Mentiras no Divã

Mentiras no Divã Irvin D. Yalom




Resenhas - Mentiras no Divã


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Vinicius Silveira 28/08/2019

Mentiras no Divã
Que livro minha gente, muito bom, ainda mais sob uma das profissões que eu mais respeito e adimiro, a única coisa eu acrescentaria mais umas 30 paginas, após o final. Mas mesmo com este final eu amei e com certeza Irvin estará na minha estante mais que uma vez!!!!!
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Joao.Vitor 30/07/2019

Resenha - Mentiras no Divã
Já faz um tempo que tenho lido coisas que fogem da minha zona de conforto habitual, e este livro, particularmente, foi um bom exemplo de como é bom fazer isso de vez em quando. O livro em questão é Mentiras no Divã, escrito por Irvin D. Yalom, e que nunca tinha passado no meu radar até me ser presenteado, o autor é um psiquiatra e este também é o tema que permeia todo livro e aparentemente boa parte de suas obras. A história segue vários personagens e seus pontos de vista de modo que todos sejam entrelaçados em pontos chaves da trama, o prólogo é especialmente notável por introduzir tão bem qual seria o tom de toda história ao nos inserir num processo terapêutico que deu muito errado, e a partir disso toda a história explora diversos aspectos fascinantes da psicoterapia. É intrigante a dinâmica retratada em todas as sessões e como todos esses detalhes afetam os personagens e se amarram tão bem no decorrer da história, ao final do livro os arcos criados são concluídos de maneira surpreendente, e acabam reverberando todos os temas abordados durante o livro.
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Cris 10/11/2018

Surpresa
Eu esperava bem menos deste livro, foi uma boa surpresa
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Alloane 15/02/2018

Yalom coloca em suas narrativas pontos importantes e interessantes do trabalho na terapia. Como: dificuldades pessoais, os percalços dentro do setting terapêutico...

Neste livro temos narrada a história do analista Ernest Lash. Na primeira parte do livro nos deparamos com Ernest investigando uma queixa contra um psicanalista, o senhor Seymour Trotter, que é acusado de se envolver amorosamente com sua paciente. Ainda no início de sua carreira, este caso muda sua visão sobre o trabalho terapêutico e a atuação em clínica.

Já na segunda parte, nos é apresentado um Ernest mais maduro e trabalhando dentro do consultório. O primeiro caso apresentado é de um paciente que tem uma esposa muito abusiva, e que durante anos de terapia, nosso analista trabalhou o desenvolvimento de seu paciente para se livrar das amarras que o prendiam, mas não foi a terapia que o fez querer sair da vida que tinha, mas uma amante. Isso deixa Ernest desolado e desgostoso, levando isso para a supervisão com o Dr. Marshal, um psicanalista renomado e muito ortodoxo, mas que tem um grande sonho de grandeza. Mas o caso não incomodou somente nosso analista, a esposa abusiva fica muito irritada, levando a trama de uma vingança contra o suposto causador de seu divórcio: o analista de seu marido. A partir daqui Yalom nos presenteia com uma trama muito bem elaborada, onde todos os personagens se conectam e se desenvolvem, nos levando a reflexões sobre: conduta moral, ética profissional, até onde a técnica pode ser útil, quando o tradicional deve dar lugar ao novo, qual a importância de lidar com a alma.

Um livro recomendado para pessoas que querem conhecer mais sobre personalidades, ou ter uma leitura mais reflexiva.
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Andy 02/02/2018

Leitura gostosa!
Várias estórias que vão se conectando no decorrer do livro com uma fluidez que estimula a continuação da leitura sem necessidade de um mistério exacerbado.
Retrata muito bem as angústias de terapeutas, a sutileza como os dilemas éticos surgem no trabalho com os pacientes e ainda promove a quebra do estereótipo do psicoterapeuta soberano.
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neto 17/06/2017

FALAR ALIVIA DORES EMOCIONAIS!!!
Yalom através de seus personagens fictícios nos expõe alguns pontos importantes da terapia. Conduta nem sempre profissional entre terapeuta e paciente, retratando o caso do famigerado psicanalista Seymour Trotter que se envolve amorosamente com uma paciente e o investimento não muito ético do Dr Marshal. A complexidade das emoções humanas através da personagem Carol que apos o fim de seu casamento procura vingança a qualquer custo e por meio do fascinante analista Ernest Lash e de seu relacionamento com seus pacientes, vai sendo diluído no decorrer da historia algumas técnicas terapêuticas, como lidar com o mal estar psicológico, técnicas de associação livre, auto-analise e como não podia faltar muito debate sobre ideias de Freud, Jung e outros. Por se tratar de um livro que não é direcionado a um determinado publico, possui prosa simples e linguagem bem coloquial. Recomendadíssimo para quem procura conhecer um pouco sobre personalidades humanas ou simples entretenimento.
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Eremita suburbana 12/02/2017

Livro interessante
Li esse livro por indicação do meu querido professor de teorias da personalidade,no começo da leitura achei bacana mais depois eu percebi como o autor é preconceituoso,e me espanta por ele ser uma pessoa que lida tão diretamente com a mente,com dores emocionais etc...Sei que por mais que ele seja psiquiatra ele continua sendo um ser humano porém eu acreditava que por ele ser um homem tão experiente em sua área e de possuir um intelecto tão acima dá média poderia ter transcendido essa etapa de estereótipos....
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Lígia Colares 30/01/2017

Resenha de Mentiras no divã
Meu contato com esse livro foi por uma amiga, que me deu a liberdade de escolher qualquer e quantos livros eu gostasse da estante dela! Me interessei primeiramente pelo fato de ser o mesmo escritor de “Quando Nietzsche chorou”, livro que eu li e gostei muito mesmo sem entender nada de psicologia, psicanálise, etc, e em segundo pela capa, que me fez perder algum tempo de análise e divagação…

Comecei a leitura um pouco descrente, pensando que afinal é um livro muito específico, e talvez eu tenha gostado do outro somente por causa do Nietzsche, e me convenci a não criar muitas expectativas… Mas o livro iniciou a história de forma tão inesperada, que sem eu perceber, tive que ler o primeiro capítulo inteiro, para saber o final da introdução! Haha!

Esse primeiro capítulo dá ao leitor a perspectiva da discussão do livro, apresentando o personagem principal Ernest Lash, e Seymour Trotter, um psicanalista que foi acusado de má conduta com seus pacientes. Seymour explica detalhadamente os motivos que o fizeram ser acusados, estimulando Ernest a uma possivel mudança de carreira. Aqui um leitor leigo entra no mundo das leis da psicanálise, quais os métodos normalmente utilizados, quais são mais menosprezados, e qual a ética que um psicanalista deve seguir para que seu comportamento não ultrapasse o relacionamento psicanalista-paciente. A história de Seymou é intrigante, e apesar de ir contra algumas das suas opiniões, me deixou realmente intrigada sobre a situação.

A seguir, somos apresentados a um Ernest mais velho, sendo monitorado periodicamete por Marshal, e tratando um paciente altamente dependente de uma esposa autoritária e manipuladora, Carol. Todas as histórias se entrelaçam com uma graça e uma sutileza tão grande que a dúvida da possibilidade de aquilo acontecer ocorre apenas por meros segundos. E a forma como a psicanálise é apresentada, suas nuances e as portas que ela pode te abrir, me deixaram verdadeiramente curiosa sobre as mudanças que poderiam me ocorrer se eu me dispusesse! As perguntas realizadas podem ser feitas para qualquer pessoa, em qualquer estágio de sua vida, e te fazer pensar: até onde eu estou certa, até onde a culpa é minha, e até aonde eu posso ir se eu mudar? O livro é um romance, mas também estimula uma auto-reflexão muito interessante! E o melhor, uma auto-análise espontânea, longe daquele tom de livros de auto ajuda que eu não gosto muito…

Além disso, o escritor escreve maravilhosamente, as palavras fluem e até algumas partes mais complexas ficam simples para leigos, fazendo com que uma falta de conhecimento na área não seja um problema!

Mas também quero deixar claro que estou falando do ponto de vista de um leigo: talvez alguém que ja tenha estudado o assunto, ou mesmo alguém que tenha pesquisado mais na internet ou em outros livros, ache que o assunto tenha sido abordado de forma pouco profunda e leviana. Não tenho conhecimento suficiente para dizer que não, mas pensem comigo: As críticas para “Quando Nietzsche chorou” foram tão boas que eu duvido muito que Irvin não leve o assunto a sério!

Eu recomendo, para um momento de descanso, ou até mesmo para uma fase mais reflexiva. E recomendo guardar um tempo para depois dele, porque esse livro realmente me pôs a analisar minha vida e minhas atitudes! E o nome do livro tem muito a ver com a história! Adorei a sutileza!
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Débora 17/11/2016

Dá vontade de fazer psicologia
O livro não foi bem o que eu esperava, mas não deixou de ser interessante, as unicas partes chatas foram a do personagem Marshal, que é estremamente irritante, adorei o final dele, achei merecido... Enquanto a Ernest, simplesmente demais, um apaixonado pela profissão.
O melhor do livro foi mostrar que todos temos que nos conhecer melhor, olhar para si próprio, e ser seu próprio pai e sua própria mãe!
E eu não tenho certeza, mas acho que esse novo sistema de meio estrela foi inspirado em um tópico que teve sobre a polêmica de 3 estrelas ser bom ou regular. Adorei! Que bom ver que o skoob acompanha as dicas e questionamentos dos usuários.
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Ju Lopes 17/02/2016

Pessoas interligadas
Adoro o jeito como o autor interliga os personagens na trama, mesmo sem eles se conhecerem estao todos interligados. Vale muito a pena a leitura, o melhor livro de Yalom depois de Quando Nietzsche Chorou!
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Marcos 02/01/2015

RESENHA: “MENTIRAS NO DIVÔ - IRVIN D. YALOM
A resenha de hoje é de um tipo de livro que não é muito comum aqui no blog, se trata do livro “Mentiras no Divã”. Como o livro é bem diferente, resolvi fazer a resenha também de um jeito diferente; vou topicalizar alguns aspectos do livro e comentar cada um deles.
- Tema original e pouco explorado: O tema central seria psicologia e psicoterapia. Grande parte dos personagens são psicólogos já estabelecidos e com clínicas próprias. Os outros personagens entram na história como pacientes. Nós inevitavelmente nos deparamos com muitos termos e técnicas dessa área, mas isso não é feito de maneira chata. Quando nos damos conta, já aprendemos várias coisas interessantes de um livro que de maneira nenhuma pode ser classificado como didático.
- História não linear: A história segue uma ordem cronológica sim, mas a não linearidade se dá pelo fato de ás vezes o enredo ser subitamente interrompido para apresentar outro personagem ou fato. Cada capítulo foca em um personagem diferente, sendo narrado em 1ª pessoa por ele mesmo. Isso ajudou o livro a manter uma certa dinâmica. Os capítulos, porém, são bem grandes, o que pode se tornar um pouco maçante.
- Personagens bem desenvolvidos: Os três personagens principais são muito bem desenvolvidos. O autor os explora de um jeito tão profundo, que nós facilmente passamos a compreender seus pensamentos e suas motivações. Esses três personagens se conhecem (embora nem todos saibam) e constituem o arco principal da história. Os personagens e histórias secundárias também são bem desenvolvidos, porém ocupam menos páginas.
- Escrita peculiar: O fato de os personagens serem tão bem desenvolvidos se dá graças a uma escrita peculiar e diferente da “convencional”. Em alguns diálogos, por exemplo, nós ouvimos a fala de apenas um personagem; o que nos força a inferir as perguntas com base apenas nas respostas que ouvimos. A escrita no começo pode oferecer dificuldade, mas a gente acaba se acostumando com ela.
- Ponto negativo: Uma coisa que pode ser considerada negativa é o fato de a história não nos oferecer muitos estímulos. Não há nenhuma pergunta ou coisa que nos deixe intrigados, nada a ser desvendado, respondido. Nós simplesmente acompanhamos a vida desses personagens e só. Talvez esse estranhamento aconteceu devido a eu estar acostumado com livros cheios de reviravoltas e grandes incógnitas.
Bem gente, essa foi a melhor maneira que eu encontrei de resenhar esse livro. Acho que o principal está ai. Espero que tenham gostado.

site: http://tripliceliteraria.blogspot.com.br/p/resenhas.html
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Sally 11/08/2014

Indico!
Do mesmo autor de "Quando Nietzsche chorou". A intenção agora é dissecar a complexidade das emoções humanas por meio do relacionamento de três terapeutas e seus pacientes. O primeiro é Seymour, médico conceituado que é acusado de má conduta sexual com uma de suas clientes.

Podemos ler em um capítulo sobre o dilema entre uma análise que pode durar anos ou uma terapia rápida, pois a última acaba sendo sempre preferida para apenas aliviar os sintomas do paciente. Em outro capítulo lemos sobre transferência erótica na terapia; o autor no personagem de Ernest fala sobre a ortodoxia freudiana e o misticismo junguiano; a pedagogia do egoísmo, pensar em si mesmo acima de tudo.

Interessante o debate entre os personagens Ernest e Paul sobre pacientes que não são sinceros com seus terapeutas ou consultam dois ao mesmo tempo para avaliar se ambos chegam a mesma conclusão. Costuma-se chamar de pírricos (de vitória pírrica, utilizada para expressar uma vitória obtida a alto preço, com prejuízos irreparáveis).

Outro debate com os mesmos personagens, dois terapeutas que seguem linhagens diferenciadas. Debate e relatos sobre os grandes terapeutas e suas experiências sexuais com pacientes, com exceção de Freud. Tudo muito impactante, não o ato e sim o resultado. Após pesquisas, realmente é o que temos pra hoje. Nada que diminua a importância da terapia, mas apenas a ciência de que certos benefícios atuais foram resultados de experiências impróprias.

O autor consegue envolver os personagens e dissecá-los entre pacientes e médicos, demonstrando a função da terapia e seu desenvolvimento.

"Excepcional! Início, meio e fim! INDICO!










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Way to Happines 11/03/2014

[Resenha] Mentiras no divã - Irvin D. Yalom (por Lígia Colares)
Meu contato com esse livro foi por uma amiga, que me deu a liberdade de escolher qualquer e quantos livros eu gostasse da estante dela! Me interessei primeiramente pelo fato de ser o mesmo escritor de "Quando Nietzsche chorou", livro que eu li e gostei muito mesmo sem entender nada de psicologia, psicanálise, etc, e em segundo pela capa, que me fez perder algum tempo de análise e divagação...

Comecei a leitura um pouco descrente, pensando que afinal é um livro muito específico, e talvez eu tenha gostado do outro somente por causa do Nietzsche, e me convenci a não criar muitas expectativas... Mas o livro iniciou a história de forma tão inesperada, que sem eu perceber, tive que ler o primeiro capítulo inteiro, para saber o final da introdução! Haha!

Esse primeiro capítulo dá ao leitor a perspectiva da discussão do livro, apresentando o personagem principal Ernest Lash, e Seymour Trotter, um psicanalista que foi acusado de má conduta com seus pacientes. Seymour explica detalhadamente os motivos que o fizeram ser acusados, estimulando Ernest a uma possivel mudança de carreira. Aqui um leitor leigo entra no mundo das leis da psicanálise, quais os métodos normalmente utilizados, quais são mais menosprezados, e qual a ética que um psicanalista deve seguir para que seu comportamento não ultrapasse o relacionamento psicanalista-paciente. A história de Seymou é intrigante, e apesar de ir contra algumas das suas opiniões, me deixou realmente intrigada sobre a situação.

A seguir, somos apresentados a um Ernest mais velho, sendo monitorado periodicamete por Marshal, e tratando um paciente altamente dependente de uma esposa autoritária e manipuladora, Carol. Todas as histórias se entrelaçam com uma graça e uma sutileza tão grande que a dúvida da possibilidade de aquilo acontecer ocorre apenas por meros segundos. E a forma como a psicanálise é apresentada, suas nuances e as portas que ela pode te abrir, me deixaram verdadeiramente curiosa sobre as mudanças que poderiam me ocorrer se eu me dispusesse! As perguntas realizadas podem ser feitas para qualquer pessoa, em qualquer estágio de sua vida, e te fazer pensar: até onde eu estou certa, até onde a culpa é minha, e até aonde eu posso ir se eu mudar? O livro é um romance, mas também estimula uma auto-reflexão muito interessante! E o melhor, uma auto-análise espontânea, longe daquele tom de livros de auto ajuda que eu não gosto muito...

Além disso, o escritor escreve maravilhosamente, as palavras fluem e até algumas partes mais complexas ficam simples para leigos, fazendo com que uma falta de conhecimento na área não seja um problema!

Mas também quero deixar claro que estou falando do ponto de vista de um leigo: talvez alguém que ja tenha estudado o assunto, ou mesmo alguém que tenha pesquisado mais na internet ou em outros livros, ache que o assunto tenha sido abordado de forma pouco profunda e leviana. Não tenho conhecimento suficiente para dizer que não, mas pensem comigo: As críticas para "Quando Nietzsche chorou" foram tão boas que eu duvido muito que Irvin não leve o assunto a sério!

Eu recomendo, para um momento de descanso, ou até mesmo para uma fase mais reflexiva. E recomendo guardar um tempo para depois dele, porque esse livro realmente me pôs a analisar minha vida e minhas atitudes! E o nome do livro tem muito a ver com a história! Adorei a sutileza!

site: http://www.way-2happiness.com.br/2012/07/resenha-mentiras-no-diva-irvin-d-yalom.html
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