Teoria King Kong

Teoria King Kong Virginie Despentes




Resenhas - Teoria King Kong


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sojudeblueberry 08/05/2024

Abra sua mente!
Um livro libertador.
que te pega, sacode e te joga pra cima.
um livro que não defende somente o feminismo a favor da mulheres.
um livro que te coloca numa cadeira e te mostra de uma forma crua e pessoal como as coisas estão erradas e precisam mudar.
um livro pra ser lido e relido e repassado e espalhado.
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Bia 07/05/2024

Muito, muito bom
A escrita da Virginie é muito diferente de tudo que já li. ela fala tudo que precisa na lata e sem pudor, de maneira forte e incisiva. eu gostei muito desse posicionamento dela na escrita. ela fala de assuntos que historicamente foram inibidos das mulheres e pontua isso de forma clara. fala propositalmente, com intensão e desobediência, de maneira a quebrar o status quo.
uma excelente leitura.
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Tina Lilian Azevedo 05/05/2024

Precisamos falar sobre estupro
A narrativa é um relato autobiográfico sobre situações dolorosas e controversas vividas pela autora. O relato é fluido e a leitura é rapida. Não concordo com algumas conclusões de VD, mas concordo com a forma crua, e necessária, com que ela expõe temas relegados ao silêncio, como o estupro. Nos faz pensar. Muito bom.
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Fabrício Cardoso 27/03/2024

Leiam, rapazes. Não sejam escrotos.
Um ensaio feminista dilacerante, onde a autora, eivada da cultura punk rock, narra sem freios as estruturas opressoras do machismo. Mulheres que não se encaixam naquilo que se espera delas sofrem reiterada violência. Um relato cru, muito rico de experiências de uma mulher que foi estuprada, viveu da prostituição sem jamais aceitar a falsa paz das que se encaixam. Me chama a atenção a sagacidade da Teoria King Kong: a donzela indefesa, a ser salva da fera, encontrará um ambiente para desenvolver todo o seu potencial na sociedade que a resgata? É uma metáfora da ausência de caminhos para as minas, que vão ter de abri-los a fórceps - como, aliás, têm sido feito.
Como aprendi com Virginie a falar menos, deixo o desfecho para a pena cortante dela: "Agradar os homens é uma arte complicada que exige que apaguemos tudo que faça referência ao domínio da potência. Enquanto isso os homens, sobretudo os da minha idade ou mais, não são dotados de corpos. Não posssuem idade nem corpulência. Não importa qual idiota avermelhado pelo álcool, careca, barrigudo e com look podre se permitirá fazer observações pejorativas sobre o físico das garotas."
Leiam, rapazes.
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Lucca 10/02/2024

Um soco no estômago
Esse é a definição que eu encontrei pra esse livro
Completamente sem palavras quando finalizei
Eu apenas pensei que todos deveriam ler
De verdade
Absolutamente todos
A autora de uma forma autobiográfica demonstra em sua linha uma construção do feminismo e de como ele é responsável por construí-lá
Eu como um homem não tinha noção de diversas perspectivas demonstrado nesse livro
Mas o que mais me virou a mente foi o fato de perceber que a construção de uma mulher se parte do ponto da violência
Seja micro ou macro
A construção da mulher é a partir da opressão do próprio fato dela existir
E a partir desse entendimento
Percebe como que a lógica capitalista se torna mais cruel
Pois incentiva constantemente esse comportamento
Competição
Destruição
De verdade este livro deveria ser lido por todos
A autora mostrou para todas as mulheres que não estão no esteriótipos um caminho para liberta-se assim como ela se libertou dessa lógica machista
Um aprendizado essencial
Livro mais que importante
Todos deveriam ler
TODOS
Recomendo ??????
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eschablau 11/01/2024

O livro é bom, tem ideias bacanas e me fez refletir bastante sobre prostituição, o corpo feminino, os movimentos feministas e a feminilidade. As vezes eu me cansei um pouco do jeito que ele é escrito, as vezes pelo contrário isso que me fez gostar. Vale a pena ler, muita coisa se movimenta na cabeça da gente, mas não é dos meus livros favoritos da vida.
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Yasmin O. 10/01/2024

Eis que reencontro a Despentes desbocada, irônica, debochada, sem filtros, que eu tanto amei em Apocalipse Bebê, agora em um livro de não-ficção, um desabafo visceral, no qual ela retrata um pouco de sua trajetória, seus posicionamentos acerca de ser mulher, ser mulher, escritora e cineasta, sobre as relações de poder, o patriarcado, a prostituição, a indústria pornô... Novamente um deleite ler Despentes, eu que também estou mais pendendo para King Kong do que para Kate Moss, fiquei até com saudade da Hiena rs.

"(...) Dei uma geral na minha saúde mental, de dentro dessa minha sombra de loira. Mas o monstro em mim não se rende. (...) Cada um leva a vida que deve levar, e isso tudo não funciona para mim. Não sou doce, não sou amável e não sou burguesa. Tenho picos hormonais que me deixam fulgurantemente agressiva. Se eu não viesse do punk rock, eu teria vergonha do que sou. Não fui feita para me adaptar a esse ponto. Mas eu venho do punk rock e estou orgulhosa de não ter conseguido".

"(...) O que as mulheres atravessaram não foi somente a história dos homens, como os homens, mas também a sua própria violência específica. Uma violência sem precedentes. Daí esta proposição simples: vão todos tomar 🤬 #$%!& (...)".
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NathalieFoz 04/01/2024

Uma leitura feminista sem romantização e trazendo um ponto de vista que atravessa a questão de gênero. A autora discute sobre o feminismo de forma quase cru, traz uma visões bem interessantes sobre estupro, pornografia, manifestação do feminino, prostituição e os atravessamentos raciais e de classe social. Um ponto de vista necessário pra quem estuda ou se interessa pelo feminismo.
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Mama 10/02/2023

Uma reflexão muito boa!
Virginie Despentes escreve de forma nua e crua sobre como as mulheres são vistas e tratadas pelo patriarcado. Vítima de estupro, ela faz uma análise de como os corpos femininos são dispostos como acessíveis para qualquer homem, fala também como a submissão feminina é conveniente para um sistema que se sente confortável ao ver as mulheres inferiorizadas. O texto dela insuflado de revolta me representa quando penso em como ainda hoje existem tantos casos de feminicídio e estupro.
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Jhasmyna 06/12/2022

Coragem
É preciso de fato muita coragem para escrever algo como esse livro.
É uma obra com assuntos muitos delicados e que incendeiam terrenos que já deixaram o mato secar por séculos.
Chamar atenção para pontos que estão na sombra da nossa sociedade é sempre delicado e um gatilho para muita gente.
De fato, terminei de ler sentindo raiva assim como é possível perceber a mesma emoção por parte de Virginie.
Abre-se os olhos para muita coisa.
Mudar causa desconforto.
E esse lado do feminismo é algo que precisa ser mostrado, e que ela fez de forma muito sincera baseada nas próprias vivências, independente de causar um alarde na visão crítica de todo mundo (incluindo nós mulheres que crescemos numa sociedade machista), por isso a admiro.
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Carol 26/09/2022

Um grito de liberdade
A maneira como Virginie Despentes escreve é como escutar uma música de punk rock. A verdade é dilacerante, o ritmo é movimentado. Trazendo temas como estupro, pornografia, feminismo, machismo e como as mulheres são vistas e tratadas pelos homens, ela nos faz refletir mesmo quando não concordamos 100% com seu ponto de vista.
Assim como no movimento punk, esse livro é um grito de liberdade.
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deiaszora 23/08/2022

Estupro, cinema pornô e feminismo
Dilacerante, necessário, rápido de ler, necessário.

Virginie, conta a sua história, e da voz há tantas outras. Tece uma costura incrível sobre pornografia, e sobre o que é o sexo conforme a psicanalise. Muito bom.
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leiturasdabiaprado 19/07/2022

Um livro com uma abordagem bem diferente de alguns pontos tão debatidos pelo feminismo.
Trata a questão da pornografia sobre uma outra ótica, desmistifica, tenta normalizar e retirar o peso da mesma...
Não concordo com muitas das visões da autora, mas concordo com tantas outras!
É uma obra para ser lida e refletir, para estimular nossa capacidade crítica, ver pontos debatidos sobre novas óticas!
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Kah 22/05/2022

Livro de leitura muito difícil e cansativa. Várias vezes quis abandonar, mas terminei pois não gosto de fazer isso. Comecei a ler por indicação de uma blogueira, o assunto é interessante, porém não sou extremista no feminismo. Acredito que tudo na vida há limites, se eles não são respeitados, passamos a falar e fazer coisas que fogem do tema central.
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yas :) 30/03/2022

Somos formatadas para evitar contato com nossas selvagerias
Virginie é uma feminista francesa do movimento punkrock, ela foi estuprada, trabalhou na prostituição, e sofreu diversas outras violências femininas cotidianas. Daí já da pra imaginar a quantidade de revolta e atitude que o relato e as teorias dela vão trazer.

Eu não concordei com absolutamente tudo que ela diz, mas é preciso reconhecer que ela é muito verdadeira em tudo que se propôs a trazer nesse livro. E, sinceramente, a narrativa dela dá um jeito de falar com praticamente todas as mulheres, com todas as nossas dores, só por isso o impacto já vale a pena a leitura!! Muito necessária.
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