Brave New World

Brave New World Aldous Huxley




Resenhas - Brave New World


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Alecio Miari 29/01/2021

Clássico obrigatório
Fazer resenha de um livro destes é chover no molhado. Um livro que caminha lado a lado com 1984, porém em direções literárias opostas possui reconhecimento e apreciações mundiais. A sinopse pode ser achada em qualquer blog ou canal no Youtube, então não vejo motivos para descrevê-la aqui.
O pensamento que trago é o da capacidade do autor em escrever em 1931 um futuro que hoje ainda parece muito distante. O ambiente ao qual a história ocorre me lembrou aqueles apartamentos automatizados e carros voadores dos Jetsons.
A quebra do paradigma do controle populacional por meio da força é outra grande sacada que o livro acaba trazendo. É sensacional pensar que um bombardeio de informações e prazeres exerce um controle na massa, ainda mais quando paramos para pensar na nossa sociedade atual com todas estas redes sociais, jogos eletrônicos, conectividade, etc.

Enfim, mais um clássico obrigatório para se ler.
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Mirielen Arantes 12/08/2020

Magnífica distopia
Esse livro ainda é uma das mais incríveis obras já lançadas.
Chega a ser cruel como um livro de 1932 pode fazer tanto sentindo ainda hoje.
New London é uns dos centros "civilizados", onde você é obrigado a ser feliz. Mais do que isso, você é condicionado a isso, assim como você é condicionado a aceitar aquele mundo como ele é. O conceito de felicidade é o mesmo que somos ensinados até hoje a tentar alcançar. Uma felicidade resultante da ausência de sentimentos ruins, da ausência de pensamentos negativos, ausência de qualquer coisa que possa te levar a ter essas sensações. "Sem privacidade. Sem família. Sem monogamia. Everybody's happy now."
Ainda assim, há uma reserva de "selvagens", lugar que por algum motivo não compensava ser civilizado e que parece exercer a função de lembrar como era horrível a vida antes do soma.
É uma distopia política, mas sem uma figura autoritária super grotesca. Mustapha Mond é uma personagem curiosa. Dá para compreender (compreender não é concordar) o discurso dele. E cheguei até sentir pena dele em certo momento.
Na minha opinião, a conversa entre Mond e John é a melhor parte do livro.

É clichê dizer isso, mas nós (e eu sou uma das primeiras na lista) usamos a tecnologia como eles usam o soma e isso é meio triste.

É um livro para te fazer refletir sobre a sociedade e te deixar com um nó na garganta.
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@PinkLemonade 06/07/2020

Brilhante
Imagine uma sociedade onde todos os males que afligem o homem foram banidos.
Essa é a realidade dos moradores do admirável mundo novo.
O livro explora as consequências de uma sociedade alienada no coletivismo e em uma "modernidade não saudável".
Recomendo a leitura.
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Joyce.Sarmento 22/05/2020

Visionário
Ao mesmo tempo que é uma distopia é uma utopia. Aparentemente um mundo sem guerras e conflitos, sem velhice e sem miséria pode parecer impossível e muito bom, mas o preço a se pagar é bem caro (o próprio livro destaca isso).
"E se este mundo for o inferno de outro planeta?" - Aldous Huxley
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Baracartas 18/05/2020

Isso não é uma distopia.
Quando liberdade é retirada de uma distopia, normalmente a motivação para que não ocorra uma rebelião é que as pessoas não sabem que precisam de liberdade, e quando elas descobrem coisas acontecem. Nessa "distopia", as pessoas não precisam de tal liberdade.

O resultado é que a obra de Huxley, apesar de ter comentários extremamente pertinentes e relevantes para sua época, falha em ser uma distopia e passa a ser uma utopia sob um olhar preconceituoso. Eu adoraria viver na Londres de Admirável Mundo Novo, já que o controle do Estado sobre as pessoas é tão primordial que eu estaria genuinamente feliz se tivesse nascido e vivido ali.

Quanto à história, a primeira metade do livro estabelece um conflito interno nesse sistema, e esse conflito não tem prosseguimento, já que no meio do livro começa um segundo conflito, dessa vez externo, que representa a visão de alguém vivendo na nossa época, mas o problema é que esse conflito nunca tem resolução também

Então ao final do livro você é deixado com dois conflitos não-resolvidos e uma conclusão que tem 2 capítulos somente com diálogo expositivo sobre a filosofia e o mundo de Aldous Huxley e 1 capítulo que acompanha a nossa visão externa sendo rechaçada.

Ao final do livro, Huxley vai contra sua proposta ao longo do livro - mostrando que o sistema que estava sendo criticado venceu no final, e na verdade foi uma utopia que nunca virou uma distopia.
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Sakkuraba 17/05/2020

Todo ano leio
Todo ano leio esse livro e me abre a mente de uma forma fantastica a cerca de como o ser humano vive em sociedade, e esta versão em ingles é sensacional!
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Gabriel 08/05/2020

Brave Current World
As a not english native speaker, read this book in english was a tough activity but in the end I could get the general idea. I might say the essence of this book is based on chapter 16 and 17 when the Savage was discussing with the Controller. This is the moment when you understand the theses of the book. Actually as you grow and gather new experiences you start to deeply understand the structures presented by the book. Most of all if you have a scientific view. Brave new world can be call as brave current world when the times with the must number of information available is also the times with less self consciousness about reality. Science is a threat who needs to be eliminated.
Liberty and beauty means pain, nobody wants pain.
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danigobbo 03/04/2018

Brave New World
Eu sempre tive muita curiosidade pra ler Brave New World, mas enrolei pra começar porque achei que seria chato (sim, mesmo assim eu queria ler), mas o livro começa tão bem, e explica tudo tão bem que foi uma leitura muito tranquila.
É um mundo assustador, porque muitas coisas poderiam facilmente se tornar realidade (ou já são, de alguma forma mais sutil), e por isso acho que deveria ser leitura obrigatória.
Negativos: o rumo que a história toma não me envolveu muito, e algumas conversas entre os personagens são inconsistentes.
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Luis 11/12/2016

Incrível
Não sei por que eu demorei tanto para ler esse livro.
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Eclipsenamadrugada 15/07/2015

Surreal
Ótimo livro, e incrível por ter sido escrito em 1932, a visão que o escritor tinha de um futuro muito distante, francamente achei sua imaginação bastante inteligente, porem esperava que o final fosse um pouquinho mais conclusivo, já que teve a paciência de imaginar tudo que colocou nesta incrível história. Só o final me deixou insatisfeito, no seu todo a história é bem legal.
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stellasays 29/10/2014

Um livro superestimado
Tentei assistir o filme baseado nesse livro há uns 3 anos atrás, não consegui. Me distraía e simplesmente não tinha concentração. Achei que era por causa do próprio filme, mas depois de ler esse livro eu sei que é culpa da estória mesmo. Que livro chato!
Bem, o livro se passa no ano de 632 A.F. (After Ford, o novo calendário se baseia na data de nascimento de Henry Ford) em uma sociedade futurística utópica/distópica - tem um debate imenso a respeito disso nas 3 introduções do livro, o que já me cansou bastante - onde as pessoas não envelhecem, não engordam, não engravidam, não ficam doentes, não se casam, apenas curtem a vida com muito sexo livre e drogas. Como ninguém tem filhos, não existem pais e mães, todos nascem de proveta e são condicionados desde o nascimento a amarem sua própria classe social, seja ela qual for, e não invejarem nenhum tipo de ascensão social. Claro, que para isso, eles sofrem repetidas doses de terapia de choque e ouvem mantras enquanto dormem para absorver a ideia de que tudo é perfeito e todos são felizes.

Enquanto isso, do lado de fora dessa bolha, tem uma galera que ainda vive conforme vivemos hoje em dia, eles se casam, têm filhos, ficam doentes, velhos e morrem. Estes são chamados de "selvagens". Vivem em casas muito pobres e sujas, cercados pela doença e pela miséria. Dentre eles há um rapaz chamado John, que é filho de uma mulher que veio desse mundo fantástico mencionado acima e que fica, em vão, tentando condicionar o filho do lado de fora pra pensar como as pessoas pensam do lado de dentro. Ou seja, o menino acaba não se enquadrando nem de um lado, nem de outro.
Antes de sermos apresentados a John o Selvagem, o autor quer que você pense que o protagonista é o Bernard Marx, um homem repleto de sentimentos profundos em uma sociedade cheia de pessoas frívolas e vazias. Só que, uma vez que ele conhece o John, o autor desiste de dar atenção pro Bernard, que muda da água pro vinho e vira um homem obcecado pela fama que chora por medo de ficar sozinho. Ele é simplesmente empurrado pra escanteio e é esse o fim do Bernard. Já o John, é um rapaz sexista, moralista, masoquista, com uma séria obsessão por Shakespeare. E é esse cara que Huxley quer que você dê atenção agora. Eu não aguentei. O personagem é insuportável.

O livro salva por um ou outro comentário, cheguei até a postar um na Timeline do Facebook. Ele tem uma prerrogativa boa, mas perde muito com a execução. É um livro muito superestimado e tive que me esforçar pra terminá-lo. Não indico.

site: http://custella.blogspot.com.br/2014/10/291014-brave-new-world-by-aldous-huxley.html
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