O melhor que podíamos fazer

O melhor que podíamos fazer Thi Bui




Resenhas - O Melhor Que Podíamos Fazer


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Luhran 25/07/2021

Impactante do começo ao fim
?como alguém se recupera da perda de um filho? ?

Nota: a graphic novel de Thi Bui possui gatilhos emocionais ligados a depressão pós-parto, abortos indesejados, violência, fome e abandono.

Quando o Vietnã do sul caiu em meados de 1978, a família de Thi precisou viver o difícil processo de imigração. Fugindo de resultados de uma guerra devastadora, a pequena família refugiada precisará reconstruir sua história.

Já em 2005 no hospital metodista de Nova York, Thi e Travis presenciam a vinda de seu primeiro filho. Com uma dor avassaladora e questionamentos intermináveis sobre ser o suficiente e responsável o bastante por criar outra vida, a ex-refugiada narra suas dores e incompreensões sobre como doar seu amor quando em sua história só se teve sofrimento.

A protagonista de O melhor que podíamos fazer vai explorar o passado de seu pai, sua mãe e seus avós para desvendar a origem de tantos traumas e tanta frieza em seu íntimo. Com narrações poderosas sobre o período de guerra, fome, dor, abuso e fuga, a força que a família de Thi obteve em todos estes anos vem de uma dor profunda e dolorida.

Essa é uma graphic novel repleta de significados desde o processo da maternidade até o silêncio entre pais dentro de casa. Com cenas fortes e de arrancar lágrimas, a trajetória de sobrevivência da família de Má, Bô, Lan, Bich, Thi e Tâm, será uma referência por muito tempo de como devemos valorizar nossos lares.

Impactante do começo ao fim.
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Aurélia Gomes 22/07/2021

Quadrinhos
Explora a angústia da imigração e os efeitos duradouros que o deslocamento tem sobre uma criança. A autora relata a fuga de sua família após a queda do viet?a do Sul.
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Lucas.Hagemann 21/04/2021

Arte bonita, história interessante
Mais uma excelente HQ autobiográfica. Conta a história, de uma forma muito fluida e interessante, dos pais da autora Thi Bui e sua saga de fugir do Vietnã e migrar para os EUA. De uma forma muito agradável a autora conta a história do Vietnã, a partir da história de vide de seus pais e avós. Uma HQ que vale ser lida.
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Gabriel.Maissack 08/04/2021

Refúgio
É dessas leituras que a gente precisa nesse momento. Enquanto países que fomentam e financiam guerras se fecham, os povos vitimados fazem o seu melhor pra sobreviver, pra encontrar um lugar pra chamar de lar.

P.s.: Ouçam também Aboio, do Rapadura.
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Kênia Cândido 24/03/2021

Sensível e Emocionante!
O Melhor que Podíamos Fazer é um livro de memórias gráficas publicado em formato de quadrinhos da Thi Bui. Ela conta sua origem e a origem dos pais que saíram do Vietnã na década de 70 no período da guerra do Vietnã. Não imaginava encontrar uma história sensível, importante e ao mesmo tempo, emocionante. O Melhor que Podíamos Fazer começa em Nova York no hospital Metodista no dia 28 de Novembro de 2005, com Thi Bui em trabalho de parto na presença do marido Travis e sua mãe chamada Má, que tinha vindo da Califórnia para ajudá-la.


Após o nascimento do filho, Thi Bui começa a refletir e questionar a transição de uma filha que tornou-se mãe pela primeira vez, as escolhas que os pais buscam para um futuro melhor para seus filhos e ao mesmo tempo, tentar entender a força e a motivação que levou seus pais a fugir de um país que estava em decadência e recomeçar do zero em outro país com muita dificuldade de adaptação. A partir deste ponto, a história dá um salto para o passado, resgatando profundamente as raízes e os laços que a família da Thi Bui construiu ao longo dos anos. Relatando como foi à infância dos pais, como Bô e Má se conheceram e como foi o nascimento dos seis filhos em situações precárias, com muita pobreza em um país que estava em caos e tomado pela guerra.

Contudo a história é abordada de forma leve, pois a família é protagonista de um período histórico bem conturbado. Thi Bui também conta a história do Vietnã conectando no momento da segunda guerra mundial. Ela menciona a Guerra Civil dentro do Vietnã também conhecida como Guerra Indochina, que os Estados Unidos interferiu enviando soldados e armamentos de guerra. Mesmo abordando assuntos de muita importância, a leitura foi extremamente prazerosa e cativante, porque Thi Bui se coloca no lugar da mãe mostrando a todo o momento que a Má era uma verdadeira heroína da história.


Thi Bui não deixa de contar a história do pai, todas as atitudes e decisões que ele precisou tomar, no entanto ela declarava que quem realmente é a força da família é a Má.Também relata os julgamentos e mágoas que ás vezes os filhos criam em torno dos pais, sem saber por qual motivo levou eles tomarem determinadas atitudes e só passam compreender melhor depois que são colocados no lugar dos pais. A narrativa é completamente dinâmica, misturando o presente e o passado de forma interessante. Thi Bui também conseguiu contar a história de cada membro da família de maneira delicada.


Além de escrever sua própria história de vida e de seus pais, Thi Bui também é a ilustradora do livro. Ela usou a arte que estudou nos quadrinhos em preto e branco, com vários tons alaranjados e avermelhados que deixou a edição magnífica e boa qualidade. Particularmente achei um projeto maravilhoso que vale a pena demais ter em mãos para ler. Recomendo para todos os leitores que apreciam leituras em quadrinhos, com períodos históricos e assuntos atuais. Além de ter uma linguagem simples e direta também contém um ótimo enredo.

site: https://consumidoradehistorias.blogspot.com/2021/03/o-melhor-que-podiamos-fazer-thi-bui.html
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Julia.Duarte 28/02/2021

Ao ler comentários antes de ler o livro li a seguinte frase: se você se apaixonou por Maus e Persépolis, deve ler esse livro.
Foi diretamente para o carrinho e não decepcionou em nada. Lindo. Tocante. Sem falar na qualidade artística. Vale cada segundo.
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Luan 26/02/2021

Resolvi ignorar os primeiros capítulos e dei essa nota por ter gostado muito do restante do livro, mas as primeiras 100 páginas não são tão boas.

O começo é confuso, com várias histórias aleatórias e reflexões que não chegam a lugar nenhum. No entanto, quando a autora foca na jornada dos pais e segue a história deles em ordem cronológica a hq fica bem melhor.

Assim como Persépolis e Maus, essa hq fala de um período histórico não tão distante e os impactos na família da autora. É sempre bom ver esses acontecimentos sem ser da ótica estadunidense.
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Alessandra.Adams 14/02/2021

Perfeito! Leitura muito prazerosa, com uma construção dos quadrinhos envolvente. Recomendo.
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vick 10/01/2021

São crianças como você
Thi Bui revisita a história dos pais ao ter o primeiro filho. Imigrantes vietnamitas, os dois adotaram um comportamento distante e rígido com os filhos. Ao descobrir mais sobre suas infâncias e sobre a fuga do Vietnã que ocorreu quando ela era pequena, a filha pode entender por que seus progenitores são do jeito que são, bem como a descoberta de como sua infância de refugiada a moldou. Uma ótima graphic novel, de um lirismo ímpar, recomendo para quem gostou de Persépolis e maus.
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kurara 03/12/2020

obrigada a que entidade me fez escolher esse livro.
um dos meus livros favoritos, a arte é linda, a história é tocante e as cores deixam a história cada vez melhor. eu não leio muito graphic novels mas esse com certeza é o que me inspirou e abriu esse mundo pra mim.
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Paloma 01/11/2020

Relato autobiográfico forte.
Linda e comovente historia de uma familia em busca de esperança, longe da guerra que devastou o Vietnã do Sul na década de 70. Imperdível!
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Paulo 11/08/2020

Chega um momento em nossas vidas em que paramos para refletir sobre nossos papéis para nossos amados. Aquele momento transformador onde tudo entra em perspectiva para que possamos dar nosso próximo passo. E esse momento vem quando Bui decide rever a história de sua família logo após dar a luz a seu primeiro filho. O nascimento é marcante para a família de Bui e principalmente para ela mesma. Enquanto Bui avalia seus sentimentos, ela compartilha conosco as histórias de seu pai, Bo, e sua mãe, Má em meio a momentos felizes, tristes, angustiantes, de sofrimento e de superação. O resultado é uma jornada incrível que passa por dois continentes, nos mostrando a riqueza que existe na relação entre mãe e filha.

Não há mistério na narrativa de O Melhor que Podíamos Fazer. É uma autobiografia e ela vem carregada com os sentimentos de autora/artista. Se trata de uma história da vida real e seu impacto chega até nós como uma lança em nossos corações. Em vários momentos, a história de Thi Bui me remeteu a outra que eu li recentemente, a HQ Heimat, da autora Nora Krug. Nela, Nora também fazia esse percurso de buscar a narrativa de sua família para entender a si mesma em um mundo que cobrava dela um posicionamento (ou ela cobrava a si mesma). Quando se trata de uma narrativa carregada, se torna cada vez mais complicado retirar de nossos parentes os detalhes. Principalmente por estarmos envolvidos em nosso emocional, o resgate da história oral é mais complexo. Assim como Nora Krug, Thi Bui vai coletando pedaços de informação a partir de memórias que são difíceis de serem lembradas, mas que passam para nós valiosas lições.

Para quem está estranhando o formato aqui, não me sinto à vontade de avaliar uma narrativa como a dessa HQ, porque é como se eu estivesse avaliando a vida da personagem. E isso não é um sentimento legal. Posso dizer que, para mim, a narrativa funcionou porque tocou em meu íntimo. Toda a passagem de tocha da mãe para a filha é um momento bonito e dá para perceber que esta é a catarse final da HQ. Quando a mãe deixa seu papel de filha e passa a exercer o de mãe (apesar de ainda manter um pouco da rebeldia filial lá em seu íntimo). A narrativa me toca também porque eu me aproximo da idade de Thi Bui, beirando na casa dos quarenta, então esse tipo de reflexão acerca de montar uma família, o que vou deixar para os meus filhos ou se eles irão cometer ou não os mesmos erros que eu, são pensamentos que volta e meia vem à minha mente. Será que eu vou ser um bom pai? Conseguirei transmitir boas mensagens? Assim como a orelha de capa nos coloca, é impossível que você, leitor, não chore em algum momento. Seja com os horrores da guerra, com a difícil travessia para a Malásia ou a adaptação a um novo mundo.

O que faz desta história tão bacana é o quanto a autora conseguiu transportar as características de seus pais para a HQ. Não estamos diante de personagens ou estereótipos; são pessoas reais com qualidades e defeitos e toda uma vida por trás de cada um deles. Por exemplo, vemos o quanto os traumas do passado de Bô o tornaram um pai imperfeito, negligenciando suas filhas em determinado momento, mas fazendo o possível para lhes dar saúde e alimentação. O quanto as diferenças entre Má e Bô os afastaram um do outro no casamento, mas mesmo assim eles continuam próximos um do outro. Ou o quanto Bui pode ser muito teimosa em algumas de suas posições sem entender o que seus pais querem, no fundo, dizer. E o mais legal: mesmo sendo uma família grande, eles conseguem ser unidos. As terríveis experiências pelas quais eles passaram serviram como uma cola que uniu pessoas que se tornaram tão diferentes à medida em que foram crescendo e tendo outros interesses.

A autora traz ricas informações sobre a vida no Vietnã durante as décadas de 1940 a 1970. Lógico que essa é a visão de alguém que sofreu perdas e sofreu bastante com as constantes mudanças políticas e sociais ocorridas na velha Indochina. Esse é mais um caso de um país que foi afetado pelo imperialismo que colocou este lugar primeiro nas mãos dos franceses e passou para as mãos de um ditador comunista. Assim como vários outros lugares do Leste Asiático como o próprio Camboja citado durante a HQ que simplesmente passou pela administração de uma "milícia" comunista conhecida como o Khmer Vermelho. E o Khmer devastou o Camboja por mais de trinta anos até eles conseguirem encontrar forças para se libertarem do domínio socialista. Vocês me perguntam então: todo o país socialista foi uma ditadura? Não necessariamente. Mas, os exemplos mais visíveis surgidos durante a Guerra Fria são bem complicados de se defender como a ditadura de Pol Pot, no Camboja ou a guerrilha de Ho Chi Minh no Vietnã. Pessoas como a Bui que tinham uma vida razoavelmente adaptada ao domínio francês se viram pegas em um tiroteio entre capitalistas e socialistas que usaram o cenário do Vietnã para realizar sua guerra ideológica. Como sempre, são os inocentes que pagam o preço.

A narrativa que se faz desses momentos é cercado de um romantismo que os vietnamitas não entendem. Filmes como Platoon e Apocalypse Now vieram no esteio da condenação de uma guerra entre soviéticos e americanos. Mas, e aqueles que moravam em Saigon? Um dos momentos mais tristes da história do Vietnã é a entrada das forças vietcongues em Saigon decretando a derrota dos americanos em uma longa e infrutífera guerra. A questão não é quem estava certo ou errado. A história de Bui, apesar de sofrida, acabou ocasionando um final feliz em outro continente. Mas, para cada final feliz existem dez outros casos infelizes. Não é que o regime francês fosse melhor que o socialista. É simplesmente que quem vivia sob o regime francês passou a ser considerado cidadão de segundo escalão. E, o regime vietcongue acabou adotando aquilo que havia de pior no stalinismo: a espionagem e a paranoia.

Uma velha máxima da Mãe História é que ela é contada pelos vencedores. E é bom de vez em quando ver um lado da história que não foi contado. Ao mesmo tempo as dificuldades e obstáculos que Má e Bô passaram são terríveis. Vendo o quanto eles são articulados e cheios de recursos, percebemos o quanto a vida deles poderia ter sido diferente em outro contexto. A gente fica naquele exercício eterno do "E se...". Ao mesmo tempo é maravilhoso ver o quanto o espírito dos dois não foi quebrado mesmo diante de recusas, de abandonos, de relegações e de sacrifícios. Faz a trajetória dos dois ganharem contornos épicos. Afinal, era o melhor que eles podiam fazer pelos filhos, em um trocadilho com o título da HQ.

A conclusão que eu chego é que essa era uma história que precisava ser contada. E Thu Bui a conta de uma maneira artística e elegante. Não falei ainda da arte, né? Ela segue um padrão de linhas claras que lembra a arte europeia. Mas, Bui emprega algumas cores além do preto e branco, o que dá uma personalidade única ao quadrinho. Se a missão era emocionar, Bui conseguiu fazer isso aos montes. Só tenho a recomendar essa história e eu acredito que deva entrar para as minhas melhores leituras do ano. Tem o potencial e aquele poder narrativo para isso.

site: www.ficcoeshumanas.com.br
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@andressamreis 28/07/2020

O melhor que podíamos fazer - Thi Bui

Escolhi o pior momento para ler esta Graphic Novel: durante a minha segunda gravidez! Já estava receiosa pela chegada de mais um filho e acompanhar toda a odisseia da família de refugiados de Thi, do Vietnã aos Estados Unidos, foi tenso, demorei muitos dias para ler!

Thi Bui é vietnamita em uma família com 6 filhos, possuíam um bom nível social de vida, até que a guerra os invadiu e mudou tudo!

Imagine o que é fugir, com filhos pequenos, deixando tudo pra trás, e o que é pior, bombas caindo atrás de você!

Essa Graphic é tão devastadora!

Seja pelo instinto de sobrevivência de Thi, seus pais e irmãos, seja pelas cicatrizes emocionais que marcaram cada um indelevelmente.

Assim, quando Thi torna-se mãe pela primeira vez é tomada por um instinto de reconciliar-se com seus pais e para isto ela faz todo um resgate da história dos dois, tentando compreender e lançar luz sobre alguns comportamentos durante a sua educação na infância e adolescência. O tempo na narrativa não é linear, a todo momento ela vai e volta para recuperar a história dos seus genitores.
E isto nos toca profundamente! Essa cura acerca do relacionamento com seus pais é muito sensível e doloroso. Tudo tem um porquê!

Leia! Se quiser saber sobre refugiados, se quiser conhecer mais de perto a Guerra do Vietnã e principalmente sobre Ser Família!

Uma frase me marcou.
? "Agora família é algo que criei e não apenas algo em que nasci".

Essa leitura me deu forças para ter um parto em meio a pandemia. Quando tive medo, pensava na mãe de Thi fugindo da guerra com barrigão e parindo em um campo de refugiados! A força da mãe dela foi meu refúgio!
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Amanda Teles - Livro, Café e Poesia 20/07/2020

Você já parou pra pensar que às vezes para entender o outro, seu jeito ou atitude em determinada situação, visitar seu passado é necessário?

Thi Bui conta nesta memória gráfica a luta da sua família na busca por uma vida melhor, fugindo de seu país em guerra e imigrando para um mundo novo. As dores e traumas sofridas por uma criança em meio a tudo isso, fugindo com toda sua família e os sacrifícios para construção de uma vida segura, são retratadas aqui. Bui, ao se tornar mãe e refazer, mentalmente, o caminho que levou sua família aonde estão, descobre o amor, nunca expressado em palavras, e sacrifícios feitos pelo seus pais.

Uma vez assisti uma palestra do filósofo Mário Sergio Cortella onde ele fala que: capricho é fazer o melhor, nas condições que se tem, enquanto ainda não tem condições melhores pra fazer. E ao ler esta HQ me veio muito essa sensação da busca do melhor, de doação ao outro, de amor sem troca, amor por amor.
As relações entre pais e filhos, em algumas fases de nossas vidas (principalmente na adolescência e início da vida adulta) tendem a ser complicadas, e a chave gira quando a gente passa por essas fases e em algum momento de nossas vidas conseguimos nos enxergar em nossos pais e assim entender algumas das atitudes deles, mesmo sem concordar.

Essa Hq maravilhosa fala sobre a força que uma família tem sobre nosso desenvolvimento e fortalecimento de identidade, sobre perdão, sobre resiliência, sobre se ver no outro, sobre fazer o melhor.
E você, já fez o melhor que poderia fazer?



Segue lá no Instagram @livrocafeepoesia
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Vi 13/07/2020

De forma clara: se você não compreende as críticas ao imperialismo estadunidense; acha o movimento hippie dos anos 70 revolucionário; entende xenofobia como piada, esse livro é importante.
Guerras, desastres, imperialismo e colonizações e como isso tudo impactou gerações e culturas. Como pensar que isso não tem sequer qualquer influência na atualidade? A intimidade da autora é exposta. E somos convidados a pensar a vida e suas injúrias como cicatrizes para além de nossa própria existência. Talvez haja um laço forte, como ferro, e delicado como pena que, incessantemente, coloca-nos ao passado não como uma prisão, e sim como precedente indispensável para nossa própria existência.
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