas pouco sistemáticos.
Literatura sensacionalista: imensos. Parece conhecer todos os pormenores de todos os horrores perpetrados neste século.
Música: Toca bem o violino.
Educação Física: É habilíssimo em boxe, esgrima e bastão.
Direito: Tem um bom conhecimento prático das leis inglesas”

“Há uma forte semelhança de família entre os delitos, e se você tem todos os detalhes de um milhar deles na ponta dos dedos, seria estranho que não conseguisse desvendar o milésimo primeiro”

“Por força de um hábito antigo, o encadeamento de ideias correu tão depressa pela minha mente que cheguei à conclusão sem ter consciência dos passos intermediários. Esses passos existiram, contudo”

“É um erro capital teorizar antes de termos todas as evidências. Distorce o julgamento.”

“Não há nada de novo sob o sol. Tudo foi feito antes.”

“Dizem que gênio é uma capacidade infinita de se esforçar”, observou com um sorriso. “É uma definição muito ruim, mas aplica-se ao trabalho de detetive.”

“Há nisso um mistério que estimula a imaginação; onde não há imaginação, não há horror.”

“Se o homem for pego, será por causa de seus esforços; se escapar, será a despeito deles”

“Un sot trouve toujours un plus sot qui l’admire”

“Já devia saber a esta altura que quando um fato parece se opor a uma longa série de deduções, prova-se invariavelmente passível de alguma outra interpretação.”

“É um erro confundir estranheza com mistério. O crime mais banal é muitas vezes o mais misterioso, pois não apresenta nenhuma característica nova ou especial a partir da qual possamos fazer deduções.”

“Não há nenhuma satisfação na vingança, a menos que o inimigo tenha tempo para perceber quem é que golpeia, e por que a vingança o atingiu.”

““O que fazemos neste mundo não importa”, retrucou meu companheiro amargamente. “A questão é o que levamos as pessoas a acreditar que fizemos.”

“Já lhe expliquei que em geral o que é fora do comum é um guia, não um obstáculo. Ao resolver um problema desse tipo, o essencial é ser capaz de raciocinar de trás para a frente. Trata-se de uma façanha muito útil, e muito fácil, mas as pessoas não a praticam muito. Nos assuntos cotidianos da vida, é mais útil raciocinar para a frente, e assim a outra maneira passa a ser negligenciada. Há cinquenta pessoas capazes de raciocinar sinteticamente para uma capaz de fazê-lo analiticamente.” (...)
A maioria das pessoas, se você lhes descreve uma série de eventos, lhe dirá qual seria o resultado. Elas podem associar esses eventos em suas mentes, e afirmar a partir deles que alguma coisa virá a acontecer. Um pequeno número delas, contudo, se você lhes conta um resultado, serão capazes de derivar de sua própria
reflexão os passos que conduziram a ele. É a essa capacidade que me refiro quando falo de raciocinar de trás para a frente, ou analiticamente.”
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Wellington Silva 20/01/2018

Simples e viciante
Arthur Ignatius Conan Doyle foi um escritor e médico britânico, nascido na Escócia. Foi um renomado e prolífico escritor cujos trabalhos incluem histórias de ficção científica, novelas históricas, peças e romances, poesias e obras de não ficção.

Enquanto estudava, começou a escrever pequenas histórias; sua primeira obra foi publicada antes de completar os 20 anos, aparecendo no Chambers’s Edinburgh Journal.

Em 1882, Conan Doyle se juntou ao seu antigo colega de classe para formar uma parceria em uma prática médica em Plymouth, mas a relação entre eles provou ser difícil, e, logo, Conan Doyle passou a fazer suas práticas médicas independentemente.

Os negócios não tiveram muito sucesso e, enquanto aguardava por pacientes, voltou a escrever suas histórias. A sua primeira obra notável foi Um Estudo em Vermelho, publicada no Beeton’s Christmas Annual de 1887, e que foi a primeira vez em que Sherlock Holmes apareceu.

Holmes era parcialmente baseado em seu professor de sua época na universidade, Joseph Bell, a quem Conan Doyle escreveu: "É mais do que certo que é a você a quem eu devo Sherlock Holmes… Com base no centro de dedução, na interferência e na observação que ouvi você inculcar, tentei construir um homem.".

Narrado sob a perspectiva do Dr. John Watson (como em todas as obras de Conan Doyle), o livro seria conhecido hoje como uma história de origem, demonstrando como as personagens se conhecem e passam não só a dividir o mesmo teto (colegas de apartamento) como as aventuras investigativas. A historia traz um enigma terrível e invencível para a polícia, que pede auxílio a Holmes - um homem é encontrado morto, sem ferimentos e cercado de manchas de sangue. Em seu rosto uma expressão de pavor.

No romance, Dr. Watson acabará de voltar do Afeganistão, onde servia do exército britânico, sendo ferido em batalha, além de ficar bastante debilitado, forçando o seu retorno à Inglaterra.

Recebendo "auxilio" do governo, Watson busca uma moradia mais adequado as suas posses, visto que se encontrava muito debilitado para trabalhar.

Diante disto, Watson é apresentado a Holmes, visto que o mesmo também procura alguém para dividir um apartamento.

No começo, ambos mantinham uma certo respeito com as suas atividades, mas Watson não deixara de reparar nas excentricidades do seu colega. Na tentativa de descobrir a profissão de Holmes, Watson avalia os conhecimentos do detetive como:


Literatura: zero.
Filosofia: zero.
Astronomia: zero.
Política: escassos.
Botânica: variáveis. Conhece a fundo a beladona, o ópio e os venenos em geral. Nada sabe sobre jardinagem e horticultura.
Geologia: práticos, mas limitados. Reconhece à primeira vista os diversos tipos de solo. No regresso dos seus passeios, mostra-me manchas nas calças, e diz-me, pela sua cor e consistência, em que partes de Londres as conseguiu.
Química: profundos.
Anatomia: exatos, mas pouco sistemáticos.
Literatura sensacionalista: imensos. Parece conhecer todos os pormenores de todos os horrores perpetrados neste século.
Música: Toca bem o violino.
Educação Física: É habilíssimo em boxe, esgrima e bastão.
Direito: Tem um bom conhecimento prático das leis inglesas.


Além disso, lendo pude notar outras características de Holmes: inteligente, raciocínio rápido e lógico, determinado, domina diversas línguas, avesso a relações amorosas, gentil e respeitoso, apesar de demonstrar certo "desprezo" pela polícia britânica.

Holmes demonstra ser estudioso, mas somente naquilo que lhe é útil. O detetive acredita que a mente tem uma capacidade limitada para o armazenamento de informações, e aprender coisas inúteis reduz a capacidade de aprender coisas úteis.

O principal método de detecção intelectual de Holmes é o raciocínio dedutivo.

Dr. Watson, em contrapartida, não demonstra um vasto conhecimento, até mesmo na medicina, pouco acrescentando nas aventuras, servindo muito mais como ouvidos de uma pessoa que gosta de falar e registro.

Holmes informa ao seu colega qual a sua atividade profissional, sendo um basicamente consultor aos investigadores Gregson e Lestrade da Scotland Yard, apesar de nunca levar a fama pela resolução dos crimes.

Após isto, Watson, muito mais por curiosidade do que para auxiliar, é convidado por Holmes a lhe acompanhar na resolução do seu mais novo caso, onde ambos participariam diretamente da investigação, não só como consultores.

A história é bem redigida, com personagens bem definidos, principalmente nas suas personalidades.

Holmes não apresenta todos os estereótipos definidos nas adaptações cinematográficas mais clássicas, principalmente na linguagem e roubas (não usa chapéu de feltro). Ele é apresentado como jovem, muito inteligente, mas cortêz.

Fisicamente, podemos dizer que a série Sherlock, protagonizada por Benedict Cumberbatch é a que mais se aproxima da visão de Conan Doyle, mas a sua personalidade é diferente, pois na série Holmes é retratado como um gênio arrogante (tipo Sheldon do The Big Bang Theory).

Para uma adaptação fiel, acredito que Holmes deveria ter as características físicas de Cumberbatch, mas o comportamento demonstrado por Joaquim de Almeida no filme O Xangô de Baker Street, adaptação do livro homônimo escrito por Jô Soares.

A obra é curta, possui uma linguagem de fácil compreensão, acessível ao grande público, e a resolução do crime é plausível, sendo um excelente entretenimento, com gostinho de quero mais.


site: http://jujusilvadog.blogspot.com.br/2018/01/resenha-melodia-mortal-o-clickbait.html
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Jessica Maria @livrosdajessica 16/01/2018

Depois de voltar da guerra no Afeganistão com a saúde debilitada e com apenas a pequena pensão do governo, John Watson se vê procurando um companheiro para dividir um apartamento na movimentada Londres. Esbarrando em um conhecido; este lhe apresenta um sujeito peculiar chamado Sherlock Holmes, que por acaso também estava a procura de alguém para dividir as despesas. Começando a sentir tédio com a monotonia dos dias, Watson passa a querer descobrir mais do colega, até que o mesmo se apresenta como Detetive Consultor. A partir daí os dois começam a desvendar crimes juntos, sendo o primeiro deles visto em Um Estudo em Vermelho, que trata de um corpo encontrado em uma casa que não pertencia ao morto, em uma sala com sangue, mas sem ferimentos para explica-los, uma aliança feminina e uma palavra escrita na parede.
Esse livro é contado sobre a perspectiva de Watson, ou seja, o leitor é atualizado sobre o caso na mesma medida que o personagem. Isso me fez ficar tentando desvendar o mistério com as pistas que tinha nas mãos e achei muito interessante! Com certeza entrou na minha lista de favoritos por ter me feito pensar e por essa edição da Editora Zahar está super caprichada.

site: https://www.instagram.com/p/BYRH0ENH1IA/?hl=pt-br&taken-by=livrosdajessica
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Felipe 15/01/2018

...
Quando eu ainda cursava o Ensino Fundamental, o professor de Literatura propôs a mim e a meus colegas a leitura de “Um Estudo Em Vermelho”, a qual integraria parte do assunto da prova. À época, o livro pareceu-me entediante, o que me fez alimentar uma antipatia por livros do gênero romance policial. Aos 20 anos, porém, eu decidi dar-lhe uma nova chance e o resultado foi exatamente o oposto de quando eu o li na adolescência: a obra não apenas me agradou, como também estimulou o meu interesse por outros livros do gênero.
A história é dividida em duas partes. Na primeira, temos a apresentação dos personagens e do caso, bem como a resolução deste. Dr. Watson chega a Inglaterra com ferimentos oriundos da guerra do Afeganistão e busca alguém para alugar um apartamento e dividir as despesas. Ele tem a sorte de encontrar um amigo, o qual lhe apresenta Sherlock Holmes, com o qual Watson passa a morar em um apartamento situado na rua inglesa de Baker Street.
No decurso da narrativa, Holmes expõe as suas habilidades investigativas a Watson e o mistério a ser resolvido é retratado. O desenvolvimento do enredo é bastante ágil. Apesar de fornecer muitos detalhes a respeito dos personagens e dos ambientes pelos quais eles passam, o autor consegue impedir que a história se torne cansativa ao associar descrições com opiniões.
À medida que os fatos vão se seguindo, Conan Doyle vai dando falsas pistas a respeito da resolução do caso, as quais muitas vezes me levaram a conclusões erradas. Isso contribuiu para a sensação de surpresa que a resolução do caso proporcionou.
Sherlock Holmes é um personagem genial é carismático. Todavia, as motivações de seu interesse por investigações são pouco exploradas pela história, o que teve o efeito de torna-la menos verossímil.
Na segunda parte do livro, há a apresentação do caso investigado desprovida da atmosfera investigativa que impregnava a primeira. Isso permitiu-me ver o caso sob o olhar dos indivíduos nele envolvidos, em contraste com a versão investigativa da parte anterior da obra.
“Um Estudo Em Vermelho” pode ser lido por apreciadores do gênero romance policial e, em especial, pelos admiradores do famoso Sherlock Holmes. Nele, é abordada a origem da amizade entre Holmes e Watson, a qual permeia todos os contos escritos por Arthur Conan Doyle sobre o detetive e seu companheiro. Quem gosta de narrativas diretas e ágeis também verá na obra um grande agrade: nela, todos os personagens construídos e ambientes descritos influem decisivamente no enredo.
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William José 12/01/2018

A primeira vez é inesquecível.
Conhecia Sherlock Holmes por alguns relatos anteriores que lera. Já conhecia seu método, a forma que impressionava quem o visse solucionar um crime e a forma de relato que o Dr. Watson usa comumente.
Mas ler a primeira aventura dele depois de conhecer seu método me deu uma perspectiva interessante sobre o livro, especialmente por causa de reviravoltas na história, que, apesar de tudo, nunca deixam de surpreender.
A mudança do narrador também impressiona, para esclarecer o histórico de discórdia entre o juiz/assassino/justiceiro e suas vitímas.
Também é um retrato da determinação do homem em sua husca por justiça ou vingança.
Uma ótima e breve leitura.
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Wanderreis 10/01/2018

Plágio
Arthur Conan Doyle copiou descaradamente as características dos personagens Dupin e seu colega de quarto para criar Sherlock Holmes e Dr. Watson. E ainda os cita no livro! Se Edgar Allan Poe fosse vivo quando este livro foi publicado, e se as leis da época permitissem, poderia certamente tê-lo processado. No entanto, quando se referem a estas obras hoje em dia, não se atenta para este fato, sendo a história reputada apenas como precursora ou inspiradora.
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Henrique 01/12/2017

Uma obra fantástica, uma escrita envolvente, com uma linguagem que transporta o leitor à Londres do século XIX. Nesta cidade temos um médico que, por casualidade, conhece um detetive misterioso que trabalha por sua conta na investigação de crimes. Tudo isso se desenrola em poucos capítulos até que um caso de homicídio desafia as autoridades locais. Na segunda parte, minha preferida, temos apresentação de uma história magistralmente narrada. Em princípio pode-se julgar que fosse até um outro conto, já que o outro poderia ter sido encerrado sem maiores problemas. Mas é aí que o leitor se surpreende, todo o mistério é desvendado e se percebe que aplicar o raciocínio dedutivo não é tão elementar assim...
Eduardo 01/12/2017minha estante
Adorei essa última frase haha. A segunda parte, inicialmente, parecer ser totalmente desconectada da primeira. Esse livro é genial [outro emoji de coraçãozinho] hahaha.
Excelente resenha, Henrique! :D


Aron Tumenas 06/12/2017minha estante
Preciso ler Sherlock Holmes urgentemente!




@LeitorAlbino 29/11/2017

Em um resumo muito breve: o início das aventuras do Sherlock Holmes e do Watson.

Não vou me estender com uma resenha, mas o negócio é que eu esperava mais. E esse mais caberia a um romance melhor planejado? (digamos assim). O livro é dividido em duas parte, na primeira dela a gente acompanha como foi que a vida do Sherlock e do Watson se encontraram e a investigação do caso, o negócio é que a revelação de quem é culpado só vem no fim da segunda parte, logo após uma longa história sobre o porquê de ter acontecido aquele crime, e, sinceramente, embora tenha sido algo bem bolado e explicado bem bonitinho: não era necessário dar tantos detalhes assim.

Fora isso, o meu outro problema foi com o Sherlock: um personagem quase que insuportável. Não é que eu não goste dele, ainda o amo e o acho incrível, mas nesse primeiro livro ele simplesmente não me desceu muito bem. Sempre vai ser impressionante o fato dele adivinha que as cinzas de um cigarro X são de uma marca Y, ou que uma pegada A pertença a um sapato B só de observar a olho nu r que ela foi deixada ali numa hora C, mas a falta de explicação disso . Foi uma leitura arrastada embora com uma narrativa muito boa do Doyle.

site: https://www.instagram.com/p/BcCU7zegm4E/
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