Mamãe & Eu & Mamãe

Mamãe & Eu & Mamãe Maya Angelou




Resenhas - Mamãe & Eu & Mamãe


5 encontrados | exibindo 1 a 5


Queria Estar Lendo 13/05/2018

Resenha: Mamãe & Eu & Mamãe
Mamãe & eu & mamãe é a última das autobiografias de Maya Angelou, uma grande escritora, poeta e ativista social dos EUA, publicado por aqui pelo selo feminista do Grupo Editorial Record, Rosa dos Tempos - e que nos foi cedido em parceria para a resenha. O livro explora a relação de Maya com sua avó paterna e a mãe, e o impacto desses relacionamentos ao longo da sua vida.

Eu quase sinto que não tenho palavras para falar sobre Mamãe & eu & mamãe, de tão simples e extraordinário que ele é.

Eu não sou uma pessoa muito de biografias - ou de poemas - então achei que não leria Maya Angelou tão cedo na vida, e eis que me aparece Mamãe & eu & mamãe na lista de solicitação dos parceiros, então pensei "é agora".

A autora não me era desconhecida, já que assim como Charlotte Bronte, Jane Austen e Emily Dickinson, é um nome que apareceu bastante em alguns desenhos e programas que eu gostava na infância. Mas só fui atrás da história dela, do trabalho dela, quando li Fale!, da Laurie Halse Anderson. Angelou é citada no livro e quando pesquisei, descobri que ela também tinha uma história de silêncio após ter sido estuprada aos 7 anos de idade - porém, ao contrário de Melinda, Maya ficou com medo do poder de suas palavras após o ocorrido, já que o estuprador apareceu morto depois dela contar ao irmão sobre o que tinha acontecido.

"Meu amor, estive pensando e agora tenho certeza. Você é a mulher mais especial que eu já conheci."

Depois de Fale! eu li Still I Rise, o poema mais famoso de Angelou, e ele rapidamente se tornou um dos meus preferidos. Ele é cru, verdadeiro e forte, cheio de emoção, algo que eu associo muito com os poetas que conseguem me conquistar. E ler Mamãe & eu & mamãe foi como olhar nos bastidores do poema. Porque pelo livro podemos ver que, mesmo com todos os contratempos que a vida colocou no caminho da autora, de relacionamentos abusivos à tentativas de assassinato, ela se reergueu todas as vezes. E em grande parte delas, com a mãe ao lado.

Maya Angelou começa o livro dedicando-o a sua mãe, Vivian "Lady" Baxter, e é a partir dai que se dá o tom da história. Vivian mandou os dois filhos para viverem com a avó paterna após o seu divorcio, quando a autora tinha apenas 2 anos. Eles moraram com a avó até ela completar 12 anos, e então se mudaram para a Califórnia, para viver com a mãe. A época era de forte segregação racial e o sul dos Estados Unidos não era um lugar seguro, especialmente para um jovem negro como Bailey - seu irmão mais velho. Então, por necessidade, mudaram-se para a casa da mãe.

Vivian explica, quando é confrontada pelos filhos, que não tinha como ser a mãe deles quando eles eram crianças, e que os três teriam sido infelizes se ela não os tivesse mandado para viverem com a avó. Mas, quando se compromete a ser sua mãe, Vivian o faz até o fim.

O relacionamento de mãe e filha é um dos mais complexos, para mim, e gosto muitíssimo de ler sobre essa dinâmica. E isso vale para qualquer relação mãe/filha que não seja tóxica, não necessariamente por relação de sangue. Em uma sociedade sexista que mina desde cedo os interesses das garotas, que duvida constantemente de suas capacidade cognitivas, intelectuais e sociais, ter uma mãe que lhe ensine a amar e lutar por si mesma é essencial.

"E se ela tiver razão? Ela é muito inteligente e sempre diz que não tem medo o suficiente de ninguém para mentir. E se realmente fosse o meu destino me tornar alguém? Imagine só!"

Em Mamãe & eu & mamãe, Maya Angelou explora o impacto da influência de sua avó e, principalmente, da sua mãe ao longo da vida, e para mim serviu como um ponto para reforçar a minha ideia de que nós nunca, realmente, deixamos de "precisar" da nossa mãe.

Angelou mostra que, mesmo que sua mãe tenha sido uma péssima mãe de crianças pequenas, foi uma excelente mãe de adolescentes e adultos. Deixou transparecer muito bem que, mesmo depois de adultos (ou talvez porque já somos adultos), ainda temos muito a aprender com os nossos pais, e ela também faz um ponto especial em deixar claro que uma coisa não apagava outra: ter sido uma excelente mãe de adolescentes não apagava a péssima mãe de crianças que Vivian foi, e vice e versa.

Porém, em vez de falar com amargura ou culpar a mãe, todo o tom do livro é de perdão e reconciliação. Você não precisa esquecer o passado para perdoar alguém, apenas aprender a conciliar e conviver com ele.

E Vivian foi uma Mãe com letra maiúscula mesmo. Ela estava lá para aconselhar, proteger, consolar e resgatar. Ela apoiava as decisões de Angelou, desde sua decisão de tornar-se a primeira mulher negra conduzindo um bonde até dançar em um clube de strip tease após o seu divórcio - aliás, pelos relatos do livro, Vivian só não esteve ao lado da filha quando ela decidiu se casar com um homem branco, contra a aprovação da mãe. Mas eventualmente as duas fizeram as pazes e a gente não pode culpar a Vivian por ser humana e imperfeita.

"Vou cuidar de você e de qualquer pessoa que você disse que precisa de cuidados, da maneira como você disser. Estou aqui. Trouxe todo o meu ser até você. Eu sou a sua mãe."

Mesmo entrando na vida de sua filha apenas na adolescência, Vivian Baxter deixou um grande impacto, ensinou-a a ter orgulho de ser quem era - mulher e negra -, a não levar desaforo para casa, a defender a si mesma - e contar com ela para fazer isso quando estivesse incapacitada -,ir atrás dos seus sonhos e trabalhar duro. Vivian ensinou a filha a lutar, e em uma época de segregação racial e forte sexismo, ensinou Angelou a caminhar de cabeça erguida - mesmo que ela fosse negra e mãe solteira e mulher, nunca deveria deixar a sociedade ditar até onde ela poderia ir.

E o impacto de ter alguém acreditando tão fortemente em você, enxergando você de uma forma tão extraordinária que faz com que você realmente acredite que pode ser alguém na vida, foi essencial para Angelou.

"Mostre a eles como soletra o seu nome: M-U-L-H-E-R! Eu estarei aqui quando você voltar."

Mamãe & eu & mamãe é uma leitura que faz com que você sinta tudo sobre o que ela está falando. O amor, a dor, a tristeza, o perdão, o reencontro. Não é difícil acreditar que esse livro foi escrito por uma poeta, pois Maya Angelou mostra que é verdadeiramente uma pela forma como desnuda a alma aqui: direta, sem pedir desculpas, cheia de emoção verdadeira e crua.

A Rosa dos Tempos acertou em cheio ao escolher uma leitura tão significativa, poderosa e simbólica sobre o poder feminino para ser sua segunda publicação. Além da história impactante, da voz única de Maya Angelou, o livro ainda traz algumas fotos da autora com a mãe, e alguns certificados que mostram que Vivian "Lady" Baxter não foi uma mulher incrível apenas para a filha, mas também para diversas mulheres - em especial as negras.

"Você foi uma trabalhadora incansável - graças a você, mulheres brancas, negras e latinas zarpam do porto de San Francisco. Você foi chapeadora naval, enfermeira, agente imobiliária e barbeira. Muitos homens e - se não me falha a memória - algumas mulheres arriscaram a vida para amá-la. Nunca existiu pessoa mais grandiosa do que você. Você foi uma péssima mãe de crianças pequenas, mas nunca houve uma mãe de adolescentes melhor do que você."

Foi impossível não me emocionar com a leitura, olhando essas duas mulheres que resistiram, persistiram e existiram. Que criaram um relacionamento na base da tentativa e erro, mas que nunca desistiram uma da outra. Me peguei chorando com várias passagens. A força delas é tão intrínseca as suas personalidades, a resiliência é tão real.

Vivian Baxter foi uma lutadora desde o começo, tocando o terror com os irmãos mais novos na sua cidade natal, se certificando de que ninguém os achasse bobos ou fracos, carregando sua alma briguenta para o resto da vida. E, ao mesmo tempo, temos Maya, corajosa e determinada, uma sonhadora de alma gentil. Dois tipos tão distintos de força, duas mulheres que admiram e amam uma a outra de forma tão aberta.

"- Bem, nós arrancamos o poder que ela tinha sobre a gente.
- Não arrancamos, não, querida. Foi ela que o entregou a nós."

Estou apaixonada e honrada por esse livro, que com certeza vai ter um espaço cativo na minha estante a partir de agora.

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2018/05/resenha-mamae-e-eu-e-mamae.html
comentários(0)comente



Karina.Agra 12/06/2018

Não me empolgou!
Tinha boas expectativas em relação a esse livro, principalmente pelo tema de amor e cura na relação entre mãe e filha, porém pra mim não tive nenhum impacto com essa história.
Achei que a autora, apesar se ser poetisa não conseguiu transmitir os sentimentos dessa relação de forma clara, contou a história de forma rápida o que fez com que não me cativasse. Me pareceu que tudo foi muito fácil, não me mostrou uma história de lutas e dificuldades, como foi na verdade.
Terminei o livro em um dia, pois ele é pequeno e fácil de ler, porém não me acrescentou... uma pena, pois histórias de mãe x filho costumam me emocionar.
comentários(0)comente



Alexandre Kovacs / Mundo de K 24/05/2018

Maya Angelou - Mamãe & Eu & Mamãe
Editora Record, Selo Rosa dos Tempos - 176 Páginas - Tradução de Ana Carolina Mesquita - Lançamento no Brasil: 12/03/2018.

A escritora, poeta e ativista política Maya Angelou (1928-2014) deixou um importante legado em favor da luta pelos direitos civis, fazendo da sua obra um ato de resistência contra a discriminação racial, assim como um símbolo da emancipação feminina nos Estados Unidos. Lançado originalmente em 2013, um ano antes de sua morte, esta foi a última de uma série de sete autobiografias, iniciando com I know why the caged bird sings (Eu sei por que o pássaro canta na gaiola), livro que a popularizou, publicado em 1969.

De fato, a vida de Maya Angelou é inspiradora em vários sentidos. Após a separação dos pais, quando tinha três anos, foi deixada aos cuidados da avó paterna que a criou até os treze anos. Em uma das visitas à mãe, quando tinha sete anos, ela foi estuprada. Após contar para o irmão que havia sido violentada, o agressor foi preso e, posteriormente, encontrado morto. Traumatizada e com medo da força de suas palavras, que ela acreditava terem causado a morte do agressor, ela passou os cinco anos seguintes sem falar. No processo de recuperação deste trauma, a literatura, particularmente a poesia, desempenhou um importante papel. Portanto, Maya Angelou, desde muito cedo, aprendeu a superar as adversidades com a ajuda da arte.

"Salvo uma horrível visita a St. Louis, moramos com a mãe do meu pai, Vó Annie Henderson, e seu outro filho, tio Willie, até meus treze anos. A visita a St. Louis durou pouco, mas lá fui estuprada e o estuprador acabou sendo morto. Achei que tinha sido a responsável por sua morte, porque revelei seu nome à família. Por culpa, parei de falar com todo mundo, exceto com Bailey. Decidi que, apesar de a minha voz ser tão poderosa que podia matar as pessoas, não seria capaz de machucar meu irmão, porque o amor entre nós era grande demais. (...) Minha mãe e sua família tentaram me convencer a sair do meu silêncio, mas eles não sabiam o que eu sabia: que minha voz era uma arma letal." (Pág. 16)

Neste livro Maya Angelou divide o protagonismo com sua mãe, Vivian Baxter, com quem voltou a morar após completar treze anos, período coincidente com o retorno da sua fala. No princípio, a relação entre a mãe e os dois filhos foi difícil devido à mágoa das crianças pela separação forçada. Vivian era uma mulher independente e corajosa, proprietária de casas de apostas, muito à frente do seu tempo e não tinha tempo para os filhos pequenos. No entanto, a relação entre eles foi se tornando cada vez mais forte, especialmente com Maya, à medida em que ela se transformava em uma adolescente e encontrava apoio na mãe para vencer os preconceitos da época. Foi assim, por exemplo, quando Maya passou pela gravidez não planejada de seu único filho, Guy Bailey Johnson. O trecho citado abaixo é a abertura do livro e posiciona o leitor no difícil contexto da formação de Vivian Baxter, uma mulher negra em uma sociedade machista e racista.

"A primeira década do século XX não foi uma época muito boa para se nascer negra, pobre e mulher em St. Louis, Missouri, mas Vivian Baxter nasceu negra e pobre, de pais negros e pobres. Mais tarde cresceria e seria considerada linda. Adulta, seria conhecida como a mulher cor de manteiga com o cabelo penteado para trás. Seu pai, um trinitino com forte sotaque caribenho, descera de um navio bananeiro em Tampa, na Florida, e passou a vida inteira driblando com sucesso os agentes da imigração. Falava sempre com orgulho que era um cidadão americano. Ninguém explicou a ele que o simples fato de desejar ser cidadão não era o suficiente para torná-lo um. Em contraste com a cor escura de chocolate do seu pai, sua mãe era clara o bastante para passar por branca. Ela era chamada de octoruna, o que significava que tinha um oitavo de sangue negro. Seu cabelo era comprido e liso. À mesa da cozinha, ela divertia os filhos girando as tranças como se fossem cordas e depois sentando-se sobre elas." (Pág. 11)

A biografia de Maya Angelou muitas vezes parece a mais pura ficção. Ela foi a primeira condutora de bonde negra em São Francisco, a primeira mulher negra a ser roteirista e diretora em Hollywood, dançarina, stripper, cantora e, finalmente, professora universitária de história, além de ativista política, escritora e poeta. Todas essas passagens são descritas nesta autobiografia que evidencia a importância do amor entre mãe e filha, uma relação que foi construída ao longo da vida, sempre com muita confiança. Segundo Angelou, este livro foi escrito "para examinar algumas das maneiras como o amor cura e ajuda a escalar alturas impossíveis e erguer-se de profundezas imensuráveis". Uma história emocionante sobre duas mulheres corajosas que nunca aceitaram negociar a própria liberdade.
comentários(0)comente



Pandora 04/06/2018

Quando um livro nos emociona muito se torna difícil escrever sobre ele, "Mamãe & Eu & Mamãe" é justamente esse tipo de livro emocionante. Maya Angelou tem uma escrita clara, assertiva, não faz drama ou usa meias palavras para falar de sentimentos inteiros quando ela conta sobre a grandeza, a ternura e a resiliência de sua relação com sua incrível mãe não existe um caminho através do qual um leitor não se sinta tocado.

Ao falar sobre sua relação com sua mãe, a brilhante e carismática Vivian Baxter, ela controe uma declaração de amor, ternura e gratidão a uma mulher que para viver uma vida plena lutou contra o racismo e o machismo com força e sem temor. A história de Vivian, a forma como ela era uma mulher de negócios, como nunca abriu mão de sua independência em prol de nenhum relacionamento, como tinha humildade de admitir seus erros, não abria mão de expor seu ponto de vista ou apoiar sua filha em todas as suas aventuras é simplesmente inspirador.

Minha mãe também é minha melhor amiga e certamente a pessoa mais inspiradora e imensa que conheço e a nossa cumplicidade é uma das forças que me empurram para o enfrentamento dos meus desafios e a busca por soluções de meus problemas. Dessa forma não existe um caminho através do qual eu não recomende a leitura desse livro no qual é constantemente reafirmado o poder do amor e da generosidade como forma de apoio, a capacidade das mulheres de enfrentarem todo tipo de situação difícil e sobreviver a ela e a verdade obvia de que quem apoia uma mulher geralmente é outra mulher.

O Príncipe Encantado, a Bússola Moral, o Socorro no momento de pressão da Maya foi sua mãe. Não é uma mãe perfeita que abdicou de sua vida pessoal em prol dos filhos, mas uma mãe com uma dignidade incrível, capaz de equilibrar suas necessidades individuais com as necessidade de seus filhos, que acertou e errou enquanto tentava viver da forma mais plena possível. E viver de forma plena não é nada senão o desejo de todas as mulheres que vivem pressionadas pelo machismo e lutam contra ele todos os dias pelo direito de simplesmente SER!

"Mamãe & Eu & Mamãe" é o tipo de livro que devia está em todas as bibliotecas escolares. As lições que Vivian Baxter ensinou a Maya Angelou, a pessoa inspiradora que ela foi e a relação entre mãe e filha aqui desenhada são uma inspiração necessária nesses tempos de luta e resistência que temos vivido.

site: http://www.pandoraesuacaixa.com.br/2018/06/mamae-e-eu-e-mamae-da-maya-angelou.html
comentários(0)comente



Gaby 15/06/2018

Intenso. Necessário. Maravilhoso!
Esse é um livro autobiográfico da escritora e poetisa americana Maya Angelou, nascida no Missouri em 1928. Ela é autora de diversos livros, entre coleções de poesia, romances e ensaios, além de diversos volumes autobiográficos, como é o caso deste aqui. Esse foi meu primeiro contato com a Maya, apesar de já ter ouvido bastante sobre ela. Já estava na hora de conhecer sua escrita e, mais que isso, sua história. Pois, meus amigos, ela tem muito a contar!


"Vou cuidar de você e de qualquer pessoa que você disse que precisa de cuidados, da maneira como você disser. Estou aqui. Trouxe todo o meu ser até você. Eu sou a sua mãe."


Como o título sugere, é um livro dedicado as duas mulheres de sua vida. Ainda pequena Maya foi enviada junto ao irmão mais velho para morar com a avó paterna, pois seus pais estavam se separando e não tinham condições de criá-los naquela situação. Maya viveu com sua vó, por quem sempre teve muito amor, durante quase toda infância, até ser mandada de volta para morar com a Mãe, que mesmo demonstrando muito afeto, coisa que Maya não teve muito na vida até ali, não conseguia apagar na menina as memórias que Vivian Baxter deixou, ao abandoná-la. Muitos anos se passam, e muita coisa muda na vida dessa família agora composta por Vivian, Maya e seu irmão, Bailey.

Estuprada na infância, traumatizada e vivendo em um mundo cruel para mulheres negras, Angelou foi uma sobrevivente, e também suas duas mães. Maya e Vivian lutaram juntas por muitos anos, contra a violência, o machismo e o racismo. A dor nas palavras dessa mulher tocam no fundo da alma quando compartilha sua luta com o leitor.


"Mostre a eles como soletra o seu nome: M-U-L-H-E-R! Eu estarei aqui quando você voltar."


Acompanhamos Maya encontrando sua voz, sua força e seu amor pela literatura. Após encontrar esse último, ela se dedicou intensamente a ele, escrevendo de tudo e inclusive se dedicando ao teatro e ao cinema. Esse é o sétimo de seus livros autobiográficos, e já quero ler todos para conhecer mais a fundo essa mulher fantástica e inspiradora.

Um dos melhores livros que li esse ano, sem dúvidas! Recomendo a todos. Espero que a editora Rosa dos Tempos continue trazendo obras incríveis assim

site: http://umaleitoravoraz.blogspot.com/2018/06/resenha-mamae-eu-mamae-de-maya-angelou.html#more
comentários(0)comente



5 encontrados | exibindo 1 a 5