A Terra das Sombras

A Terra das Sombras Meg Cabot




Resenhas - A Terra das Sombras


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Gaby 16/10/2019

Falar com um fantasma pode ser assustador. Ter a habilidade de se comunicar com todos, então, é de arrepiar qualquer um. A jovem Suzannah seria uma adolescente nova iorquina comum, com seu casaco de couro, botas de combate e humor cáustico, se não fosse por um pequeno detalhe. Ela conversa com mortos. Todos eles. Qualquer um. Ela é uma mediadora, em termos místicos, uma pessoa cuja missão é ajudar almas penadas a descansar em paz. Um dom nada bem-vindo e que a deixa em apuros com a mãe e professores. Como convencê-los da inocência nas travessuras provocadas por assombrações?
Em A TERRA DAS SOMBRAS, primeiro volume da série, Cabot apresenta a vida desta mediadora divertida, que tem certa repulsa a prédios antigos — quanto mais velho um edifício maiores as probabilidades de alguém ter morrido dentro dele —, um pai-fantasma nada ausente e uma nova família, que inclui um pai adotivo e três irmãos postiços. A história começa com a mudança de Suzannah para a ensolarada Califórnia e, para seu desespero, uma casa do século passado. Assombrada, claro. Só que por um fantasma bonitão, que nada faz para assustá-la. Muito pelo contrário.
Os problemas de Suzannah, porém, não estão só na casa, mas também na escola. Lá, o espírito de uma garota, que se matou por causa do namorado, ameaça a segurança de todos. Só Suzannah com suas habilidades e poderes especiais pode salvar seus amigos e professores da fúria terrível de uma assombração com grandes poderes...
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Wardson 14/10/2019

?
Livro jovem. Com uma escrita fluída e uma personagem principal muito bem construída. Trata de um mundo onde existem fantasmas rancorosos e amores incomuns.
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Jéssica 07/10/2019

Uma leitura confortável com algumas ressalvas.
Leitura bastante fluida, sem peso, rápida e suficientemente detalhada para não ser pouco demais nem muito para se tornar pesada.

A personagem principal lida bem com o que há de estranho em sua vida, eu diria pensando bem, que até lida bem demais para quem tem 16 anos, mas eu consigo imaginar que de onde ela veio, antes de se mudar, o que tinha para ela lidar eram coisas mais leves do que um espírito revoltado. Cheguei a conclusão pelo desenrolar da história que ela devia lidar antes com apenas os incrédulos, magoados, perdidos etc, mas nunca tinha pegado alguém realmente ruim. Digo isso pois somos apresentados na história a um espírito revoltado como tema principal ali para ela ( fora o que ela conhece na casa dela ) e ela percebe a encrenca que aquilo é, mas não a proporção, isso ela percebe só quando tudo poderia dar muito, muito errado mesmo.

O que acontece que achei um ponto fraco é a motivação desse espírito vingativo.. a força desse espírito por "isso" é até mesmo incompatível. Eu imaginaria aquele tipo de força num espírito ruim que fosse sei la, um assassino etc.. não uma garota com aquele histórico de morte e motivo.. mas ok, relevei.

A cena da cabeça perseguidora, ri muito imaginando, no bom sentido, achei realmente engraçado. A autora consegue ter um controle muito bom das cenas de ação que de fato existem ali. O fantasma da casa dela, gostei de como foi fluindo aquele envolvimento, de como permanece um mistério mesmo algo tendo sido contado no final, de como ainda assim esta claro que tem bem mais coisa ali e que não sabemos exatamente o propósito dele, parece um personagem profundo.

Ah sim, uma outra coisa que relevei já que a autora citou rapidamente e não se apegou nisso foi a parte dos rituais que a personagem usa, ela acaba citando sobre alguns em particular e coloca a umbanda no meio. Como sei que aquilo que ela disse de umbanda não tem nada a ver com o que de fato é, mas sim com o que é mistificado justamente por quem não conhece, acabei me perguntando se o que ela dizia das outras também na verdade não estava bem errado também.. o ruim é que não tem noção disso, lê e propaga que aqueles rituais daquelas religiões são aquilo mesmo, mas até ai a proposta do livro não é ser didático, agora que poderia ter sido só um pouco mais pesquisado, ahhh poderia hein! Sempre bom evitar mal entendidos como esse ai. Já temos tanto preconceito, tanta coisa dita errada, ai vem um livro e acrescenta.. mas ok, vida que segue, leitura que segue.

No geral, fora alguns pontinhos, achei a leitura bem confortável, gostei do clima geral do livro, não pesou nem para romance, nem para o sombrio, teve ação, não ficou com tempo ocioso e paginas perdidas. Fluiu bem.
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Wardson 23/09/2019

Leitura juvenil.
Tem um suspense que prende. Uma leitura fluída. Personagens cativantes. E uma história de fundo que cativa. Quando menos percebe o livro termina e você quer mais.
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Catarina 14/09/2019

Esperava +
Fiquei bastante decepcionada com o livro, motivos:
1°- a tradução deixou bem a desejar.
2° - a protagonista é bem chatinha e uma burra corajosa
3° - espera um grande romace, talvez se desenvolva nos próximos livros.
4° - a núcleo da Heather com a Suze tinga um grande potencial, mas ficou bem morno a história.

Não é ruim o livro só espera muito mais( talvez melhore nos próximos livros).Talvez eu continue a saga só pelo Jesse e o Mestre/David.
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Caroline.Weber 05/07/2019

"Falar com um fantasma pode ser assustador. Ter a habilidade de se comunicar com todos eles então é de arrepiar qualquer um. A jovem Suzannah seria uma adolescente nova-iorquina comum, com seu indefectível casaco de couro, botas de combate e humor cáustico, se não fosse por um pequeno detalhe: ela conversa com mortos. Suzannah é uma mediadora, em termos místicos, uma pessoa cuja missão é ajudar almas penadas a descansar em paz. Um dom nada bem-vindo e que a deixa em apuros com mãe e professores. Como convencê-los da inocência nas travessuras provocadas por assombrações?
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Caroli 25/06/2019

Antes de fala sobre a religião de um país a gente pesquisa amiga. Macumba é um instrumento e umbanda não sacrificar galinhas. Não sei por que ainda tento ler livros de adolescentes as personagens são as mesmas: arrogantes, diferentonas, as fodonas e mal educadas. Aquele mal educado disfarçado de personalidade forte, o livro é vazio ela só chega conhece uns fantasmas.
O primeiro que não tiveram muito contato e ela já gosta e ficar o tempo todo afirmando que ele é gostosão aaaa por favor amiga

E o segundo é desiquilíbrado mais ela quer por quer fazer ele ir embora e no último recurso tenta o exorcismo, ela não tem experiência nenhuma nisso mesmo assim consegue... Assim como passe de mágica

Você percebe o tempo todo que a personagem fica se descrevendo com roupas diferentes, que ela é diferente, que não sabe pq alguém ia gosta dela
ai quando aparece dois personagens masculinos no livro advinha quem eles quer? Isso mesmo ELA.
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Laís 19/04/2019

Voltando aos meus 15 anos
Não lembro direito porque tem muito tempo que eu li esse livro.
lembro de ter gostado da historia, mas senti que em vez de 6, poderiam ter sido 3 livros, e seria bem melhor. lembro da sensação de repetição. No livro 2 coisas do livro 1 e no 3 coisas do livro 2 e assim sucessivamente. pouco lembro da historia. mas lia muito Meg nesse período, e tenho grande carinho mas provavelmente os livros não sobreviveriam uma releitura.
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Duda 10/01/2019

Me poupe
Apesar da premissa muito interessante do livro (de uma adolescente mediadora), eu já tinha noção de que o livro seria bastante adolescente. Logo, não esperava um baita terrorzão, mas sim um romance teen com elementos sobrenaturais.
*Suspiro*
O livro é bem rápido de se ler, até porque a escrita de Meg Cabot é leve e fluída, mas deixa eu contar uma coisa: não acontece praticamente nada no livro. Não tem um "ápice". Quer dizer, teoricamente tem, mas ele é bem sem gracinha e passam tão rápido que você fica meio 'ah... ta'.
Suzannah também é arrogante e metida a sabe tudo. A maior mediadora viva, lenda, artista, maravilhosa, aclamada por multidões. Ela tem 16 anos (nada contra, inclusive, tenho) mas age como se fosse uma criança, não aceita conselho de ninguém mesmo quando ela está claramente sendo BURRA e arrogante.
Jesse, o fantasma que vive no casarão dela, é o melhor personagem do livro. Ele é um fofo, e gostaria de ter lido mais dele. PS: aos que fazem fanarts, parem de fazer o garoto branco e de cabelo liso. Jesse é hispânico, com pele bronzeada e cabelo crespo. Obrigada, de nada.
Outra coisa sem sentido é o Padre Dominic. Sério? Um padre médium (mediador, tanto faz)? Me poupe. Ou ele acreditaria que o espírito é um anjo ou um santo, ou que é um demônio. Mas não.
Pelo amor de Deus, exorcismo NÃOOOO N-Ã-O NON NO NEI NEIN É A MESMA COISA QUE "MACUMBA" (E MACUMBA É UM INSTRUMENTO MUSICAL) DESGRAÇAAAAAAAAA.
Sério, pelo amor de Deus. O que custava ter dado uma pesquisada antes de ter colocado isso no livro, Meg Cabot? Suzannah cita que é um exorcismo ala brasileira e que é utilizado na Umbanda, sendo que 1. NÃO É EXORCISMO e 2. a Umbanda, em sua grande maioria, não realiza sacrifício de animais (ela utilizou sangue de galinha). Pelo amor de Deus.
Apesar das duas estrelas (risos), não é o pior livro que existe. É até um livro legalzinho pra se ler quando tiver nada para fazer, porque ele é bem rápido, e eu também não colocava muitas expectativas nele mesmo. No entanto, achei algumas coisas imperdoáveis.
PS: Parabéns, Jesse. Lerei os próximos por você, hermoso (e também porque me comprometi a ler a saga toda).

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Rafaela 06/01/2019

RELEITURA
Affff como eu amo essa série!!!
Li ela em 2012 e estava morrendo de vontade de reler mas nunca achava tempo. Claro que quando li quando eu tinha meus 12 anos e morri de medo em varias partes que hoje em dia apenas me fazem dar um risinho...mas o suspense e o triller ainda são cativantes demais! E lógico que fiquei apaixonada novamente por todos os personagens (cof cof Jesse cof cof) e ri muito com Suze (como eu amo essa mulher).
Não sei se vou reler todos os livros da série mas gostaria muito que eu conseguisse, vamos ver como que as coisas vão se desenrolar...
Super recomendo!!
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Janise Martins 05/01/2019

A Terra das Sombras
Faz algum tempo que adio a leitura desse livro, se eu tivesse uma ideia melhor sobre ele, jamais leria. É fraco demais, a protagonista é chata de doer. O livro é para quem está iniciando a adolescência, mesmo assim é fraco. A escrita é boa, simples, muito embora os diálogos serem terríveis.
As minhas duas estrelas é pela ideia e escrita, mas se eu demorar um pouco mais no meu comentário será uma estrela, então ‘bora lá!
1. Uma adolescente muito chata que tem o dom de ver fantasmas;
2. Ela está indo morar com a mãe na Califórnia e em seu quarto mora um fantasma bonitão;
3. No novo colégio ela tem que lhe dar uma fantasma do mal que quer matar o ex namorado;
4. O padre do colégio também tem o mesmo dom que ela;
5. E isso é tudo, com diálogos fracos e amigos sem graça;
6. Uma besteirada.

Se quiser ler, é por sua conta e risco.
E foi isso acredite, não tem nada.
Bjoo.



site: http://janiselendo.blogspot.com/2019/01/terra-das-sombras.html
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Giulipédia 08/12/2018

Ai, esse livro!!!
Eu já vou falando que sou suspeita pra falar da Meg Cabot, olha essa mulher acaba com meu coraçãozinho, jezu!
Essa foi uma releitura de Terra das Sombras, da série A Mediadora. Pra quem não conhece, Suze Simon é uma adolescente de 16 anos que vê, fala e ocasionalmente desce a porrada nos fantasma (foi mal o palavreado, não consegui resistir rsrs). Sua mãe casa-se uma segunda vez e Suze acaba tendo que se mudar de New York para Califórnia, nesse meio tempo ela descobre que vai ter que dividir o quarto com o espírito de um fantasma espanhol ( muito bonito, devo acrescentar) e que a escola que vai estudar está sendo assombrada por uma ex-aluna que se suicidou.

Então falando um pouquinho da história, é só a terceira vez que estou lendo essa série e não adianta quantas vezes eu leia, eu me divirto horrores. Meg Cabot tem uma coisa nos livros dela, que é uma mistura de ação, meninice e humor que é uma delícia de se ler, fora a descrição da Baía de Camel, dá pra imaginar tudo com uma facilidade, as estradas, as palmeiras e principalmente o mar (Meu sonho de morar na Califórnia começou com esse livro, confesso!!).

Suzannah Simon é uma personagem forte, uma mistura de valentona de New York e ao mesmo tempo uma patricinha que gosta de estar bem vestida, é claro que uma patricinha com tendência bem gótica ( Alguém gosta mesmo de jaquetas de couro pretas) e é claro não deixando de fora o padre Dominic, gostei muito dele também, padre dom parece um avozinho legal que está lá sempre pra nós orientar, e é claro o Jesse, ah o Jesse!! Olha até eu queria ser assombrada por um fantasma desse, com essa pinta de valentão espanhol, não tem como não se apaixonar com ele logo de cara.

Para pessoas que gostam de história de fantasmas mas ainda sim, gostam de história humorísticas, super recomendo esse livro, não é um livro grande, a história é bem pequena e a mistura de objetividade com descrição é maravilhosa, leitura leve e divertida, fica a dica!
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Dri F. @viajecomlivros 24/11/2018

"A mediadora" é uma série até que bem antiguinha (o primeiro volume é de 2000), da escritora Meg Cabot. Meg é conhecida por ter muuuuitos livros e séries (incluindo a série Diários da Princesa, que li a um bom tempo atrás), e eu fiquei interessada em ler essa série também.
Eu amo livros de fantasia em geral, e embora essa seja uma série juvenil, gostei sim desse primeiro contato com Suzannah Simons.
Suzannah seria uma típica adolescente norte americana não fosse por um pequeno detalhe: ela pode ver e conversar com pessoas mortas. Todos eles. Ela é uma mediadora.
Uma pessoa que tem como missão ajudar as pessoas que morreram a partirem para o outro lado. Embora ela também não saiba com certeza como é isso.

Como falei antes a série é bastante juvenil. Não espere grandes dilemas nem nada além de dramas adolescente e muitos momentos bem divertidos com Suzannah, que tem um jeito todo próprio de ver as coisas e principalmente de resolvê-las.
Nesse primeiro volume ela conhece Jesse, um fantasma que vive a 150 anos no quarto para onde ela se muda depois que sua mãe se casa novamente. Ela está em outro estado, em uma escola nova e tendo que recomeçar suas amizades e isso, para todo adolescente é sempre muito complicado. Imagine para alguém que fala com mortos heheh.

A leitura é simples, descomplicada e sem grandes dilemas mas acho que dei boas risadas em muitos momentos. É o tipo de livro light para ler rapidinho quase em uma tacada só porque é curtinho. São 7 livros no total e mais um conto que eu nem sabia que existia e achei sem querer hehehe.


site: Instagram @viajecomlivros
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Gabi | @paraoslivrosqueamei 01/09/2018

Fazia tempo que queria ler a série e não me decepcionei. É bem adolescente e leve, nada de horripilante nem super bem formulado, mas cumpre com o objetivo de ser uma série interessante e instigante.
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Biblioteca Álvaro Guerra 30/08/2018

A estória se inicia com a mudança de Suzannah de Nova York para Carmel (Califórnia) onde vai morar com a mãe, o padrasto e os três filhos dele apelidados de Soneca, Dunga e Mestre. Mudanças são sempre dolorosas, então Suzannah conta como é deixar sua melhor e única amiga Gina e tentar recomeçar a vida sem os 'problemas' que se metia tentando ajudar os fantasmas – como mediadora – a encontrarem a luz.

Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. De graça!

site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/8501068713
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